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	<title>Artigos &#8211; Gerais &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Pedagogia Mariana do Padre Kentenich, hoje!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 03:49:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56071" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-56071" data-attachment-id="56071" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/04/19/pedagogia-mariana-do-padre-kentenich-hoje/congregados-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/04/Congregados.jpg" data-orig-size="1024,499" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Congregados" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/04/Congregados-300x146.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/04/Congregados.jpg" class="wp-image-56071 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/04/Congregados.jpg?resize=1024%2C499&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="499" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/04/Congregados.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/04/Congregados.jpg?resize=300%2C146&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/04/Congregados.jpg?resize=768%2C374&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-56071" class="wp-caption-text">Congregados Marianos (Fonte: Arquivo)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>19 de abril de 1914: Fundação da Congregação Mariana. O que podemos aprender dela para a formação dos jovens e crianças?</p>
<p>Angelica Hashimoto – Vivemos num tempo de muitos desafios que nos interpelam e nos provocam diversas reações em vários campos de nossa vida. Hoje, especificamente, queremos olhar alguns aspectos na educação e na formação de nossas crianças e jovens.</p>
<p>De fato, não há como negar que nossas crianças e nossos jovens têm sido impactados de diversas maneiras neste tempo que vivemos. Sem entrarmos na explicação dos motivos e nos diversos comportamentos que temos presenciados, todos nós, educadores, pais, professores e familiares, sabemos da importância da formação destes jovens e muitas vezes nos sentimos impotentes perante as circunstâncias vividas.</p>
<p>Acreditamos que o Pe. José Kentenich, quando assumiu a tarefa de Diretor Espiritual de jovens no início do século XX, também sentiu muitos desafios, num tempo que não era de pandemia, mas de uma profunda mudança de mentalidade, às vésperas de uma guerra e revoluções. Tudo isso também se refletia nas atitudes dos jovens pelos quais ele era responsável.</p>
<h3>Como nosso Pai atuou?</h3>
<p>Nosso Pai, um brilhante pedagogo, sabia qual era seu objetivo, tinha claro que a educação, a formação de uma pessoa é “um serviço à vida do outro”, um serviço a ajudá-lo a se desenvolver em plenitude e integralmente, levando a ser “um novo homem em uma nova comunidade”.</p>
<p>Toda sua condução com esses jovens partiu do serviço à vida de cada um, desenvolvendo uma pedagogia de vínculo, de confiança, de ideal, de aliança e movimento. Aos poucos foi introduzindo sua pedagogia mariana, colocando Nossa Mãe como modelo e meio de formação dos homens!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Como podemos ajudar?</h3>
<p>Mas como, hoje, podemos ajudar nossas crianças e nossos jovens no tempo em que vivemos? Seguindo os passos de nosso Pai e Fundador! A educação de nossos filhos ou alunos sempre deve ser um serviço, um serviço à vida de um Tu! A esse Tu queremos nos vincular e ajudá-lo a se vincular com valores, ideias, lugares e pessoas, o contato vital e pessoal nos ajuda a desenvolver essa sensação de pertencimento. Para nossos filhos ou alunos é muito importante que eles saibam o quanto nos preocupamos com eles e que os temos no coração!</p>
<p>Também podemos confiar pequenas tarefas (de acordo com a idade), consultarmos em decisões e pedirmos ajuda para escolhas diárias, ajudamos a desenvolver a confiança, mostrarmos que podem conseguir seus objetivos, ajudando a se organizarem para isso.</p>
<p>Para nossos jovens, a vinculação a uma atitude mariana, primeiramente por meio do exemplo, é fundamental. Eles precisam que nós possamos viver e testemunhar esse amor à Mãe de Deus. Como os jovens que nosso Pai acompanhou, aos poucos foram introduzidos no amor à nossa Mãe.</p>
<p>Propormos atividades que elevem suas expectativas, presenteiem perspectivas e ideias, que se sintam capazes de atuar e acreditar em seu potencial, ajudam a que possam buscar seus ideais. A educação e formação de crianças e jovens é um contínuo adaptar-se às necessidades, nos reinventarmos a cada dia de acordo com o ritmo vital do indivíduo, por isso estamos sempre em movimento. Todas essas atitudes necessitam, sem dúvida, de uma vida constante de diálogo com Deus, a oração é a grande força dos educadores!</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="50451" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/07/10/como-os-temperamentos-influenciam-na-educacao-dos-filhos/filhos-criancas/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/filhos-criancas.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="filhos crianças" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/filhos-criancas-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/filhos-criancas.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-50451" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/filhos-criancas.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/filhos-criancas.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/filhos-criancas.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Acolher, amar e servir</strong></h3>
<p>De uma maneira geral, podemos dizer que a pedagogia de nosso Pai é um grande presente para lidarmos com nossos desafios hoje.</p>
<p>Manter sempre o contato constante e vital, o pertencimento, estimularmos as ideias e iniciativas de nossos filhos e alunos, bem como impregnar nossa atitude educadora (como pais ou professores) com uma atitude mariana, acolhendo, servindo, amando, entregando na oração diária nossos desafios e apontando firmemente a grandes ideias, tudo isso nos ajuda a enfrentarmos os desafios diários.</p>
<p>Neste dia em que recordamos a fundação da Congregação Mariana, em 19 de abril de 1914, lembremos:</p>
<blockquote><p>“Não, não somos sonhadores iludidos e jamais queremos chegar a sê-lo. Sabemos o que queremos!” (PJK &#8211; Conferência da fundação da Congregação Mariana)</p>
<p>“Qual será nosso objetivo? (&#8230;) Sob a proteção de Maria, queremos aprender a educar-nos, para sermos sólidos e livres caracteres sacerdotais. (&#8230;) Queremos aprender. Não somente vós, eu também. Aprenderemos uns dos outros, pois nossa aprendizagem nunca há de cessar, principalmente em se tratando da arte da autoeducação, que é obra de toda a nossa vida” (Pe. Kentenich em: Documento de Pré-Fundação)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dia 18, o dia da Aliança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 03:08:47 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30946" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-30946" data-attachment-id="30946" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2018/04/16/conforto-e-colo-de-mae-na-siria/mae-peregrina-foto-antonio-teixeira/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/mae-peregrina-foto-antonio-teixeira.jpg" data-orig-size="600,370" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae peregrina &amp;#8211; foto antonio teixeira" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/mae-peregrina-foto-antonio-teixeira-300x185.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/mae-peregrina-foto-antonio-teixeira.jpg" class="wp-image-30946 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/mae-peregrina-foto-antonio-teixeira.jpg?resize=600%2C370&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="370" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/mae-peregrina-foto-antonio-teixeira.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/mae-peregrina-foto-antonio-teixeira.jpg?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-30946" class="wp-caption-text">(Foto: Antonio Teixeira, Schoenstatt Portugal)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Testemunho de Patrícia Mirelly, jornalista, repórter na Diocese de Crato/CE e devota da Mãe Peregrina de Schoenstatt, sobre o Dia da Aliança de Amor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dezoito de cada mês. No meu baú de lembranças, ao cair da tarde, a Comunidade de Santo Agostinho, em Porteiras/CE, reunida na capela para o “Encontro da Mãe Rainha”. Encontro, porque, neste dia, as duas imagens que peregrinavam pela vila eram organizadas uma ao lado da outra, numa mesa miúda, mas devidamente ornada com flores naturais e toalha de cetim, que minha tia fazia questão de usar.</p>
