<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>20 de janeiro &#8211; Schoenstatt</title>
	<atom:link href="https://schoenstatt.org.br/tag/20-de-janeiro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://schoenstatt.org.br</link>
	<description>Movimento Apostólico de Schoenstatt</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Jan 2026 00:44:20 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/logoSchoenstatt-150x150.png</url>
	<title>20 de janeiro &#8211; Schoenstatt</title>
	<link>https://schoenstatt.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">115420531</site>	<item>
		<title>Em busca da liberdade interior com o Pai</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2026/01/20/em-busca-da-liberdade-interior-com-o-pai/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2026/01/20/em-busca-da-liberdade-interior-com-o-pai/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 03:40:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[irma petra]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Padre José Kentenich]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=25269</guid>

					<description><![CDATA[&#160; “Vou lhes contar como o Pai me ensinou a discernir para tomar uma decisão válida. São cinco elementos&#8230;”. Assim Ir. M. Petra Schnuerer começa narrando uma das muitas experiências que guarda dos três anos em que foi secretaria do Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, durante os anos do exílio em Milwaukee/EUA. Para ajudá-la&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" data-attachment-id="21919" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/01/20/como-viver-o-20-de-janeiro-hoje/pai-kentenich-jk-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg" data-orig-size="600,361" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai-kentenich-jk" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk-300x181.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg" class="aligncenter wp-image-21919 size-full" title="Foto: Arquivo histórico" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg?resize=600%2C361" width="600" height="361" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg?resize=300%2C181&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Vou lhes contar como o Pai me ensinou a discernir para tomar uma decisão válida. São cinco elementos&#8230;”.</em></p>
<p>Assim Ir. M. Petra Schnuerer começa narrando uma das muitas experiências que guarda dos três anos em que foi secretaria do Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, durante os anos do exílio em Milwaukee/EUA.</p>
<p>Para ajudá-la a decidir-se livremente sobre um ato, o Pai a acompanhou numa experiência, que ela recorda:</p>
<blockquote><p>Ele disse: <em>‘Vamos fazer uma coisa, parece que você sabe o que quer, mas não sabe o que Deus quer’. </em>Ele me deu uma folha de papel em branco e dobrou-a ao meio. Então abriu a mesma e seguiu dizendo: <em>‘Olhe, aqui há um lado esquerdo e um lado direito. Bom, no lado esquerdo você escreverá, muito honestamente, todas as razões a favor de seu plano, mas com muita sinceridade. Então depois seguirá com o lado direito e vai escrever todas as razões contrárias ao seu plano, também de maneira bem sincera. Mais tarde falaremos do assunto. Você sabe o que quer, mas não sabe o que Deus quer, então agora lhe daremos a oportunidade de que Ele nos diga o que quer. Não falaremos mais nisso, rezaremos muito e você dormirá três noites, pensará muito e depois de três dias voltaremos a falar do assunto’.</em><br />
Assim foi e depois de três dias ele me fez perguntas sobre tudo que é imaginável”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algum tempo depois, Ir. M. Petra questionou o Pai e Fundador sobre esse processo de discernimento, sobre os passos necessários para se chegar a uma conclusão livre e autêntica. Ela conta:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Há cinco passos, um para cada dedo da mão. São fáceis de recordar e são os seguintes:</p>
<p>1. Tem que ter um impulso, um desejo do coração ou uma necessidade, algo que inicie um processo;<br />
2. Uma visão realista da situação concreta. Não ficar “nas nuvens”, porque é aqui que se demonstra a vontade de Deus.<br />
3. Três dias de silêncio sobre o assunto. Dormir três noites (é interessante, quem sabe um pouco de psicologia entende o porquê). Rezar e pensar muito.<br />
4. Depois de três dias, conversar com uma pessoa madura, de confiança.<br />
5. Tomar a decisão livremente e, conhecendo todos os lados, estar disposto a assumir todas as suas consequências.</p>
<p>Essa é a mentalidade do Pai, que quer educar personalidades com capacidade de decidir-se e não atuar simplesmente pelo impulso do coração.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Milwaukee – Um momento Culminante na Fundação de Schoenstatt – Conferências da Ir. Petra no Chile – Abril de 2003. Editorial Schoenstatt. Santiago/Chile. 1ª edição.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2026/01/20/em-busca-da-liberdade-interior-com-o-pai/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">25269</post-id>	</item>
		<item>
		<title>20 de Janeiro: Liberdade-sofrimento</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2026/01/20/20-de-janeiro-liberdade-sofrimento/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2026/01/20/20-de-janeiro-liberdade-sofrimento/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 03:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[dachau]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://schoenstatt.org.br/?p=60752</guid>

					<description><![CDATA[O que a decisão do Pe. José Kentenich nos ensina hoje Ana Beatriz Biagioli Manoel Suzan* &#8211; O 20 de janeiro de 1942 ocupa um lugar central na história de Schoenstatt. Mais do que recordar um acontecimento do passado, esta data nos convida a assumir uma atitude interior: viver na confiança divina, especialmente quando a vida&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60756" style="width: 779px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-60756" data-attachment-id="60756" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/01/20/20-de-janeiro-liberdade-sofrimento/dachau-foto-kickner-imago/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Dachau-Foto-Kickner-IMAGO.jpg" data-orig-size="1024,448" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Dachau &amp;#8211; Foto Kickner IMAGO" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;(Foto: Foto: Kickner/IMAGO via dw.com)&lt;/p&gt;
" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Dachau-Foto-Kickner-IMAGO-300x131.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Dachau-Foto-Kickner-IMAGO.jpg" class=" wp-image-60756" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Dachau-Foto-Kickner-IMAGO.jpg?resize=769%2C336&#038;ssl=1" alt="" width="769" height="336" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Dachau-Foto-Kickner-IMAGO.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Dachau-Foto-Kickner-IMAGO.jpg?resize=300%2C131&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Dachau-Foto-Kickner-IMAGO.jpg?resize=768%2C336&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /><p id="caption-attachment-60756" class="wp-caption-text">(Foto: Foto: Kickner/IMAGO via dw.com)</p></div>
<p><em>O que a decisão do Pe. José Kentenich nos ensina hoje</em></p>
<p>Ana Beatriz Biagioli Manoel Suzan* &#8211; O 20 de janeiro de 1942 ocupa um lugar central na história de Schoenstatt. Mais do que recordar um acontecimento do passado, esta data nos convida a assumir uma atitude interior: viver <em>na confiança divina</em>, especialmente quando a vida se apresenta como uma noite escura, marcada pelo sofrimento, pela incerteza e pela perda de garantias humanas.</p>
<p>Este Marco da história de Schoenstatt revela algo profundamente humano e, ao mesmo tempo, profundamente cristão: liberdade e sofrimento caminham juntos. A forma como respondemos ao sofrimento revela o grau de nossa liberdade interior &#8211; aquela liberdade última &#8211; e o nível da nossa confiança em Deus.</p>
<h3><strong>Enlaçamento de destinos</strong></h3>
<p>No 20 de janeiro, Pe. Kentenich nos mostra, de modo concreto, o entrelaçamento de destinos entre ele e a Família espiritual. Sua decisão não dizia respeito apenas à própria vida, mas ao futuro do Movimento Apostólico de Schoenstatt e de suas comunidades.</p>
<p>Toda existência humana se caracteriza por sua autotranscedência, isto é, está sempre orientada para algo ou alguém que não é a própria pessoa. Somente transcendendo a si mesma, a pessoa humana se realiza plenamente: Tendo algo a realizar, um Deus a quem servir ou alguém a quem amar. Uma vida gasta por amor não é perda, mas plenitude.</p>
<h3><strong>O que é ser livre</strong></h3>
<p>Nesse sentido, Pe. Kentenich nos ensina que ser livre não é agir isoladamente, mas assumir livremente a responsabilidade diante de Deus e dos outros. A liberdade verdadeira compromete, desperta o sentimento de pertença e gera corresponsabilidade. Liberdade é a capacidade de escolher e de se posicionar diante da vida que nos convoca. É fazer o que deve ser feito, ainda que custe, porque diante de uma situação concreta, a vida pede uma resposta e existe uma resposta justa a ser dada.</p>
