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		<title>Cozinha, um lugar “divino”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 05:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; Cozinhar com zelo é um ato de amor Sandra Regina Féres – Não importa a estação, se verão, outono, inverno ou primavera, sempre é tempo de buscar conforto e aconchego dentro de casa, ao lado da família e dos amigos. Como é bom sentar-se à mesa quando a fome bate e comer a&#8230;]]></description>
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<p><em><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="36502" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/03/08/aparencia-feminina-qual-nosso-padrao-de-beleza/coluna-feminina-6/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/coluna-feminina-6.jpg" data-orig-size="150,34" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="coluna feminina 6" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/coluna-feminina-6.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/coluna-feminina-6.jpg" class="alignnone size-full wp-image-36502" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/coluna-feminina-6.jpg?resize=150%2C34" alt="" width="150" height="34" /></em></p>
<p><em><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" data-attachment-id="34667" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/06/03/cozinha-um-lugar-divino/cozinha/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/02/cozinha.jpg" data-orig-size="700,463" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="cozinha" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/02/cozinha-300x198.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/02/cozinha.jpg" class="aligncenter wp-image-34667 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/02/cozinha.jpg?resize=700%2C463" alt="" width="700" height="463" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/02/cozinha.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/02/cozinha.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cozinhar com zelo é um ato de amor</p>
<p>Sandra Regina Féres – Não importa a estação, se verão, outono, inverno ou primavera, sempre é tempo de buscar conforto e aconchego dentro de casa, ao lado da família e dos amigos. Como é bom sentar-se à mesa quando a fome bate e comer a comida mais gostosa que é a da casa da mamãe, da vovó, daquela tia querida; aquela comida feita com amor! Tudo isso nos remete à mesa, reunião de família, visita de amigos&#8230; Prazer e afetividade na cozinha são essenciais.</p>
<p>Para muitas pessoas, a cozinha é um dos lugares mais importantes da casa, pois quando dedicamos tempo e realizamos algo com prazer e afeto, sentimos uma sensação muito boa! É assim com o ato de cozinhar. Quem gosta de cozinhar pode se divertir e, ao mesmo tempo, levar uma vida mais plena com sua família e amigos preparando pratos deliciosos em casa.</p>
<p>Para nós, cristãos, o compartilhar ao redor de uma mesa nos traz também a presença de Jesus, “o Pão vivo descido dos céu”, e de Maria, nossa Mãe. E, como schoenstattianos, também a presença de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, de Gertraud von Bullion, Ir. M. Emilie Engel, João Pozzobon&#8230; com palavras que nos “alimentam” e preenchem nossa vida de graça, perdão e compaixão.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>A cozinha pode nos “levar para o céu”?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para responder a essa questão, vejamos alguns exemplos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">&#8211; Benedito: Um santo cozinheiro</span></p>
<p>A história de São Benedito conta que ele foi designado para ser cozinheiro no Convento dos Capuchinhos. E, apesar de analfabeto e leigo – pois não havia sido ordenado sacerdote – sua piedade, sabedoria e santidade levaram os irmãos de comunidade a elegê-lo superior do Mosteiro. Ao terminar o tempo determinado como superior, reassumiu, com muita humildade e alegria, suas atividades na cozinha do convento.</p>
<p>Benedito fazia da cozinha um santuário de oração e fervor. Vivia sempre alegre e com muita mansidão, conquistando a todos com sua comida saborosa e sua simpatia. A cozinha era, para ele, um verdadeiro templo de entrega ao trabalho com amor e dedicação. Assim, o jovem rapaz conquistou todos com o sabor dos alimentos e seus sorrisos espontâneos, acompanhados por sábios conselhos.</p>
