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	<title>a oração &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>A oração da Ave Maria: história e significado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suellen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 09:43:03 +0000</pubDate>
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<p>Ir. M. Nilza P. da Silva – A oração da Ave Maria é a mais antiga oração mariana do cristianismo. Já no século III, é grafada numa coluna da Basílica da Anunciação, em Nazaré, um grafite com as palavras do anjo: &#8220;Ave Maria&#8221;. Não se sabe ao certo, como surgiu composição completa, unindo a saudação do Anjo com a de Isabel, que compõe a primeira parta de oração: Ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco (Lc 1,28). Bendita sois vós entre a mulheres e bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus (Lc 1, 42). Durante mais de mil anos a oração da Ave Maria era somente essa primeira parte.</p>
<h3><strong>A segunda parte da oração </strong></h3>
<p>O início da segunda parte, de acordo com pesquisas realizadas, embora se encontre algumas pregações e livros que citem a intercessão de Maria, é somente na Divina Comédia, Dante († 1321) que surge a expressão: “…e o fruto do teu ventre que rogo para nos guardar do mal, Jesus Cristo (&#8230;) Rogai a Deus para que nos perdoe e nos dê graça para viver de tal maneira aqui na terra que ele nos dê o paraíso quando morrermos.”</p>
<p>De acordo com especialistas em História da Igreja, esse trecho que diz “agora e na hora da nossa morte” foi acrescentado no século XIV, durante a terrível Peste Negra que causou milhões de mortes na Europa. Num um breviário cartuxo, de 1350, lê-se: “Sancta Maria, ora pro nobis peccatoribus, nunc e in hora mortis. Amém” (Santa Maria, rogai por nós pecadores, agora na hora da morte. Amém)</p>
<h3><strong>Uma longa história</strong></h3>
<p>Mas, havia algumas versões longas da Ave Maria. A versão que rezamos hoje, tem sua versão nos breviários do século XVI (o dos Trinitários de 1514, dos Franciscanos de 1525, dos Cartuxos de 1562) e é introduzido no breviário romano revisado e editado pelo Papa São Pio V em 1568. Logo, entre a saudação do anjo Gabriel e a consagração oficial da Ave Maria, há uma longa história de mais de 1.500 anos.</p>
<h3><strong>Leia também </strong></h3>
<p>Como é feito o <a href="https://schoenstatt.org.br/2021/01/30/como-e-feito-o-quadro-da-ave-maria/">quadro Ave Maria</a>, que encontramos nos Santuários</p>
<p>A <a href="https://schoenstatt.org.br/2024/05/04/esta-e-a-origem-da-oracao-da-ave-maria/">Ave Maria</a></p>
<h3><strong>O significado da oração</strong></h3>
<p>Assim lemos no <a href="https://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p4s1cap2_2650-2696_po.html" target="_blank" rel="noopener">Catecismo da Igreja Católica</a>, ns. 2676-2677</p>
<p><strong>“Ave, Maria (alegrai-vos, Maria)”.</strong> A saudação do anjo Gabriel abre esta oração. É o próprio Deus que, por intermédio do seu anjo, saúda Maria. A nossa oração ousa retomar a saudação a Maria com o olhar que Deus pôs na sua humilde serva, alegrando-nos com a alegria que Ele n&#8217;Ela encontra.</p>
<p><strong>“Cheia de graça, o Senhor é convosco”.</strong> As duas palavras da saudação do anjo esclarecem-se mutuamente. Maria é cheia de graça, porque o Senhor está com Ela. A graça de que Ela é cumulada é a presença d&#8217;Aquele que é a fonte de toda a graça. “Solta brados de alegria filha de Jerusalém; o Senhor teu Deus está no meio de ti” (Sf 3, 14. 17a). Maria, em quem o próprio Senhor vem habitar, é em pessoa a filha de Sião, a arca da aliança, o lugar onde reside a glória do Senhor: é “a morada de Deus com os homens” (Ap 21, 3). “Cheia de graça”, Ela dá-se toda Aquele que n&#8217;Ela vem habitar e que Ela vai dar ao mundo.</p>
<p><strong>“Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”</strong>. Depois da saudação do anjo, fazemos nossa a de Isabel. “Cheia do Espírito Santo” (Lc 1, 41), Isabel é a primeira, na longa sequência das gerações, a declarar Maria bem-aventurada (26): “Feliz d&#8217;Aquela que acreditou&#8230;” (Lc 1, 45); Maria é “bendita entre as mulheres”, porque acreditou no cumprimento da Palavra do Senhor. Abraão, pela sua fé, tornou-se uma bênção “para todas as nações da terra” (Gn 12, 3). Pela sua fé, Maria tornou-se a mãe dos crentes, graças a quem todas as nações da terra recebem Aquele que é a própria bênção de Deus: Jesus, “fruto bendito do vosso ventre”.</p>
<p><strong>“Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós&#8230;”.</strong> Com Isabel, também nós ficamos maravilhados: “E de onde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor?” (Lc 1, 43). Porque nos dá Jesus, seu Filho, Maria é Mãe de Deus e nossa Mãe; podemos confiar-lhe todas as nossas preocupações e pedidos: Ela ora por nós como orou por si própria: “Faça-se em Mim segundo a tua palavra” (Lc 1, 38). Confiando-nos à sua oração, abandonamo-nos com Ela à vontade de Deus: “Seja feita a vossa vontade”.</p>