<p>Ao recusar o caminho da liberdade exterior, ou seja, de não ir para o campo de concentração, Pe. Kentenich não escolheu o sofrimento por si mesmo. Ele aceitou um sofrimento inevitável, reconhecendo que há situações da vida, que não podem ser mudadas. Quando as circunstâncias não mudam e se tornam difíceis ou até lacerantes, a pergunta decisiva deixa de ser <em>“como sair disso?”</em> e passa a ser: como posso me posicionar diante disso? Que atitude devo tomar? Que resposta sou chamado a dar?</p>
<p>Essa postura não nega a dor nem a espiritualiza de forma superficial. Pelo contrário, ela transforma o sofrimento em oportunidade de amadurecimento pessoal, integrando todas as dimensões da pessoa humana.</p>
<h3><strong>O sentido do sofrer: Victor Frankl</strong></h3>
<p>Viktor Frankl, também sobrevivente dos campos de concentração, era psiquiatra e neurologista, fundador da Logoterapia, a terceira escola vienense de psicoterapia, centrada no sentido, nos ajuda a compreender essa dinâmica. Frankl mostra que o ser humano é, por natureza, orientado à realização do sentido e à efetivação de valores, inclusive diante do sofrimento.</p>
<p>Por meio da Tese do Otimismo Trágico, ele afirma que sofrimento, culpa e morte fazem parte da condição humana: “Nenhum de nós está livre de ser confrontado com o sofrimento inelutável, com a culpa incontornável e com a morte inescapável.”</p>
<p>E, apesar desses aspectos trágicos da existência, ele lança a pergunta decisiva: como ainda podemos dizer ‘sim’ à vida? Frankl nos ensina que é possível encontrar sentido mesmo diante do sofrimento inevitável e nos oferece uma formulação clara:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>Sofrimento – sentido = desespero</strong><br />
<strong>Sofrimento + sentido = sacrifício</strong></p>
</blockquote>
<h3><strong>Liberdade e responsabilidade</strong></h3>
<p>Essa compreensão acima ilumina profundamente o 20 de janeiro. Pe. Kentenich não negou o sofrimento. Ele o <strong>acolheu a partir de uma confiança maior</strong>, unindo-o livremente à vontade de Deus. Assim, o sofrimento deixa de ser apenas algo que acontece e passa a ser algo <strong>assumido em liberdade</strong>.</p>
<p>Aceitar o sofrimento inevitável da vida não é passividade, mas <strong>liberdade com responsabilidade</strong>: a liberdade de responder ao chamado que a vida, Deus por meio dela, nos faz.</p>
<p>No 20 de janeiro, liberdade e responsabilidade aparecem inseparáveis. Pe. Kentenich, em plena liberdade interior, respondeu ao que a vida lhe exigia naquele momento histórico concreto. Ele não escolheu o sofrimento, mas escolheu <strong>não fugir da missão</strong>. Essa resposta transforma a dor em caminho de <strong>fecundidade espiritual</strong>.</p>
<h3><strong>A escolha é pessoal</strong></h3>
<p>A vida não nos pergunta o que gostaríamos que acontecesse, mas quem escolhemos ser diante do que acontece. “Na confiança divina,” assim Pe. Kentenich denomina o 20 de janeiro. Ele insistiu que, ao analisarmos os fatos ocorridos nesse dia, em 1942, não devemos colocar no centro a atuação humana, mas a atuação divina. O pequeno “sim” humano torna-se condição para uma grande ação de Deus. A Carta Branca e a Inscriptio expressam essa maturidade da Aliança de Amor: uma entrega total e confiante, que aceita a cruz como caminho de fidelidade.</p>
<p>O 20 de janeiro nos ensina que Pe. Kentenich, em liberdade, respondeu ao sofrimento inevitável da vida com confiança filial em Deus e na Mãe de Deus, transformando a dor em missão fecunda e tornando viva a Aliança de Amor no grau da Inscriptio.</p>
<h3><strong>Aplicação na minha vida</strong></h3>
<p>Hoje, esse marco da história continua a nos interpelar:</p>
<p>&#8211; Vivemos o sofrimento como desespero ou como sacrifício? respondemos à vida com liberdade e responsabilidade ou fugimos?</p>
<p>Viver na <em>confiança divina</em> é um chamado exigente, pois nos tira do controle, que pensamos ter, e nos coloca na lógica da entrega. Isso é profundamente libertador, porque nos permite responder à vida com liberdade interior, mesmo quando o caminho passa pela cruz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h3><strong>Escolha duas dessas perguntas para refletir<br />
</strong></h3>
<ol>
<li>Como compreendo hoje a liberdade: como autonomia pessoal ou como responsabilidade assumida?</li>
<li>Minhas escolhas têm levado em conta apenas meu bem-estar ou também o bem do outro?</li>
<li>Onde sou chamado(a) a viver uma liberdade mais comprometida?</li>
<li>Que sofrimentos inevitáveis fazem parte da minha vida hoje?</li>
<li>Costumo lutar contra o que não posso mudar ou consigo assumir com serenidade?</li>
<li>O que significa, concretamente, aceitar sem desistir?</li>
<li>Já vivi sofrimentos que me levaram ao desespero? Por quê?</li>
<li>O que muda quando encontro sentido em um sofrimento?</li>
<li>Há algo que hoje posso oferecer como sacrifício confiado a Deus?</li>
<li>Em que sinto que a vida me pede uma resposta mais madura?</li>
<li>Em que situações tenho adiado decisões por medo do sofrimento?</li>
<li>O que significa, para mim, responder à vida com liberdade e responsabilidade?</li>
<li>Em quais áreas da minha vida ainda busco mais controle do que confiança?</li>
<li>O que hoje me impede de viver uma entrega mais plena?</li>
<li>Qual passo concreto de confiança posso dar nesta semana?</li>
</ol>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Ana Beatriz Biagioli Manoel Suzan é logoterapeuta e pertence à União de Famílias de Schoenstatt.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2026/01/20/20-de-janeiro-liberdade-sofrimento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>4</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">60752</post-id>	</item>
		<item>
		<title>20 de Janeiro de 1942: Filialidade Heroica vivida</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2026/01/17/20-de-janeiro-de-1942-filialidade-heroica-vivida/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2026/01/17/20-de-janeiro-de-1942-filialidade-heroica-vivida/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2026 03:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[coroaçao]]></category>
		<category><![CDATA[Filialidade Heroica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=25287</guid>

					<description><![CDATA[&#160; &#160; Uma decisão para o Tabor. Ir. M. Rosequiel Fávero – A Família de Schoenstatt celebra, no dia 20 de janeiro, um marco de sua história: a decisão do Pe. José Kentenich de renunciar à possibilidade de não ser enviado para o Campo de Concentração de Dachau. Ao comentar este fato, nosso Pai e Fundador&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_25288" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-25288" data-attachment-id="25288" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/01/17/20-de-janeiro-de-1942-filialidade-heroica-vivida/brasil-tabor-mae/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/brasil-tabor-mae.jpg" data-orig-size="600,394" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;3.2&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX1&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1473246573&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;8&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.02&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="brasil tabor mae" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/brasil-tabor-mae-300x197.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/brasil-tabor-mae.jpg" class="wp-image-25288 size-full" title="Foto: Ir. M. Nilza Pereira da Silva" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/brasil-tabor-mae.jpg?resize=600%2C394" width="600" height="394" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/brasil-tabor-mae.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/brasil-tabor-mae.jpg?resize=300%2C197&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-25288" class="wp-caption-text">Rainha da Filialidade Heroica coroada em Santa Maria/RS</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma decisão para o Tabor.</p>
<p>Ir. M. Rosequiel Fávero – A Família de Schoenstatt celebra, no dia 20 de janeiro, um marco de sua história: a decisão do Pe. José Kentenich de renunciar à possibilidade de não ser enviado para o Campo de Concentração de Dachau. Ao comentar este fato, nosso Pai e Fundador sempre ressaltou que a grandeza do 20 de Janeiro não estava no ato em si, que equivalia – praticamente – a caminhar deliberadamente para uma morte quase certa no campo de extermínio, mas sim na busca e decisão livre pela vontade de Deus, mesmo que ela incluísse o caminho mais difícil.</p>
<p>No Brasil, Pe. Kentenich coroa a Mãe como Rainha da Filialidade Heroica – o Pai e Fundador a coroou no Santuário Tabor, em Santa Maria/RS, no dia 20 de agosto de 1949. Com muitas visitas que ele realizou ao país, temos a grande alegria de possuir algumas palestras do Pe. Kentenich no Brasil, em que ele fala sobre o significado do 20 de Janeiro. Esses textos encontram-se na coletânea ‘Brasil Tabor’. No terceiro livro desta série, nosso Pai e Fundador fala sobre o tema, nos retiros em preparação à coroação da Mãe de Deus como Rainha da Filialidade Heroica.</p>
