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	<title>Avós &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Dia dos Avós: Pais com açúcar</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 08:00:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; É como se a esperança estivesse entrando por nossa porta e deixando tudo novo Paulo e Isa de Carvalho – Hoje, Dia dos Avós, celebramos São Joaquim e Sant’Ana, os avós de Jesus. Como aconteceu com eles, os netos chegam em nossas vidas, quase sempre, depois que os filhos saem de casa. Fica sempre&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>É como se a esperança estivesse entrando por nossa porta e deixando tudo novo</p>
<p>Paulo e Isa de Carvalho – Hoje, Dia dos Avós, celebramos São Joaquim e Sant’Ana, os avós de Jesus. Como aconteceu com eles, os netos chegam em nossas vidas, quase sempre, depois que os filhos saem de casa. Fica sempre um vazio quando um filho deixa o nosso lar e vai formar sua própria família. Isso dói no coração dos pais e os faz sentir que o tempo passou depressa demais. Assim, quando os netos chegam, a gente sente como se aquele filho estivesse voltando, criança, e trazendo novamente as alegrias de um tempo que passou.</p>
<p>Netos são presentes muito especiais na nossa vida! &#8230; É como se a esperança estivesse entrando por nossa porta e deixando tudo novo, de novo!</p>
<p><strong>Vínculos para a vida</strong></p>
<p>Nessa fase, os avós são como os pais, porém, cheios de experiências que os fazem mais seguros, tranquilos e preparados para enfrentar o choro, as doencinhas, as traquinagens, curiosidade e as incansáveis brincadeiras das crianças. E mais, eles têm todo o tempo disponível para dar a atenção e o carinho que muitas vezes os pais não podem dar. Isso porque, enquanto os filhos crescem, os pais têm que se desdobrar entre o trabalho e a educação deles. Era isso que comentava o Pe. José Kentenich certa vez:</p>
<blockquote><p><em>“Na ocasião de que falei há pouco, em Berlim, enquanto discutiam sobre a imagem de pai, também surgiu a proposta de recordar frequentemente a imagem do avô. Motivo para tal é o excessivo nervosismo da maioria dos pais modernos, que não transmitem serenidade, tranquilidade como os avós. Estes fatos são tirados da vida, não são inventados.</em><br />
<em>Eu conheço uma jovem em plena adolescência, é uma adolescente especial. Quando chega em casa e terminou os trabalhos escolares, vai ter com a avó e ajoelha-se espontaneamente junto dela. A avó começa a contar histórias e a menina não se sacia de escutar. A situação é difícil, porque todos em casa trabalham para ganhar: o pai trabalha fora, a mãe precisa trabalhar fora e ninguém tem tempo para uma jovem daquela idade. Os irmãos mais velhos (também) trabalham fora”. </em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_edn1" name="_ednref1">[1]</a></span></p></blockquote>
<p>Por isso se diz que avós são “pais com açúcar”; e eu diria que netos são “filhos com mel”!</p>
<p><strong>Os avós vivem da fé</strong></p>
<p>Também o Pe. Kentenich experimentou isso. Nos primeiros anos ele viveu na casa de seus avós Matias e Ana Maria Kentenich, onde era cuidado por eles e pela mãe. Talvez isso tenha feito dele essa pessoa alegre e descontraída! <em>“José Kentenich passou os primeiros anos de sua vida em Gymnich [&#8230;] na casa dos avós, sob os cuidados de sua mãe. [&#8230;] Durante aqueles anos, a personalidade dele recebe uma marca decisiva, não por último na convivência com os seus familiares mais próximos, conhecidos e parentes”. </em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_edn1" name="_ednref1">[2]</a></span></p>
<p>Num encontro com famílias do Movimento, nosso Pai e Fundador certa vez comenta: <em>“Eu creio, e muitas vezes encontramos isto, que nossos avós não eram tão formados como nós na vida religiosa, mas de maneira esplêndida viveram da fé”.</em> <span style="font-size: 8pt;"><a href="#_edn1" name="_ednref1">[3]</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_31967" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31967" data-attachment-id="31967" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/?attachment_id=31967" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg" data-orig-size="700,455" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;13&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D40&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1272490858&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;18&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.0015625&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="casa familia kentenich gymnich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich-300x195.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg" class="wp-image-31967 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg?resize=700%2C455" alt="" width="700" height="455" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-31967" class="wp-caption-text">Casa da Família Kentenich, em Gymnich</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Transmissores da fé</strong></p>
<p>Às vezes penso quão bem-aventurados foram São Joaquim e Sant’Ana por terem sido os avós de Jesus! Muita benção de Deus! É deles, também, que vêm muito da riqueza e da espiritualidade de nossa Mãe, Maria.<em> “São Joaquim e Sant’Ana fazem parte de uma longa corrente que transmitiu o amor a Deus, no calor da família, até Maria, que acolheu em seu seio o Filho de Deus e o ofereceu ao mundo, ofereceu-o a nós. Vemos aqui o valor precioso da família como lugar privilegiado para transmitir a fé!”</em>, disse o Papa Francisco. <span style="font-size: 8pt;"><a href="#_edn1" name="_ednref1">[4]</a></span></p>
<p>O Pe. Kentenich afirma que, <em>“se nossos pais e nossos avós deixaram, minimamente, que o sangue católico fluísse nas suas veias, certamente implantaram, de alguma forma, um cálido amor à Mãe de Deus no nosso coração”</em><span style="font-size: 8pt;"> <a href="#_edn1" name="_ednref1">[5]</a></span>. Esse amor, a espiritualidade que carregamos, vêm do berço, em especial pela dedicação dos avós. Como disse o Papa Francisco, <em>“aos avós, que receberam a bênção de ver os filhos dos filhos (cf. Sal 128/127, 6), está confiada uma grande tarefa: transmitir a experiência da vida, a história duma família, duma comunidade, dum povo; partilhar, com simplicidade, uma sabedoria e a própria fé, que é a herança mais preciosa!” </em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_edn1" name="_ednref1">[6]</a></span></p>
