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	<title>Admin &#8211; Schoenstatt</title>
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	<title>Admin &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Não se preocupem nem se angustiem</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 06:16:58 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Ter a plena confiança dos filhos de Deus</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Pe. Nicolás Schwizer – Jesus nos revela o rosto de Deus Pai: seu amor paternal que se manifesta na providência para com cada homem.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Sabemos que o Pai tem um plano de vida, que é um plano de amor, para cada um de seus filhos, para cada um de nós. Por meio desse plano providente quer nos conduzir e levar para seu reino, rumo a sua casa paterna. Não apenas nos criou, mas também nos provê e cuida de todos nossos passos.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">E se já vela com cuidado sobre criaturas insignificantes como “os pássaros do céu” e “os lírios do campo”, mesmo quando não fazem nada – quanto mais cuidado terá conosco, suas criaturas mais dignas e preferidas.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Por isso, <strong>Jesus nos exorta: Não se angustiem! Não se preocupem!</strong> </span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Mas isto não nos impede, não nos libera de trabalhar, muito pelo contrário: o Evangelho dá ânimo para trabalhar. Cristo louva o criado que, quando chega seu dono, está ocupado (Lc 12,43). Cristo não quer gente ociosa. Ele condena, na parábola dos talentos, ao criado infiel por não haver frutificado seu talento.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>A verdadeira fé não tem nada que ver com a ociosidade,</strong> com a passividade. O cristão não tem nada que ver com o fatalista. Deus nos dá a capacidade para o trabalho. Esse é o primeiro de seus dons, o primeiro sinal de sua providência.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Cristo não nos deixa em alerta contra a ocupação, mas contra a preocupação – nem contra o trabalho, mas contra a intranquilidade. “Não se preocupem dizendo: o que comeremos, o que beberemos, ou, com o que nos vestiremos?”.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Devemos nos ocupar, razoavelmente, com tudo isso, mas sem nos intranquilizar, porque a intranquilidade é precisamente o que paralisa a ação, o que impede realizar como se deve.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>O que Cristo nos pede é a coisa mais natural do mundo: a confiança.</strong> É a mesma confiança que, aqui na terra, o filho dá a seus pais, o marido à sua esposa, o aluno a seu mestre.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">O que é indispensável nas relações sociais, Deus Pai espera também de nós: que tenhamos confiança Nele.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Quando estamos inquietos, angustiados, nervosos, é provável que isso aconteça porque nos falta confiança em Deus. É o medo que paralisa e torna ineficaz o esforço. Quando melhor se trabalha é quando há confiança.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Deus está conosco em nossa vida, em cada momento,</strong> hoje e também amanhã. Contamos cada dia com Ele! A inquietude pelo amanhã prejudica o trabalho de hoje: “Não se inquietem pelo dia de amanhã; o amanhã se inquietará por si mesmo. A cada dia lhe basta sua aflição”.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Cristo não condena a previsão nem a economia. T</strong>emos que saber prever, razoavelmente, as coisas e estamos obrigados a economizar.</span><br />
<span style="font-size: 12pt;">Mas não exijamos uma segurança total, porque não a teremos nunca. É preciso aceitar certa insegurança necessária. Temos que nos assegurar, mas não é possível que nos asseguremos contra tudo. Não há que buscar o meio de poder prescindir da Providência.</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Inclusive com os filhos: temos que saber pensar neles, mas não protegê-los contra a Providência.</strong> Não devemos ensinar que podem prescindir do Pai. Claro que temos de amá-los, educá-los bem, instrui-los, fazer tudo o que for possível, dar-lhes as melhores possibilidades para o porvir. Mas, principalmente, devemos ensinar-lhes a alegria e a tranquilidade de que têm um Pai no céu, e que – como nós – podem depositar Nele toda sua confiança.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Perguntas para a reflexão</strong></span></p>
<p>1. Transmitimos tranquilidade e confiança a nossos filhos?<br />
2. Fazemos diante deles queixas sobre “os problemas da vida”?</p>
<p>Se desejar escrever, comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva para: pn.reflexiones@gmail.com</p>
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		<title>Santuário Lar: um Presente e uma Missão</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 03:06:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para que muitos se encontrem com a Mãe Pe. Nicolás Schwizer – Antes de instituir o seu Santuário Lar, primeiro muitos têm uma imagem da Mãe e Rainha em sua casa. Essa imagem tem um lugar de honra e a família percebe que sua presença é importante para eles. Depois da Aliança de Amor, muitos vão construindo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="20689" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/home/santuarios/santuario-lar-2-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Santuário-Lar-2.jpg" data-orig-size="400,711" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Santuário-Lar 2" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Santuário-Lar-2-169x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Santuário-Lar-2.jpg" class="alignright wp-image-20689" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Santu%C3%A1rio-Lar-2.jpg?resize=300%2C533" alt="" width="300" height="533" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Santu%C3%A1rio-Lar-2.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Santu%C3%A1rio-Lar-2.jpg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Para que muitos se encontrem com a Mãe</p>
<p>Pe. Nicolás Schwizer – Antes de instituir o seu Santuário Lar, primeiro muitos têm uma imagem da Mãe e Rainha em sua casa. Essa imagem tem um lugar de honra e a família percebe que sua presença é importante para eles.</p>
<p>Depois da Aliança de Amor, muitos vão construindo e conquistando aos poucos seu Santuário Lar. Alguns têm pressa. Sentem a necessidade imperiosa da Mãe de Deus em sua casa; outros necessitam mais tempo. Mas cada família autenticamente schoenstattiana cedo ou tarde sente que não pode seguir adiante sem ter a Mãe e Rainha no centro do seu lar.</p>
<h3><strong>A renovação do mundo começa nos lares</strong></h3>
<p>O Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, percebe uma estratégia divina por trás disso. Tal como o cristianismo original surgiu nas famílias, assim também a renovação do mundo deve partir dos lares. Nesse círculo pequeno e íntimo a Mãe de Deus quer realizar sua missão de renovar a família e educar homens novos para o mundo de amanhã. E em torno a essas famílias renovadas vão nucleando-se outras famílias que experimentam a influencia do Santuário Lar. Assim, nossos lares atuarão como imã: atrairão outros e assim se amplia o círculo mais e mais. E conclui: “A renovação de nossa família, especialmente a que se realiza por meio do esforço sério pelo Santuário Lar, parece ser um caminho excelente para construir um mundo novo, um mundo totalmente novo no qual Maria possa atuar como o fez em casa de Zacarias ou nas bodas de Caná”.</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<h3><strong>Santuário aberto, apostólico</strong></h3>
<p>Se nossos parentes e vizinhos chegam a nossa casa e se aproximam com fé do Santuário Lar, então este se torna também para eles em um lugar de graças. O Pai e Fundador nos convida, por isso, a abrir nosso Santuário, a oferecê-lo a nossos irmãos necessitados. Quando um pobre bate a nossa porta e pede-nos algo de comer, nenhum de nós vai negar. E o mesmo havemos de fazer quando alguém busca ajuda espiritual. E o melhor que se pode oferecer é colocá-lo em contato com a Mãe e Rainha em nosso Santuário Lar.</p>
<p>A Mãe de Deus, parece estar inquieta por encontrar-se com todos os seus filhos. Por isso, quer que se façam mais e mais Santuários Lares. E se as pessoas não chegam até os seus Santuários, então, Ela toma a iniciativa, sai e vai buscando ao encontro delas lá onde se encontram.</p>
<h3><strong>Ela vai ao encontro dos filhos</strong></h3>
<p>Penso que a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt é um exemplo disso. A Mãe torna-se Peregrina para visitar todos seus filhos, presentear-lhes suas graças e realizar milagres em seus lares. Por isso, nos pede para abrir nossos Santuários ao mundo. Pede que convidemos as pessoas que entrem no Santuário, para que possam experimentar o que nós estamos vivendo.</p>
<h3><strong>Ela nos envia como missionários do Santuário</strong></h3>
<p>É verdade que nosso primeiro apostolado deve ser a própria família. Mas, não devemos ser egoístas. A Mãe e Rainha também quer enviar-nos a partir de seus Santuários e para isso nos oferece a graça da fecundidade apostólica. Ela quer utilizar-nos como instrumentos, para que todas as famílias de nosso bairro, de nossa cidade e de nossa pátria convertam-se em famílias de Nazaré. Tal como reina e educa em nossas famílias schoenstattianas, assim ela quer atuar também nas demais famílias.</p>
<p><strong>Ela pretende, por meio de nós, transformar nosso país numa Nação de Deus, onde Cristo é a cabeça e Ela o coração. E então, que melhor obra apostólica poderíamos realizar do que conduzir todos os nossos irmãos para Ela? Assim a Mãe e Rainha pode cumprir sua missão também com eles e dar-lhes suas graças e dons.</strong><br />
<strong><br />
Um presente e uma tarefa</strong></p>
<p>Neste contexto, percebemos que nosso Santuário Lar é um presente imensamente grande. Nunca poderemos agradecer o suficiente por isso. Mas, por isso mesmo, é também um desafio muito grande: não podemos ser mesquinhos com a Mãe de Deus, temos que nos colocar docilmente à sua disposição, para seus grandes planos de conquista. E, principalmente, temos que levar a sério nosso Santuário Lar, crer na presença de Maria no meio de nossa casa, confiar firmemente em seu poder de Mãe e Educadora, nas graças do Santuário que ela coloca em nosso lar, e entregar-nos a Ela com um coração filial.</p>