<h3><strong>Com o 20 de Janeiro se vive o Tabor</strong></h3>
<p>O Pai explica que a <em>“filialidade é o elemento essencial de nossa espiritualidade”</em> (Brasil Tabor 3, p. 35) e apresenta a filialidade heroica como meta da ação educadora de Maria, no Santuário. Jesus, o ‘Filho amado do Pai’, assim proclamado no Jordão e no Tabor, é o Filho heroico, nosso ideal de vida, que sempre buscou ouvir e realizar a vontade do Pai.</p>
<p>A filialidade em grau heroico está intimamente ligada à Fé Prática na Divina Providência. Significa crer que Deus fala conosco, expressa a sua vontade por meio dos acontecimentos do dia a dia e busca dar-lhe a resposta em nossa vida. Pe. Kentenich nos diz: <em>“Qual é a resposta da vida? Filialidade heroica! O elemento essencial de nossa espiritualidade é a filialidade, que responde à fé na Providência. Devem ter clareza a este respeito. Viver a fé na Providência exige ousadia da inteligência, da vontade e do coração. É preciso ousadia para decifrar a vontade de Deus”</em> (Brasil Tabor 3, 74).</p>
<p>Referindo-se ao acontecimento de 20 de janeiro de 1942, Pe. Kentenich afirmou repetidas vezes que foi ‘ousado’, e que a partir dele aprendera mais profundamente a ‘ousadia na fé’: <em>“Já tive ocasião de lhes dizer porque sou tão ousado. Por minha singela fé, a partir de 20 de janeiro de 1942 (&#8230;) sinto-me como um equilibrista sobre a corda, mas com singular confiança. (&#8230;) O meu cálculo (no 20 de janeiro) era sempre: já te desprendeste inteiramente&#8230;? Então está tudo certo. Deus pode atuar. Se Deus quer assim, eu também o quero. Não por mim, não pela minha vitória, quero somente o que Ele quer”</em> (Brasil Tabor 3,72 e 73).</p>
<h3><strong>Quero somente o que Ele quer</strong></h3>
<p>No dia da coroação da Mãe de Deus como Rainha da Filialidade Heroica, em 20 de agosto de 1949, Pe. Kentenich explica: <em>“(Esta) não é uma coroação no sentido comum. É a coroação da Mãe de Deus como Rainha da Filialidade Heroica. Esta coroação é para nós símbolo do 20 de Janeiro de 1942, é símbolo da filialidade heroica. (&#8230;) Recordem 1942. Havia grande perigo que o diretor (o próprio Pe. Kentenich!) morresse de uma morte gloriosa ou inglória. De certo modo, ele tinha nas mãos o meio para alcançar a liberdade. Mas não quis libertar-se, quis desfazer o problema somente pela confiança no poder do amor de Deus e da Mãe de Deus. Eles deviam conduzir a Família (de Schoenstatt) através de todas as dificuldades, no confronto com a onipotência do Estado. O único meio era a filialidade heroica”</em> (Brasil Tabor 3, 84).</p>
<p>O que nos diz hoje essa reflexão, como filhos de Schoenstatt do Brasil? Como aconteceu no contexto de guerra, foi a filialidade heroica o caminho para nosso Pai e Fundador e para os nossos irmãos na Aliança. Da mesma forma, hoje nós somos chamados a seguir os seus passos. Se nosso Pai e Fundador coroou, aqui no Brasil e para o Brasil, a Maria como Rainha da Filialidade Heroica, nossa Mãe tem uma missão especial para conosco: educar-nos, na graça da Aliança de Amor, como filhos heroicos do Tabor. Como filhos sempre atentos à voz de Deus nos acontecimentos da vida, buscamos sempre descobrir e realizar a sua vontade.</p>
<p>Que nossa Mãe e Rainha nos conceda a todos esta graça!</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2026/01/17/20-de-janeiro-de-1942-filialidade-heroica-vivida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>3</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">25287</post-id>	</item>
		<item>
		<title>O ‘20 de janeiro’ e a missão de ser protagonista</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2026/01/15/o-20-de-janeiro-e-a-missao-de-ser-protagonista/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2026/01/15/o-20-de-janeiro-e-a-missao-de-ser-protagonista/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 05:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[protagonista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=29841</guid>

					<description><![CDATA[&#160; “Ser protagonistas é fazer o que Jesus fez. Onde quer que estejas, com quem quer que te encontres e seja a hora que for: Que faria Jesus no meu lugar?” (Papa Francisco). Karen Bueno – Certa vez, no encontro com os jovens no Chile, o Papa Francisco os incentivou a arriscar, a correr riscos,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="22646" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/01/16/20-de-janeiro-um-marco-atual/irnilza_dachau_2011-182/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg" data-orig-size="600,321" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="irnilza_dachau_2011-182" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182-300x161.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg" class="aligncenter wp-image-22646 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?resize=600%2C321" alt="" width="600" height="321" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?resize=300%2C161&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Ser protagonistas é fazer o que Jesus fez. Onde quer que estejas, com quem quer que te encontres e seja a hora que for: Que faria Jesus no meu lugar?”</em> (Papa Francisco).</p>
<p>Karen Bueno – Certa vez, no encontro com os jovens no Chile, o Papa Francisco os incentivou a arriscar, a correr riscos, a serem corajosos, <em>“para que se sintam e sejam protagonistas no coração da Igreja”.</em> No dia 20 de janeiro, a Família Internacional de Schoenstatt recorda seu <a href="https://wp.me/p7Oi9t-69k">segundo Marco Histórico</a> que levou, como consequência, o Pe. José Kentenich a ser prisioneiro do regime nazista no campo de concentração de Dachau.</p>
<p>É interessante notar que Dachau era justamente uma prisão para personalidades protagonistas, para pessoas capazes de influenciar muitas outras ou que se importavam muito em transformar o mundo e a realidade social, como era caso do Dr. Friedrich Kühr. Esse foi o primeiro campo de concentração criado pelos nazistas e, como estratégia de guerra, prendiam-se ali todos aqueles que se mostravam resistentes ao regime e poderiam atrapalhar os planos de Hitler: sacerdotes, bispos, políticos, artistas, pessoas influentes que se posicionavam contra a ideologia do governo.</p>
<p>Assim era o Pe. José Kentenich, um protagonista da história, porque permitia que Deus o conduzisse conforme seus planos: é isso que ocorre no dia 20 de janeiro de 1942 e tal atitude o leva ao cárcere.</p>
<p>Mesmo como prisioneiro, o Pai e Fundador não deixou que lhe roubassem a liberdade, tomando as rédeas da própria vida. Isso fica muito marcado na história, tão conhecida, de quando um oficial exige que ele lave sua bicicleta, porém o Pe. Kentenich responde que não a lavará porque se exige isso dele, mas porque ele quer fazer isso livremente – a partir daí ambos se tornam grandes amigos. Uma verdadeira atitude de protagonista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/250653097" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dentro da prisão, não faltaram oportunidades para o Pai e Fundador se colocar como “sal da terra e luz do mundo”: quando as luzes se apagavam e os olhares dos oficiais se desviavam, grandes sonhos eram planejados às escondidas, no silêncio do cárcere e no ritmo do coração de Deus. Também na convivência com os demais prevalecia o exemplo de vida, como quando deva seu alimento aos companheiros de prisão.</p>
<p>A Família de Schoenstatt do Brasil, com o desejo de ser protagonista e formar aqui uma nova terra mariana, tem a uma grande inspiração hoje no seu Pai e Profeta. Um passo importante para transformar o mundo é esse que o Pe. Kentenich deu na data do Segundo Marco Histórico: deixar-se mover pelo Espírito Santo, ouvir seus acenos para ter atitudes concretas segundo a vontade de Deus.</p>
<p>O dia 20 de janeiro recorda que ser protagonista traz riscos e consequências, que a missão pode exigir um “salto mortal atrás de outro”, mas que no final tudo vale a pena, porque a Mãe e Rainha está junto e sempre acompanha seus filhos, porque Deus nos ama e não pediria nada que não fosse o melhor para cada um. <em>“Todos os problemas são solucionados a partir do alto e nós temos apenas a única tarefa de nos abandonarmos singelamente ao Deus Trino, na Mãe de Deus”</em> (Pe. José Kentenich, 2ª Palestra da Semana de Outubro, 16.10.1947).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Ir. M. Nilza Pereira da Silva</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2026/01/15/o-20-de-janeiro-e-a-missao-de-ser-protagonista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">29841</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Há escolhas na vida que exigem coragem</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2025/01/29/ha-escolhas-na-vida-que-exigem-coragem/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2025/01/29/ha-escolhas-na-vida-que-exigem-coragem/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 09:30:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Campo de Concentração]]></category>
		<category><![CDATA[dachau]]></category>
		<category><![CDATA[José Kentenich]]></category>
		<category><![CDATA[segundo marco historico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://schoenstatt.org.br/?p=44710</guid>