<p>Eu contava dez anos quando comecei a ajudar na Liturgia, embora minha participação se tenha dado ainda nos primeiros anos de vida. Para meus pais, o “Dia da Aliança” sempre fora preceito. Para a Comunidade, dia santo. E sempre sentávamos nas primeiras fileiras. Meu pai permanecia o tempo todo compenetrado, orante. Ali rezávamos o terço, celebrávamos a Palavra, renovávamos a Aliança e depois cantávamos, a plenos pulmões, o hino de “Mãe Peregrina”, como carinhosamente a chamávamos.</p>
<p>A mesma lembrança me vem quando da visita dela à “nossa casa, também santuário”. “Vivendo a aliança, teu santo convênio”, lá estávamos, nós quatro. Meu pai era o primeiro a recebê-la. Era fins de tarde, hora em que ele chegava da roça. Muito devoto, tirava o chapéu da cabeça, segurava-o junto ao peito, tocava a imagem e beijava-a, numa piedade de comover até o coração mais descrente. Depois, sentávamos em torno dela, na mesa da sala, “rezando e vivendo o santo rosário”.</p>
<p>Enquanto meu pai acendia a vela e minha mãe buscava o terço na cabeceira da cama, eu localizava, no livrinho azul marinho, a “Oração de Recepção”, que ainda hoje tenho em mente, palavra por palavra, assim como a “Oração de Despedida”. Meu irmão, embora mais reservado, rezava, piedosamente, todos os mistérios.</p>
<p>No outro dia, quando o sol era encoberto pela chapada, lá pelas cinco da tarde, eu acompanhava minha mãe, que ia “deixar a Mãe Rainha” e “tirar” o terço na casa de uma vizinha, que não sabia ler. A casa ficava no alto da vila. Era miúda e de poucas janelas. A dona se escorava numa “cadeira de macarrão” (espaguete, fio) e bocejava ainda no “Oferecimento”. Na primeira dezena, cochilava. Na terceira, roncava. Alto. Forte. Só acordava ao fim da oração, quando já cantávamos o Hino. E nunca acertava a estrofe: “A tua presença [em lugar de “visita”] aquece e ilumina…”. Ninguém na sala aguentava. Até ela ria. Mas era riso inocente.</p>
<p>Recordar o dia dezoito de cada mês, sempre me faz intuir o quanto uma infância, regada pela fé, é baluarte que ressignifica a vida e os valores que a iluminam, enquanto “rumamos ao tempo que se descortina”.</p>
<p>Feliz Dia da Aliança!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://diocesedecrato.org/feliz-dia-da-alianca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">diocesedecrato.org</a></em></p>
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		<title>Domingo da Divina Misericórdia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 03:01:03 +0000</pubDate>
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<p>O Senhor nos olha com misericórdia</p>
<p>Ana Paula Paiva – Neste dia, nossa Igreja celebra o Domingo da Divina Misericórdia, instituído no domingo posterior à Páscoa, como expressão do necessário reconhecimento sobre a infinita misericórdia de Deus para conosco.</p>
<p>A solenidade da Divina Misericórdia, interpretada a partir das revelações particulares feitas à Faustina Kowalska, em 1931, é a expressão do desejo de Deus em ter a sua misericórdia enfatizada – como refúgio para os pecadores que Dele se aproximam, como traço do seu infinito amor por nós, que nos quer por perto, sadios espiritualmente e filiais, entregando a Deus nossas chagas e pecados, para nos deixar ser tocados por Seu amor de predileção.</p>
<p>Do diário de Santa Faustina lemos:</p>
<p>“Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia” (Diário, 49).</p>
<p>“Desejo que a Festa de Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Nesse dia estão abertas as entranhas da minha Misericórdia. Derramo todo o mar de graças nas almas que se aproximarem da fonte da minha Misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e castigos. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais fluem as graças… Desejo que seja celebrada solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa. A humanidade não terá paz enquanto não se voltar à fonte da minha Misericórdia” (Diário no.699).</p>
<p>Especialmente por isso, essa solenidade traz consigo a possibilidade de lucrarmos indulgência plenária, desde que satisfeitas as condições comuns para todas as indulgências (confissão sacramental, comunhão e oração pelo Santo Papa) – a veneração da imagem da Divina misericórdia, por exemplo, é uma das atitudes passíveis do recebimento dessa indulgência, que pode ser lucrada para nós ou para algum ente querido já falecido.</p>
<p>Que Jesus, infinita Misericórdia, nos ensine que, pelos caminhos da Sua justiça também encontramos &#8211; certamente &#8211; sua especial solicitude, e que tenhamos humildade para implorar o perdão dos nossos pecados e reconhecer que somente Jesus nos pode trazer a salvação.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="50322" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/04/12/domingo-da-divina-misericordia-3/divina-misericordia-foto-magnolia-cathopic/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/04/divina-misericordia-foto-magnolia-cathopic.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="divina misericordia foto magnolia-cathopic" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/04/divina-misericordia-foto-magnolia-cathopic-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/04/divina-misericordia-foto-magnolia-cathopic.jpg" class="aligncenter wp-image-50322 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/04/divina-misericordia-foto-magnolia-cathopic.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/04/divina-misericordia-foto-magnolia-cathopic.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/04/divina-misericordia-foto-magnolia-cathopic.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 23 de abril de 2022</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Alegrai-vos, a Páscoa continua!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 03:13:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Um tempo de grande alegria espiritual, um tempo de graças. Karen Bueno – O Tempo Pascal, na liturgia da Igreja, é formado pelos 50 dias entre o domingo da Ressurreição e o domingo de Pentecostes. É um período de alegria e de exultação, como se fosse um único dia de festa, ou seja, esses&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Um tempo de grande alegria espiritual, um tempo de graças.</p>
<p>Karen Bueno – O Tempo Pascal, na liturgia da Igreja, é formado pelos 50 dias entre o domingo da Ressurreição e o domingo de Pentecostes. É um período de alegria e de exultação, como se fosse um único dia de festa, ou seja, esses cinquenta dias são como “um grande domingo”. Por isso diz-se que são “dias de Páscoa” e não “dias após a Páscoa”.</p>
<p>Já os oito primeiros dias desse tempo são chamados de Oitava da Páscoa e são celebrados como solenidades do Senhor, segundo as Normas sobre o Ano Litúrgico e o Calendário (n. 24). Isso ocorre porque a Igreja compreende a ressurreição como uma celebração tão importante que um dia apenas é muito pouco para celebrá-la, por isso estende a festa – e com isso suas graças – por oito dias.</p>
<p>“A Páscoa não é simplesmente uma festa entre outras: é a festa das festas, solenidade das solenidades”, diz o Catecismo da Igreja Católica (1169).</p>
