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		<title>O Domingo de Ramos e a cultura da aparência</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2024 10:00:29 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Livre de aparências</p>
<p>Pe. Carlos Padilla – Talvez por educação, ou por tendência genética, corremos o risco de sermos demasiado rígidos. Tornamo-nos rígidos quando queremos que as coisas aconteçam da forma que nos agrada, e não de outra forma. Incomoda-nos que os demais não façam o que nós fazemos, sobretudo quando somos comprometidos com eles. Tornamo-nos muito exigentes com as pessoas que amamos e custa-nos muito ser misericordiosos com seus defeitos e esquecimentos.</p>
<p>A rigidez nos impede de amar aos demais sem acusar-lhes, simplesmente amá-los tal como são. Sempre temos uma lista de coisas que deveriam mudar naqueles que nos cercam, para tornar-nos a vida mais fácil. Todos temos um tanto de flexibilidade e um tanto de rigidez. Mas o certo é que, quando domina em nós a flexibilidade, acontece o que eu lia outro dia: “As pessoas com uma mente flexível são mais críticas, lúcidas, justas, abertas e saudáveis, vivem com menos estresse e são mais felizes”. Contudo, quando nos colocamos rígidos, quando queremos fazer tudo sempre da mesma maneira e nos custam as contrariedades, quando não aceitamos as desculpas e medimos tudo com lupa, o normal é que nos tornemos muito críticos e fechados, soframos estresse e sejamos menos felizes, porque a vida sempre poderia ser melhor.</p>
<p>Walter Riso assegura: “As mentes flexíveis não temem a controvérsia e podem duvidar de si mesmas sem entrar em crise, porque aceitam com naturalidade a crítica e o erro e evitam cair em posições dogmáticas”. A rigidez vai unida à busca de certezas e seguranças. Se nos colocamos rígidos, deixamos de aceitar as críticas e nos perturbam os contratempos e imprevistos. Temos o desafio na vida de fazer-nos mais flexíveis, sem renunciar a nossa essência e princípios, sem deixar de ser quem somos. Isto exige abrir-nos às mudanças e aos diferentes pontos de vista. É o caminho para acolher a graça que pode nos transformar.</p>
<h3>O Domingo de Ramos e as aparências</h3>
<p>O certo é que a rigidez faz com que a imagem e as aparências nos importem muito. Caímos em uma busca doentia pela aprovação de todos. O que se vê por fora se converte no mais importante. Interessa-nos mais a aparência do que aquilo que não se vê. Claro que a coerência entre o que se vê e o que há no interior é fundamental, mas pode acontecer que, se somos rígidos, coloquemos mais acento na aparência. Pode nos importar mais que nossos filhos vão bem vestidos e penteados para a escola, no lugar de perguntar como se sentem, o que passa em suas vidas. Então a aparência parece ser algo definitivo.</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<p>Aparentamos estar sempre em forma, ainda que não estejamos. Agrada-nos parecer felizes ante os demais, sempre sorrindo, ainda que no fundo estejamos vivendo um mau momento. O que dirão é o que importa. Que pensam os demais de nós? É a pergunta que fazemos a nós mesmos e a fazemos aos outros na primeira oportunidade.</p>
<p>Neste domingo em que celebramos o Domingo de Ramos, encontramo-nos com algumas aparências. É o triunfo aparente do Messias. Aclamamos um Cristo entrando em Jerusalém. Para nós tem um sentido muito claro, porque Cristo já venceu, já ressuscitou e triunfou sobre a morte. Contudo, para aqueles que o aclamavam na entrada de Jerusalém, nem tudo está tão claro.</p>
<p>Os acontecimentos desse dia nos falam de um triunfo na terra, de uma vitória sobre os homens. Os ramos de oliveira e as vestes no chão – sobre as quais Jesus entra montado em um burrinho – são aparências. São expressão de respeito e louvor e expressão de uma vitória que nunca chega a acontecer, porque com Jesus morrem muitos sonhos humanos. Morrem os sonhos de um triunfo político. São então aparentes esses ramos porque o coração do homem não havia compreendido, todavia, onde se fazia carne o reino de Cristo.</p>