<h3><strong>Perguntas para a reflexão</strong></h3>
<p>1. Apresentamos o nosso Santuário Lar às visitas?<br />
2. Tenho momentos de oração no Santuário Lar?<br />
3. Se ainda não o tenho, o que estou esperando?<br />
4. O que farei de hoje em diante para reavivar a vida em torno do Santuário Lar?</p>
<p>(Texto adaptado por Ir. M. Nilza P. da Silva)</p>
<p>Se desejar se escrever, comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva para: <a href="mailto:pn.reflexiones@gmail.com">pn.reflexiones@gmail.com</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em: 19 de nov de 2020</p>
<p>[/read_more]</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alegrai-vos, a Páscoa continua!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 03:13:55 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Um tempo de grande alegria espiritual, um tempo de graças.</p>
<p>Karen Bueno – O Tempo Pascal, na liturgia da Igreja, é formado pelos 50 dias entre o domingo da Ressurreição e o domingo de Pentecostes. É um período de alegria e de exultação, como se fosse um único dia de festa, ou seja, esses cinquenta dias são como “um grande domingo”. Por isso diz-se que são “dias de Páscoa” e não “dias após a Páscoa”.</p>
<p>Já os oito primeiros dias desse tempo são chamados de Oitava da Páscoa e são celebrados como solenidades do Senhor, segundo as Normas sobre o Ano Litúrgico e o Calendário (n. 24). Isso ocorre porque a Igreja compreende a ressurreição como uma celebração tão importante que um dia apenas é muito pouco para celebrá-la, por isso estende a festa – e com isso suas graças – por oito dias.</p>
<p>“A Páscoa não é simplesmente uma festa entre outras: é a festa das festas, solenidade das solenidades”, diz o Catecismo da Igreja Católica (1169).</p>
<p>A solenidade da Ascensão do Senhor é celebrada no Brasil no sétimo domingo da Páscoa. A semana seguinte, até Pentecostes, caracteriza-se pela preparação à celebração da vinda do Espírito Santo. Em sintonia com as outras Igrejas cristãs, no Brasil se realiza nessa ocasião a “Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos”. Recomendam-se para a ocasião orações durante a Missa, sobretudo na oração dos fiéis, e oportunamente a celebração da Missa votiva pela unidade da Igreja (cf. Diretório Ecumênico, n. 22 e 24).</p>
<p>Isso significa que ainda é Páscoa, tempo de alegria, de gratidão, de sair ao mundo – como os primeiros cristãos – anunciando que Jesus ressuscitou: <em>“Alegremo-nos, pois o sepulcro está vazio! Jesus ressuscitou dos mortos! Que Cristo ressurja ainda mais, viva mais ainda quando for retirada a dura e grande pedra de nosso coração, a pedra da história do mundo!”</em> (Pe. José Kentenich, 1939).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte de pesquisa: Diretório Litúrgico Pastoral 2016 da Arquidiocese Militar do Brasil.</p>
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		<title>Exame de consciência para uma boa Confissão</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 03:01:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Oração para antes da Confissão: “Senhor, iluminai-me para me observar como Vós me observas, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão” Como se Confessar: Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados&#8230;]]></description>
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<div id="attachment_41932" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-41932" data-attachment-id="41932" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2020/06/28/estamos-aproveitando-os-beneficios-que-a-pandemia-traz/mae-isolamento-oracao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-oraçao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4.5&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 1200D&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1492977914&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;125&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;320&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.00625&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae isolamento oraçao retiro &amp;#8211; foto dimitri conejo sanz" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-oraçao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-oraçao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg" class="wp-image-41932 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-ora%C3%A7ao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-ora%C3%A7ao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-ora%C3%A7ao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-41932" class="wp-caption-text">(Foto: Dimitri Conejo Sanz, via cathopic.com)</p></div>
<p><strong>Oração para antes da Confissão:</strong></p>
<p><em>“Senhor, iluminai-me para me observar como Vós me observas, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão”</em></p>
<p><strong>Como se Confessar</strong>:</p>
<p>Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos cometeu e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última boa confissão. Só é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que, pode obter o perdão dos seus pecados veniais através de sacrifícios e atos de caridade. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou venial, mencione ao confessor a sua dúvida. Recorde-se, também, que a confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e a avançar na direção do Céu.</p>
<p><strong>Condições necessárias para um pecado ser mortal</strong>:</p>
<p>Matéria séria<br />
Reflexão suficiente<br />
Pleno consentimento da vontade</p>
<p>Considerações preliminares:<br />
Alguma vez deixei de confessar um pecado grave, ou conscientemente disfarcei ou escondi um tal pecado?</p>
<p>Nota: Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão e é igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita ao Sigilo da Confissão, o que quer dizer que é pecado mortal um sacerdote revelar a quem quer que seja a matéria de uma confissão.</p>
<p>Alguma vez fui irreverente para com este Sacramento, não examinando a minha consciência com o devido cuidado?<br />
Alguma vez deixei de cumprir a penitência que o sacerdote me impôs?<br />
Tenho quaisquer hábitos de pecado grave que deva confessar logo no início (por exemplo, impureza, alcoolismo, etc.)?</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
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<p style="text-align: center;"><strong>PERGUNTAS PARA REFLETIR</strong></p>
<p><strong>Primeiro Mandamento:</strong> Amar a Deus sobre todas as coisas<br />
“Eu sou o Senhor teu Deus, Não terás deuses estranhos perante Mim” (incluindo pecados contra a Fé, Esperança e Caridade).</p>
<p>Descuidei o conhecimento da minha fé, tal como o Catecismo a ensina, tal como o Credo dos Apóstolos, os Dez Mandamentos, os Sete Sacramentos, o Pai Nosso, etc?<br />
Alguma vez duvidei deliberadamente de algum ensinamento da Igreja ou o neguei?<br />
Tomei parte num ato de culto não católico?<br />
Sou membro de alguma organização religiosa não católica, de alguma sociedade secreta ou de um grupo anti-católico?<br />
Alguma vez li, com consciência do que fazia, alguma literatura herética, blasfema ou anti-católica?<br />
Pratiquei alguma superstição (tal como horóscopos, adivinhação, tábua Ouija, etc.)?<br />
Omiti algum dever ou prática religiosa por respeitos humanos?<br />
Recomendo-me a Deus diariamente?<br />
Tenho rezado fielmente as minhas orações diárias?</p>
<p>Abusei os Sacramentos de alguma maneira?<br />
Recebi-os com irreverência?<br />
Trocei de Deus, de Nossa Senhora, dos Santos, da Igreja, dos Sacramentos, ou de quaisquer coisas santas?<br />
Fui culpado de grande irreverência na igreja, como, por exemplo, em conversas, comportamento ou modo como estava vestido?<br />
Fui indiferente quanto à minha Fé Católica — acreditando que uma pessoa pode salvar-se em qualquer religião, ou que todas as religiões são iguais?</p>
<p>Presumi em qualquer altura que tinha garantida a misericórdia de Deus?<br />
Desesperei da misericórdia de Deus?<br />
Detestei a Deus?<br />
Dei demasiada importância a alguma criatura, atividade, objeto ou opinião?</p>
<p><strong>Segundo Mandamento:</strong> Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão.</p>
<p>Jurei pelo nome de Deus falsamente, impensadamente ou em assuntos triviais e sem importância?<br />
Murmurei ou queixei-me contra Deus (blasfêmia)?</p>
<p>Amaldiçoei-me a mim próprio, ou a outra pessoa ou criatura?<br />
Provoquei alguém à ira, para o fazer praguejar ou blasfemar a Deus?<br />
Quebrei uma promessa feita a Deus?<br />
Utilizei o nome do Senhor para conseguir dinheiro ou bens materiais?</p>
<p><strong>Terceiro Mandamento:</strong> Recorda-te de santificar o Dia de Festas e domingos</p>
<p>Faltei à Missa nos Domingos ou Festas de guarda?<br />
Cheguei atrasado à Missa nos domingos e dias santos de guarda, ou saí mais cedo por minha culpa?<br />
Fiz com que outras pessoas faltassem à Missa nos domingos e dias santos de guarda, ou saíssem mais cedo, ou chegassem atrasados à Missa?</p>
<p>Estive distraído propositadamente durante a Missa?<br />
Fiz ou mandei fazer trabalho servil desnecessário num domingo ou festa de guarda?</p>
<p><strong>Quarto Mandamento:</strong> Honra o teu pai e a tua mãe.</p>
<p>Desobedeci aos meus pais, faltei-lhes ao respeito, descuidei-me em ajudá-los nas suas necessidades?</p>
<p>Mostrei irreverência em relação à pessoas em posições de autoridade?<br />
Insultei ou disse mal de sacerdotes ou de outras pessoas consagradas a Deus?<br />
Tive menos reverência para com pessoas de idade?<br />
Tratei mal a minha esposa ou os meus filhos?<br />
Foi desobediente ao meu marido, ou faltei-lhe ao respeito?</p>
<p>Sobre os meus filhos:<br />
Descuidei as suas necessidades materiais?<br />
Não tratei de os fazer batizar cedo? *(Veja-se em baixo.)<br />
Descuidei a sua educação religiosa correta?<br />
Permiti que eles descuidassem os seus deveres religiosos?<br />
Deixei de vigiar as companhias com quem andam?<br />
Deixei de os disciplinar, quando necessitassem de tal?<br />
Dei-lhes mau exemplo?</p>
<p>Escandalizei-os, discutindo com o meu cônjuge em frente deles?<br />
Escandalizei-os ao dizer obscenidades na sua frente?<br />