					<description><![CDATA[&#160; Por que vale a pena escolher o caminho que Deus indica, apesar do sofrimento? Romulo Romanato – Pe. José Kentenich foi avaliado superficialmente e considerado habilitado para ser transferido ao Campo de Concentração de Dachau. Entretanto, ele não tinha um pulmão, ou seja, possivelmente, em outra avaliação médica criteriosa, ele seria considerado inapto por&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44711" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-44711" data-attachment-id="44711" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/01/29/ha-escolhas-na-vida-que-exigem-coragem/lisa-van-dijk-unsplash-dachau/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/lisa-van-dijk-unsplash-dachau.jpg" data-orig-size="700,465" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="lisa-van-dijk-unsplash &amp;#8211; dachau" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/lisa-van-dijk-unsplash-dachau-300x199.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/lisa-van-dijk-unsplash-dachau.jpg" class="wp-image-44711 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/lisa-van-dijk-unsplash-dachau.jpg?resize=700%2C465&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="465" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/lisa-van-dijk-unsplash-dachau.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/lisa-van-dijk-unsplash-dachau.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-44711" class="wp-caption-text">(Foto: Lisa van Dijk, via unsplash.com)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por que vale a pena escolher o caminho que Deus indica, apesar do sofrimento?</p>
<p>Romulo Romanato – Pe. José Kentenich foi avaliado superficialmente e considerado habilitado para ser transferido ao Campo de Concentração de Dachau. Entretanto, ele não tinha um pulmão, ou seja, possivelmente, em outra avaliação médica criteriosa, ele seria considerado inapto por esse motivo e poderia ser liberado. A Família de Schoenstatt insistiu para que ele se submetesse a outro exame médico, porém, ele recusou.</p>
<h3><strong>Em 20 de Janeiro de 1942 ele disse o seguinte:</strong></h3>
<p><em>“A noite inteira lutei comigo mesmo para reconhecer a vontade de Deus. Então tive clareza. Não vou aceitar a solicitação. Se posso escolher e decidir, então, para mim deve ser a morte, algemas, e para a Família (Movimento de Schoenstatt), a liberdade. […] Assim, no dia 20 de janeiro de manhã, durante a Missa, ofereci conscientemente minha liberdade”</em> <span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></span></p>
<p>Humanamente pensando, talvez essa decisão não seria lógica, porque logo pensaríamos o quanto ele tinha ainda a fazer no Movimento e “vai se arriscar?”. Mas poucos entenderam o que estava em jogo: “a sua liberdade interior”&#8230;.o “desprendimento”&#8230;..o “adsum” tantas vezes pronunciado, que quer dizer: eis me aqui!</p>
<p>E assim ele foi transferido, da prisão de Koblenz, para o Campo de Concentração de Dachau.</p>
<h3><strong>Uma decisão que desafia a lógica</strong></h3>
<p>Em 2017, com a Márcia e nossas filhas, Gabriela e Giovanna, tivemos a oportunidade de conhecer tanto o local da prisão de Koblenz, quanto o Campo de Concentração de Dachau. São praticamente 500 km de distância um do outro, mas é como dizer a distância que separava a terra do inferno, porque aquele campo de fato era. Ali não tem como não sentir, ainda hoje, o sofrimento presente no ar e em cada centímetro de seu chão, onde correram sangue, lágrimas, suor, sofrimento puro. Nesse inferno, nosso Pai e Fundador fez o céu. Aquele 20 de janeiro possibilitou uma das experiências mais profundas no ser do Pe. José Kentenich.</p>
<p>Hoje queremos, na verdade, refletir é sobre a sua decisão. Uma decisão heroica, uma decisão contrária à lógica, uma decisão na contramão da racionalidade.</p>
<h3><strong>Nossa vida também é cheia de caminhos e decisões</strong></h3>
<p>Sabemos que não é como o mundo age, nem tampouco como a sociedade pensa. Muito pelo contrário: procurar o caminho mais fácil é sempre a primeira opção. Fazer acordos, se juntar à maioria, enfim, tudo aquilo que acabamos vendo em nosso dia a dia. O homem busca a todo instante fugir do sofrimento. Fico pensando nos milhares de profissionais de saúde que tiveram a possibilidade de se furtar de trabalhar diretamente na pandemia, mas resolveram dizer sim e, arriscando suas vidas, o fizeram para salvar outras. Talvez outros com medo, fizeram o contrário, desistiram e conseguiram se livrar desse trabalho.</p>
<p>Se pararmos para pensar, a todo momento estamos diante de um caminho com uma bifurcação: ter uma decisão baseada na fé, nas nossas convicções, ou decidir conforme o melhor de meus interesses, naquele momento.</p>
<h3><strong>O 20 de Janeiro nos desperta para algo mais nobre:</strong></h3>
<p>acreditar que Deus está no comando de tudo e que o caminho certo a seguir nem sempre será o mais fácil, mas com certeza estará em acordo com a minha consciência e com a vontade de Deus para a MINHA VIDA.</p>
<p>Esse detalhe (para a MINHA VIDA) é deveras importante: temos gente demasiadamente preocupada em convencer os outros sobre suas próprias convicções e, às vezes, de modo ignorante, na base do grito: Jamais esse é o sentido do 20 de janeiro. O que temos que pensar é que, através do “meu sim”, através da “minha decisão”, devo ser uma testemunha e muitas vezes uma testemunha anônima e que talvez ninguém saberá o porquê da decisão. Não preciso, como as vezes brincamos, me colocar em destaque, desfilar com uma melancia no pescoço, como se dizia antigamente. Nosso Fundador não fez isso, Santo não faz isso e quase ninguém soube do detalhe de sua decisão.</p>
<p>E, nesse sentido do anonimato, vamos construindo a nossa vida que, de modo orgânico, impregna os nossos semelhantes, agrega nos meios em que vivemos e contagia. É a osmose do bem, mesmo sem me dar conta, os outros, que nos observam a todo instante, são movidos, como disse, mesmo sem saber.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_22646" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-22646" data-attachment-id="22646" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/01/16/20-de-janeiro-um-marco-atual/irnilza_dachau_2011-182/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg" data-orig-size="600,321" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="irnilza_dachau_2011-182" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182-300x161.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg" class="wp-image-22646 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?resize=600%2C321&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="321" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?resize=300%2C161&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-22646" class="wp-caption-text">(Foto: Ir. M. Nilza P. da Silva)</p></div>
<h2></h2>
<h3><strong>Vamos exercitar o 20 de janeiro em nossa vida</strong></h3>
<p>Se você parar um minuto para refletir, verá que teve e terá muitas oportunidades para exercitar, em sua vida, o &#8220;20 de Janeiro&#8221;. Vou contar alguns momentos vividos, de acertos e erros, porque a vida é assim, tomamos decisões acertadas e outras nem tanto e pagamos, às vezes, um preço alto por elas.</p>
<p>Tínhamos poucos anos de casados, tivemos a nossa filha Gabriela e a padaria que tínhamos não estava bem de finanças, pois estávamos vivendo o Plano Collor, que confiscou todos os valores e foi uma recessão total. Faltava quase tudo para nós.</p>
<p>A Márcia recebeu uma proposta de ser gerente de um restaurante de <em>fast food</em> em São Paulo. Proposta salarial muito boa, que nos deixaria mais tranquilos, mas ela teria que deixar a Gabi cedinho com a mãe dela e só pegar à noite. Tinha os trabalhos de final de semana, etc&#8230;</p>
<p>Pensamos e decidimos que, apesar da melhora financeira, os transtornos que poderíamos causar na criação de nossa filha seriam de um risco grande e decidimos dizer não. Fomos bem criticados por uma parte da família, porque o pensar é sempre que “pela melhora financeira” vale qualquer sacrifício.</p>
<p>Continuamos um bom tempo com nossas dificuldades, mas depois tudo foi se acertando e depois, olhando para trás, vimos que foi a melhor decisão.</p>
<h3><strong>Um outro momento:</strong></h3>
<p>já com a empresa grande, sofremos uma fiscalização e, para livrá-la de supostas irregularidades, foi nos solicitado uma “ajuda” para que tudo fosse resolvido. Uma pressão enorme, com consequências de multa, processo, etc&#8230;.. Estava muito fácil de nos livrarmos do problema, pois era só pagar e tudo se resolveria. Eu escrevi, então, uma carta de próprio punho explicando porque não agiria daquela forma, os motivos e entreguei a ele. Até achei que ficaria sensibilizado, mas a multa veio e com tintas mais firmes, mas não teve problema não, parcelamos e pagamos. Tudo terminou bem!</p>
<p>Mais adiante tivemos a proposta de venda da Fábrica e achamos que nosso tempo de empresários tinha sido concluído&#8230;. E depois de muito pensar, vendemos&#8230; Acho até hoje que não foi a melhor decisão, porque ela estava grande e o medo de não conseguir administrar, iludidos pela independência financeira, acabamos dizendo sim (pensar no momento, fugir dos problemas).</p>