<p>A solenidade da Ascensão do Senhor é celebrada no Brasil no sétimo domingo da Páscoa. A semana seguinte, até Pentecostes, caracteriza-se pela preparação à celebração da vinda do Espírito Santo. Em sintonia com as outras Igrejas cristãs, no Brasil se realiza nessa ocasião a “Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos”. Recomendam-se para a ocasião orações durante a Missa, sobretudo na oração dos fiéis, e oportunamente a celebração da Missa votiva pela unidade da Igreja (cf. Diretório Ecumênico, n. 22 e 24).</p>
<p>Isso significa que ainda é Páscoa, tempo de alegria, de gratidão, de sair ao mundo – como os primeiros cristãos – anunciando que Jesus ressuscitou: <em>“Alegremo-nos, pois o sepulcro está vazio! Jesus ressuscitou dos mortos! Que Cristo ressurja ainda mais, viva mais ainda quando for retirada a dura e grande pedra de nosso coração, a pedra da história do mundo!”</em> (Pe. José Kentenich, 1939).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte de pesquisa: Diretório Litúrgico Pastoral 2016 da Arquidiocese Militar do Brasil.</p>
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		<title>O que aconteceu quando o Pe. Kentenich partiu de Dachau?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 05:22:52 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>6 de abril, o dia que o Fundador deixa o campo de concentração</p>
<p>Ana Paula Paiva – Em um dia 6 de abril, como o de hoje, Pe. José Kentenich foi liberado do campo de concentração de Dachau, após mais de 2 anos preso pelo regime nazista (1945). Foram duras as penas sofridas por nosso fundador (e por todos os presos, evidentemente), mas também abundantes as graças (pensemos nas obras e cartas escritas, nos frutos espirituais para nossa Família, nos atos de heroísmo e martírio em nome da fé de tantas pessoas – sangue derramado que semeiam cristãos, e as comunidades fundadas, para citar apenas alguns exemplos).</p>
<p>Ao sair do campo de concentração, já às vésperas do encerramento material da II Guerra Mundial, o contexto em que vivia a Alemanha era de devastação social e econômica, sentimento de fraqueza da população, aliada à culpa (consciente ou não) dos apoiadores do regime, instabilidade política, invasão das tropas contrárias (lideradas pelos Estados Unidos), tristeza por tantos mortos e famílias desfeitas. O pós-guerra foi devastador.</p>
<p>E, nesse contexto, nosso Fundador é liberado e se dirige ao local seguro mais próximo: Ennabeuren, que contava com a presença de palotinos e local onde foi construída a primeira capela dedicada à Mãe Três Vezes Admirável fora de Schoenstatt (uma capela bem parecida com o Santuário, dedicada em 1926 &#8211; <a href="https://www.google.com/maps/place/Albsch%C3%B6nstatt+Kapelle/@48.4453809,9.6437221,3a,75y/data=!3m8!1e2!3m6!1sAF1QipPRKBypAolrnw9ZQZctu3dottllzmVr3PkEqDmD!2e10!3e12!6shttps:%2F%2Flh5.googleusercontent.com%2Fp%2FAF1QipPRKBypAolrnw9ZQZctu3dottllzmVr3PkEqDmD%3Dw114-h86-k-no!7i4032!8i3024!4m13!1m7!3m6!1s0x479982f0be166647:0xa1f6bba4bedf960!2sEnnabeuren,+72535+Heroldstatt,+Alemanha!3b1!8m2!3d48.442514!4d9.646689!3m4!1s0x479982e4ad33546f:0x905fb6bf89ae7736!8m2!3d48.4453814!4d9.6437216" target="_blank" rel="noopener">veja fotos aqui</a>). <strong>E o que o Fundador encontrou ali?</strong></p>
<p>Uma população muitíssimo amedrontada e um pároco que entrega ao Pe. José Kentenich fiéis, em grande maioria camponeses (lembremo-nos que Dachau foi um campo de concentração basicamente agrícola) temerosos com uma possível invasão norte-americana.</p>
<p>Nosso Fundador então os prepara: diariamente rezam o terço, celebram a missa e recebem conferências sobre a necessária confiança em Deus em tempos de dificuldades e incertezas. Em 17 de maio, Pe. Alexander Menningem chega a Ennabeuren e no dia 18 partem, finalmente, para Schoenstatt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.google.com/maps/place/Albsch%C3%B6nstatt+Kapelle/@48.4453809,9.6437221,3a,75y,90t/data=!3m8!1e2!3m6!1sAF1QipNH5QGaZ9ZWA13nMp0dqa0ZxJmFH7udUjRhKto_!2e10!3e12!6shttps:%2F%2Flh5.googleusercontent.com%2Fp%2FAF1QipNH5QGaZ9ZWA13nMp0dqa0ZxJmFH7udUjRhKto_%3Dw203-h152-k-no!7i4032!8i3024!4m13!1m7!3m6!1s0x479982f0be166647:0xa1f6bba4bedf960!2sEnnabeuren,+72535+Heroldstatt,+Alemanha!3b1!8m2!3d48.442514!4d9.646689!3m4!1s0x479982e4ad33546f:0x905fb6bf89ae7736!8m2!3d48.4453814!4d9.6437216" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="45661" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/04/06/o-que-aconteceu-quando-o-pe-ketenich-partiu-de-dachau/capela-ennabeuren-dachau/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/04/capela-Ennabeuren-dachau.jpg" data-orig-size="700,450" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="capela Ennabeuren dachau" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/04/capela-Ennabeuren-dachau-300x193.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/04/capela-Ennabeuren-dachau.jpg" class="aligncenter wp-image-45661 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/04/capela-Ennabeuren-dachau.jpg?resize=700%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="450" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/04/capela-Ennabeuren-dachau.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/04/capela-Ennabeuren-dachau.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 8pt;">Imagem da primeira capela dedicada à Mãe Três Vezes Admirável fora de Schoenstatt</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Interessante notar que, quando os americanos chegam à cidadezinha, a encontram serena e prestativa, ainda que o medo não a tivesse completamente abandonado, e, diferentemente do que havia acontecido em outros vilarejos, os americanos não são violentos e não a destroem, pois não encontram uma população em revolta.</p>
<p>Profundamente marcante a postura de nosso Fundador, que entrou e saiu de Dachau com o coração pronto para todas as batalhas e provas que Deus exigisse, com o coração sem hesitar na confiança na Divina Providência e no cuidado muitíssimo especial de Maria. Imediatamente me vem à mente o grande bispo de Hipona, Santo Agostinho, de quem nosso Pai e Fundador herda e teologia positiva da Graça e de um Deus da Vida – aliás, e que também preparou seus fiéis para as invasões bárbaras que cercavam sua diocese. É nesse contexto que o grande Bispo escreve como a Roma material (a cidade dos homens) deve ser substituída pela Roma Eterna (cidade de Deus), no tempo da queda do Império Romano que trouxe consigo ainda mais desagregação e dificuldade (evidentemente aqui não se compara o Império Romano com o regime nazista, mas apenas a postura de ambos os clérigos).</p>
<p><strong>O que isso tem a nos ensinar?</strong></p>
<p><strong>Quais são as duras provas que, hoje, cada um de nós enfrenta?</strong></p>
<p>Que a exemplo de nosso fundador possamos entrar e sair delas com a confiança de filhos prediletos e muito amados de Deus, confiando no cuidado de Maria e na Providência de Deus que tudo sabe e cuida.</p>
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		<title>Uma reflexão sobre a verdade: O que é ser autêntico?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 03:46:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Debora Dalegrave* &#8211; No dia de hoje, “Dia da Mentira”, fazer uma real reflexão sobre a sinceridade, sobre sermos autênticos e transparentes ao nosso ideal, nos remete ao resgate da nossa alma autêntica, de sermos sinceros com a nossa essência, com os planos e desígnios de Deus para a nossa vida. &#160; Ser sincero&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53311" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-53311" data-attachment-id="53311" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/04/01/uma-reflexao-sobre-a-verdade-o-que-e-ser-autentico/luz-4/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/03/luz.jpg" data-orig-size="1200,508" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto de Zac Durant  &amp;#8211; unsplash&lt;/p&gt;
" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/03/luz-300x127.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/03/luz-1024x433.jpg" class="wp-image-53311 size-large" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/03/luz.jpg?resize=1024%2C433&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="433" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/03/luz.jpg?resize=1024%2C433&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/03/luz.jpg?resize=300%2C127&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/03/luz.jpg?resize=768%2C325&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/03/luz.jpg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-53311" class="wp-caption-text">Foto de Zac Durant &#8211; unsplash</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Debora Dalegrave*<em> &#8211; </em>No dia de hoje, “Dia da Mentira”, fazer uma real reflexão sobre a sinceridade, sobre sermos autênticos e transparentes ao nosso ideal, nos remete ao resgate da nossa alma autêntica, de sermos sinceros com a nossa essência, com os planos e desígnios de Deus para a nossa vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ser sincero </strong></h3>
<p>Ser verdadeiro, autêntico pode ser o grande desafio da nossa época! Época que nos “grita” para sermos aceitos, para irmos com a massa; que “grita” para acharmos tudo normal e que confunde o sentido da palavra liberdade. Ressaltando que sinceridade e autenticidade não são sinônimos de pessoas que falam tudo o que querem e “podem”.</p>
<p>A verdade, floresce de uma alma autêntica e sincera, capaz de reconhecer suas fragilidades, suas potencialidades, de se expressar e ser condizente aos seus valores. Ser verdadeiro é ser leal, não se esconder atrás de armaduras, para se enquadrar a um grupo ou estereótipo.</p>
<p>Ser verdadeiro é ser sincero diante de Deus, se apresentando diante do Senhor do jeito que está vivendo, passando, sofrendo e enfrentando a vida, é não ter medo de assumir aquilo que somos, é nos deixar educar pelo amor de Deus, o qual cura, salva e transforma o que é vivido e assumido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A verdade envolve quem você é</strong></h3>
<p>Quando somos verdadeiros, conquistamos nossos espaços, desbravamos nossos medos, superamos nossas próprias expectativas, pois estamos conectados com a nossa essência, com a nossa alma, estamos conectados com Deus. Se nos escondemos, estamos ocultando nossas potencialidades, ocultando os presentes que Deus nos concedeu.</p>
<p>É necessário termos coragem de assumirmos a verdade, pois como nos diz Pe. Kentenich, “A verdade indica ao homem o lugar que lhe compete”. Ele diz também que nos encontramos numa época de mudança e é preciso superar o fenômeno da desintegração do homem em si mesmo (desintegração do intelecto, da vontade, do coração) e a desintegração do homem e suas relações (o homem coletivista, individualista, vitalista, economicista e esteticista).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Mas, como ser uma pessoa verdadeira? </strong></h3>
<p>Ser autêntico exige um encontro consigo mesmo, um reconhecimento das nossas fragilidades, limitações e fracassos. Estamos em constante evolução, mudamos de opiniões, estilos.</p>
<p>Ser verdadeiro é reconhecer a nossa grandeza a partir da raiz: somos filhos de Deus. Assumir os nossos dons e talentos. Sabemos que isso pode não ser uma tarefa, simples e fácil. Mas, é possível.</p>
<p>Tire um tempinho, no dia de hoje, e responda com sinceridade, essas questões, que podem lhe auxiliar a reencontrar com a sua alma autêntica:</p>
<blockquote><p>&#8211; Quem sou <strong>eu realmente</strong>?<br />
&#8211; O que mais me preocupa quanto ao <strong>futuro</strong>?<br />
&#8211; Do que eu realmente tenho <strong>medo</strong>?<br />
&#8211; O que <strong>mais importa</strong> na minha vida?<br />
&#8211; Como tenho <strong>me doado</strong> ao que considero mais importante na minha vida?<br />
&#8211; Qual é o meu <strong>valor</strong>?<br />
&#8211; Que pequeno ato de bondade uma vez fizeram por mim e eu <strong>nunca esquecerei</strong>?<br />
&#8211; O que eu preciso <strong>mudar</strong> quanto a mim mesmo?<br />
&#8211; Que pessoa teve a maior <strong>influência</strong> na minha vida?</p></blockquote>
<p>Com essas respostas, devemos analisar e não nos julgar. Parabenizar-nos por termos dado esse passo tão importante, que pode nos ajudar/auxiliar na luta pela nossa autenticidade. Virtude esta que se conquista a partir do respeito à identidade individual, cultivada pela autoeducação. Afinal, cada um de nós sabe das suas dores e apreensões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ser simplesmente o que realmente somos</strong></h3>
<p>Mas, cada um de nós sabe também da sua força de superação, de tudo que já passou e venceu. Por isso, lembremo-nos: Eu sou único e especial! Tenho um ideal, vinculações e alianças fortes, nas quais se pode confiar. Preciso agir, pois o bom Deus está comigo sempre, num constante dar e receber. É preciso estarmos abertos para reconhecer os seus milagres em nossas vidas. Só depende de nós sermos terra limpa e fecunda, sermos verdadeiros, autênticos &#8211; não ir com a massa &#8211; sermos transparentes: Ser simplesmente o que realmente somos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Referência</strong>: </span></p>
<p>A Riqueza do Ser Puro, Pe. José Kentenich, 2001, 3ª edição, Movimento Apostólico de Schoenstatt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Débora e seu esposo Regis Titon pertencem à Liga das Famílias de Schoenstatt, em Frederico Westphalen/RS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 01 de abril de 2023</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Exame de consciência para uma boa Confissão</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 03:01:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Oração para antes da Confissão: “Senhor, iluminai-me para me observar como Vós me observas, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão” Como se Confessar: Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_41932" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-41932" data-attachment-id="41932" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2020/06/28/estamos-aproveitando-os-beneficios-que-a-pandemia-traz/mae-isolamento-oracao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-oraçao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4.5&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 1200D&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1492977914&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;125&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;320&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.00625&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae isolamento oraçao retiro &amp;#8211; foto dimitri conejo sanz" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-oraçao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-oraçao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg" class="wp-image-41932 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-ora%C3%A7ao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-ora%C3%A7ao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/mae-isolamento-ora%C3%A7ao-retiro-foto-dimitri-conejo-sanz.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-41932" class="wp-caption-text">(Foto: Dimitri Conejo Sanz, via cathopic.com)</p></div>
<p><strong>Oração para antes da Confissão:</strong></p>
<p><em>“Senhor, iluminai-me para me observar como Vós me observas, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão”</em></p>
<p><strong>Como se Confessar</strong>:</p>
<p>Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos cometeu e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última boa confissão. Só é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que, pode obter o perdão dos seus pecados veniais através de sacrifícios e atos de caridade. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou venial, mencione ao confessor a sua dúvida. Recorde-se, também, que a confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e a avançar na direção do Céu.</p>