Permiti-lhes que usassem roupa imodesta? Comprei tais roupas para eles?<br />
Neguei-lhes a liberdade de casar ou seguir uma vocação religiosa?</p>
<p>* As crianças devem ser batizadas o mais cedo possível. Santo Afonso, seguindo a opinião geral da época, pensava que um atraso não justificado de mais de dez ou onze dias a seguir ao parto seria um pecado grave. Segundo o costume moderno, que é conhecido e não corrigido pelos Ordinários locais, um atraso de mais de um mês sem motivo seria um pecado grave. — H. Davis S.J., Moral and Pastoral Theology, Vol. III, pg. 65, Sheed and Ward, New York, 1935</p>
<p><strong>Quinto Mandamento:</strong> Não matarás.</p>
<p>Procurei, desejei ou apressei a morte ou o ferimento de alguém?<br />
Alimentei ódio para com alguém?<br />
Oprimi alguém?<br />
Desejei vingar-me?</p>
<p>Provoquei a inimizade entre outras pessoas?<br />
Discuti ou lutei com alguém?<br />
Desejei mal a alguém?<br />
Quis ferir ou maltratar alguém, ou tentei fazê-lo?</p>
<p>Recuso-me a falar com alguém ou guardo ressentimento?<br />
Regozijei-me com a desgraça alheia?<br />
Tive ciúmes ou inveja de alguém?<br />
Fiz ou tentei fazer um aborto ou aconselhei alguém a que o fizesse?<br />
Mutilei o meu corpo desnecessariamente de alguma maneira?</p>
<p>Consenti em pensamentos de suicídio, desejei suicidar-me ou tentar suicidar-me?<br />
Embriaguei-me ou usei drogas ilícitas?<br />
Comi demais, ou não como o suficiente por descuido (isto é, alimentos nutritivos)?<br />
Deixei de corrigir alguém dentro das normas da caridade?<br />
Causei dano à alma de alguém, especialmente crianças, dando escândalo por meio de mau exemplo?</p>
<p>Fiz mal à minha alma, expondo-a intencionalmente e sem necessidade a tentações, como maus programas de TV, música reprovável, pornografia, etc.?</p>
<p><strong>Sexto e Nono Mandamentos:</strong> Não pecar contra a castidade. Não cometerás adultério. Não cobiçarás a mulher do próximo.</p>
<p>Neguei ao meu cônjuge os seus direitos matrimoniais?<br />
Pratiquei o controle de natalidade (com pílulas, dispositivos, interrupção)?<br />
Abusei dos meus direitos matrimoniais de algum outro modo?</p>
<p>Cometi adultério ou fornicação (sexo pré-marital)?<br />
Cometi algum pecado impuro contra a natureza (homosexualidade ou lesbianismo, etc.)?</p>
<p>Toquei ou abracei outra pessoa de forma impura?<br />
Pratiquei a troca prolongada de carícias?<br />
Pequei impuramente contra mim próprio (masturbação)?<br />
Consenti em pensamentos impuros ou tive prazer neles?<br />
Consenti em desejos impuros para com alguém ou desejei conscientemente ver ou fazer alguma coisa impura?</p>
<p>Entreguei-me conscientemente a prazeres sexuais, completos ou incompletos?<br />
Fui ocasião de pecado para os outros, por usar roupa justa, reveladora ou imodesta?<br />
Fiz alguma coisa, deliberadamente ou por descuido, que provocasse pensamentos ou desejos impuros noutra pessoa?<br />
Li livros indecentes ou vi figuras obscenas?</p>
<p>Vi filmes ou programas de televisão sugestivos, ou pornografia na Internet, ou permiti que os meus filhos os vissem?<br />
Usei linguagem indecente ou contei histórias indecentes?<br />
Ouvi tais histórias de boa vontade?<br />
Gabei-me dos meus pecados ou deleitei-me em recordar pecados antigos?<br />
Estive com companhias indecentes?</p>
<p>Consenti em olhares impuros?<br />
Deixei de controlar a minha imaginação?<br />
Rezei imediatamente para afastar maus pensamentos e tentações?<br />
Evitei a preguiça, a gula, a ociosidade, e as ocasiões de impureza?<br />
Fui a bailes imodestos ou peças de teatro indecentes?</p>
<p>Note bem: Não tenha receio de confessar ao sacerdote qualquer pecado impuro que tenha cometido. Não esconda ou tente disfarçá-lo. O sacerdote está ali para o ajudar e perdoar. Nada do que possa dizer o escandalizará; por isso, não tenha medo, por mais envergonhado que esteja.</p>
<p><strong>Sétimo e Décimo Mandamentos:</strong> Não roubarás. Não cobiçarás os bens do teu próximo.</p>
<p>Roubei alguma coisa? O quê, ou quanto?<br />
Danifiquei a propriedade dos outros?<br />
Deixei estragar, por negligência, a propriedade dos outros?</p>
<p>Fui negligente na guarda do dinheiro ou bens dos outros?<br />
Fiz batota ou defraudei alguém?<br />
Joguei em excesso?<br />
Recusei-me a pagar alguma dívida, ou descuidei-me no seu pagamento?<br />
Adquiri alguma coisa que sabia ter sido roubada?<br />
Deixei de restituir alguma coisa emprestada?</p>
<p>Lesei o meu patrão, não trabalhando como se esperava de mim?<br />
Fui desonesto com o salário dos meus empregados?<br />
Recusei-me a ajudar alguém que precisasse urgentemente de ajuda, ou descuidei-me a fazê-lo?<br />
Deixei de restituir o que roubei, ou obtive por embuste ou fraude? (Pergunte ao sacerdote como poderá fazer a restituição, ou seja, devolver ao legítimo dono o que lhe tirou).<br />
Tive inveja de alguém, por ter algo que eu não tenho?</p>
<p>Invejei os bens de alguém?<br />
Tenho sido avarento?<br />
Tenho sido cúpido e invejoso, dando demasiada importância aos bens e confortos materiais? O meu coração inclina-se para as posses terrenas ou para os verdadeiros tesouros do céu?</p>
<p><strong>Oitavo Mandamento:</strong> Não levantarás falsos testemunhos contra o teu próximo.</p>
<p>Menti a respeito de alguém (calúnia)?<br />
As minhas mentiras causaram a alguém danos materiais ou espirituais?<br />
Fiz julgamentos temerários a respeito de alguém (isto é, acreditei firmemente, sem provas suficientes, que eram culpados de algum defeito moral ou crime)?<br />
Atingi o bom nome de alguém, revelando faltas autênticas mas ocultas (maledicência)?<br />
Revelei os pecados de outra pessoa?</p>
<p>Fui culpado de fazer intrigas (isto é, de contar alguma coisa desfavorável que alguém disse de outra pessoa, para criar inimizade entre eles)?<br />
Dei crédito ou apoio à divulgação de escândalos sobre o meu próximo?<br />
Jurei falso ou assinei documentos falsos?<br />
Sou crítico ou negativo sem necessidade ou falto à caridade nas minhas conversas?<br />
Lisonjeei outras pessoas?</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As obras de Misericórdia espirituais e corporais</strong></p>
<p>As sete obras de Misericórdia corporais:<br />
. Dar de comer a quem tem fome;<br />
. Dar de beber a quem tem sede;<br />
. Vestir os nus;<br />
. Dar pousada aos peregrinos;<br />
. Assistir aos enfermos;<br />
. Visitar os presos;<br />
. Enterrar os mortos.</p>
<p>As sete obras de Misericórdia espirituais:<br />
. Dar bom conselho;<br />
. Ensinar os ignorantes;<br />
. Corrigir os que erram;<br />
. Consolar os aflitos;<br />
. Perdoar as injúrias;<br />
. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;<br />
. Rogar a Deus por vivos e defuntos.</p>
<p>Lembre-se que a nossa Santa Fé Católica nos ensina que … assim como o corpo sem o espírito está morto, também a fé sem obras está morta (Tiago 2: 26).</p>
<p><strong>Nove maneiras de ser cúmplice do pecado de outrem</strong></p>
<p>Alguma vez fiz deliberadamente com que outros pecassem?<br />
Alguma vez cooperei nos pecados de outrem:<br />
Aconselhando?<br />
Mandando?<br />
Consentindo?<br />
Provocando?<br />
Lisonjeando?<br />
Ocultando?<br />
Compartilhando?<br />
Silenciando?<br />
Defendendo o mal feito?</p>
<p><strong>Os quatro pecados que bradam aos Céus</strong></p>
<p>Homicídio voluntário.<br />
O pecado de sodomia ou lesbianismo.<br />
Opressão dos pobres.<br />
Não pagar o salário justo a quem trabalha.</p>
<p><strong>Os Mandamentos da Igreja</strong></p>
<p>Ouvi Missa nos Domingos e Festas de guarda?<br />
Cumpri o jejum e a abstinência nos dias prescritos, e guardei o jejum eucarístico?<br />
Confessei-me pelo menos uma vez no ano?<br />
Recebi a Sagrada Eucaristia pelo menos uma vez por ano?<br />
Contribui, na medida do possível, para as despesas do culto?</p>
<p><strong>As cinco blasfêmias contra o Coração Imaculado de Maria</strong></p>
<p>Blasfemei contra a Imaculada Conceição?<br />
Blasfemei contra a Virgindade Perpétua de Nossa Senhora?<br />
Blasfemei contra a Maternidade Divina de Nossa Senhora?<br />
Deixei de reconhecer a Nossa Senhora como Mãe de todos os homens?<br />
Tentei publicamente semear nos corações das crianças indiferença ou desprezo, ou mesmo ódio, em relação à sua Mãe Imaculada?<br />
Ultrajei-a diretamente nas Suas santas imagens?</p>
<p><strong>Finalmente</strong>:</p>
<p>Recebi a Sagrada Comunhão em estado de pecado mortal? (Este é um sacrilégio muito grave).</p>
<p><strong>O exame dos pecados veniais de Santo António Maria Claret</strong></p>
<p>A alma deve evitar todos os pecados veniais, especialmente os que abrem caminho ao pecado grave”Ó minha alma, não chega desejar firmemente antes sofrer a morte do que cometer um pecado grave”. É necessário ter uma resolução semelhante em relação ao pecado venial. Quem não encontrar em si essa vontade, não pode sentir-se seguro. Não há nada que nos possa dar uma tal certeza de salvação eterna do que uma preocupação constante em evitar o pecado venial, por insignificante que seja, e um zelo definido e geral, que alcance todas as práticas da vida espiritual — zelo na oração e nas relações com Deus; zelo na mortificação e na negação dos apetites; zelo em obedecer e em renunciar à vontade própria; zelo no amor de Deus e do próximo. Para alcançar este zelo e conservá-lo, devemos querer firmemente evitar sempre os pecados veniais, especialmente os seguintes:</p>
<p>O pecado de dar entrada no coração de qualquer suspeita não razoável ou de opinião injusta a respeito do próximo;<br />
O pecado de iniciar uma conversa sobre os defeitos de outrem, ou de faltar à caridade de qualquer outra maneira, mesmo levemente;<br />
O pecado de omitir, por preguiça, as nossas práticas espirituais, ou de as cumprir com negligência voluntária;<br />
O pecado de manter um afeto desregrado por alguém;<br />
O pecado de ter demasiada estima por si próprio, ou de mostrar satisfação vã por coisas que nos dizem respeito;<br />
O pecado de receber os Santos Sacramentos de forma descuidada, com distrações e outras irreverências, e sem preparação séria;<br />
Impaciência, ressentimento, recusa em aceitar desapontamentos como vindo da Mão de Deus; porque isto coloca obstáculos no caminho dos decretos e disposições da Divina Providência quanto a nós;<br />
O pecado de nos proporcionarmos uma ocasião que possa, mesmo remotamente, manchar uma situação imaculada de santa pureza;<br />