<p>Adiantou nada, porque a multinacional que comprou, depois de mudanças na sua diretoria, acabou declinando do interesse na continuidade dos produtos. No fim acabamos recomprando algumas máquinas, voltamos ao negócio e a nova fábrica já está maior do que a primeira. Ou seja, às vezes tentamos fugir dos nossos destinos, mas o bom Deus trata de nos reeducar.</p>
<p>Teria muitas outras histórias da vida real, apenas para ilustrar, pois decidir pelo certo custa muito no primeiro momento, causa muitas vezes grandes sofrimentos, mas depois colhemos bons frutos. Importante é se dar conta de que ir pelo mais fácil, pelas soluções simplistas, na maioria das vezes não termina bem e assim pagamos um preço caro. O importante é sabermos que quanto mais ligados estivermos ao bom Deus, melhor sempre será nossa decisão. Somos humanos e podemos sim errar, faz parte de nosso aprendizado e não se envergonhe disso. O passo seguinte é reconhecer o erro, tentar corrigir e seguir em frente.</p>
<p><strong>Pe. Kentenich viveu intensamente o 20 de janeiro</strong> <strong>em inúmeras situações</strong> e somente quem viveu desse modo pode nos ensinar. E ele ensina a todo instante a sermos os filhos heroicos, olhando para Jesus, olhando para nossa Mãe Santíssima.</p>
<p>Jesus Cristo foi o Filho Heroico em toda sua plenitude, pois cumpriu sua missão, cumpriu fielmente a vontade do Pai.</p>
<p>A Mãe de Deus seguiu seus passos, de modo heroicamente.</p>
<p>Vem Senhor, nos ajudar, vem Senhor nos ensinar a sermos Filhos Heroicos, como nosso Pai e Fundador o foi. Que a Mãe de Deus nos eduque nesse caminho!</p>
<p><strong>Que o 20 de janeiro seja em nós impregnado até o mais fundo do nosso ser&#8230;. Coragem!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> </span>KENTENICH, José. Livre em algemas, novena, pág. 6</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Primeira publicação: 20 de janeiro de 2021</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2025/01/29/ha-escolhas-na-vida-que-exigem-coragem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">44710</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Os dois José’s e o 20 de janeiro</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2025/01/20/os-dois-joses-e-o-20-de-janeiro/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2025/01/20/os-dois-joses-e-o-20-de-janeiro/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 09:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Padre Kentenich]]></category>
		<category><![CDATA[Sao Jose]]></category>
		<category><![CDATA[schoenstatt]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://schoenstatt.org.br/?p=44717</guid>

					<description><![CDATA[&#160; Dois pais que assumem o plano de Deus em suas vidas Ana Paula Paiva – O 20 de janeiro sempre foi um marco histórico profundo e não facilmente compreendido, uma vez que existe sempre a dificuldade de análise histórica do que foi a perseguição nazista, quanto aos motivos pelos quais ela se direcionou aos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="44718" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/01/20/os-dois-joses-e-o-20-de-janeiro/pai-jk-kentenich-11/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/pai-jk-kentenich-1.jpg" data-orig-size="694,528" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;HP pst_p02b&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1418385122&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai jk kentenich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/pai-jk-kentenich-1-300x228.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/pai-jk-kentenich-1.jpg" class="aligncenter wp-image-44718 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/pai-jk-kentenich-1.jpg?resize=694%2C528&#038;ssl=1" alt="" width="694" height="528" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/pai-jk-kentenich-1.jpg?w=694&amp;ssl=1 694w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/pai-jk-kentenich-1.jpg?resize=300%2C228&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 694px) 100vw, 694px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dois pais que assumem o plano de Deus em suas vidas</p>
<p>Ana Paula Paiva – O 20 de janeiro sempre foi um marco histórico profundo e não facilmente compreendido, uma vez que existe sempre a dificuldade de análise histórica do que foi a perseguição nazista, quanto aos motivos pelos quais ela se direcionou aos sacerdotes alemães (incluindo o fundador) e porquê o regime enxergava neles uma ameaça.</p>
<p>Sabe-se, contudo, que foi uma época muitíssimo difícil para a Obra de Schoenstatt e para toda a Igreja, além – evidente – das graves ofensas humanas e do horror da guerra. Correspondências foram interceptadas, investigações sem qualquer crivo processual levadas a efeito, prisões e consequentes encaminhamentos a campos de trabalho (e extermínio). A guerra agravou a crise econômica em toda a Europa, e toda a humanidade sofreu com a morte, com a fome e com o temor pela perda da liberdade.</p>
<p>No mesmo período em que Adolf Hitler alçava postos significativos dentro do partido e começava a vencer eleições, com discursos e narrativas absolutamente contrários à doutrina da Igreja, nosso Fundador percorria grande parte da Alemanha pregando retiros para sacerdotes diocesanos e falando, aberta e claramente, sobre os riscos do nacional-socialismo, do bolchevismo, da massificação e mecanização, bem como da absoluta importância da liberdade, da personalidade forte, da colaboração com Deus e da filialidade heroica.</p>
<p>O Fundador, certamente, incomodou. Preso pela Gestapo em Coblenza, sendo intimidado em diversas ocasiões (e tendo demonstrado profundo vigor pessoal), e lhe sendo oportunizado (por membros da Família de Schoenstatt) a utilização de um exame médico que lhe favoreceria e, provavelmente, não o levaria ao campo de trabalho (um paradoxo absolutamente bizarro pois, sob o pretexto de trabalharem, eram exterminados), o Fundador disse não. Era 20 de janeiro de 1942.</p>
<h3><strong>Vemos um José profundamente firme, corajoso, íntegro</strong></h3>
<p>Um José que sabia as consequências dos seus atos, mas ainda assim, que colocou a Providência como protagonista de sua própria história pessoal. O Fundador foi a Dachau não apenas por ele mesmo, mas por cada um de nós.</p>
<p>Temos um outro José como referência, patrono da Igreja, pai de Jesus. Um José que longe de ser aguado e pouco participativo, foi absolutamente eficiente em sua missão: corajoso, viril, protetor da Virgem Maria e do Menino Deus. São José é um grande exemplo de serviçalidade, humildade, força, silêncio, amor, entrega e fé, e o ano a ele devotado é salutar nesse tempo em que a família é duramente atacada e a autoridade paterna esquecida.</p>
<p>A Sagrada Família de Nazaré não teve uma vida simples. Em meio a uma perseguição sangrenta, São José pegou o Menino e Sua Mãe e fugiu para o Egito, proveu todo o sustento necessário à Família, garantiu segurança aos seus, valentemente confiou na Providência e seguiu Seus planos. São José é o heroico protetor da Família de Nazaré e, também, da nossa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="41094" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/05/01/sao-jose-e-o-modelo-de-trabalho-em-home-office/sao-jose-5/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/04/sao-jose.jpg" data-orig-size="700,554" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="sao jose" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/04/sao-jose-300x237.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/04/sao-jose.jpg" class="aligncenter wp-image-41094 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/04/sao-jose.jpg?resize=700%2C554&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="554" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/04/sao-jose.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/04/sao-jose.jpg?resize=300%2C237&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>E o que esses dois José’s, tão queridos por nós, têm em comum?</strong></h3>
<p>Há muito o que dizer: Nosso Fundador, José Kentenich, espelhou, em tantas importantes medidas, seu onomástico São José. Foi valente, íntegro, forte e, ao mesmo tempo, silencioso, honrado, casto e heroico. Também espelhou São José, atuando – em sua vida sacerdotal – com zelo pelas almas, as confiando à proteção de Maria – que foi a única que, realmente, o influenciou em toda sua vida, tal como o esposo castíssimo de Maria, fiel em todas as circunstâncias.</p>
<p>Que nesse ano em que nos dedicaremos a estudar mais sobre o Santo Patrono de nossa Igreja, possamos incorporar em nossa vida suas virtudes, tal como fez o Fundador da Obra de Schoenstatt, e carregar em nossa vida a integridade e firmeza que o vimos manifestar no 20 de janeiro de 1942, marco da confiança divina, da fidelidade aos planos de Deus e da integridade ante os desafios morais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em: 20 de jan de 2021</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2025/01/20/os-dois-joses-e-o-20-de-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">44717</post-id>	</item>
		<item>