<p><strong>“Rogai por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte”.</strong> Pedindo a Maria que rogue por nós, reconhecemo-nos pobres pecadores e recorremos à “Mãe de misericórdia”, à “Santíssima”. Confiamo-nos a Ela “agora”, no hoje das nossas vidas. E a nossa confiança alarga-se para lhe confiar, desde agora, “a hora da nossa morte”. Que Ela esteja então presente como na morte do seu Filho na cruz e que, na hora do nosso passamento, Ela nos acolha como nossa Mãe, para nos levar ao seu Filho Jesus, no Paraíso.</p>
<h3><strong>Em Schoenstatt</strong></h3>
<p>Por nossa grande missão mariana a oração da Ave Maria faz parte de nosso cotidiano, talvez seja a que mais rezamos. Ao entrarmos no Santuário, tanto o quadro da <a href="https://schoenstatt.org.br/2024/05/04/esta-e-a-origem-da-oracao-da-ave-maria/">Ave Maria</a> quanto as portas do Tabernáculo remetem-nos ao momento da Anunciação. Quantas milhares de vezes, a Mãe de Deus ouve essa saudação e súplica de schoenstattianos em todos os países, idiomas e culturas. Pelo Terço dos Homens e a Campanha da Mãe Peregrina, formamos uma infinda orquestra, que entoa a Ave Maria, alegrando o coração de Nossa Senhora.</p>
<p>Nosso Fundador, Pe. José Kentenich, diz: “Deveríamos ser totalmente marianos, deveríamos ser apóstolos duma profunda veneração a Maria. Este é o espírito que a Mãe de Deus quer presentear-nos aqui, de maneira especial. É espírito mariano, fidelidade mariana à Aliança, que nos leva sempre mais à Aliança de Amor com Jesus.</p>
<p>Sim, a Aliança de Amor com a Mãe de Deus nos assegura a Aliança com Deus Pai e com o Espírito Santo. O homem todo é abrangido. Não basta, portanto, que uma ou outra vez rezemos uma Ave Maria ou o Anjo do Senhor. Não, não! O espírito de Schoenstatt deve compenetrar-nos. Um espírito pronunciadamente mariano.”</p>
<p><strong>Fonte:</strong></p>
<p>Catecismo da Igreja Católica</p>
<p><em>GUILLAUME, Dom Paul-Marie. </em>Je vous salue Marie une longue histoire (manuscrito)</p>
<p>KENTENICH, Pe. José. O Fundador nos fala, conferências para a Liga das Mães</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 23 de outubro de 2024</p>
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		<title>A força e a eficácia da oração de um pai</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 10:15:29 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Dom Roberto F. F.  Paz* &#8211;  No dia dos pais, em que, no Ano da Oração, rendemos nossa grata e merecida homenagem aos nossos progenitores, primeiros e principais educadores, gostaríamos de destacar o poder da prece do pai. Dom Cipriano Chagas, retomando o ensino de Santo Tomás de Aquino, lembrava que <strong>o vínculo matrimonial gera um sacerdócio conjugal e familiar</strong> que empodera com graças especiais em favor dos filhos, <strong>graças de estado para abençoar, guiar, conduzir e aconselhar a sua herança.</strong></p>
<p>Por isso a oração de um Pai conta sempre com a inspiração, a força e a sabedoria própria da condição e missão de ser pai, que assumida com amor e coragem, alcança o sucesso e a finalidade de encaminhar os filhos para o caminho da verdadeira felicidade e realização plena. Os desafios são gigantescos e os riscos, cada vez maiores, até de pensar na inutilidade de nossos esforços ou ainda na impossibilidade de se educar os filhos, nos dias de hoje. Tudo parece conspirar contra a família. No entanto, Deus pode recriar e fazer maravilhas por meio de nós, transformando por inteiro a realidade. Neste sentido, gostaria de trazer a consideração uma história que envolve um pai e um filho.</p>
<p>Num lugar da Turquia, após um terremoto, uma escola de primeiro grau ficou soterrada totalmente, com toneladas de escombros. Após horas de salvamentos e buscas, parou-se o trabalho de resgate, pois, era quase impossível ter sobreviventes. No entanto, um pai não desistiu e, embora num ambiente já abandonado, ele pegou uma pá e, aos que tratavam de dissuadi-lo, ele respondia: vocês podem me ajudar?</p>
<p>Pouco a pouco, alguns por pena e outros por acreditarem vagamente na possibilidade de êxito, somaram-se a escavação. Após muitas horas sem parar, sentiram vozes humanas infantis e chamaram novamente os bombeiros. Ao serem resgatadas as crianças, uma voltou-se para os seus coleguinhas e falou: <strong>Eu não disse para vocês que meu pai nos salvaria!</strong></p>
<p>O que deu força e persistência a esse pai foi a fé, a confiança num Deus que nunca abandona e se esquece de nós. Mais que coisas ou presentes de marca ou de consumo atraente, o que um filho espera e deseja é a presença, atenção e acompanhamento de um pai orante e esperançoso, atitudes que serão sempre fruto de uma vida de prece e entrega ao Bom Pai, que nos ensina a bem cuidar e amar aos filhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dom Riberto é bispo da Dioc. de Campos/RJ</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.cnbb.org.br/o-valor-a-forca-e-a-eficacia-da-oracao-dos-pai/" target="_blank" rel="noopener">CNBB</a></p>
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