O pecado de esconder propositadamente as nossas más inclinações, fraquezas e mortificações de quem devia saber delas, querendo seguir o caminho da virtude de acordo com os caprichos individuais e não segundo a direção da obediência;</p>
<p>Nota: Fala-se aqui de situações em que encontraremos aconselhamento digno se o procurarmos, mas nós, apesar disso, preferimos seguir as nossas próprias luzes, embora frouxas.</p>
<p><strong>Oração para uma boa confissão</strong>:</p>
<p><em>Meu Deus, por causa dos meus pecados crucifiquei de novo o Vosso Divino Filho e escarneci dEle. Por isto sou merecedor da Vossa cólera e expus-me ao fogo do Inferno. E como fui ingrato para conVosco, meu Pai do Céu, que me criastes do nada, me redimistes pelo preciosíssimo sangue do Vosso Filho e me santificastes pelos Vossos santos Sacramentos e pelo Espírito Santo! Mas Vós poupastes-me pela Vossa misericórdia, para que eu pudesse fazer esta confissão. Recebei-me, pois, como Vosso filho pródigo e dai-me a graça de uma boa confissão, para que possa recomeçar a amar-Vos de todo o meu coração e de toda a minha alma, e para que possa, a partir de agora, cumprir os Vossos Mandamentos e sofrer com paciência os castigos temporais que possam cair sobre mim. Espero, pela Vossa bondade e poder, obter a vida eterna no Paraíso. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém</em></p>
<p><strong>Nota final</strong></p>
<p>Lembre-se de confessar os seus pecados com arrependimento sobrenatural, tendo uma resolução firme de não tornar a pecar e de evitar situações que levem ao pecado. Peça ao seu confessor que o ajude a superar alguma dificuldade que tenha em fazer uma boa confissão. Cumpra prontamente a sua penitência.</p>
<p><strong>Ato de Contrição</strong></p>
<p><em>Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido, e com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém.</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.cancaonova.com/" target="_blank" rel="noopener">blog.cancaonova.com</a></p>
<p>[/read_more]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 19 de agosto de 2016</p>
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		<title>Eu e a Paixão de Cristo: expectador ou participante?</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 03:26:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Não basta conhecer, é preciso se encontrar pessoalmente com Ele Ir. M. Nilza P. da Silva – Nesse tempo litúrgico, diariamente acompanhamos Jesus em sua caminhada, até que chega o Calvário e depois a ressurreição. O amor do Pai aquece o nosso coração e em Jesus transborda a sua misericórdia. Mas, há o perigo de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="22176" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2020/02/04/amar-os-inimigos/cirineu/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/cirineu.jpg" data-orig-size="620,347" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX1&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1333186759&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;15&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;400&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.125&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="cirineu" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/cirineu-300x168.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/cirineu.jpg" class="aligncenter wp-image-22176 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/cirineu.jpg?resize=620%2C347" alt="" width="620" height="347" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/cirineu.jpg?w=620&amp;ssl=1 620w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/cirineu.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não basta conhecer, é preciso se encontrar pessoalmente com Ele</p>
<p>Ir. M. Nilza P. da Silva – Nesse tempo litúrgico, diariamente acompanhamos Jesus em sua caminhada, até que chega o Calvário e depois a ressurreição. O amor do Pai aquece o nosso coração e em Jesus transborda a sua misericórdia.</p>
<p>Mas, há o perigo de passarmos por esse tempo como expectadores que assistem o drama de Cristo, até se comovem e choram, mas, esse acontecimento não modifica em nada as atitudes, o comportamento na vida diária. Supliquemos à Mãe de Deus, que nunca falte o “nada sem nós” na história da salvação. A Aliança de Amor com ela, nos ajude a viver ainda melhor a nossa aliança com Jesus, efetuada em nosso batismo.</p>
<p><strong>Não basta conhecer Jesus, é preciso se encontrar pessoalmente com ele, </strong>insistiu o Papa João Paulo II, assim como Bento XVI, e como continua a insistir o Papa Francisco: “Jesus nos olha com amor, ama-nos tanto e sempre nos observa”. É preciso comprometer-se com Jesus e procurar pensar e agir como ele.</p>
<p><strong>Diante da paixão de Jesus não há expectadores</strong>, mas há somente instrumentos de Deus ou do Demônio. Ou esse acontecimento interfere em nossa luta por uma mudança real de vida, para amar como Jesus amou, ou estamos do lado contrário. Pe. Kentenich explica:</p>
<p>“No fundo da história universal atuam sempre dois grande poderes invisíveis, forças sobrenaturais, que permanecem ocultas aos nossos olhos.</p>
<p><strong>A história da Paixão de Cristo é sempre nova e eternamente antiga</strong>.Podemos afirmar que os acontecimentos do sofrimento de Cristo, se sua morte e ressurreição, se assemelham a um grande drama. E nesse drama, nos fundos, atuam forças ocultas: Deus e o Demônio. Todos os inimigos de Cristo foram instrumentos que atuaram como auxiliares das forças diabólicas.</p>
<p><strong>No palco da humanidade, continuam a se desenrolar eternamente as cenas da grande tragédia</strong>, em que as trevas entraram em luta contra a luz, procurando levar Cristo e seus seguidores a uma derrota total.</p>
<p><strong>Porém, nos discípulos fiéis, dá-se o triunfo completo</strong> quando, após o duro combate da vida, a luz vence para sempre as trevas. Na ressurreição de Cristo, ele deu o poder de se tornarem filhos de Deus, filhos amados do Pai Eterno, a todos os seus seguidores, que o receberam de coração símples e aberto.” (Vinde Adoremos, p. 92)</p>
<h3><strong>Perante as questões atuais, nos posicionamos a favor ou contra Jesus?</strong></h3>
<p>Que as graças desse tempo de quaresma encharquem o Santuário Coração de cada um de nós e se manifestem em nosso comportamento perante os acontecimentos atuais e os que nos são mais próximos. Que nos dê coragem para um posicionamento de acordo com os princípios da Igreja, perante as questões que geram polêmicas na atualidade. Que a Aliança de Amor se manifeste na vida; rezemos com o Pe. José Kentenich:</p>
<blockquote><p><strong>“Pai, eu te peço toda a cruz e sofrimento que preparaste para mim. </strong>Liberta-me da vontade própria doentia, a fim de que eu siga os teus mais leves desejos. Torna-me semelhante a Cristo, só então serei feliz e rico…</p>
<p>Nada há que não possas me enviar. Faze tudo para dominar o meu eu. Assim, só Cristo viva e opere em mim. Nele, eu te cause somente alegria.</p>
<p>Pai, eu sei que nunca me enviarás cruz ou sofrimento, sem me conceder abundantes forças para o suportar. Cristo me ajuda a carregar e a Mãe está constantemente ao meu lado. Nunca estou sozinho.</p>
<p>Pai, só quero cumprir o teu desejo. Se, porém, quiseres me preservar do sofrimento, então, eu te peço: afasta de mim a cruz e a dor. Tu és a única estrela de minha vida.</p>
<p>Deixo-me guiar cegamente por ti. Quero escolher somente a tua vontade. Contigo, atravessarei noites e trevas, porque o teu amor sempre vela por mim.” RC 393-400</p></blockquote>
<h3><strong>Responda com sinceridade:</strong></h3>
<p>– Estou diante da Paixão de Cristo como expectador ou como participante? Como testemunho isso?</p>
<p>– Sei aceitar as dificuldades e sofrimentos como enviados pelo amor do Pai ou tenho o conceito de que Deus deve me livrar de todas as dificuldades e me enviar só o que é bom e agradável?</p>
<p>– Tenho coragem de defender os princípios da Igreja, por exemplo, sobre a ideologia de gênero, o aborto, a família, mesmo quando há tantos discursos contrários a esses princípios? Ou tento me adaptar para não desagradar aqui e nem ali?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 20 de agosto de 2016</p>
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		<title>A Aliança de Amor selada na Anunciação</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 08:20:14 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma resposta de amor que ecoa para sempre</p>
<p>Karen Bueno / Ir. M. Nilza P. da Silva – Na Aliança de Amor, damos um “sim” à Mãe de Deus, entregamos a ela nosso coração. Os materiais de preparação para a Aliança em Schoenstatt sempre enfocam que esta consagração à Maria está inserida em todo um contexto bíblico de alianças, desde a criação do mundo, com Adão e Eva, até o nascimento de Jesus, a Nova e Eterna Aliança. A história de Deus com a humanidade é uma história de Aliança. Também no momento da Anunciação do nascimento de Jesus, Deus sela uma Aliança com seu povo e é Maria que aceita e torna real essa consagração. Na Aliança de Maria com Deus está a sua escolha para gerar Jesus, Deus que se faz um de nós.</p>
<p>Nossa consagração em Schoenstatt é fruto do “sim” de Maria na hora da Anunciação. Por seu ser filial e ousado, ela assume a tarefa de trazer a salvação ao mundo. Nos planos divinos está que ela realize esta sua missão também a partir dos Santuários de Schoenstatt. Maria novamente repete o seu sim a Deus e faz dessa pequena capelinha um lugar de sua atuação, na medida em que outras pessoas repitam o seu sim à Aliança. Quando lhe entregamos o coração, damos, com ela, um “sim” ousado a Deus Pai e a Jesus. Ela aceita o nosso coração e nos oferece o seu, então temos a missão de nos educar, no mesmo espírito serviçal e humilde da hora da Anunciação. O “nada sem nós” está no desafio de nos mantermos sempre nesse espírito, por isso Maria, do Santuário, educa a todos que se deixam conduzir por ela.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Promessas e exigências do “sim” de Maria</strong></h3>
<p>Na Aliança selada durante a Anunciação, há também promessas e exigências, uma mútua relação de responsabilidade entre Maria, a Serva, e Deus, o Pai misericordioso. Deus lhe promete que o Menino que irá conceber “será grande, será chamado Filho do Altíssimo” (Lc 1, 32). Por outro lado, Maria precisa depositar toda sua confiança no Senhor, já que para aceitar o pedido que lhe é feito, necessita de muita coragem e espírito livre.</p>
