Como a Mãe Peregrina chegou até Santa Dulce?

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O quarto de Ir. Dulce, em Salvador,  atualmente é conservado como memorial

 

No quarto dela estão duas imagens da Mãe e Rainha

Ir. M. Nilza P. Silva / Karen Bueno – Há quem se pergunte como o quadro da Mãe e Rainha de Schoenstatt e a sua imagem Peregrina foram parar no quarto de Santa Dulce dos Pobres, em Salvador/Bahia. Quem pode melhor responder e explicar essa pergunta, é aquele que levou essas imagens até lá.

Pe. Antônio Maria Borges nos conta: “Eu ia, com a Mãe Peregrina, muitas vezes visitá-la”.

A imagem da Mãe Peregrina

Pe. Antônio Maria e Ir. Dulce foram amigos durante muitos anos. Certa vez, ele compôs um canto para ela e visitou-a para cantar, como ele mesmo recorda: “Levei uma imagem da Mãe Peregrina, para dizer que não era só eu, mas que era Nossa Senhora que ia visitá-la. Essa Peregrina, que eu levei, estava destinada a 30 famílias, veio de Santa Maria/RS e era emprestadada. Aí, sentei, ‘botei’ a Peregrina na mesinha da Irmã Dulce, ela sentou-se e eu comecei a cantar. Ela acariciava muito aquela Peregrina. No final, quando eu acabei de cantar, ela me disse: ‘O senhor não cantou para mim não, o senhor cantou para Nossa Senhora. Porque todas as vezes que me fazem uma homenagem, eu a transfiro logo para ela’”.

Essa imagem da Mãe Peregrina, o Pe. Antônio Maria guardou para si, justamente para lembrar daquele encontro. Depois, conversando com o Secretariado responsável pela Campanha da Mãe Peregrina, enviou outra imagem para a Irmã Dulce, a que ainda hoje está lá, em seu quarto: “Dei (a imagem) para a Ir. Dulce e ela guardou na mesinha dela”.

O quadro na parede

O quadro da Mãe e Rainha foi entronizado no quarto de Ir. Dulce, quando ela já estava bastante debilitada em sua saúde. Pe. Antônio Maria recorda os detalhes desse dia:

“Durante a doença de Ir. Dulce, ela ficou na UTI, que era no próprio quarto dela. Eu visitei-a muitas vezes, celebrei missas, e aí eu tive a ideia, com a Dulcinha – que era irmã de Ir. Dulce (também já falecida hoje) – de colocar o quadro da Mãe Três Vezes Admirável na parede, de frente para a Ir. Dulce, para que ela pudesse vê-la. A cama dela estava [posicionada] de tal maneira que ela, olhando para aquela parede, ia ver Nossa Senhora sempre.

E aí fiz uma cerimônia, depois de uma missa, e colocamos essa imagem na parede. Mas, antes, apresentamos o quadro da Mãe Três Vezes Admirável e me lembro que foi um momento muito emocionante para todos nós que estávamos ali (eu e a Dulcinha). Embora estivesse na UTI, Ir. Dulce estava consciente. Ela só não falava, porque estava com traqueostomia (ela não podia falar ou até comungar na hóstia. Eu dava o Sangue de Jesus, num conta gotas, para ela). E aí ela [Ir. Dulce] pegou esse quadro, ficou olhando com os olhos bem abertos. Dulcinha dizia: ‘Olha a tua Mãe, minha irmã! Olha a tua Mãe’. Ela olhava e olhava… Quando fomos tirar o quadro das mãos dela, ela não deixava e agarrava com toda força. Foi preciso que a Dulcinha forçasse um pouco, que tirasse os dedinhos de Ir. Dulce do quadro.

Esse quadro foi colocado, então, na parede e ficou para sempre ali. Está lá, até hoje. É a nossa Mãe que, com toda certeza, foi uma grande intercessora de Ir. Dulce e a fez santa, porque é Mãe e Educadora”.

 

 

Em áudio, o Pe. Antônio Maria Borges conta sobre essas imagens da Mãe e Rainha e seu encontro com a Santa Dulce dos Pobres. Ouça:

 

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