<p>São Benedito tornou-se protetor da cozinha e dos cozinheiros, aparecendo, sobretudo, como &#8220;gestor da provisão&#8221;, aquele que não deixa faltar coisa alguma (fonte:<a href="http://www.cnbb.org.br/o-santo-negro-sao-benedito/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> cnbb.org.br</a>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">&#8211; Em meio às panelas, também anda o Senhor</span></p>
<p>Santa Teresa de Ávila, em ‘O Livro das Fundações’, escreveu para as suas monjas as seguintes palavras: “Irmãs, recordem: Deus está entre as panelas, na cozinha. Mas como, o Senhor do universo se move na cozinha do mosteiro, entre jarras, panelas, pratos, caçarolas e frigideiras? Deus na cozinha significa levar Deus a um território de proximidade. Se você não o sente doméstico, isto é, dentro das coisas mais simples, você não encontrou o Deus da vida. Ainda está na representação racional do Deus da religião” (Fonte: Rádio Vaticano)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">&#8211; Desde o primeiro livro da Bíblia</span></p>
<p>Nos escritos do Gênesis descobrimos que Sara, por exemplo, costumava cozinhar; percebemos, além disso, que Abraão também sabia, pois ele diz à esposa a medida certa para fazer o pão: Abraão foi depressa à tenda de Sara: “Depressa, disse ele, amassa três medidas de farinha e coze pães”. Correu em seguida ao rebanho, escolheu um novilho tenro e bom, e deu-o a um criado que o preparou logo. Tomou manteiga e leite e serviu aos peregrinos juntamente com o novilho preparado, conservando-se de pé junto deles, sob a árvore, enquanto comiam (Gn 18, 6-8)</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><strong>Pe. Kentenich e a santidade na cozinha</strong></p>
<p>Nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, sempre convidava a buscar a santidade em cada momento do dia a dia, também na cozinha. Para isso, ele conta uma história: <em>“Num convento vivia um Irmão com fama de santidade. Além das orações obrigatórias, precisava ocupar-se todo o dia junto ao fogão, cozinhando para a grande comunidade. Perguntando-lhe como é que conseguia cultivar as relações com Deus, tendo tão poucas ocasiões de ocupar-se com leituras espirituais e assistir sermões edificantes, ele apontou para o fogão e respondeu: ‘Lá dentro há um bom pregador a quem ouço todos os dias. Estas rubras chamas me falam sem cessar do amor de Deus e me estimulam a nunca deixar que o amor a Deus esfrie. Todas as manhãs, ao acender o fogo, quando a chama crepita, peço ao bom Deus que conserve em mim a chama do primeiro amor. Quando o braseiro diminui um pouco, dou-lhe mais lenha e rezo pequenas jaculatórias, suplicando as graças que me parecem necessárias. Às vezes penso nos castigos do purgatório e do inferno. Quando o fogo arde regularmente, deixo que minha alma se abrase tranquila e calorosamente no amor de Deus e das almas. E à noite, quando o fogo se apaga, lembro-me de que minha vida também há de apagar-se, lembro-me da morte e do próprio desaparecimento’. A partir daí seus confrades compreenderam porque este Irmão era tão santo, pois vivia constantemente na presença de Deus e ouvia sua voz, apesar do incessante e difícil trabalho na cozinha”</em> [1].</p>
<p>Pe. Kentenich nos diz isso porque, ao passar o dia cozinhando com amor, <em>“não só os tornam [as pessoas] felizes, mas, pelo seu sacrifício, também movem a Mãe de Deus a realizar milagres da graça a partir daqui”.</em> [2]</p>
<p>Como é importante a simplicidade do partir o pão, compartilhar momentos bons e, às vezes, não tão bons assim! Isso é vida, vivida no seu dia a dia. Assim, o ato de cozinhar é uma ótima ferramenta para quebrar barreiras, vencer as diferenças e cultivar um jardim regado de amor, <strong>porque cozinhar não é serviço, cozinhar é um modo de amar as pessoas.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>[1] Santidade de Todos os Dias. Vinculação Profética às Coisas<br />
[2] Às Segundas-Feiras ao Anoitecer, Diálogos com famílias, Volume 3 &#8211; Reflexo do Pai. Palestras para casais em Milwaukee/EUA. 30 de julho de 1956.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 07 de junho de 2019</p>
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