<p>O Evangelho não revela se Maria compreendeu bem toda a dimensão do pedido de Deus, ela faz apenas uma pergunta ao anjo – “Como acontecerá isso?”. A resposta do Anjo não lhe oferece muita clareza, diz apenas que Deus irá realizar a sua obra. Por meio de sua resposta, Maria deixa clara a plena confiança que deposita no Pai: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!”. Ela sabe que algo muito grande lhe é confiado e, por isso, tem medo – o anjo a saúda dizendo “Não temas Maria” – mesmo assim se mantém firme ante o pedido do Pai e seu “sim” ecoa até hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Seu sim à Aliança ecoa por meio de nosso sim</strong></h3>
<p>Na Aliança de Amor que Maria sela com Deus, ela “eleva ao máximo as exigências sobre si mesma”. Na Apresentação de Jesus no templo, Simeão adianta o quão grande será seu sofrimento – “uma espada transpassará a tua alma” (Lc 2, 35). Mas, mesmo assim ela permanece firme, e cumpre “fiel e fidelissimamente” o plano de Deus para sua vida. Maria “toma a sério seus propósitos” e se santifica, fazendo o máximo que pode para colaborar na missão redentora de Cristo. Toda essa entrega da Mãe de Deus é marcada por uma zelosa vida de oração, o que lhe permite estar aberta ao atuar do Divino.</p>
<p>Maria é fiel à Aliança selada com Deus e da mesma forma é fiel à Aliança que sela conosco. Pela consagração em Schoenstatt, a Mãe Três Vezes Admirável faz algumas exigências, que muitas vezes pode parecer complicado de realizar. Mas ela, também como filha de Deus, como ser humano como nós, provou ser possível concretizar esses pedidos de amor. A Mãe não pede nada que não o tenha feito antes, ela dá um testemunho prático de como viver diariamente a Aliança de Amor, com suas promessas e exigências.</p>
<p>Os cristãos vivem hoje as graças do primeiro “sim” de Maria – depois desse, muitos outros “sins” vieram. No Santuário ela quer ensinar todos a também darem um “sim” de amor ao Pai, quer formar os filhos à sua imagem, para que deixem o Espírito Santo atuar em suas vidas.</p>
<p>Para viver a Aliança de Amor, o primeiro passo é olhar para a Mãe, ver seus traços, compreender sua missão, depois, pela autoeducação, deixar que ela se desenhe nos corações, nos rostos, na alma. Ela o faz na medida em que nos empenhamos para aplicar o nosso “sim” a Aliança, nas pequenas coisas da vida diária. Cada pequeno ou grande acontecimento é também uma hora de anunciação em nossa vida, na qual Deus espera o nosso “sim” para que a redenção do mundo continue a acontecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicação original, 25 de março de 2016</p>
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		<title>Necessitamos de um período de deserto</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 03:01:17 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Para encontrar Aquele que nos busca</p>
<p>Pe. Carlos Padilla – O tempo da Quaresma, esses quarenta dias de deserto, são uma oportunidade para crescer. Paramos, olhamos nossas vidas e sonhamos em crescer, em ser mais, em pertencer por inteiro a Deus. Olhamos a esse Deus que nos salva e vem ao nosso encontro.</p>
<p>O tempo da Quaresma é um tempo para o sacrifício. Às vezes o uso dessa palavra nos assusta. Sacrificar, sacrificar-se, parece um verbo obsoleto. O mundo parece já não crer na importância do sacrifício. Hoje pedem-nos para nos sacrificarmos, renunciando a comida, deixando de comer carne às sextas-feiras, justo quando parece mais apetitosa. Convidam-nos a sacrificar nosso sonho para orar mais e ser mais generoso dando esmola. É como se o sacrifício fosse contra nosso desejo mais forte de sermos felizes. O significado real da palavra “sacrificar” é “fazer sagrado”. Passar as coisas ao terreno do sagrado e colocá-las sobre o homem.</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<p><strong>Quando o sacrifício se torna fecundo</strong></p>
<p>Quando nos sacrificamos, quando sacrificamos nossas vontades, fazemos sagrada essa entrega. Quando sacrificamos nosso tempo, dando-lhe aos que o necessitam, fazemos sagrada nossa generosidade. Sacrificar-se deixa de ter, então, um sentido meramente limitador, para ter um significado maior. Porque, desde o momento em que o entregamos a Deus, já não nos pertence. Quando nos sacrificamos no tempo da Quaresma, o fazemos por amor a Deus. Estamos buscando, desde nossa pequenez, que nossa vida seja mais santa, porque passa a ser propriedade de Deus. Ao fazer sacrifícios, de alguma forma, estamos nos consagrando a Deus e entregando-lhe tudo o que temos.</p>
<p>Por outro lado, o jejum que nos é pedido não somente se refere a deixar de comer e renunciar aos prazeres de cada dia. Não se trata apenas daquelas coisas que nos atam, de coisas que não são más em si mesmas. Quão importante é jejuar de outras coisas, como das críticas, do ciúme, da inveja e das comparações! Quanta felicidade damos a outros deixando de fazer aquilo que não edifica nem constrói. Hoje pede-se o jejum daquilo que envenena os outros, de nossos comentários fora de hora, de nossos maus pensamentos que nos afastam das pessoas. Convida-se ao jejum de tudo aquilo que não constrói, de atitudes que são negativas ante a vida, de ciúmes e apegos doentios.</p>
<p>A imagem que nos acompanha durante a Quaresma é a imagem do deserto. Necessitamos voltar sempre ao deserto para encontrar o Deus de nossa vida. [&#8230;] É tempo para cultivar, em solidão, a amizade com quem nos busca, com esse Deus pessoal que nos quer e não nos deixa nunca. É um contato próximo e íntimo. Às vezes somos demasiado formais no contato com Deus. Pe. José Kentenich dizia: <em>“Tem que falar com Deus de maneira original e autêntica, cada um com suas próprias palavras. Deveríamos aprender a dialogar com simplicidade. Falemos frequentemente com Deus, mas não com a boca, com o coração”.</em> Nossa oração deve ser um descansar a cabeça no peito de Jesus. É aprender a confiar em seus planos sem medo, entregando-nos com paz.</p>
<p><strong>Firmes na fé</strong></p>
<p>Mas, o deserto também é o lugar das tentações. Ali Jesus foi tentado pelo demônio. O deserto, imagem dos extremos, é o lugar em que Deus e o demônio habitam. As tentações são mais fortes quanto mais queremos servir a Cristo e seguir seus passos. Quando buscamos a Deus no deserto, encontramos a tentação que nos convida a conformarmo-nos, a nos entregarmos por inteiro e nos quer fazer desistir de nossos grandes propósitos.</p>
<p>A tentação nos sugere seguir como estamos, sem mudanças. O demônio a semeia no coração. Mas nós, ante as tentações, nos sentimos seguros porque Deus vai conosco e porque já lhe entregamos tudo. Ante as tentações, entregamos o coração a Deus, nos colocamos totalmente em suas mãos e confiamos em seu amor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Texto retirado da homilia do dia 26 de fevereiro de 2012, disponível no site <a href="https://docs.google.com/file/d/0B4o1XnyWorF5R0drUVlkOEJURnk1VnJrVXRoMDNLQQ/edit" target="_blank" rel="noopener noreferrer">padrecarlospadilla.com</a></em></p>
<p>[/read_more]</p>
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		<title>O jejum para crianças: formando pequenos santos</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 03:39:51 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>A Quaresma pode ser vivida desde a mais tenra idade</p>
<p>Flávia Ghelardi – O jejum, a esmola e a oração são o coração dos quarenta dias de Quaresma. Aqui estão algumas estratégias para ajudar seus filhos a se envolverem nessas práticas tradicionais penitenciais.</p>
<p>A maioria dessas ideias é para crianças de seis anos ou mais. A melhor maneira de introduzir os filhos menores nas práticas da Quaresma é dando o exemplo, de forma que eles vejam os adultos e crianças mais velhas praticando; use a curiosidade natural deles e a vontade de serem “gente grande” para falar sobre o que você está fazendo e o porquê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que é Quaresma?</strong></h3>
<p>Uma boa maneira de começar a Quaresma é simplesmente perguntar a seus filhos, no jantar ou mesmo no carro, o que é a Quaresma. Aqui estão alguns tópicos para a conversa:</p>
<p>– As raízes da Quaresma vão até a Igreja primitiva, aonde aqueles que desejavam se tornar cristãos eram submetidos a um período de preparação antes de seu Batismo. Era limitado apenas aos catecúmenos (aqueles que estavam se preparando para entrarem na Igreja), mas depois toda a Igreja adotou a prática de “renovação” do Batismo por meio de um período de penitência e um novo comprometimento à vida cristã.<br />
– Atualmente a Quaresma é um tempo quando todos os batizados são chamados a renovar seu compromisso batismal. A chave para uma observância fecunda dessas práticas é reconhecer seu vínculo com a renovação do Batismo. Somos chamados não só a nos afastarmos do pecado durante a Quaresma, mas para uma verdadeira conversão de nossos corações e mentes como seguidores de Cristo.<br />
– Tradução para crianças mais novas: “A Quaresma é um tempo aonde lembramos o nosso Batismo, ao nos afastarmos do pecado e fazermos o bem no nosso dia a dia”.</p>
<p>– As práticas tradicionais da quaresma que são extraídas do Sermão da Montanha de Jesus são: esmola (Mt 6, 2-4), oração (Mt 6, 5-15) e jejum (Mt 6, 16-18).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Ideias para o jejum de crianças e adolescentes:</strong></h2>
<p>O jejum e a abstinência são as práticas de abrir mão de algo (por exemplo, comida ou carne) para nos afastarmos do pecado e nos aproximarmos de Deus. Não é apenas uma forma de penitência, mas uma disciplina espiritual que nos ajuda a criarmos espaço para Deus, fortalecermos nossa vontade, nos prepararmos para a nossa missão e nos colocarmos em solidariedade com os sofrimentos de Cristo e as pessoas que sofrem ao redor do mundo.</p>
<p>Apenas os adultos (18 a 59 anos) são orientados a jejuar (apesar de que adolescentes maiores de 14 anos são convidados a se absterem de carne na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa). Além dessa obrigação, todos são convidados a escolher práticas penitenciais individuais durante a Quaresma. Começando na idade de cinco ou seis anos, as crianças podem ser estimuladas a “fazer algum sacrifício” ou adotar uma prática positiva, como uma forma de entrarem no espírito da Quaresma.</p>