<p>Neste dia de São Joaquim e Sant’Ana, desejamos que eles abençoem a todos os avós, intercedendo para que contribuam com os pais na educação dos netos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[1]</a></span> KENTENICH, Pe. José. Às segundas-feiras ao anoitecer &#8211; Diálogos com famílias. Volume 21, Nossa vida à luz da fé. Sociedade Mãe e Rainha, 2008, 1ª edição. Conferência de 26 de junho de 1961.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[2]</a></span> SCHLICKMANN, Dorthea M. Os anos ocultos &#8211; Padre José Kentenich Infância e Juventude (1885-1910). Sociedade Mãe e Rainha, 2008, 1ª edição.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[3]</a> </span>KENTENICH, Pe. José. Cartas e palestras à sua União das Famílias, compiladas, trabalhadas e apresentadas pelo Pe. José Maria Klein, para o dia 16 de julho de 1992 (Alocução para o Curso Custos Sanctuarii, Liebfrauenhöhe, 31 de maio de 1966)</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[4]</a> </span>PAPA FRANCISCO, alocução na hora da Ave Maria/Angelus, Balcão do Arcebispado do Rio de Janeiro/RJ, 26.07.2013, durante a Jornada Mundial da Juventude. Disponível em: <a href="http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/angelus/2013/documents/papa-francesco_angelus_20130726_gmg-rio.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">w2.vatican.va</a></p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[5]</a> </span>KENTENICH, Pe. José. Às segundas-feiras ao anoitecer &#8211; Diálogos com famílias. Volume 21, Nossa vida à luz da fé. Sociedade Mãe e Rainha, 2008, 1ª edição. Conferência de 20 de maio de 1961.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[6]</a></span> Encontro do Papa Francisco com idosos e avós, setembro de 2014, Praça de São Pedro, Vaticano</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em: 26 de jul de 2019</p>
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		<title>Encontro Mundial das Famílias: Os avós e os idosos!</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jun 2022 06:48:24 +0000</pubDate>
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<div id="attachment_50618" style="width: 1003px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-50618" data-attachment-id="50618" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/06/26/encontro-mundial-das-familias-os-avos-e-os-idosos/avo/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/06/avo.jpg" data-orig-size="993,482" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="avô" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/06/avo-300x146.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/06/avo.jpg" class="wp-image-50618 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/06/avo.jpg?resize=993%2C482&#038;ssl=1" alt="" width="993" height="482" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/06/avo.jpg?w=993&amp;ssl=1 993w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/06/avo.jpg?resize=300%2C146&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/06/avo.jpg?resize=768%2C373&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 993px) 100vw, 993px" /><p id="caption-attachment-50618" class="wp-caption-text">Imagem de emailme3 por Pixabay</p></div>
<h2>Os avós e os idosos também fazem parte das nossas famílias</h2>
<p>Hoje a cultura do descarte dominante tende a considerar os idosos como pouco importantes e até mesmo insignificantes para a sociedade. A velhice, pelo contrário, é um tempo adicional para responder ao chamado de Deus. Trata-se sem dúvida de uma resposta nova, diferente, e de um certo ponto de vista também mais adulta e madura.</p>
<h2>Vocação para o amor</h2>
<p>A vocação ao amor é uma chamada que Deus nos faz em cada fase das nossas vidas. Isto significa que mesmo os avós e os idosos são chamados a viver a graça da sua relação com o Senhor através do relacionamento com os filhos, com os netos, com os jovens, com os adolescentes e as crianças. A resposta a esta chamada se articula em duas direções: uma é dada pelo que eles podem oferecer aos outros através da sua experiência, paciência e sabedoria; a outra, do que eles podem receber dos outros na sua condição de fragilidade, fraqueza e necessidade.</p>
<p>Os idosos oferecem, desta forma, a si próprios e aos que com eles entram em relação, uma ocasião a mais de crescimento humano, autêntico e maduro.</p>
<h2>Envelhecer é difícil</h2>
<p>Não podemos negar que seja difícil tornar-se idoso. Para uns, é uma experiência repleta de amargura e tristeza, principalmente se vier associada a doenças ou patologias que tornam complicado realizar as atividades normais que se faziam no passado.</p>
<p>Às vezes, o tempo da velhice é marcado também pelo luto causado pela perda do cônjuge com o qual se passou grande parte da vida. Num certo sentido, mesmo o tempo da velhice, caracterizada pelos simples e humildes episódios da vida vividos no escondimento, no silêncio e numa condição de aparente irrelevância para a história do mundo, pode ser comparado à vida da Sagrada Família de Nazaré. O período da velhice é também o momento no qual, depois de se tornar mais necessitados e menos independentes, cresce nos idosos a oração e o diálogo com Deus. É indubitavelmente um tempo privilegiado e propício de graça e de santificação.</p>
<h2>Sugestões de reflexão em casal/família:</h2>
<p>O que fazemos para envolver os avós e idosos? O que mais podemos fazer?</p>
<h2>O Encontro está sendo transmitido</h2>
<p>Clique <a href="https://www.youtube.com/c/VaticanNewsPT/videos" target="_blank" rel="noopener">aqui e escolha AO VIVO para assistir</a></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2022-06/10-encontro-mundial-das-familias-na-sua-casa.html" target="_blank" rel="noopener">VaticanNews</a></p>
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