São Vicente Pallotti e o Movimento de Schoenstatt

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Duas fundações unidas pela condução divina

Ir. M. Rosequiel Fávero – Hoje, 22 de janeiro, a Igreja celebra a memória de São Vicente Pallotti. No Santuário Original e também em muitos outros Santuários de Schoenstatt pelo mundo encontramos uma estátua de São Vicente Pallotti. Quem é ele e qual a sua ligação com Schoenstatt?

Nascido em 1795, em Roma, Vicente Pallotti foi um sacerdote ‘a frente de seu tempo’. Com a sua profunda vida espiritual, suas múltiplas atividades apostólicas e a realização profética do apostolado, influiu de modo relevante na história da Igreja no século XIX. Chamado do ‘precursor do Apostolado Católico’, Pallotti acreditava que o apostolado é missão de cada batizado, e não apenas de sacerdotes e religiosos. Isto pode parecer obvio para nós hoje, mas não nos séculos passados.

Vicente Pallotti fundou a Sociedade do Apostolado Católico, que congrega os Padres e Irmãos Palotinos. Foi nesta comunidade que o Pe. Kentenich ingressou, desejando ser missionário na África. Por causa de problemas de saúde, isso não foi possível e ele se tornou professor, primeiro no seminário de Ehrenbreinstein/Coblença e depois em Schoenstatt/Vallendar. O restante da história conhecemos: foi com os jovens deste seminário que ele fundou uma congregação mariana e, posteriormente, em 18 de outubro de 1914, o Movimento Apostólico de Schoenstatt.

Imagem de São Vicente Pallotti no Santuário Original

O que Schoenstatt herdou de Vicente Pallotti?

A ideia do apostolado universal, que todos somos chamados a uma missão, certamente está no ‘DNA’ de Schoenstatt. Tanto que o Pe. Kentenich assumiu de Pallotti um de seus maiores ‘sonhos’: a Confederação Apostólica Universal. Sob esta expressão Pe. Kentenich entendia a união de todas as forças apostólicas – a nível paroquial, diocesano, nacional e internacional –, em todos os campos, para enfrentar em comum o desafio e a tarefa evangelizadora que o mundo atual apresenta à Igreja. Neste prisma, cada comunidade deveria contribuir para esta ‘confederação’, com sua riqueza e carismas próprios. Pe. Kentenich sempre afirmou que assumiu essa finalidade de Pallotti confiando na Aliança de Amor com a MTA em seu Santuário.

Mas temos também algumas expressões correntes em Schoenstatt herdadas de Pallotti. Por exemplo, o lema da União Apostólica de Schoenstatt (e de todo o Movimento), ‘Caritas Cristhi urget nos’ (o amor a Cristo nos impulsiona) e o lema com o qual costumamos fazer o envio das imagens peregrinas da Mãe e Rainha, ‘Ela (Maria) é a grande missionária, Ela fará milagres!’.

Neste dia de sua memória, rezemos que nunca percamos o ardor missionário que animou Vicente Pallotti e rezemos também pelas comunidades por ele fundadas, especialmente os Padre Palotinos, com quem nosso Movimento tem uma convivência muito próxima em Schoenstatt/Alemanha e em muitas cidades do Brasil.

 

* Com informações do livro ‘150 perguntas sobre Schoenstatt’

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