<p>Quando encorajarem seus filhos a jejuar, ajude-os com algumas ideias criativas. O ideal é fazer desse jejum algo concreto e mensurável. Por exemplo, ao invés de falar “eu não vou mais brigar com minha irmã”, sente-se com a criança e veja algumas ações específicas que podem levar a uma “conversão” nessa área. O que causa as brigas? Se o problema for pegar algo emprestado sem pedir, faça disso o propósito da Quaresma: “Pedir emprestado antes de pegar algo da minha irmã”. É bom colocar algum tipo de lembrete, por exemplo, no quarto ou guarda-roupas da criança, para que ela se lembre de que tem um propósito a cumprir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ideias que podem inspirar</strong></h3>
<p>Aqui estão algumas ideias sobre o que seus filhos podem abrir mão para a Quaresma:</p>
<p><strong>1. Abra mão dos “suspeitos” tradicionais:</strong> doces, videogames, celulares (ou crie “zonas de silêncio” sem eletrônicos), refrigerantes, media social, ou algum outro tipo de conforto.</p>
<p><strong>2. Silêncio:</strong> os monges praticam o silêncio para ouvirem melhor a Deus. Sua família também pode fazer isso ao desligar o rádio (talvez apenas no carro), desligar a TV, fazer uma refeição em silêncio (ou enquanto ouvem música sacra), ficar em silêncio nos 15 primeiros minutos do dia, ou até mesmo fazer um dia de silêncio.</p>
<p><strong>3. Fazer do seu quarto um deserto:</strong> Jesus passou 40 dias no deserto. Crianças e adolescentes podem imitar seu exemplo ao fazer do seu quarto mais parecido com um deserto, ao remover fotos e pôsteres das paredes, tirar o tapete, esvaziar o guarda roupas das coisas supérfluas, deixando só o essencial, guardar as decorações do quarto (brinquedos, pelúcias, etc) durante esse período.</p>
<p><strong>4. Enxugar seu guarda-roupas:</strong> as crianças podem contar o número de roupas que possuem e selecionar 10% para usarem durante a Quaresma (para inspirações, leiam as histórias dos santos que deram todas suas roupas para os pobres). No final da Quaresma, eles podem considerar doar algumas das roupas que eles não usaram.</p>
<p><strong>5. Escreva sua briga:</strong> crianças mais velhas podem diminuir as discussões entre os irmãos ao escrever suas queixas ao invés de fazê-las verbalmente. Você pode imprimir “formulários de reclamação” que incluam guias para reformularem suas queixas usando uma linguagem apropriada (sem agressões).</p>
<p><strong>6. Ceda o seu lugar:</strong> se os “lugares” forem um problema, por exemplo, sempre ter um lugar específico no carro ou na mesa, ou brigar constantemente por causa de quem será o “primeiro”, isso é uma opção para abrir mão na Quaresma. Leia e fale sobre o ensinamento de Jesus sobre o “primeiro” e o “último” lugar (Mc 10, 41-46).</p>
<p><strong>7. Coloque-se no lugar do pobre</strong><br />
Durma no chão: um dos objetivos de jejuar é nos lembrar da condição do pobre, especialmente daqueles que não têm o necessário para as necessidades básicas da vida. Seus filhos podem destacar esse elemento ao abrir mão de algo que simbolize uma necessidade básica que o outro pode não ter. Por exemplo:<br />
– dormir no chão e não na cama, para praticar a solidariedade com aqueles que não têm casa<br />
– beber apenas água e leite, em solidariedade com aqueles que não têm água limpa para beber<br />
– não comprar nada para si mesmo (exceto o que seja estritamente necessário), em solidariedade com aqueles que vivem com o mínimo.</p>
<p><strong>8. Abra mão de seu cabelo:</strong> o que você faz com seu cabelo é uma expressão de sua identidade, por isso muitas histórias da Bíblia (como a de Sansão) e da vida dos santos (como de Santa Clara de Assis) envolvem o cabelo. Se o cabelo for muito importante para os adolescentes, eles podem considerar abrir mão dele na Quaresma. Uma ideia é doar para uma ONG que faz perucas para crianças e mulheres com câncer, como o Cabelegria (<a href="http://www.cabelegria.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.cabelegria.com.br</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://fortalecendosuafamilia.blogspot.com.br/2016/02/jejum-esmola-e-oracao-varias-ideias.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fortalecendosuafamilia.blogspot.com.br</a></p>
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		<title>“Este é meu filho amado, escutai-o”</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 03:31:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Reflexões para a Quaresma</p>
<p>Pe. Carlos Padilla – A imagem do monte é de grande ajuda para nós no caminho desta Quaresma. Um comentário reflete uma atitude frequente em nossa vida: “Estamos muito ocupados com bilhões de atos pequenos que só servem para seguir adiante. De modo que não adquirimos o costume de contemplar nossa vida de fora e dizer-nos: É isso tudo? É isso tudo o que quero? Falta-me algo?”.</p>
<p>A planície nos faz caminhar sem olhar com certa distância nossa vida. Estamos demasiado preocupados com o urgente, o necessário, e nos esquecemos do gratuito. Deixamo-nos levar pela vida frenética e, no entanto, não avançamos. O protagonista do filme ‘O Castor’ dizia: “Loucura é fingir que as coisas como estão agora é como têm que estar toda a vida”. Nos conformamos com nossa vida tal como é, sem confiar que ela pode mudar; a convertemos em rotina, em uma obrigação inevitável e não somos capazes de ver, com objetividade, em que poderíamos melhorar. Subir ao monte nos ajuda a tomar distância de nossa pequena vida com seus problemas diários.</p>
<p>Caminhar às alturas, e esquecermos por um momento de tudo o que nos afligi e inquieta, é uma necessidade, não apenas um conselho. É fundamental que aprendamos a buscar o silêncio, deixando para trás a confusão, mesmo que nos custe muito, por isso é bom que nos perguntemos: “Por que o silêncio nos incomoda? Por que encontramos alívio em tanto ruído?” O ruído da planície é a bagunça de nossa própria vida, cheia de pequenos e grandes problemas, cheia de urgências e necessidades. É o ruído que não nos permite saber que coisas podem mudar em tudo o que fazemos. Nos acostumamos ao ruído e nos custa o silêncio. O tempo de Quaresma nos anima a buscar o silêncio. No monte encontramos paz. A qual monte podemos subir para ver, com alguma distância, aquilo que no dia-a-dia nos inquieta tanto?</p>
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<h3><strong>Alguns conselhos</strong></h3>
<p>Alguns conselhos nos caem bem nesses dias de Quaresma para percorrer o caminho com esperança: “Aprende a apreciar o que tem antes que o tempo te ensine a apreciar o que tivestes”. Porque podemos cair na reclamação constante, sem valorizar os grandes e pequenos triunfos de cada dia. Nos queixamos do que nos falta e vivemos inquietos buscando compensações. Não nos alegramos com o que vivemos, porque sempre achamos que falta algo, porque nem tudo é perfeito e não somos capazes de desfrutar das coisas simples.</p>
<p>Outro conselho que nos anima: “Nunca se dê por vencido se sentes que podes continuar lutando”. O tempo da Quaresma é um convite à luta, a não descansar, a não cruzar os braços. A subida ao monte nos sugere esforço e vontade firme para seguir adiante. Não nos desanimamos pela dureza do caminho. Não ‘jogamos a toalha’ ante a menor adversidade. Já dizia Toni Nadal, o tio de Rafael Nadal (tenista espanhol): “Todos que enfrentam uma dificuldade têm algum medo. Creio que a diferença entre uns e outros é que uns superam e outros não. Todo mundo, ou quase todo mundo, fica nervoso quando se apresenta um desafio. Se alguém é responsável, um pouco de medo e nervosismo aparece. Ao final te acostumas a conviver com esses medos”.</p>
<p>O medo põe a perder, a não chegar lá em cima, ao cume. Mas o medo não pode conosco quando o encaramos de frente e seguimos o caminho confiantes. Sabemos que podemos chegar ao alto, a confiança na força de Deus nos alimenta. Não avançamos graças a nossos méritos, a nossos talentos, mas graças ao Espírito de Deus em nossas vidas, que nos sustenta e levanta nos momentos mais delicados do caminho.</p>
<h3><strong>Entregar tudo a Deus</strong></h3>
<p>Para poder entregar o que nos pertence é preciso ter um coração muito livre e sem apegos. Por que, na realidade, o que nos pertence? De onde procedem todos os nossos direitos? Cremos ter direito à vida, mas é um dom, não é dada. O direito a um trabalho digno, a ter filhos próprios. E com tranquilidade enumeramos uma lista de direitos que protegemos com esforço. E sempre construímos sobre uma esperança, a promessa de felicidade de Deus no coração. Nesses momentos, quando mais atados estamos a nossos planos, Deus pode pedir-nos o mais difícil: “Naqueles dias Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: ‘Abraão!’ E ele respondeu: ‘Aqui estou’. E Deus disse: ‘Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um monte que eu te indicar’”.</p>
<p>O pedido soa excessivo. Deus havia lhe presenteado o próprio filho, aquele que tinha nascido contra toda esperança, porque Sara era estéril. Esse filho tornaria realidade a promessa feita por Deus na primeira Aliança. Deus lhe havia prometido uma descendência tão numerosa como as areias da praia e como as águas do mar. E a esterilidade de Sara tornava absurda essa promessa. Às vezes me toca acompanhar as pessoas que levam no peito a mesma promessa de plenitude e a sentem frustradas. Tropeçam também com uma esterilidade incompreensível em suas vidas. Se Deus pôs um desejo no coração, por que não surge a vida? A resposta do homem ante o que não compreende é a frustração. Abraão não havia compreendido a esterilidade de sua mulher. Havia esperado e confiado na promessa, havia buscado meios humanos que facilitassem o caminho, havia recorrido, assim, a sua criada Agar, de quem nasceu Ismael. Ele parecia ser o filho da promessa. Até que Deus lhe dá um filho próprio, um filho de Sara, Isaac. Era o filho esperado e sonhado.</p>