<p><strong>Condições necessárias para um pecado ser mortal</strong>:</p>
<p>Matéria séria<br />
Reflexão suficiente<br />
Pleno consentimento da vontade</p>
<p>Considerações preliminares:<br />
Alguma vez deixei de confessar um pecado grave, ou conscientemente disfarcei ou escondi um tal pecado?</p>
<p>Nota: Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão e é igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita ao Sigilo da Confissão, o que quer dizer que é pecado mortal um sacerdote revelar a quem quer que seja a matéria de uma confissão.</p>
<p>Alguma vez fui irreverente para com este Sacramento, não examinando a minha consciência com o devido cuidado?<br />
Alguma vez deixei de cumprir a penitência que o sacerdote me impôs?<br />
Tenho quaisquer hábitos de pecado grave que deva confessar logo no início (por exemplo, impureza, alcoolismo, etc.)?</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>PERGUNTAS PARA REFLETIR</strong></p>
<p><strong>Primeiro Mandamento:</strong> Amar a Deus sobre todas as coisas<br />
“Eu sou o Senhor teu Deus, Não terás deuses estranhos perante Mim” (incluindo pecados contra a Fé, Esperança e Caridade).</p>
<p>Descuidei o conhecimento da minha fé, tal como o Catecismo a ensina, tal como o Credo dos Apóstolos, os Dez Mandamentos, os Sete Sacramentos, o Pai Nosso, etc?<br />
Alguma vez duvidei deliberadamente de algum ensinamento da Igreja ou o neguei?<br />
Tomei parte num ato de culto não católico?<br />
Sou membro de alguma organização religiosa não católica, de alguma sociedade secreta ou de um grupo anti-católico?<br />
Alguma vez li, com consciência do que fazia, alguma literatura herética, blasfema ou anti-católica?<br />
Pratiquei alguma superstição (tal como horóscopos, adivinhação, tábua Ouija, etc.)?<br />
Omiti algum dever ou prática religiosa por respeitos humanos?<br />
Recomendo-me a Deus diariamente?<br />
Tenho rezado fielmente as minhas orações diárias?</p>
<p>Abusei os Sacramentos de alguma maneira?<br />
Recebi-os com irreverência?<br />
Trocei de Deus, de Nossa Senhora, dos Santos, da Igreja, dos Sacramentos, ou de quaisquer coisas santas?<br />
Fui culpado de grande irreverência na igreja, como, por exemplo, em conversas, comportamento ou modo como estava vestido?<br />
Fui indiferente quanto à minha Fé Católica — acreditando que uma pessoa pode salvar-se em qualquer religião, ou que todas as religiões são iguais?</p>
<p>Presumi em qualquer altura que tinha garantida a misericórdia de Deus?<br />
Desesperei da misericórdia de Deus?<br />
Detestei a Deus?<br />
Dei demasiada importância a alguma criatura, atividade, objeto ou opinião?</p>
<p><strong>Segundo Mandamento:</strong> Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão.</p>
<p>Jurei pelo nome de Deus falsamente, impensadamente ou em assuntos triviais e sem importância?<br />
Murmurei ou queixei-me contra Deus (blasfêmia)?</p>
<p>Amaldiçoei-me a mim próprio, ou a outra pessoa ou criatura?<br />
Provoquei alguém à ira, para o fazer praguejar ou blasfemar a Deus?<br />
Quebrei uma promessa feita a Deus?<br />
Utilizei o nome do Senhor para conseguir dinheiro ou bens materiais?</p>
<p><strong>Terceiro Mandamento:</strong> Recorda-te de santificar o Dia de Festas e domingos</p>
<p>Faltei à Missa nos Domingos ou Festas de guarda?<br />
Cheguei atrasado à Missa nos domingos e dias santos de guarda, ou saí mais cedo por minha culpa?<br />
Fiz com que outras pessoas faltassem à Missa nos domingos e dias santos de guarda, ou saíssem mais cedo, ou chegassem atrasados à Missa?</p>
<p>Estive distraído propositadamente durante a Missa?<br />
Fiz ou mandei fazer trabalho servil desnecessário num domingo ou festa de guarda?</p>
<p><strong>Quarto Mandamento:</strong> Honra o teu pai e a tua mãe.</p>
<p>Desobedeci aos meus pais, faltei-lhes ao respeito, descuidei-me em ajudá-los nas suas necessidades?</p>
<p>Mostrei irreverência em relação à pessoas em posições de autoridade?<br />
Insultei ou disse mal de sacerdotes ou de outras pessoas consagradas a Deus?<br />
Tive menos reverência para com pessoas de idade?<br />
Tratei mal a minha esposa ou os meus filhos?<br />
Foi desobediente ao meu marido, ou faltei-lhe ao respeito?</p>
<p>Sobre os meus filhos:<br />
Descuidei as suas necessidades materiais?<br />
Não tratei de os fazer batizar cedo? *(Veja-se em baixo.)<br />
Descuidei a sua educação religiosa correta?<br />
Permiti que eles descuidassem os seus deveres religiosos?<br />
Deixei de vigiar as companhias com quem andam?<br />
Deixei de os disciplinar, quando necessitassem de tal?<br />
Dei-lhes mau exemplo?</p>
<p>Escandalizei-os, discutindo com o meu cônjuge em frente deles?<br />
Escandalizei-os ao dizer obscenidades na sua frente?<br />
Permiti-lhes que usassem roupa imodesta? Comprei tais roupas para eles?<br />
Neguei-lhes a liberdade de casar ou seguir uma vocação religiosa?</p>
<p>* As crianças devem ser batizadas o mais cedo possível. Santo Afonso, seguindo a opinião geral da época, pensava que um atraso não justificado de mais de dez ou onze dias a seguir ao parto seria um pecado grave. Segundo o costume moderno, que é conhecido e não corrigido pelos Ordinários locais, um atraso de mais de um mês sem motivo seria um pecado grave. — H. Davis S.J., Moral and Pastoral Theology, Vol. III, pg. 65, Sheed and Ward, New York, 1935</p>
<p><strong>Quinto Mandamento:</strong> Não matarás.</p>
<p>Procurei, desejei ou apressei a morte ou o ferimento de alguém?<br />
Alimentei ódio para com alguém?<br />
Oprimi alguém?<br />
Desejei vingar-me?</p>
<p>Provoquei a inimizade entre outras pessoas?<br />
Discuti ou lutei com alguém?<br />
Desejei mal a alguém?<br />
Quis ferir ou maltratar alguém, ou tentei fazê-lo?</p>
<p>Recuso-me a falar com alguém ou guardo ressentimento?<br />
Regozijei-me com a desgraça alheia?<br />
Tive ciúmes ou inveja de alguém?<br />
Fiz ou tentei fazer um aborto ou aconselhei alguém a que o fizesse?<br />
Mutilei o meu corpo desnecessariamente de alguma maneira?</p>
<p>Consenti em pensamentos de suicídio, desejei suicidar-me ou tentar suicidar-me?<br />
Embriaguei-me ou usei drogas ilícitas?<br />
Comi demais, ou não como o suficiente por descuido (isto é, alimentos nutritivos)?<br />
Deixei de corrigir alguém dentro das normas da caridade?<br />
Causei dano à alma de alguém, especialmente crianças, dando escândalo por meio de mau exemplo?</p>
<p>Fiz mal à minha alma, expondo-a intencionalmente e sem necessidade a tentações, como maus programas de TV, música reprovável, pornografia, etc.?</p>
<p><strong>Sexto e Nono Mandamentos:</strong> Não pecar contra a castidade. Não cometerás adultério. Não cobiçarás a mulher do próximo.</p>
<p>Neguei ao meu cônjuge os seus direitos matrimoniais?<br />
Pratiquei o controle de natalidade (com pílulas, dispositivos, interrupção)?<br />
Abusei dos meus direitos matrimoniais de algum outro modo?</p>
<p>Cometi adultério ou fornicação (sexo pré-marital)?<br />
Cometi algum pecado impuro contra a natureza (homosexualidade ou lesbianismo, etc.)?</p>
<p>Toquei ou abracei outra pessoa de forma impura?<br />
Pratiquei a troca prolongada de carícias?<br />
Pequei impuramente contra mim próprio (masturbação)?<br />
Consenti em pensamentos impuros ou tive prazer neles?<br />
Consenti em desejos impuros para com alguém ou desejei conscientemente ver ou fazer alguma coisa impura?</p>
<p>Entreguei-me conscientemente a prazeres sexuais, completos ou incompletos?<br />
Fui ocasião de pecado para os outros, por usar roupa justa, reveladora ou imodesta?<br />
Fiz alguma coisa, deliberadamente ou por descuido, que provocasse pensamentos ou desejos impuros noutra pessoa?<br />
Li livros indecentes ou vi figuras obscenas?</p>
<p>Vi filmes ou programas de televisão sugestivos, ou pornografia na Internet, ou permiti que os meus filhos os vissem?<br />
Usei linguagem indecente ou contei histórias indecentes?<br />
Ouvi tais histórias de boa vontade?<br />