		<title>20 de janeiro: liberdade na perseguição!</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2025/01/20/20-de-janeiro-liberdade-na-perseguicao/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2025/01/20/20-de-janeiro-liberdade-na-perseguicao/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 03:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Campo de Concentração]]></category>
		<category><![CDATA[dachau]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Padre José Kentenich]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=34327</guid>

					<description><![CDATA[Pe. José Kentenich na saída do Campo de Concentração de Dachau &#160; 20 de janeiro! Lutas! Perseguição!  Ir. Adriane Maria Andrade Barbosa / Ir. M. Nilza P. da Silva &#8211; Schoenstatt é considerado o inimigo “número  um” do Nacional Socialismo, sabemos disso por meio de fontes seguras, bem próximas a Hitler. Mas, por que Schoenstatt&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="34328" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/01/20/20-de-janeiro-liberdade-na-perseguicao/250592799_1f1daef19c_o/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/01/250592799_1f1daef19c_o-e1547987506606.jpg" data-orig-size="642,452" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="JK-Dachau" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/01/250592799_1f1daef19c_o-300x211.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/01/250592799_1f1daef19c_o-e1547987506606.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-34328" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/01/250592799_1f1daef19c_o-e1547987506606.jpg?resize=642%2C452" alt="" width="642" height="452" />Pe. José Kentenich na saída do Campo de Concentração de Dachau</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>20 de janeiro! Lutas! Perseguição! </strong></p>
<p>Ir. Adriane Maria Andrade Barbosa / Ir. M. Nilza P. da Silva &#8211; Schoenstatt é considerado o inimigo “número  um” do Nacional Socialismo, sabemos disso por meio de fontes seguras, bem próximas a Hitler.</p>
<p><em>Mas, por que Schoenstatt pode ser considerado tão perigoso para a polícia secreta no tempo de guerra?</em></p>
<p><em>O que traz de tão importante essa data que a Família de Schoenstatt a denomina de Segundo Marco histórico?</em></p>
<p>Pe. José Kentenich, Fundador da Obra Internacional de Schoenstatt, sempre anunciou o homem livre e, em sua atuação como educador, se empenhou pela formação de personalidades autênticas, que tomem decisões a partir de uma convicção interior.  Sua proposta de liberdade e autonomia iam contra todas as inciativas manipuladoras do Nazismo. &#8220;Os que se deixam cativar por Schoenstatt, estão perdidos para o nazismo&#8221;, dizia-se na época.</p>
<p>Tendo sido preso, pela pela Gestapo (Polícia Secreta na Alemanha no período da guerra), foi decretado inimigo do estado e por isso, condenado ao Campo de Concentração na cidade de Dachau, sul da Alemanha. Para isso, precisava da aprovação de um exame médico e este foi feito de modo muito superficial, não levando em consideração que Pe. Kentenich tinha uma grave deficiência pulmonar. Portanto, havia a possibilidade de solicitar um novo exame, que comprovaria sua inabilidade para um Campo de Concentração. Ele tinha, assim, a possibilidade de se esquivar do Campo por ter uma saúde debilitada, se fizesse o requerimento para esse novo exame.</p>
<p>Toda a Família de Schoenstatt implorava que ele assinasse tal pedido. Mas, ele queria para isso um sinal claro da vontade de Deus. O último prazo para o pedido era o dia 20 de janeiro de 1942, às 17 horas. Pe. Kentenich passou essa noite em oração, implorando a clareza sobre o que Deus desejava dele. No dia 20, pela manhã, ao celebrar clandestinamente a santa missa, teve clareza: Deus desejava sua disposição para ir a Dachau, ou seja, a entrega incondicional de sua liberdade. Ele mesmo nos conta:</p>
<blockquote class="wp-block-quote"><p>       “<em>A noite inteira lutei comigo mesmo para reconhecer a vontade de Deus. Então tive clareza. Não vou aceitar a solicitação. Se posso escolher e decidir, então, para mim deve ser a morte, algemas, e para a Família </em>(Movimento de Schoenstatt),<em> a liberdade. […] Assim, no dia 20 de janeiro de manhã, durante a Missa, ofereci conscientemente minha liberdade.”</em><a href="file:///C:/Users/Administrador.JMJ124/Downloads/Artigo%20para%20o%20dia%2015%20de%20janeiro%20(1).docx#_ftn1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">[1]</a></p></blockquote>
<p>No 20 de janeiro simplesmente ele sacrifica e doa tudo, realmente tudo: liberdade e honra, bens e propriedade, a própria vida e também o destino da Obra.</p>
<p><em>“Adsum! (Eis-me aqui) Dispõe de mim! Faze comigo o que te aprouver. Usa-me como queres, onde queres e quanto tempo o quiseres. Estou pronto para tudo!”<a href="http://www.maeperegrina.org.br/noticias/pe-kentenich-a-ousadia-de-um-sim/?fbclid=IwAR0guyxgxzLf7GsVBoKgf0KFqWfVY7MwpAXM5LyjZfCxc-WmdoTrkPGCiJY#_ftn1">[1]</a></em></p>
<p>Em Dachau, perante as atrocidades do nazismo, ele lutou pela verdadeira liberdade interna, para estar inteiramente livre de si mesmo e de tudo o que é contrário aos planos e à vontade de Deus. Tornou-se um ponto de apoio para muitos detentos e uma fonte de paz no meio de tantas injustiças, porque estava profundamente ancorado em Deus.</p>
<p><strong><em>Qual é o meu pequeno Dachau? Como posso vencer em mim as algemas do comodismo, da indiferença e do relativismo no pequeno espaço de minha vida?</em></strong></p>
<p>Peçamos ao Pe. Kentenich que nos ajude a sermos livres, como ele: Queremos ir junto contigo, em tua atitude do 20 de janeiro de 1942, escolhendo livremente e por amor alguma coisa que seja difícil! Ensina-me a viver hoje, confiante na Aliança de Amor, os seus passos heroicos e a doar a Deus toda a minha liberdade!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte de pesquisa: </strong></p>
<p>Manuscrito de Pe. José Manuel Lopes Herero – Por tuas cadeias, Pai de nossos povos – para o jubileu do 20/01 de 1992</p>
<p>[1] KENTENICH, José. Livre em algemas, pág. 6</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.maeperegrina.org.br/noticias/pe-kentenich-a-ousadia-de-um-sim/?" target="_blank" rel="noopener">maeperegrina.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2025/01/20/20-de-janeiro-liberdade-na-perseguicao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">34327</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Como o “20 de Janeiro” afeta nossa vida diária?</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2025/01/19/como-o-20-de-janeiro-afeta-nossa-vida-diaria/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2025/01/19/como-o-20-de-janeiro-afeta-nossa-vida-diaria/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2025 09:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Campo de Concentração]]></category>
		<category><![CDATA[dachau]]></category>
		<category><![CDATA[Padre José Kentenich]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://schoenstatt.org.br/?p=49420</guid>

					<description><![CDATA[&#160; Há decisões na vida, pequenas e grandes, que exigem coragem, discernimento e oração. O dia 20 de janeiro de 1942 representa, na trajetória do Pe. José Kentenich e em toda a Obra de Schoenstatt, uma grande decisão. Nessa data ele aceitou, livremente, o caminho que a Providência Divina indicava: ser enviado ao campo de&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49421" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-49421" data-attachment-id="49421" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/01/19/como-o-20-de-janeiro-afeta-nossa-vida-diaria/dachau-foto-pixabay/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/01/dachau-foto-pixabay.jpg" data-orig-size="700,465" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D3200&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;29&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;400&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.02&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="dachau &amp;#8211; foto pixabay" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/01/dachau-foto-pixabay-300x199.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/01/dachau-foto-pixabay.jpg" class="wp-image-49421 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/01/dachau-foto-pixabay.jpg?resize=700%2C465&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="465" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/01/dachau-foto-pixabay.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/01/dachau-foto-pixabay.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-49421" class="wp-caption-text">Você trocaria sua cama quentinha por essas, duras e frias, sem direito a colchão e coberta?</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há decisões na vida, pequenas e grandes, que exigem coragem, discernimento e oração. O dia 20 de janeiro de 1942 representa, na trajetória do Pe. José Kentenich e em toda a Obra de Schoenstatt, uma grande decisão.</p>
<p>Nessa data ele aceitou, livremente, o caminho que a Providência Divina indicava: ser enviado ao campo de concentração de Dachau como prisioneiro.</p>