<p>A experiência que sustenta a vida de Abraão é a da pobreza. É necessário percorrer um caminho importante em nossa vida, o caminho que nos leva a experimentar nossa pobreza e nossos limites. É necessário que aprendamos a ser pobres para poder ser livres. Sendo pobres chegaremos a tratar com carinho aos pobres, aos que não têm grandes fortunas, aos que não podem nos ajudar em nada se os ajudamos, aos que necessitam e nos fazem experimentar a importância da solidariedade. Disse Bento XVI em sua reflexão face à esse tempo de Quaresma: “Precisamente a humildade de coração e a experiência pessoal do sofrimento podem ser a fonte de um despertar interior à compaixão e à empatia”. Assim, sendo pobres, recordaremos que nossa vida é um dom, porque tudo recebemos de forma gratuita e nos abriremos às vidas que suplicam misericórdia, que pedem nosso amor.</p>
<h3><strong>Necessidade da pobreza</strong></h3>
<p>As crises nos fazem então mais conscientes de nossa pobreza. Porque tudo muda de um dia para outro, e não temos direito a nada. Necessitamos nos sentir pobres para poder suplicar ajuda a Deus e aos homens, abaixar-nos para que Deus nos eleve. É a experiência de sabermo-nos necessitados, carentes, incapazes de caminhar sempre sozinhos.<br />
Não obstante, essa pobreza nos permite viver felizes com o que Deus nos presenteia a cada dia, o pão de cada dia. Essa pobreza nos libera do desejo do coração de assegurar o futuro e fazer planos. Frequentemente caímos na tentação de reclamar a Deus o que nos tem entregado, como se tivéssemos direito a tudo que sonhamos. Se não guardamos nada para o dia seguinte, superando o medo de não ter, poderemos andar vazios ante ele, livres e felizes. Poderemos ser pobres e viver com paz em meio à tormenta. Confiaremos no que Deus nos dá a cada manhã, sem temer o futuro.</p>
<p>Trata-se da confiança que Deus presenteia aos que aprendem a ser pobres, e os capacita para viver como os juncos ancorados no leito do rio. Os juncos se inclinam sem opor resistência, porque se resistem, se quebram. Queremos chegar a ser pobres como o junco que logo, em sua pobreza, torna a se levantar. Pobres para tomar nossa vida em nossas mãos vazias e entregá-las a Deus. Pobres, para servir sem pretensões e colocarmo-nos no último lugar, sem esperar nada em troca, simplesmente confiando. Somente confiando. Com a alma ferida como os pequenos pobres. Contudo, custa-nos muito atrever-nos a seguir o caminho sonhado para nós. Porque não nos agrada ver-nos pobres. Nos enchemos de direitos e pretensões, anseios e desejos que não são pobres.</p>
<p>Onde está nossa pobreza? Como chegar a ser pobres? O repetimos todos os dias. O repetimos ao contemplar a Cristo pobre em nossas mãos. O abraçamos feridos neste caminhar da Quaresma. Beijamos sua dor e sua morte. Quiséramos estar vazios de nós mesmos. Para poder encontrar algo de paz. Abraçamos, em silêncio, sua presença no coração. Pobres, como crianças pobres. Como filhos na cruz. A solidão e a pobreza da cruz nos ajudam a acolher e beijar nossa pobre cruz. Porque é pobre o madeiro que sustenta um corpo pobre. Não sabemos confiar se não confiamos. Só alcançamos suplicar, com a inocência de crianças, com a pobreza dos que sabem que não têm direitos.</p>
<p>A partir desse momento, quando nos fazemos pobres, podemos acolher os desejos de Deus em nossa vida. Então tudo parece ter um novo sentido. Às vezes acontece, quando as coisas nos saem bem, que chegamos a pensar que Deus, agora sim, atua e conduz nossos passos. Nesses momentos nos alegramos e pensamos que por fim Deus vai ser fiel a sua promessa, porque nos quer, porque tem se fixado em nós. Corremos o risco de pensar que quando não sofremos cruzes, é quando Deus é fiel a nós. E podemos chegar a exclamar, quando notamos sua mão misericordiosa: “Quanto Deus nos quer”.</p>
<p>Vemos que Deus é justo com o justo e sorrimos. Isaac crescia e vivia em paz, porque a promessa se fazia real em sua vida e na de Sara. Nada poderia então atrapalhar o caminho rumo ao cume. Por que não dura eternamente essa felicidade que acalentamos na terra? A eternidade é nossa promessa. No caminho abraçamos a cruz para acolher a vida. Nosso coração corre o risco de apegar-se aos planos próprios, às próprias decisões e esquecer que Deus é que conduz. Talvez por isso é que, quando tudo vai tão bem, surge o imprevisto. Deus pede a seu filho Abraão que o entregue tudo. O quer livre para ele. Pede-lhe o filho da promessa, pede-lhe a realização concreta de seus sonhos, pede-lhe seu apego a seus planos humanos. Deus pede o esvaziamento total, a atitude mais absoluta de desprendimento.</p>
<p>Deus nos pede muitas vezes que soltemos as cadeias que nos atam a nossos sonhos, a nossa concretização da promessa. Seus caminhos não são nossos caminhos. E não entendemos. Mas é certo que Deus não se conforma apenas com uma parte de nosso ser, o quer todo. Não lhe bastam nossos gritos de louvor quando tudo parece ir bem. Nem nossas demonstrações de carinho quando tudo parece ir bem. Quer que nos abandonemos, que deixemos que ele guie nossa vida. Mas nós resistimos.</p>
<h3><strong>Maria e Abraão: exemplos de confiança</strong></h3>
<p>À Maria Deus prometeu um Filho que traria a salvação ao homem. Na anunciação, ao visitar sua prima Isabel, Maria está cheia do Senhor e se sente tocada pela mão do Altíssimo. O filho de Isabel salta de alegria. Como temer então, quando tudo parece tão seguro? Contudo, o caminho de Maria passou pelo desprendimento mais absoluto. Maria é Mãe, a Mãe do menino que ia tornar realidade a grande promessa que vivia no coração do homem, no coração do povo judeu. Cuidou dele com carinho em Belém e fugiu ao Egito sem entender. O educou e viveu com ele esses 30 anos de mistério em Nazaré. Se apegou como se apega o coração de uma Mãe ao coração de seu filho. O viu crescer com alegria e sonho, talvez, que logo veria a realização de todas as promessas. Ainda que, na realidade, não compreendesse muito bem o caminho de Deus, meditava tudo em seu coração. Com humildade de filha amou a Cristo e se alegrou dos passos que ia vendo recorrer, quando compartilhava seus dias, sem pressa, em Nazaré. Logo, na distância da vida pública, entendeu que tudo se faria realidade logo, que a promessa enfim tomava rosto.</p>
<p>Até esse dia que Maria caiu, com dor, ao pé da cruz. Seu rosto nos recorda o rosto de Abraão subindo ao monte para oferecer seu filho. De joelhos, Maria, cheia de dor, cheia de confiança, oferece seu Filho, igual a Abraão. O entrega todo e não se reserva direitos. Não duvida, entrega o que não é seu, esse Filho que já não lhe pertence, porque sempre foi de Deus. Se faz livre pronunciando o ‘sim’ mais difícil de sua vida, o ‘sim’ mais oculto na sombras de uma morte incompreensível. O ‘sim’ cheio de sangue, ferido, no silêncio mais aterrador do Deus morto. O ‘sim’ definitivo a um caminho que parecia oculto no meio da noite e da tormenta. Um ‘sim’ aparentemente absurdo e sem sentido; mas um ‘sim’ pleno e cheio de esperança. Um ‘sim’ que parecia pôr ponto final à realização da promessa.</p>
<p>Por que Deus cria o desejo se logo não permite que se faça realidade? Seus caminhos não são nossos caminhos. E falta muita confiança para não duvidar. Porque o pensamento normal é pensar que o fato de Deus nos pedir a renúncia do que mais queremos nos parece cruel. Por que Deus faz esse pedido que acaba nos rompendo a alma? Nos surpreende que Deus nos peça o que mais necessitamos para viver, para que possamos chegar a tocar a plenitude, para ser homens de verdade.</p>
<p>Não entendemos que seja necessário um pedido tão louco e doloroso. Talvez estejamos tão atados a nosso desejo, ao que enche o coração, que nos parece impossível viver de outra maneira. Temos nos acostumado a uma vida determinada e pensar em algo diferente nos resulta loucos. Sem tomar distância, sem subir ao alto de um monte para ver a vida de uma forma diferente, pensar em deixar o que neste momento enche o coração é uma loucura impensável e inalcançável com nossas próprias forças.</p>
<h3><strong>Maria, Abraão e nós</strong></h3>
<p>O caminho de Abraão, o caminho de Maria, é nosso próprio caminho. Aprender a percorrer este caminho é parte de nossa vocação à santidade. Deus exige que nos desapeguemos para atar-nos ao único que nos presenteia a plenitude da promessa. Sem medo de perder, com a confiança de saber que lhe damos tudo. O que temos que entregar a Deus? O que nos ata?</p>
<p>A disponibilidade de Abraão choca com nossa pouca abertura a desprender-nos de nossas ataduras e de nossos planos. Abraão obedece sem duvidar: “Chegados ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha em cima do altar. Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho”.</p>
<p>O pai e o filho caminham até a liberdade do coração. Talvez Abraão fosse escravo de seus desejos. Talvez não tivesse se colocado totalmente nas mãos de Deus. É o mesmo que ocorre a nós, que vivemos apegados ao que desejamos e não queremos deixar nada do que amamos.</p>
<p>Dizia o Pe. Kentenich: “A relação com Deus é uma relação de amor, e se é realmente assim ele supõe um gradativo desprendimento de mim mesmo e de tudo que não seja de Deus ou esteja contra Deus. Temos que fazer pequenos sacrifícios para que toda nossa vida seja um único e grande ato de amor”. Amar a Deus, experimentar o amor de Deus em nossa vida, nos leva a livrar-nos de todas nossas ataduras. Mas custa-nos entregar-lhe tudo. Os apóstolos que acabavam de escutar a possibilidade de cruz em suas vidas não entendiam. Tinham o coração apegado a seus planos. Não compreendiam que a morte de seus projetos podia ser o caminho de plenitude que sonhavam em seu coração. Por isso era tão necessário subir ao Tabor.</p>
<p>Porque ali, no alto do Monte Tabor, vão compreender o mistério do amor de Deus, do mesmo modo como Abraão entende no monte Moriá que Deus o ama. Porque o amor de Deus é libertador, e cura nossas feridas, abrindo-nos a uma nova esperança. O amor de Deus se manifesta na voz do anjo: E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: ‘Abraão! Abraão!’ Ele respondeu: ‘Aqui estou!’. E o anjo lhe disse: ‘Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único’. O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu, e lhe disse: ‘Juro por mim mesmo –oráculo do Senhor –, uma vez que agiste deste modo e não me recusaste teu filho único, eu te abençoarei e tornarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeceste’ (Gen 22,1-2. 9-13.15-18).</p>