Gabei-me dos meus pecados ou deleitei-me em recordar pecados antigos?<br />
Estive com companhias indecentes?</p>
<p>Consenti em olhares impuros?<br />
Deixei de controlar a minha imaginação?<br />
Rezei imediatamente para afastar maus pensamentos e tentações?<br />
Evitei a preguiça, a gula, a ociosidade, e as ocasiões de impureza?<br />
Fui a bailes imodestos ou peças de teatro indecentes?</p>
<p>Note bem: Não tenha receio de confessar ao sacerdote qualquer pecado impuro que tenha cometido. Não esconda ou tente disfarçá-lo. O sacerdote está ali para o ajudar e perdoar. Nada do que possa dizer o escandalizará; por isso, não tenha medo, por mais envergonhado que esteja.</p>
<p><strong>Sétimo e Décimo Mandamentos:</strong> Não roubarás. Não cobiçarás os bens do teu próximo.</p>
<p>Roubei alguma coisa? O quê, ou quanto?<br />
Danifiquei a propriedade dos outros?<br />
Deixei estragar, por negligência, a propriedade dos outros?</p>
<p>Fui negligente na guarda do dinheiro ou bens dos outros?<br />
Fiz batota ou defraudei alguém?<br />
Joguei em excesso?<br />
Recusei-me a pagar alguma dívida, ou descuidei-me no seu pagamento?<br />
Adquiri alguma coisa que sabia ter sido roubada?<br />
Deixei de restituir alguma coisa emprestada?</p>
<p>Lesei o meu patrão, não trabalhando como se esperava de mim?<br />
Fui desonesto com o salário dos meus empregados?<br />
Recusei-me a ajudar alguém que precisasse urgentemente de ajuda, ou descuidei-me a fazê-lo?<br />
Deixei de restituir o que roubei, ou obtive por embuste ou fraude? (Pergunte ao sacerdote como poderá fazer a restituição, ou seja, devolver ao legítimo dono o que lhe tirou).<br />
Tive inveja de alguém, por ter algo que eu não tenho?</p>
<p>Invejei os bens de alguém?<br />
Tenho sido avarento?<br />
Tenho sido cúpido e invejoso, dando demasiada importância aos bens e confortos materiais? O meu coração inclina-se para as posses terrenas ou para os verdadeiros tesouros do céu?</p>
<p><strong>Oitavo Mandamento:</strong> Não levantarás falsos testemunhos contra o teu próximo.</p>
<p>Menti a respeito de alguém (calúnia)?<br />
As minhas mentiras causaram a alguém danos materiais ou espirituais?<br />
Fiz julgamentos temerários a respeito de alguém (isto é, acreditei firmemente, sem provas suficientes, que eram culpados de algum defeito moral ou crime)?<br />
Atingi o bom nome de alguém, revelando faltas autênticas mas ocultas (maledicência)?<br />
Revelei os pecados de outra pessoa?</p>
<p>Fui culpado de fazer intrigas (isto é, de contar alguma coisa desfavorável que alguém disse de outra pessoa, para criar inimizade entre eles)?<br />
Dei crédito ou apoio à divulgação de escândalos sobre o meu próximo?<br />
Jurei falso ou assinei documentos falsos?<br />
Sou crítico ou negativo sem necessidade ou falto à caridade nas minhas conversas?<br />
Lisonjeei outras pessoas?</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As obras de Misericórdia espirituais e corporais</strong></p>
<p>As sete obras de Misericórdia corporais:<br />
. Dar de comer a quem tem fome;<br />
. Dar de beber a quem tem sede;<br />
. Vestir os nus;<br />
. Dar pousada aos peregrinos;<br />
. Assistir aos enfermos;<br />
. Visitar os presos;<br />
. Enterrar os mortos.</p>
<p>As sete obras de Misericórdia espirituais:<br />
. Dar bom conselho;<br />
. Ensinar os ignorantes;<br />
. Corrigir os que erram;<br />
. Consolar os aflitos;<br />
. Perdoar as injúrias;<br />
. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;<br />
. Rogar a Deus por vivos e defuntos.</p>
<p>Lembre-se que a nossa Santa Fé Católica nos ensina que … assim como o corpo sem o espírito está morto, também a fé sem obras está morta (Tiago 2: 26).</p>
<p><strong>Nove maneiras de ser cúmplice do pecado de outrem</strong></p>
<p>Alguma vez fiz deliberadamente com que outros pecassem?<br />
Alguma vez cooperei nos pecados de outrem:<br />
Aconselhando?<br />
Mandando?<br />
Consentindo?<br />
Provocando?<br />
Lisonjeando?<br />
Ocultando?<br />
Compartilhando?<br />
Silenciando?<br />
Defendendo o mal feito?</p>
<p><strong>Os quatro pecados que bradam aos Céus</strong></p>
<p>Homicídio voluntário.<br />
O pecado de sodomia ou lesbianismo.<br />
Opressão dos pobres.<br />
Não pagar o salário justo a quem trabalha.</p>
<p><strong>Os Mandamentos da Igreja</strong></p>
<p>Ouvi Missa nos Domingos e Festas de guarda?<br />
Cumpri o jejum e a abstinência nos dias prescritos, e guardei o jejum eucarístico?<br />
Confessei-me pelo menos uma vez no ano?<br />
Recebi a Sagrada Eucaristia pelo menos uma vez por ano?<br />
Contribui, na medida do possível, para as despesas do culto?</p>
<p><strong>As cinco blasfêmias contra o Coração Imaculado de Maria</strong></p>
<p>Blasfemei contra a Imaculada Conceição?<br />
Blasfemei contra a Virgindade Perpétua de Nossa Senhora?<br />
Blasfemei contra a Maternidade Divina de Nossa Senhora?<br />
Deixei de reconhecer a Nossa Senhora como Mãe de todos os homens?<br />
Tentei publicamente semear nos corações das crianças indiferença ou desprezo, ou mesmo ódio, em relação à sua Mãe Imaculada?<br />
Ultrajei-a diretamente nas Suas santas imagens?</p>
<p><strong>Finalmente</strong>:</p>
<p>Recebi a Sagrada Comunhão em estado de pecado mortal? (Este é um sacrilégio muito grave).</p>
<p><strong>O exame dos pecados veniais de Santo António Maria Claret</strong></p>
<p>A alma deve evitar todos os pecados veniais, especialmente os que abrem caminho ao pecado grave”Ó minha alma, não chega desejar firmemente antes sofrer a morte do que cometer um pecado grave”. É necessário ter uma resolução semelhante em relação ao pecado venial. Quem não encontrar em si essa vontade, não pode sentir-se seguro. Não há nada que nos possa dar uma tal certeza de salvação eterna do que uma preocupação constante em evitar o pecado venial, por insignificante que seja, e um zelo definido e geral, que alcance todas as práticas da vida espiritual — zelo na oração e nas relações com Deus; zelo na mortificação e na negação dos apetites; zelo em obedecer e em renunciar à vontade própria; zelo no amor de Deus e do próximo. Para alcançar este zelo e conservá-lo, devemos querer firmemente evitar sempre os pecados veniais, especialmente os seguintes:</p>
<p>O pecado de dar entrada no coração de qualquer suspeita não razoável ou de opinião injusta a respeito do próximo;<br />
O pecado de iniciar uma conversa sobre os defeitos de outrem, ou de faltar à caridade de qualquer outra maneira, mesmo levemente;<br />
O pecado de omitir, por preguiça, as nossas práticas espirituais, ou de as cumprir com negligência voluntária;<br />
O pecado de manter um afeto desregrado por alguém;<br />
O pecado de ter demasiada estima por si próprio, ou de mostrar satisfação vã por coisas que nos dizem respeito;<br />
O pecado de receber os Santos Sacramentos de forma descuidada, com distrações e outras irreverências, e sem preparação séria;<br />
Impaciência, ressentimento, recusa em aceitar desapontamentos como vindo da Mão de Deus; porque isto coloca obstáculos no caminho dos decretos e disposições da Divina Providência quanto a nós;<br />
O pecado de nos proporcionarmos uma ocasião que possa, mesmo remotamente, manchar uma situação imaculada de santa pureza;<br />
O pecado de esconder propositadamente as nossas más inclinações, fraquezas e mortificações de quem devia saber delas, querendo seguir o caminho da virtude de acordo com os caprichos individuais e não segundo a direção da obediência;</p>
<p>Nota: Fala-se aqui de situações em que encontraremos aconselhamento digno se o procurarmos, mas nós, apesar disso, preferimos seguir as nossas próprias luzes, embora frouxas.</p>
<p><strong>Oração para uma boa confissão</strong>:</p>
