Curitiba entoa o Magnificat na festa da Aliança

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“A minha alma engrandece o Senhor, exulta meu espírito em Deus, meu Salvador!”

Ir. Ignes Maria Rubin/Karen Bueno – A festa da Aliança de Amor no Santuário Tabor Magnificat, em Curitiba/PR, realizou-se no domingo, dia 16 de outubro, reunindo cerca de 500 pessoas. Salientou-se entre os presentes, membros das comunidades, ramos e apostolados de Schoenstatt, um programa bem intenso, com a bênção do Santíssimo Sacramento, a consagração das crianças, o Terço das Famílias e a “Hora da Misericórdia”, que trazia uma breve reflexão sobre o evangelho de São Lucas, sobre os textos que falam da misericórdia do Pai, com orações pedindo a indulgência plenária das penas dos pecados.

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Durante o dia foram celebradas duas Missas, ambas presididas pelo capelão do Santuário e missionário da misericórdia, Pe. Marcelo de Sousa. “Aqui é nosso lugarzinho predileto!”, dizia ele. Pe. Marcelo também recorda uma comparação que fez: “Nesta grande cidade encontramos um lugar de refúgio. Certa vez, no jardim do Santuário tinha um repórter de uma emissora de televisão gravando algumas imagens; ele se aproximou de mim e fez a seguinte pergunta: ‘Padre, o que este lugar significa para as pessoas?’ E eu respondi: ‘Você com certeza já assistiu a fórmula 1, certo? Na corrida os carros precisam fazer um ‘pit stop’, uma pequena parada para trocar os pneus e colocar combustível, senão o carro não termina a corrida. Vejo que este lugar é um ‘pit stop’ também, precisamos sempre fazer uma pequena parada, renovar a maior força que temos, a nossa fé, e seguir a corrida do dia a dia. Sem essa parada não chegamos a lugar algum!’”.

Além disso, recorda o sacerdote, “no Ano Santo, este lugar se torna muito mais especial. Com a Porta Santa da Misericórdia, a Igreja confirma que ele é um lugar onde podemos experimentar as misericórdias do Senhor. É Maria que nos toma pela mão e conduz cada filho, cada filha ao coração misericordioso de Jesus e lá encontramos nossa maior riqueza, o amor de Deus por nós”. Ele conclui dizendo: “Entoemos, neste dia festivo, o Magnificat. Em nosso Santuário Deus olha nossa pequenez e através de Maria realiza em nossa vida maravilhas”.

A liturgia recordava sempre a renovação da Aliança de Amor, realizada durante as celebrações eucarísticas. Em cada uma delas, as simbólicas contribuições ao Capital de Graças eram queimadas na Pira, elevando os presentes e conquistas de amor à Mãe e Rainha.

O dia finalizou-se dando graças à misericórdia do Senhor, pelos prodígios que a Mãe de Deus realiza através de sua pedagogia da Aliança de Amor.

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