A geração que constrói um Santuário

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Vidas chamadas a ser o alicerce da fundação.

Karen Bueno – “A coroação de um sonho”, comenta Valeria Parizotto sobre o início da construção do Santuário de Schoenstatt de Caieiras/SP nesse sábado, 3 de dezembro. A Família não contém a alegria no “dia que marca oficialmente o início da construção, que já é uma conquista de muitos anos”, explica a Sra. Ana Christina Melquiades, do Instituto Nossa Senhora de Schoenstatt. “Agora, com toda Família de Schoenstatt, não só de Caieiras, mas do Brasil inteiro, realmente dizemos: hoje a gente inicia a construção deste Santuário”.

Com a primeira “pazada”, vem ainda mais fortemente a consciência de que um Santuário de Schoenstatt é construído, em primeiro lugar, nos corações. Rafael Hashimoto, da Juventude Masculina de Schoenstatt comenta: “Estamos construindo um Santuário, somos a geração fundadora, é como se fossemos as ‘cruzes negras’ do Santuário de Caieiras. Isso vai ficar marcado em minha vida”.

Douglas Gonçalves Leme também pertenceu à Juventude Masculina e hoje é o engenheiro responsável pela construção do Santuário. Ele conta o que é preciso ter no alicerce da obra: “Tem que ter muitas graças, um solo firme, mas ao mesmo tempo fértil”. Sobre a “pazada” inicial, da qual também participou, Douglas fala: “Nós esperávamos muito por esse dia, é alegria demais, o começo da materialização do que estávamos procurando”.

Já é Tabor

“A Mãe está aqui!” – afirma, convicta, Maria Clara Mantovani, da Juventude Feminina de Schoenstatt. Ela recorda que “são todas as gerações reunidas por uma fundação, por uma coisa que todos estavam esperando”. E sobre a ‘pazada’ inicial, indica: “Precisamos ter consciência desse dia, é o Santuário do novo século”.

Algo semelhante afirma Tito Parizotto: “Esse momento é a coroação de muito esforço; esforço de pessoas que já não estão mais aqui, pessoas que se entregam diariamente, que rezam e sonham em ter um espaço para encontrarem-se com a Mãe de Deus. O fato de dar o ‘pontapé inicial’ é assumir o compromisso, não só com a Mãe de Deus, mas um compromisso entre a gente, de realmente construir esse Santuário, de pedir que a Mãe venha morar aqui, porque queremos que ela esteja entre nós, de forma com que ela não vá nunca mais embora, pois teremos esse compromisso eternamente”.

A atmosfera que abriga o terreno do futuro Santuário já diz sutilmente aos que chegam: “Tira as sandálias, porque o lugar em que pisas é terra santa” (Ex 3, 5). E faz vir à mente as palavras do discípulo: “Mestre, é bom estarmos aqui. Façamos três tendas” (Lc 9, 33). Lia Massinelli Hurtado, da União Apostólica das Mães de Schoenstatt, indica: “Eu sinto que Deus está tocando a terra. Fico imaginando que assim é o céu, porque a alegria que a gente sente aqui é muito grande. É uma realização divina, o carinho de Deus para conosco. Espero [com o Santuário] que muita gente possa vir a amar a Mãe de Deus, a conhecê-la e experimentar as graças de seu imenso coração”.

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