<p>Aclamavam ao homem dos milagres, aquele que tinha palavras capazes de mudar os corações. Aclamavam seu poder e seus gritos de alegria faziam prever um triunfo definitivo. Contudo, os corações daqueles que tanto gritavam, não viam muito mais além das aparências. Colocavam-se tão sós na superfície de um triunfo temporal, que não almejavam mudar o mundo. Viam esse Cristo homem com um poder limitado e sonhavam com algo mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="45543" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/03/23/o-domingo-de-ramos-e-a-cultura-das-aparencias/redes-sociais-foto-adem-ay-unsplash/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/redes-sociais-foto-Adem-AY-unsplash.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="redes sociais &amp;#8211; foto Adem AY &amp;#8211; unsplash" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/redes-sociais-foto-Adem-AY-unsplash-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/redes-sociais-foto-Adem-AY-unsplash.jpg" class="wp-image-45543 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/redes-sociais-foto-Adem-AY-unsplash.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/redes-sociais-foto-Adem-AY-unsplash.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/redes-sociais-foto-Adem-AY-unsplash.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 8pt;">(Foto: Adem AY, via unsplash.com)</span></p>
<h3>Contemplar a cruz</h3>
<p>Talvez por isso muitas pessoas não gostam tanto do tempo da Semana Santa. Veem-na como um tempo difícil, sem sonhos, sem alegrias e sem esperança. Veem somente a cruz e a dor. E custa muito olhar Cristo sofrendo na cruz depois de fazê-lo aclamado em triunfo uns dias antes. Custa entender o sentido de tanta dor, quando o coração humano sonha com a felicidade e com a vida.</p>
<p>Uma pessoa comentava comigo: “A verdade é que uma coisa é meditar ‘a cruz da vida’ e outra ver a Cristo ensanguentado e sofrendo na cruz. Uma coisa é ver a Cruz da Unidade, onde está Jesus junto a Maria, limpo, sem expressão de dor, e ver Maria segurando o cálice. E outra é ver Jesus gritando de dor e Maria chorando aos pés da cruz. Incomoda-me, de verdade, e tenho um vazio no coração e fico com um nó ao meditar a dureza da cruz”.</p>
<p>Talvez temos nos acostumado a contemplar Cristo sorrindo na cruz, ou a esse Cristo já glorioso que mira o alto, esse Cristo que abraça sua Mãe num sinal de esperança. Custa contemplar a Cristo ensanguentado, só, abandonado, e acompanhar sua dor, ouvir sua voz e clamar ao céu. Custam-nos essas últimas palavras de Jesus, suas sete últimas palavras, porque são um grito muito duro para nosso coração que sonha com a vida. E não desejamos compreender por que Deus não permitiu outro caminho, porque o homem não soube entender seu amor.<br />
Foi o coração do homem que não soube acolher as palavras de vida do Senhor. Seus milagres foram mal interpretados, sua bondade foi vista como uma provocação. Um Salvador com pés humanos é um Deus demasiado frágil.</p>
<h3>Compreender os planos de Deus</h3>
<p>Para poder começar de maneira adequada essa semana, é necessário dar “sim” a Deus, pronunciar nosso “sim” humilde. Queremos nos unir às vozes que o aclamam para expressar nossa disposição firme de acompanhar a Jesus até a morte. O Pe. Kentenich dizia: “Somente na medida em que nos esvaziamos de nós mesmos e dos demais, podemos estar verdadeiramente sós, sós em Deus. Só assim podemos viver com ele uma santa comunhão”.</p>
<p>Somente esvaziando-nos poderemos seguir seus passos nesses dias santos. Por isso nos faz bem recordar nessa semana o dia da Anunciação que acabamos de celebrar. Maria disse seu “sim” ante Deus, de joelhos, com humildade de uma criança, vazia de egoísmos. Com a liberdade de uma filha. Bento XVI comenta: “É comovente ver como Deus não só respeita a liberdade humana, senão parece necessitá-la”. Deus necessita de nós, necessita nosso “sim” alegre e disposto, nossa entrega livre para fazer sua vontade. Ainda que às vezes nos seja difícil saber o que Deus nos pede.</p>