<p>A bênção de Deus ficou gravada no coração de Abraão para sempre. Somente graças ao amor manifestado por Deus é possível caminhar em sua presença. Por isso então é possível fazer realidade as palavras do Salmo: “Andarei na presença de Deus, junto a ele na terra dos vivos. Guardei a minha fé, mesmo dizendo: ‘É demais o sofrimento em minha vida!’ É sentida por demais pelo Senhor a morte de seus santos, seus amigos. Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, vosso servo que nasceu de vossa serva; mas me quebrastes os grilhões da escravidão! Por isso oferto um sacrifício de louvor, invocando o nome santo do Senhor. Vou cumprir minhas promessas ao Senhor na presença de seu povo reunido; nos átrios da casa do Senhor, em teu meio, ó cidade de Sião!” (Sal 115, 10 e 15. 16-17. 18-19).<br />
É a presença de um Deus que nos salva. Um Deus que faz possível a promessa porque seu amor é grande. Mas necessita nossa liberdade, necessita que confiemos sem assegurar-nos à vida.</p>
<h3><strong>Confiar nesse amor</strong></h3>
<p>Todos necessitamos esperanças para seguir caminhando, para não ceder à noite e perder o caminho. “Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e os levou sozinhos a um lugar à parte sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. Apareceram-lhe Elias e Moisés, e estavam conversando com Jesus. Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: ‘Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias’”.</p>
<p>Outro dia os pais de um garotinho me contavam a reação de seu filho ao contar-lhe que seu avô havia morrido. O menino parou pensativo. Os pais lhe disseram: “Agora o vovô está no céu. Está com o tio e com outros familiares, não está só”. Seu filho, ainda pensativo, perguntou: “Está também com Goya (um pintor espanhol)?”. Ao que parece o menino estava estudando esse pintor no colégio. Ao escutar que sim, que também estava com ele, se colocou muito mais contente e tranquilo. Porque todos necessitamos uma esperança quando escutamos a dureza da vida e da morte. Até os pequenos não querem que aqueles que gostam estejam sós. O mesmo que os discípulos que estavam angustiados e desconfiavam. Mas Jesus os levou consigo ao monte. Para que dali começassem a ver tudo de forma diferente. Ali poderiam tocar a Deus, e compreender que nunca estariam sós. É a maior realidade de nossa vida, a que nos sustenta, é a certeza do amor de Deus: “Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo. Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: ‘Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!’”</p>
<p>A promessa de Deus se faz real nessa voz. Deus está conosco todos os dias de nossa vida. Jesus não nos ignora: “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Deus que não poupou seu próprio filho, mas o entregou por todos nós, como não nos daria tudo junto com ele? Quem acusará os escolhidos de Deus? Deus, que os declara justos? Quem condenará? Jesus Cristo, que morreu, mais ainda, que ressuscitou, e está, à direita de Deus, intercedendo por nós?” (Romanos 8, 31b-34). A promessa se faz carne. Jesus acompanha nosso caminhar.</p>
<p>O Pe. Kentenich dizia: “Precisamente isso é o trágico de nossa vida. O Senhor nos ama, e nos diz tanto de seu amor. E nós? ‘Oh Deus, Tu estavas dentro de mim e eu estava fora de mim’, dizia Santo Agostinho. Demasiadas vezes estamos fora de nós”. Necessitamos ir ao fundo de nosso coração para escutar sua voz, a voz de seu amor que nos sustenta. É a subida ao monte que temos de fazer. Subindo ao monte poderemos chegar ao mais profundo.</p>
<p>Temos que aprender a recordar as experiências de amor em nossas vidas, para logo poder seguir o caminho: “E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles. Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos. Eles observaram esta ordem, mas comentavam entre si o que queria dizer ‘ressuscitar dos mortos’” (Marcos 9, 2-10).</p>
<p>O amor se faz concreto e surge um novo caminho. Ante Abraão aparece uma vítima para o sacrifício: “Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho”. A fé se faz caminho e o caminho nos leva à vida na planície. O amor vai abrindo portas que podem seguir nossos passos e nos sustentam. Então já é possível caminhar porque compreendemos que Deus não se afasta de nós. Somo seus filhos amados. Seu amor nos dá asas para confiar e abandonar nossos temores. Necessitamos recordar sempre esse amor e não esquecer nunca sua promessa.</p>
<p>Texto retirado da homilia do Pe. Carlos Padilla de 04/03/2012, disponível em <a href="https://docs.google.com/file/d/0B4o1XnyWorF5RWh0SGRHYnNRaS1LanRfNTNMS181QQ/edit?pli=1" target="_blank" rel="noopener noreferrer">padrecarlospadilla.com</a></p>
<p>[/read_more]</p>
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		<title>Como celebrar a Quaresma no Santuário Lar?</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 03:01:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Em família, a caminho da Páscoa Karen Bueno – Sabia que você e sua família são uma extensão da Igreja e formam a chamada &#8220;Igreja doméstica&#8221;? E o Santuário Lar é um sinal visível e concreto, o coração dessa comunidade familiar. Por isso, também no Santuário Lar vive-se a liturgia da Igreja em todas&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Em família, a caminho da Páscoa</p>
<p>Karen Bueno – Sabia que você e sua família são uma extensão da Igreja e formam a chamada &#8220;Igreja doméstica&#8221;? E o Santuário Lar é um sinal visível e concreto, o coração dessa comunidade familiar. Por isso, também no Santuário Lar vive-se a liturgia da Igreja em todas as suas fases.</p>
<p><a href="http://www.schoenstatt.org.br/home/santuarios/santuario-lar/"><strong>⇒ Veja aqui: O que é o Santuário Lar?</strong></a></p>
<p>Estamos em um tempo litúrgico especial, cuja meta é preparar-nos bem para a Páscoa. Por isso, apresentamos algumas sugestões para viver a Quaresma com mais profundidade nos nossos Santuários Lares. Em cada casa a Mãe habita com uma missão específica, por isso é interessante se atentar para essa missão (o “nome” que foi dado ao Santuário Lar) e criar vivências que respondam a isso. Nessa hora cabem criatividade e amor filial.</p>
<p>Conversar com outras famílias e trocar experiências ajudam a ter inspiração para viver a Quaresma no Santuário Lar, por isso, apresentamos algumas sugestões. Quem traz essas dicas é Flávia Nunes Costa Ghelardi, da União de Famílias de Schoenstatt, que compartilha sua vivência com o marido e os filhos de maneira bem prática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Acompanhe algumas sugestões e ideias que ela apresenta para o Santuário Lar na Quaresma:</strong></p>
<p>– Vivência da coroa de espinhos<br />
Tecer uma “coroa de espinhos”, que pode ser feita com um isopor cortado em círculo (se desejar, pintar esse círculo de marrom ou verde escuro) e depois colocar vários palitos de dente espetados ao redor.<br />
Durante a Quaresma, a cada sacrifício que fizermos por amor e gratidão a Jesus, colocamos um algodão na ponta dos palitos de dente, com o sentido de “amaciar” a coroa.</p>
<p>– Deixar uma toalha roxa na mesinha do Santuário Lar, ou uma fita roxa ao redor da Cruz, no quadro da Mãe, em alguma parte que achar interessante.</p>
<p>– Colocar frases ou textos para reflexão sobre a Quaresma, ou então uma caixa com pequenas mensagens para ir retirando a cada dia. Podem ser palavras do Papa, do Pe. José Kentenich, dos herois de Schoenstatt, dos santos, etc.</p>
<p>– Rezar em família a Via Sacra uma vez por semana, de preferência às sextas-feiras. A oração pode caminhar pelos cômodos da casa e começar e terminar no Santuário Lar.</p>
<p>– Durante a Semana Santa, cobrir as imagens do Santuário Lar com um pano (podem ser usadas até fronhas de travesseiro ou tecido TNT). Retirar na noite do Sábado Santo e enfeitar para a Páscoa.</p>
<p>– Na Semana Santa celebrar também um “lava-pés” em família, perdoando uns aos outros. Podem-se lavar as mãos se preferirem.</p>
<p>– Estimular os filhos a escolherem uma renúncia para esse tempo. Por exemplo: menos tempo assistindo televisão ou jogando no vídeo game; ficar sem comer balas ou beber refrigerante; não brigar ou discutir com os irmãos; etc. OBS: Não subestimem a capacidade das crianças de fazer sacrifícios. Se forem bem estimuladas, são capazes de grandes atos e renúncias.</p>
<p>– Os adultos podem jejuar às sextas-feiras e contar para as crianças o que estão fazendo e o porquê.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>Veja também</strong><a href="https://schoenstatt.org.br/2022/03/02/como-e-o-jejum-indicado-pela-igreja/"> como é o jejum indicado pela Igreja</a></p>
<p>– Abster-se de carne todas as sextas-feiras da Quaresma.</p>
<p>– Escolher um dia durante a Quaresma (de preferência um dia que seja mais tranquilo para toda a família, como o sábado ou domingo) para conduzir um exame de consciência com todos os presentes. O pai ou a mãe podem ler algumas perguntas para reflexão e todos apenas pensam na resposta ou anotam individualmente. Depois todos pedem perdão juntos, rezando a oração: <em>“Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes, por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. Peço a Virgem Maria e aos anjos e santos que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém”.</em></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Sugestões de perguntas para o exame de consciência </strong><span style="font-size: 10pt;">(adaptado para quem tem crianças)</span></span><br />
– Eu rezo todos os dias? Lembro de agradecer a Deus e à Mãezinha por tudo o que fazem por mim?<br />
– Eu tenho sido amoroso, bondoso, generoso, paciente com as pessoas?<br />
– Eu fico irritado com facilidade?<br />
– Eu brigo com meus pais ou meus irmãos?<br />
– Eu respeito meus pais, professores ou meus colegas de trabalho?<br />
– Eu faço minhas obrigações com amor?<br />
– Eu tenho dificuldade em dividir os meus brinquedos, as minhas coisas?<br />
– Eu ajudo meus pais e meus irmãos quando eles precisam?<br />
– Eu passo mais tempo na TV, computador, celular do que conversando com minha família?<br />
– Eu ofendi alguém e ainda não pedi desculpas?<br />
– Eu falo palavras feias ou xingamentos?<br />
– Eu grito muito quando estou nervoso?</p>
<p><strong>Para a Páscoa:</strong> Colocar flores e outros símbolos que indiquem a grande festa da Ressurreição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foto: Sueli Vilarinho, via <a href="http://www.santuariosiaojaragua.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">santuariosiaojaragua.com.br</a></p>
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