Ser voluntário para transfigurar a realidade

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OBS: As fotos foram tiradas antes da pandemia

 

A Família de Schoenstatt de Maceió/AL está em ação

Ir. M. Rosequiel Favero / Karen Bueno – No avental e na camiseta está estampada a imagem da Mãe e Rainha de Schoenstatt, contudo, o ser de Maria se desenha principalmente nos gestos. Olhar para eles faz lembrar que a Mãe de Deus não para, que está sempre a serviço, cuidando daqueles que mais precisam. Estamos falando das Liga das Mães de Schoenstatt e da Campanha da Mãe Peregrina de Maceió/AL.

O que podemos fazer para transformar o mundo? Para um Movimento mariano, a resposta mais rápida poderia ser: agir com e como Maria. Em Maceió, o calendário mensal dos missionários da Mãe Peregrina e da Liga das Mães é cheio de atividades pastorais do Movimento e, mesmo assim, elas fazem questão de incluir na agenda as atividades sociais caritativas. Vamos conhecer alguns de seus trabalhos:

Casa Betânia

A Arquidiocese de Maceió mantém, dentro de seus projetos sociais, a Casa Betânia, que é uma Unidade Feminina para dependentes químicos em recuperação. Ali, uma vez por mês, sempre no primeiro domingo, o Movimento Apostólico de Schoenstatt faz um trabalho de evangelização, realiza dinâmicas, serve o almoço e se confraterniza com todos. Gilvanilda Vilar Carvalho Bulhões, da Liga das Mães e coordenadora diocesana da Mãe Peregrina, conta: “Vemos também as necessidades materiais de limpeza, de cama, mesa e banho. Tem, ainda, duas integrantes da Liga das Mães que vão ensinar trabalhos artesanais às mulheres, para que, quando saírem da Casa Betânia, consigam alguma renda para o sustento da família”.

 

 

Sopa

Todo mês tem sopa, servida àqueles que mais necessitam, no Santuário Arquidiocesano da Virgem dos Pobres. A sopa é assumida pelos grupos e movimentos da Arquidiocese e o Movimento Apostólico de Schoenstatt (Liga das Mães e Campanha da Mãe Peregrina) assume um mês cada. Os ingredientes são doados pela Família de Schoenstatt e um grupo de voluntários prepara a refeição. “À tarde rezamos o Terço, tem a Santa Missa e em seguida servimos a sopa às pessoas carentes. Elas vão, levam vasilhas para levar sopa àqueles que ficaram em casa, é um trabalho magnífico, a gente se sente feliz em ajudar os mais necessitados”, diz Gilvanilda.

Café Solidário

A Feira da Esperança e da Solidariedade, mais conhecida como “Café Solidário”, não é diretamente ligada às pessoas necessitadas, mas tem como objetivo auxiliar as obras sociais da Arquidiocese. A Família de Schoenstatt, no mês de março, reúne doações e oferece, logo após a missa, um café da manhã solidário, cujo valor arrecadado com os ingressos é revertido à Arquidiocese para ajudar nas obras sociais.

“Nós conseguimos doações no Movimento. Às 6 horas da manhã tem a missa no Santuário Arquidiocesano da Virgem dos Pobres e em seguida a gente serve o café. Com antecedência vendemos os ingressos e as pessoas se servem. Esse dinheiro arrecadado é repassado à Arquidiocese para ajudar nas obras sociais”, explica Gilvanilda.

Para transfigurar a realidade hoje

Além dessas, existem outras ações individuais e dos demais grupos do Movimento em Maceió, como o Projeto Mãe Rainha. Tudo isso expõe o coração missionário que pulsa e vibra pela Aliança de Amor: “Provai primeiro que realmente me amais e tomais a sério os vossos propósitos. Esta santificação eu exijo de vós. Não somente o grande e o maior, porém o máximo há de ser a meta da nossa mais elevada aspiração” (trechos do Documento de Fundação de Schoenstatt).

 

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Trabalhos Sociais em Maceió/AL

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