<p><em>Meu Deus, por causa dos meus pecados crucifiquei de novo o Vosso Divino Filho e escarneci dEle. Por isto sou merecedor da Vossa cólera e expus-me ao fogo do Inferno. E como fui ingrato para conVosco, meu Pai do Céu, que me criastes do nada, me redimistes pelo preciosíssimo sangue do Vosso Filho e me santificastes pelos Vossos santos Sacramentos e pelo Espírito Santo! Mas Vós poupastes-me pela Vossa misericórdia, para que eu pudesse fazer esta confissão. Recebei-me, pois, como Vosso filho pródigo e dai-me a graça de uma boa confissão, para que possa recomeçar a amar-Vos de todo o meu coração e de toda a minha alma, e para que possa, a partir de agora, cumprir os Vossos Mandamentos e sofrer com paciência os castigos temporais que possam cair sobre mim. Espero, pela Vossa bondade e poder, obter a vida eterna no Paraíso. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amém</em></p>
<p><strong>Nota final</strong></p>
<p>Lembre-se de confessar os seus pecados com arrependimento sobrenatural, tendo uma resolução firme de não tornar a pecar e de evitar situações que levem ao pecado. Peça ao seu confessor que o ajude a superar alguma dificuldade que tenha em fazer uma boa confissão. Cumpra prontamente a sua penitência.</p>
<p><strong>Ato de Contrição</strong></p>
<p><em>Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido, e com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amém.</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://blog.cancaonova.com/" target="_blank" rel="noopener">blog.cancaonova.com</a></p>
<p>[/read_more]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 19 de agosto de 2016</p>
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		<title>O dia em que o Pai celebrou seu onomástico no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 04:00:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
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		<category><![CDATA[Pe. Kentenich]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje celebramos com ele novamente. Ir. Marita Löhle / Karen Bueno – É tradição, em alguns países, as pessoas serem saudadas no dia do santo que tem o seu nome, é o dia do seu “onomástico”. Logo, o dia de São José, 19 de março, é também a data do onomástico do Pe. José Kentenich.&#8230;]]></description>
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<p>Hoje celebramos com ele novamente.</p>
<p>Ir. Marita Löhle / Karen Bueno – É tradição, em alguns países, as pessoas serem saudadas no dia do santo que tem o seu nome, é o dia do seu “onomástico”. Logo, o dia de São José, 19 de março, é também a data do onomástico do Pe. José Kentenich. Com semelhanças que vão além do nome – como o amor à Maria e a paternidade instintiva – o Pai e Fundador recordou a pessoa de São José em muitas ocasiões, tendo-o como modelo.</p>
<p>No ano de 1947, quando visitava pela primeira vez o Brasil, o Pe. Kentenich celebrou aqui, com sua Família de Schoenstatt, a data de seu onomástico.</p>
<p>A crônica relata:</p>
<p>“Grande dia de Festa: onomástico do Pe. Kentenich. Foi cantado a missa de Schubert. O superior provincial dos Padres Palotinos celebrou a Santa Missa com outros dois sacerdotes”. Mais tarde, o Pai e Fundador conheceu o terreno, em Santa Maria/RS, acompanhado por algumas Irmãs de Maria.</p>
<p>Durante a noite houve uma singela celebração familiar. A apresentação das noviças e candidatas das Irmãs de Maria, em português e alemão simultaneamente, tinha um tom alegre e espontâneo. As candidatas ofereceram o seu coração ao Pe. Kentenich, para que ele o levasse ao Santuário Original, em Schoenstatt, e ainda apresentaram um bailado que encerrou com o canto do Hino de Minha Terra. Antes de dar a bênção, o Pai e Fundador lhes disse:</p>
<p>“Não nos é difícil transportar-nos a Schoenstatt e a toda a parte onde filhos de Schoenstatt se reuniram hoje para uma celebração semelhante. Tal como aqui, em toda a parte a mesma singeleza da forma exterior, a mesma espontaneidade, a mesma originalidade, a alternância entre gracejos e elementos mais sérios&#8230;. O pequeno Santuário esteve no centro da celebração. Eu me alegro por terem feito tudo tão belamente, representando de forma tão singela e bonita o Ofício de Schoenstatt. Sim, a Capelinha é o lugar predileto da querida Mãe de Deus. Esta realidade já se comprovou muitas vezes. Toda a história é uma única prova de que a Mãe de Deus escolheu este lugarzinho como seu lugar predileto. Ela quer manifestar aqui de modo especial suas glórias”.</p>
<p><strong>Qual é o dia do seu onomástico?</strong></p>
<p>Hoje celebramos o onomástico do Fundador, que é também um convite à santidade. Para descobrir o dia do santo que leva o seu nome, há várias ferramentas de busca na internet. Se, porém, perceber que não há um santo com o mesmo nome que você, o desafio chama: é hora de ser esse santo para o mundo.</p>
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		<title>16 de março: O Brasil acolhe o Pai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 03:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Chegada]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Primeira visita do Pe. Kentenich ao Brasil: experimentar as glórias de Maria neste país Era 16 de março de 1947. Em torno do meio-dia, a Ir. M. Norberta Schulte [1] esperava a chegada de um voo vindo de Roma. Os aviões, naquela época, já aterrissavam no atual aeroporto internacional do Rio de Janeiro, mas com&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="31699" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/12/05/santidade-na-torcida-para-o-brasil/pai-brasil-jk/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/06/pai-brasil-jk.jpg" data-orig-size="600,527" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai brasil jk" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/06/pai-brasil-jk-300x264.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/06/pai-brasil-jk.jpg" class="aligncenter wp-image-31699 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/06/pai-brasil-jk.jpg?resize=600%2C527" alt="" width="600" height="527" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/06/pai-brasil-jk.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/06/pai-brasil-jk.jpg?resize=300%2C264&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeira visita do Pe. Kentenich ao Brasil: experimentar as glórias de Maria neste país</p>
<blockquote><p><em>Era 16 de março de 1947. Em torno do meio-dia, a Ir. M. Norberta Schulte <a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></em><em> esperava a chegada de um voo vindo de Roma. Os aviões, naquela época, já aterrissavam no atual aeroporto internacional do Rio de Janeiro, mas com uma pequena diferença: a Ilha do Governador não estava ligada com a cidade, como hoje, por uma ponte. Por isso os passageiros eram levados de lá para a terra firme em uma pequena embarcação.</em></p>
<p><em>Ir. M. Norberta estava colocada num lugar de onde tinha uma boa visão para o mar. Fazia 12 anos que ela não o via! Como ele estaria? A embarcação havia chegado. O que Ir. M. Norberta viu primeiro foi a barba do Pe. Kentenich. Quanta alegria ao vê-lo sair da barca, ereto, tirar o chapéu e saudá-la! <a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[2]</a></em></p></blockquote>
<p>Jaqueline Montoya – É assim, como conta este breve relato, que se deu chegada do Pe. José Kentenich em terras brasileiras, em 1947. O momento tão ansiado marcava a primeira das dez visitas do fundador ao país. No Brasil, 12 Irmãs de Maria já trabalhavam pela Obra de Schoenstatt desde 1935 e aguardavam pelo tão esperado reencontro.</p>
<p>Tendo desembarcado no Rio, o fundador pernoitou na cidade, no Convento Santo Antonio. Nesta mesma noite conversou com a comunidade dos padres franciscanos acerca da situação da Alemanha. Na manhã seguinte, às 6 horas, pegou um avião rumo a Porto Alegre/RS, juntamente com Ir. M. Norberta. Chegaram pelas 12 horas. A continuação da viagem, novamente, se deu na manhã seguinte. Foram mais de oito horas de trem até Santa Maria/RS, onde o Pe. Máximo Trevisan e algumas Irmãs de Maria de Schoenstatt o esperavam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Experimentar as glórias da Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt</strong></p>