<p>Pe. Kentenich abriu mão de lutar pela liberdade para ir ao encontro de algo maior. Por meio de muito discernimento e oração, ele compreendeu que a Providência Divina lhe mostrava o caminho da cruz. Uma decisão ousada, mas que conquistou muitos frutos!</p>
<p>80 anos depois, podemos nos perguntar: por que esse fato é relevante em minha vida pessoal, profissional, familiar&#8230;? De que forma o “20 de Janeiro” influencia nossa vida diária hoje? Nossas escolhas são feitas à luz da fé e da confiança na Providência?</p>
<p>Alguns schoenstattianos compartilham conosco suas reflexões:</p>
<blockquote><p><strong>Ir. M. Iracema Betoni, Instituto das Irmãs de Maria de Schoenstatt, Cornélio Procópio/PR</strong></p>
<p>O “20 de Janeiro” requer atitude de confiança filial heroica e de entrega à vontade de Deus. Em tempos de insegurança, de incerteza e de medo, o “20 de Janeiro” é uma LUZ que ilumina minhas decisões. Nos momentos mais difíceis, olho para nosso Pai e Fundador e, a seu exemplo, rezo e imploro ao Espírito Santo que me ilumine e peço a ele, nosso Pai e Fundador, que interceda por mim junto a Deus. Sempre tive a resposta, mesmo que às vezes tenha demorado e muitas vezes elas sejam bastante duras. Porém, na confiança filial e convicta de ser a vontade de Deus, tudo se ilumina e se torna possível.</p>
<p>Falar da influência do “20 de janeiro” na minha vida é falar de liberdade, aquela liberdade que dá o tom, o aroma para eu desenhar e colorir o mundo que me rodeia de acordo com os princípios e valores cristãos sem preconceitos, sem medo, sem me preocupar se o outro vai ou não gostar ou deixar de gostar.</p>
<p>Neste tempo de tanta provação a respeito da integridade de nosso Pai e Fundador, viver sobre a influência do “20 de Janeiro” é dar prova a mim mesma da verdadeira filialidade perante Deus, é provar a minha fidelidade à Aliança de Amor que selei com a Mãe no Santuário. A fidelidade filial pede o enlaçamento de sorte, de compartilhamento da minha vida com a vida do Fundador; é com ele abraçar a cruz e juntos trilharmos o caminho da dor confiante na vitória.</p>
<p>Deixar o 20 de janeiro tomar parte na minha vida é rezar com nosso Pai e Fundador: “Mãe, queres o esvaimento lento de todas as forças espirituais: <em>Adsum!</em> (Eis-me aqui!) Queres a minha morte: <em>Adsum!</em> Mas cuida que todos os que me destes amem a Deus, aprendam a viver e a morrer por Ele”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>Giovanna Formigoni, Juventude Feminina de Schoenstatt, São Paulo/SP</strong></p>
<p>Quando visitei Dachau, pude aprender mais sobre o Pai e Fundador e um pouco do que ele viveu no campo de concentração. Lá pude perceber a grandeza da decisão que ele tomou no dia 20 de janeiro de 1942, um exemplo de filialidade muito grande, confiando que Deus cuidaria de todas as coisas e mantendo a fé desde o momento em que se decidiu por Dachau.</p>
<p>Foi ali, no campo de concentração, que eu decidi selar a minha Aliança Filial, pedindo para que o Pe. Kentenich me ajudasse a chegar a Deus através da minha fé, confiança e filialidade.</p>
<p>O Segundo Marco Histórico representa uma decisão do Pe. Kentenich que influencia minha vida diária. Através dele eu posso estar cada vez mais próxima de Deus, trabalhando minha autoeducação, fidelidade e buscando meus ideais.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>Hilmar Bonfim, Terço dos Homens Mãe Rainha, Salvador/BA</strong></p>
<p>O “20 de Janeiro” nos encoraja até hoje em nossa vida diária. Vemos, nessa atitude do Pe. Kentenich, que devemos sempre fazer o nosso ordinário extraordinariamente bem e confiar cegamente na Providência Divina, estando atento aos sinais de Deus em nossa vida de cristãos. Como o Pai e Fundador nos fala até hoje, precisamos andar “com a mão no pulso do tempo e o ouvido no coração de Deus”. Confiar, confiar e confiar cegamente!</p></blockquote>
<p>E você? De que forma o “20 de janeiro” está presente na sua vida? Se desejar, deixe escrito abaixo, nos comentários.</p>
<p>Publicado em: <b>20 de jan de 2022 </b></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2025/01/19/como-o-20-de-janeiro-afeta-nossa-vida-diaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49420</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Recordando: Os dias que antecederam o ‘20 de Janeiro’</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2025/01/17/o-caminho-percorrido-ate-o-20-de-janeiro/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2025/01/17/o-caminho-percorrido-ate-o-20-de-janeiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2025 09:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[enlaçamento de sorte]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Kentenich]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=25239</guid>

					<description><![CDATA[Uma decisão que tornou-se um marco da história de Schoenstatt Ir. M. Rosequiel Fávero – Todos os anos, o dia 20 de Janeiro é importante para a Família de Schoenstatt. Recordamos a decisão de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, de aceitar livremente ser enviado ao campo de concentração de Dachau, sem tentar recursos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25240" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-25240" data-attachment-id="25240" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/01/17/o-caminho-percorrido-ate-o-20-de-janeiro/dachau-prisao-de-coblenca/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/dachau-prisao-de-coblença.jpg" data-orig-size="600,450" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;COOLPIX S10&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1246201480&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;6.3&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;50&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.0056561085972851&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="dachau prisao de coblença" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/dachau-prisao-de-coblença-300x225.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/dachau-prisao-de-coblença.jpg" class="wp-image-25240 size-full" title="Foto: moriah.de" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/dachau-prisao-de-coblen%C3%A7a.jpg?resize=600%2C450" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/dachau-prisao-de-coblen%C3%A7a.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/dachau-prisao-de-coblen%C3%A7a.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-25240" class="wp-caption-text">Memorial no antigo convento carmelita de Coblença, transformado em prisão</p></div>
<p>Uma decisão que tornou-se um marco da história de Schoenstatt</p>
<p>Ir. M. Rosequiel Fávero – Todos os anos, o dia 20 de Janeiro é importante para a Família de Schoenstatt. Recordamos a decisão de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, de aceitar livremente ser enviado ao campo de concentração de Dachau, sem tentar recursos contra sua condenação. Neste ano, recordamos com particular intensidade esse acontecimento que há exatamente 80 anos marcou para sempre a história do Movimento Apostólico de Schoenstatt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O que viveu o Pe. Kentenich, nos dias que antecederam ao 20 de janeiro?</strong></h3>
<p>Desde outubro de 1941, o Fundador de Schoenstatt fora feito prisioneiro pela Gestapo, a polícia nazista, em Coblença, uma cidade nas margens do rio Reno, próxima a Schoenstatt. A prisão funcionava no prédio de um antigo convento carmelita. Graças a dois dos guardas que ousavam levar clandestinamente correspondência ao Pe. Kentenich, manteve-se um contato frequente entre a Família de Schoenstatt e o seu Fundador.</p>
<p>Em 13 de janeiro de 1942, a Gestapo submeteu o Pe. Kentenich a um novo interrogatório, ameaçando enviá-lo para o campo de concentração de Dachau. Na verdade, essa deportação correspondia a uma sentença de morte, pois poucos sobreviviam aos campos de concentração. Em 16 de janeiro, Pe. Kentenich foi submetido a um exame médico, para constatar se estava apto para ser enviado para o campo. O exame foi uma mera formalidade: nem os pulmões nem o coração foram auscultados. Apesar de sua saúde precária (somente um de seus pulmões funcionava), foi declarado apto. No dia seguinte chegou a Schoenstatt um bilhete escrito pelo punho do Pe. Kentenich: “Acabo de ser examinado em vista do Campo de Concentração. Resultado: apto para o campo. Mas ninguém deve preocupar-se por causa disso”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A luta da Família</strong></h3>
<p>A partir desse momento, os dirigentes da Família de Schoenstatt começaram a &#8220;puxar todos os fios&#8221; possíveis a fim de evitar que o Pai e Fundador fosse enviado para Dachau. Conseguiram que o médico da prisão aceitasse examiná-lo novamente, desde que o Pe. Kentenich o solicitasse por escrito, então ele, talvez, o declarasse inapto para o campo.</p>
<p>Pe. Kentenich encontrava-se perante uma decisão crucial. Devia assinar esse pedido ou não? O que Deus queria dele? “A inquietação provocada por essa tensão não me abandonava – diria mais tarde – foram dias terríveis. Interiormente lutei e rezei. Não tive nenhuma visão, nenhum sonho, nem sequer uma iluminação especial. Na luta solitária contava apenas com a simples fé na Providência. (&#8230;) Horas seguidas andei para cá e para lá na minha cela: lutava, rezava e não sabia o que fazer”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A vontade de Deus acima de tudo</strong></h3>