<p>O rei Davi acreditava saber qual era vontade de Deus. Ele somente queria construir uma casa para Deus. E o profeta Natã lhe diz: “Faz tudo que está em teu coração, porque Deus está contigo”. Muitas vezes cremos que se queremos fazer algo bom é seguro de que Deus o quer. Mas nem sempre é assim. Nem tudo o que é bom é vontade de Deus. Por isso as vezes é tão difícil escolher o caminho correto. No caso do rei Davi, Deus lhe falou ao profeta Natã e lhe pediu que detivesse as intenções de Davi: “Não serás tu quem edificará uma casa para que eu habite nela”. Davi, então, compreende que nem tudo que há em seu coração é vontade de Deus.</p>
<p>É Deus que vai construir uma casa a Davi, e não o contrário: “Eu te farei grande, o Senhor te edificará uma casa”. Deus rejeita o poder de Davi, sua vaidade e sua gloria. Deus o levantou entre todos os homens e não espera nenhum pagamento por essa eleição. Deus o fará poderoso, e ele, por sua parte, não tem que fazer nada mais que obedecer.</p>
<p>Que difícil ser humildes quando cremos que Deus nos elege por tudo o que valemos. Nos cremos fortes como Pedro e seus apóstolos ao começar essa Semana Santa. Sentimo-nos poderosos ao aclamar Jesus que parece mais forte que os soldados, mais forte que qualquer poder humano. Em nossa vaidade e soberba fica difícil entender que não somos nós, que é Deus que nos guia.</p>
<h3>Semana de conversão</h3>
<p>Nesta festa do Domingo de Ramos, ressoam em nossos ouvidos as últimas palavras do capitão romano, que estava em frente a Jesus e via que ele havia morrido: “Verdadeiramente este homem era Filho de Deus”. Com certeza contrastam com a alegria deste primeiro dia de nossa Semana Santa: “Muitos estenderam seus mantos pelo caminho, outros espalharam ramos que haviam apanhado nos campos. Os que iam à frente e os que vinham atrás gritavam: ‘Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor! Bendito seja o reino que vem, o reino de nosso pai Davi! Hosana no mais alto dos céus!’” (Marcos 11, 1-10).</p>
<p>Este domingo é uma janela aberta à esperança, a um mundo novo. Alegra-nos colocar nossas vidas aos pés de Cristo, por amor a ele. O escritor inglês Evelyn Waugh dizia sobre a conversão: “A conversão é como sair pela chaminé de um mundo de espelhos onde tudo é uma caricatura absurda, para entrar no autêntico mundo criado por Deus, e é então quando começa o processo delicioso de explorá-lo sem limites”. Viver essa semana com fé, com o desejo de que Deus nos mude a alma, supõe o exercício de sairmos pela chaminé de nosso mundo de espelhos.</p>
<p>O capitão romano contempla a um homem morto e vê algo mais, vê a Deus, sai da rigidez de seu mundo para abrir-se a um mundo desconhecido. Os que hoje aclamam a Jesus entrando triunfante em Jerusalém, aclamam a glória do mundo que passa, veem a um homem precedido por sua fama e correm o risco de não mudar, de ficar em seu mundo. Veem o triunfo da vida nesta terra e querem permanecer nela. Porque o que está claro é que os cristãos não gostam de falar da morte. Falamos muito bem do céu, quase como se quiséssemos estar já ali disfrutando da presença de Deus e dos santos. Contudo, quando se trata de colocar data ao começo de nossa eternidade, o coração se encolhe.</p>
<p>Não queremos ouvir falar da morte, nos negamos a aceitar a enfermidade e desejamos que a cruz que nos toque não seja muito pesada. Teríamos que aprender de São Felipe Neri, que sempre dizia a seus filhos espirituais: “Prefiro o paraíso”. E passou seus dias na terra sonhando com o céu. Assim o expressam nestas palavras: “A verdade é que quando aprendes a morrer aprendes a viver. Te afastas de todas essas tolices e te centras no essencial. Quando te das conta de que vais morrer, o vês de uma maneira muito diferente”. Então olhamos o céu e desejamos: “Oxalá haja um céu ao final de tudo”. O caminho da Semana Santa que começamos ajuda-nos a pôr as coisas em seu lugar, porque Deus sempre vence. Não há nada impossível para Deus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto retirado da homilia do Pe. Carlos Padilla de 1 de abril de 2012, <a href="https://docs.google.com/file/d/0B4o1XnyWorF5SVJWNnRqOWlUVjJNZ0VxcDRsaUZIQQ/edit" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique para ver a homilia original na íntegra</a>.</p>
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