<p>No dia 18 de março, o Pai se dirige oficialmente à Família de Schoenstatt reunida em Santa Maria/RS. Em sua primeira fala registra o conhecido discurso “Vim experimentar aqui as magnificências da Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt!”. Suas palavras proféticas ressoam ainda hoje em nós. Podemos refletir: seria possível, nos tempos atuais, dizermos que podemos experimentar as magnificências da Mãe em nossa pátria?</p>
<p>Seu discurso segue “Em todo lugar onde houver filhos de Schoenstatt que se consagrem à Mãe de Deus, esta aliança é renovada. Será que também a Mãe de Deus se glorificou? Será que também aqui ela conservou sua fidelidade à Aliança? [&#8230;] Temos a tarefa de representar aqui no país o tipo genuíno do homem novo. Deste modo, a Mãe de Deus quer glorificar-se”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por um Brasil Tabor, uma nova terra mariana</strong></p>
<p>Tomando como foco a mensagem do Fundador, devemos nos avaliar: Somos capazes de ser os homens novos genuínos, construtores da nova terra mariana, onde a Mãe resplandece suas glórias? A nova terra só será conquistada por meio da ação, da fidelidade à Aliança de Amor. A Mãe precisa de instrumentos para cumprir sua tarefa.</p>
<p>O Brasil Tabor que queremos construir é é descrito no “Hino da minha Terra” (RC 600). Expressa a urgência pela construção duma nova sociedade em nossa pátria, um novo Brasil. Também expressa a dimensão mariana da nossa missão e da nossa projeção missionária permanente. Ao transfigurar a realidade estaremos tornando realidade o Schoenstatt em saída. Estamos em saída para transformar o mundo, o Brasil em nova terra de Maria”.</p>
<p>Precisamente, no decorrer de suas visitas ao país, o Pai descreve aos brasileiros o Hino da Minha Terra, além de aprofundar o ideal do Brasil como Tabor. Em sua última mensagem ao país, em 31 de maio de 1967, por ocasião do lançamento da Pedra Fundamental do Santuário da Vila Mariana/SP, o Pai diz “O Brasil, o mundo todo, um Tabor de nossa Mãe de Schoenstatt. Cuidaremos que não somente nossa pequena Família, mas o Brasil todo, sim, grande parte do mundo – até podemos crer que o mundo inteiro, um dia, se tornará o Tabor de nossa Mãe e Rainha de Schoenstatt”.</p>
<p>Poderíamos também dizer: o Brasil, o mundo todo – Uma terra mariana!</p>
<p>Cabe somente a nós levar este sonho adiante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências:<br />
&#8211; http://www.schoenstatt.org.br/2017/03/16/um-sonho-que-se-tornou-realidade/<br />
&#8211; Tabor: Missão para o Brasil – Herança Tabor 1, Pe. José Kentenich</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Uma das 12 primeiras Irmãs enviadas ao Brasil e superiora da missão brasileira</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[2]</a> Com base no material coletado para Celebração dos 70 anos da primeira visita do Pe. Kentenich ao Brasil, Rio de Janeiro, 16 de março de 2017</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(Artigo publicado em 2019)</p>
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		<title>Rumo ao Brasil: Malas prontas, é hora de embarcar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 10:00:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil tabor]]></category>
		<category><![CDATA[Família Tabor]]></category>
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					<description><![CDATA[Ele vem para o Brasil! Karen Bueno – No dia seguinte a audiência com o Papa Pio XII, o Pe. José Kentenich parte, de Roma, para sua primeira grande viagem a outro continente. Seu destino? A América do Sul, o Brasil. Era o dia 15 de março de 1947 quando ele embarcava rumo ao Rio&#8230;]]></description>
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<p>Karen Bueno – No dia seguinte a audiência com o Papa Pio XII, o Pe. José Kentenich parte, de Roma, para sua primeira grande viagem a outro continente. Seu destino? A América do Sul, o Brasil. Era o dia 15 de março de 1947 quando ele embarcava rumo ao Rio de Janeiro, com escala em Lisboa/Portugal e Recife/PE, numa viagem de 30 horas de voo.</p>
<p>Quando ele chega, algumas de suas primeiras palavras confessam: <em>“Vim contemplar aqui as glórias da querida Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt”.</em></p>
<h2><strong>Que glórias ele pode contemplar?</strong></h2>
<p>Suas palavras se estendem à atual geração. Que glórias da MTA o Pai e Fundador pode contemplar hoje?</p>
<p>O Movimento Apostólico de Schoenstatt se restringia a pequenos grupos no interior do Rio Grande do Sul e Paraná. Mas a missão é grande demais para ficar concentrada em pequenos círculos, por isso o Pe. Kentenich estimulava: <em>“Nossa tarefa é anunciar ao mundo a mensagem de Schoenstatt, levar a MTA ao povo. Não podemos trabalhar apenas com contribuições silenciosas para o Capital de Graças, precisamos também anunciar Schoenstatt. Qual é a mensagem de Schoenstatt? É a mensagem da Aliança de Amor, a mensagem da fé na Providência, a mensagem da fé na missão”</em> (5 de maio de 1947, Santa Cruz do Sul/RS).</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<p>Se chegasse ao Brasil neste ano, uma das principais glórias que o Pai poderia contemplar consiste justamente em “levar a MTA ao povo”. Conforme as estatísticas, bem mais do que 4 milhões de famílias recebem a visita da Mãe Peregrina de Schoenstatt. Segundo esses cálculos, aproximadamente um a cada sete católicos acolhe a Mãe e Rainha regularmente em suas casas, incluindo presídios, escolas, comércios, paróquias, enfermos&#8230;</p>
<p>Em 1947, grande era a empolgação para o lançamento da pedra fundamental do primeiro Santuário de Schoenstatt no Brasil. Hoje são 23 Santuários da Mãe e Rainha. Os ramos e comunidades da Obra reúnem milhares de pessoas no Brasil. Cada Santuário recebe incontáveis peregrinos diariamente – só no Santuário de Atibaia/SP, passa bem mais de 100 mil pessoas por ano.</p>
<p>Em algumas de suas palestras e conferências, o Pai e Fundador dizia que a glória da Mãe de Deus é a transformação de seus filhos em Cristo, em outras palavras, é a santidade. Assim, alguns &#8216;filhos santos&#8217; do Tabor, considerados modelos para o Movimento, são expressão dessas glórias. Alguns exemplos saltam aos olhos, como o Diác. João <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/joao-luiz-pozzobon/">Luiz Pozzobon</a>, Francisco <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/francisco-ziober/">Ziober</a>, <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/ir-m-teresinha-gobbo/">Ir. M. Teresinha</a> Gobbo, Lenir <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/lenir-bavoso/">Bavoso</a>, <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/leonor-tarifa-gavilan/">Leonor</a> Tarifa Gavilan, Maria <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/maria-regina-tokano/">Regina</a> Tokano, Paulo <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/paulo-tochetto-oliveira/">Tochetto</a>, Padres <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/pe-celestino-andre-trevisan/">Celestino</a> e Máximo <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/pe-maximo-trevisan/">Trevisan</a>, e tantos outros cujos nomes são conhecidos ou permanecem ocultos, mas que deram sangue e vida para que a mensagem da Aliança fosse semeada.</p>
<h2><strong>Que glórias ele pode contemplar?</strong></h2>
<p>Há muitas outras “glórias” que o Pai pode descobrir no Brasil e ainda há muito por fazer. Mas essa pergunta se dirige também a cada filho de Schoenstatt hoje. Que glórias ele pode contemplar em sua vida pessoal? Na véspera do dia em que celebramos a sua chegada do Pai ao país, é uma boa ocasião para recordar as glórias pessoais conquistadas e aquelas que ainda são almejadas.</p>
<p>O futuro da Obra e o anúncio da mensagem da Aliança dependem das glórias que os filhos de Schoenstatt permitem que a MTA opere em suas vidas. O Pai chega para contemplar também nossas glórias pessoais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-size: 10pt;">(Texto atualizado em março de 2026)</span></em></p>
<p>[/read_more]</p>
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