Tomar o pulso do tempo: Conselhos do Papa ao Movimento

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Recordamos algumas frases do Papa Francisco dirigidas à Família de Schoenstatt:

 

Pe. Kentenich

– “[…] O Pe. Kentenich o expressava muito bem quando dizia que havia de estar ‘com o ouvido no coração de Deus e a mão no pulso do tempo’. Aqui estão os dois pilares de uma autentica vida espiritual”.

– Sobre o carisma do Pe. Kentenich: “tomar o pulso do tempo”, da realidade, das pessoas. Não há que ter medo à realidade. Há que tomar a realidade como ela vem, como o goleiro quando chutam a bola e dali, dali, de onde vem, trata de agarrá-la. Ali nos espera o Senhor, ali ele se comunica e se revela a nós. O diálogo com Deus na oração nos leva também a escutar sua voz nas pessoas e nas situações que nos rodeiam.

– “A mim, me impressionou que o Diretor Geral de vocês tenha feito referência à incompreensão que teve que padecer o Pe. Kentenich e a rejeição. Isso é sinal de que um cristão vai adiante. Quando o Senhor o faz passar a prova da rejeição. Porque é o sinal dos Profetas, os falsos profetas nunca foram rejeitados, porque diziam aos reis ou às pessoas o que queriam escutar. Assim que tudo era “ah, que lindo”, não? E nada mais. Não. A rejeição, não é? Aqui está a perseverança”.

– “A graça de Deus necessita somente de uma única pessoa para realizar grandes coisas na Igreja e no mundo. Isto nos ensina a história do modesto Santuário mariano de Schoenstatt que deu o nome a um Movimento de espiritualidade difundido no mundo inteiro”.

 

Maria

– “Maria é Mãe porque gera Jesus e nos ajuda, com a força do Espírito Santo, a que Jesus nasça e cresça em nós. É ela que continuamente nos dá vida. É Mãe da igreja. É maternidade”.

– “Não temos o direito – e se o fazemos estamos equivocados – de ter psicologia de órfãos. Ou seja, o cristão não tem direito ‘de ser órfão’. Tem Mãe. Temos Mãe”.

– “Uma Igreja sem Maria é um orfanato. Então Ela educa, ajuda-nos a crescer, acompanha-nos, toca as consciências”.

 

Aliança de Amor

– “E Aliança significa solidariedade. Significa criação de vínculos. Hoje em dia estamos vivendo nesta cultura do provisório, que é uma cultura de destruição de vínculos”.

– “Quando celebramos a Eucaristia, celebramos a renovação da Aliança. Não só mimeticamente, mas de uma maneira muito profunda, muito real. É a mesma presença de Deus que renova a Aliança conosco”.

– “E vindo Jesus, ele que nos pede para renovar a Aliança. Ele mesmo participa dessa renovação na Eucaristia”.

 

Referências:

Encontro do Papa com os Padres de Schoenstatt (03/09/2015): clique
Encontro do Papa com o Movimento no centenário da Aliança (26/10/2014): clique e clique

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