<p>A noite de 19 para 20 de janeiro foi para o Pe. Kentenich uma vigília de oração. No dia 20, durante a Santa Missa (que celebrava clandestinamente todos os dias na prisão), mais precisamente no momento da consagração, recebeu a certeza interior do que devia fazer: não devia procurar a liberdade graças a meios humanos, mas à entrega total da Família de Schoenstatt a Deus. Assim, afirmou: “De coração, sacrifico a minha liberdade exterior para que nunca falte à Família de Schoenstatt a liberdade interior”.</p>
<p>Como podemos acompanhar nosso Pai e Fundador na busca da vontade de Deus, também quando ela nos leva a optar pelo mais difícil? Que ele interceda junto a Deus por cada um de seus filhos espirituais, para que saibam seguir os seus passos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2025/01/17/o-caminho-percorrido-ate-o-20-de-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">25239</post-id>	</item>
		<item>
		<title>20 de Janeiro: um marco atual</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2025/01/16/20-de-janeiro-um-marco-atual/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2025/01/16/20-de-janeiro-um-marco-atual/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 03:22:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[20 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=22644</guid>

					<description><![CDATA[Schoenstatt: terra da liberdade. Karen Bueno – “O mais precioso que o homem possui é a liberdade. Com amor sincero e ardente, ofereço essa liberdade para que o bom Deus conceda à Família, por todos os tempos, o espírito da liberdade dos filhos de Deus que anseio com tanto ardor. Antes de iniciar sua Paixão,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="22646" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/01/16/20-de-janeiro-um-marco-atual/irnilza_dachau_2011-182/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg" data-orig-size="600,321" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="irnilza_dachau_2011-182" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182-300x161.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg" class="aligncenter wp-image-22646 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?resize=600%2C321" alt="" width="600" height="321" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/irnilza_dachau_2011-182.jpg?resize=300%2C161&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Schoenstatt: terra da liberdade.</p>
<p>Karen Bueno – <em>“O mais precioso que o homem possui é a liberdade. Com amor sincero e ardente, ofereço essa liberdade para que o bom Deus conceda à Família, por todos os tempos, o espírito da liberdade dos filhos de Deus que anseio com tanto ardor.</em></p>
<p><em>Antes de iniciar sua Paixão, Jesus rezou: ‘Ninguém me tira a vida… eu a dou porque quero’.</em></p>
<p><em>Eu também faço assim: Ninguém me tira a liberdade. Eu a entrego livremente… entrego-a porque Deus assim o deseja… E meu alimento, minha tarefa predileta é fazer a vontade daquele que me enviou, e cumprir a sua Obra”<a href="http://www.maeperegrina.org.br/artigos/diversos/20-de-janeiro-um-marco-atual/#_edn1" name="_ednref1">[1]</a></em>.</p>
<p>Este é o primeiro 20 de janeiro do novo século de Schoenstatt, pela primeira vez relembramos o 2º Marco Histórico da Obra. A data festiva do Movimento Apostólico recorda uma profunda gratidão ao Fundador, Pe. Kentenich, por sua entrega total pela liberdade interior dos filhos de Schoenstatt.</p>
<h3><strong>Livre em algemas</strong></h3>
<p>Com a grande influencia do Movimento Apostólico de Schoenstatt em toda a Alemanha, Pe. Kentenich é visto como uma ameaça ao Estado durante o governo nazista no país. A personalidade forte, livre e de liderança, assusta os dirigentes do partido nacional-socialista. No dia 20 de setembro de 1941, ele é preso e interrogado pela Gestapo (polícia nazista). Sem nenhuma explicação, decidem enviar o Fundador de Schoenstatt para o campo de concentração, depois de um exame médico que o indicou apto para o trabalho forçado.</p>
<p>O exame era superficial. Pe. Kentenich tinha apenas um pulmão e isso não foi constatado. Com muita luta, a Família de Schoenstatt consegue um médico nazista que aceita fazer uma nova avaliação e provar sua debilidade, com possibilidade de livrá-lo da condenação. Mas, para que o novo exame aconteça, é preciso uma declaração preenchida e assinada pelo prisioneiro, Pe. Kentenich, que deveria ser entregue até às 17 horas, do dia 20 de janeiro de 1942. Pe. José Kentenich não é favorável a essa intervenção humana para sua liberdade. Para ele, o mais importante era saber e realizar a vontade de Deus.</p>
<p>A percepção do desejo de Deus Pai lhe indica que não deve assinar o documento. Pe. Kentenich, então, abre mão de sua liberdade física para conquistar a liberdade interior da Família de Schoenstatt, sendo condenado ao campo de concentração de Dachau/Alemanha. “Foi um passo no escuro, um passo muito sério, sabendo que o campo de concentração significava quase que morte certa”, afirma Pe. Ottomar Schneider.</p>
<h3><strong>A liberdade, segundo o Fundador</strong></h3>
<p>Pe. Ottomar explica o que é liberdade segundo a ótica do Pe. Kentenich: “A minha natureza tende à liberdade de fazer o que eu quero, o que eu gosto. Nosso Fundador define como verdadeira liberdade fazer o que Deus quer”. E isso não é fácil: “Eu preciso estar sempre me perguntando o que Deus quer de fato. Às vezes, custa entender o que ele nos diz por meio dos acontecimentos. Deus nos fala na linguagem do dia-a-dia, e é essencial ouvi-lo”.</p>
<p>Liberdade é algo tão importante para o Pe. Kentenich que no Hino da Minha Terra – texto escrito no campo de concentração – ele define Schoenstatt como terra da liberdade: “Conhece a terra, igual ao céu, o reino da liberdade, ardentemente almejado […]?” (RC 602).</p>
<p>“O 20 de Janeiro é justamente esse ponto em que eu não tomo as decisões segundo as minhas compreensões puramente humanas, mas busco no interior o que é melhor e o que Deus quer, mesmo que custe grandes sofrimentos, grandes lutas. É sempre dar o passo do natural para o sobrenatural, essa é a chave deste dia”, diz Pe. Ottomar Schneider.</p>
<h3><strong>“Liberdade de espírito supõe fidelidade”</strong></h3>
<p>Na audiência com a Família de Schoenstatt, reunida no dia 25 de outubro de 2014, o Papa Francisco aconselha: “Liberdade de espírito supõe fidelidade. Supõem oração. E como te ocorre fazer isso? Quando alguém não ora, não tem essa liberdade. Ou seja, quem reza tem liberdade de espírito. É capaz de fazer ‘barbaridades’, no bom sentido da palavra”.</p>
<p>Uma dica valiosa: oração. Pe. Kentenich chegou ao grau de entrega total ao Pai ouvindo sua voz, rezando muito. Por quatro semanas ele ficou preso em uma cela solitária no porão do edifício de um antigo banco. “Os cofres do banco foram usados como celas e, como tais, eram muito escuras e úmidas, com o mínimo de ventilação […] As celas eram tão pequenas (1,5 m²) que as pessoas não podiam ficar totalmente de pé e era-lhes forçoso ficarem de cócoras ou sentadas no solo úmido”<a href="http://www.maeperegrina.org.br/artigos/diversos/20-de-janeiro-um-marco-atual/#_edn1" name="_ednref1">[2]</a>. Nessa ocasião o Fundador aproveita os dias para estar mais próximo de Deus, rezar e cantar – cantava todas as músicas religiosas que recordava. A decisão de não assinar o pedido de um novo exame médico foi tomada em seguida de uma santa missa.</p>
<p>Sua prisão no Campo de Concentração foi um tempo de muitas graças para toda a Família de Schoenstatt, que ele continuou a dirigir, mesmo correndo risco de vida. Depois de três anos, em 20 de maio de 1945, Pe. Kentenich retorna para Schoenstatt. Deus aceitou o seu sacrifício e fez florescer toda a sua fundação.</p>
<p>Todo esse esforço do Pe. Kentenich traz graças atuais. Os filhos de Schoenstatt do novo século ainda experimentam as bênçãos do 20 de Janeiro de 1942, de todo empenho do Pe. Kentenich pela liberdade interior da Família. “Cabe a cada um conquistar essa liberdade no dia-a-dia. Tem que subir lentamente os degraus da confiança heroica no Pai, até chegar à plena liberdade”, comenta Pe. Ottomar.</p>
<p>Segundo o Padre de Schoenstatt, com o 20 de Janeiro a “Aliança de Amor foi elevada a um grau maior”. A essa Aliança, à toda história de luta do Pe. Kentenich, a Família de Schoenstatt deve fidelidade. E somente conquistando essa liberdade, tão almejada pelo Fundador, que é possível, como diz o Papa, realizar “barbaridades” no bom sentido da palavra.</p>
<h3><strong>Referências</strong></h3>
<p><a href="http://www.maeperegrina.org.br/artigos/diversos/20-de-janeiro-um-marco-atual/#_ednref1" name="_edn1">[1]</a> Novena: Livre em Algemas, pág. 5<br />
<a href="http://www.maeperegrina.org.br/artigos/diversos/20-de-janeiro-um-marco-atual/#_ednref1" name="_edn1">[2]</a> Novena: Livre em Algemas, pág. 4</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2025/01/16/20-de-janeiro-um-marco-atual/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">22644</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
