<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Dia das Mães &#8211; Schoenstatt</title>
	<atom:link href="https://schoenstatt.org.br/tag/dia-das-maes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://schoenstatt.org.br</link>
	<description>Movimento Apostólico de Schoenstatt</description>
	<lastBuildDate>Sun, 04 May 2025 13:46:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/logoSchoenstatt-150x150.png</url>
	<title>Dia das Mães &#8211; Schoenstatt</title>
	<link>https://schoenstatt.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">115420531</site>	<item>
		<title>Mães: reflexos de Maria</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2025/05/10/maes-reflexos-de-maria/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2025/05/10/maes-reflexos-de-maria/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 04:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[mae]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=21799</guid>

					<description><![CDATA[&#160; “Ela é minha Mãe! Sinto que com ela posso chorar…&#8221; Karen Bueno – “Qual é o relacionamento existente entre o filho e a sua mãe terrena?”, questiona, certa vez, o Pe. José Kentenich. Ele mesmo responde: “Trata-se de um mistério singular, essa unidade plena existente entre a mãe e o filho. […] Enquanto o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" data-attachment-id="35966" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/05/05/por-que-maio-e-mes-de-maria/mae-flor/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/mae-flor.jpg" data-orig-size="700,504" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae flor" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/mae-flor-300x216.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/mae-flor.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-35966" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/mae-flor.jpg?resize=700%2C504&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="504" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/mae-flor.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/mae-flor.jpg?resize=300%2C216&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Ela é minha Mãe! Sinto que com ela posso chorar…&#8221;</p>
<p>Karen Bueno –<em> “Qual é o relacionamento existente entre o filho e a sua mãe terrena?”</em>, questiona, certa vez, o Pe. José Kentenich. Ele mesmo responde:<em> “Trata-se de um mistério singular, essa unidade plena existente entre a mãe e o filho. […] Enquanto o filho, em forma misteriosa, estiver abrigado no seio da mãe, no qual foi concebido, se estabelece, entre ambos, uma corrente de sangue e de vida. É a mesma vida! O filho é uma parcela idêntica – não apenas semelhante – de sua mãe! Esta é a união existente!”.</em></p>
<p>Além disso: <em>“Mesmo depois de o filho nascer, muitas vezes entre dores atrozes, permanece, entre ambos, laços de união espiritual, a inclinação da mãe para o filho, em forma indissolúvel”</em>, diz o Fundador.</p>
<p>A “união cheia de mistério” que o Pe. Kentenich se refere vai além da infância e da gestação, ela segue por toda vida:<em> “Ao me encontrar em dificuldades […], quem é aquela que se coloca à minha disposição? Quem é? A vida ensina que a mãe normalmente está sempre disposta a se expor aos maiores sacrifícios, ainda que não seja tão religiosa. Entendemos o que significa isto? Eis o que é ser mãe!”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="56171" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/05/10/maes-reflexos-de-maria/mae_/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/mae_.jpg" data-orig-size="1024,574" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="mae_" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/mae_-300x168.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/mae_.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-56171" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/mae_.jpg?resize=1024%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="574" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/mae_.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/mae_.jpg?resize=300%2C168&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/05/mae_.jpg?resize=768%2C431&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ser mãe é ser uma imagem de Maria</strong></h3>
<p>Pe. Kentenich, baseado nas palavras dos Papas, afirma: <em>“O Bom Deus tornou Maria a Mãe de seu Filho e por isto dotou-a de um profundo sentimento materno; ela abriga em si um mar sem limites de amor maternal. Zelou para que esse mar de amor por nós, seus filhos, fosse vivo e real. E porque a Mãe de Deus também mostrou, inúmeras vezes, seu poder, seu amor e sabedoria em sua vida, é compreensível a reação de nosso coração: buscá-la, impelidos por uma força irresistível”.</em></p>
<p>Assim diz o Fundador: <em>“O reconhecimento da maternidade universal da querida Mãe de Deus está inscrito, de forma indelével, em nosso coração, no coração dos cristãos”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Um história que se repete hoje</strong></h3>
<p>Pe. Kentenich, certa vez, conta a história que leu:</p>
<blockquote><p>Conhecemos um pequeno santo. Filho de rei polonês, Estanislau Kostka tornou-se jesuíta. Saiu da casa paterna para se tomar jesuíta. Entrou no noviciado em Roma. Lá se introduziu nas verdades do reino de Deus. Certo dia saiu a passear na companhia de alguns padres; passaram a falar sobre a Mãe de Deus. Um padre perguntou-lhe se ele amava a Mãe de Deus. Respondeu, admirado: ‘É evidente, pois ela é minha Mãe’.<br />
Entendeis o que isso significa? Não diz que ela é COMO SE FOSSE minha Mãe, mas ELA É minha Mãe.</p></blockquote>
<p>É como se a história se repetisse hoje, com outro jesuíta, tão conhecido e querido de todos nós, o Papa Francisco. Pe. Alexandre Awi Mello narra, em seu livro, sobre a conversa com o Santo Padre:<em> “‘O que responderia, de forma breve, em poucas palavras, ante a pergunta: Quem é Nossa Senhora para o senhor?’. O Papa respirou profundamente, pensou um pouco e não hesitou em dizer com voz terna e cheia de afeto: ‘Ela é minha mãe’. Fez uma pausa e continuou: ‘E provavelmente seja a única pessoa com quem me atrevo a chorar. Porque eu sou muito duro. Não costumo chorar’, disse com uma candura que não combinava com o conteúdo de suas palavras. ‘Mas com a Virgem, sim, já o fiz. Ela sabe disso. Sinto que com ela posso chorar…’”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ela também é nossa Mãe</strong></h3>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="26760" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/05/10/maes-reflexos-de-maria/mae-crianca-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/mae-criança.jpg" data-orig-size="265,309" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae criança" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/mae-criança-257x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/mae-criança.jpg" class="alignright wp-image-26760 size-medium" title="Foto: Arquivo" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/mae-crian%C3%A7a-257x300.jpg?resize=257%2C300" alt="" width="257" height="300" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/mae-crian%C3%A7a.jpg?resize=257%2C300&amp;ssl=1 257w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/mae-crian%C3%A7a.jpg?w=265&amp;ssl=1 265w" sizes="(max-width: 257px) 100vw, 257px" />Como Santo Estanislau Kostka, o Papa Francisco e todos os cristãos, podemos afirmar com toda certeza: <strong>Ela é minha Mãe!</strong> Isso é um grande presente que nos pede, igualmente, uma resposta de amor. A filialidade heroica é a melhor forma de responder, em espírito de gratidão, por tanto cuidado recebido dos pais – tanto naturais como sobrenaturais.</p>
<p><em>“O amor à Mãe de Deus está inscrito, com traços indeléveis, em nosso coração”</em>, escreve o Fundador. Pela Aliança de Amor, não somente reconhecemos que Maria é nossa Mãe, mas lhe damos um lugar de honra em nosso coração para que, dessa forma, se torne nossa educadora, formando Cristo ali. Cabe a cada um se autoeducar, sob a proteção de Maria, para alcançar a santidade à altura da filialidade heroica.</p>
<p><em>“Em que consiste o caráter filial? Na criança existe naturalidade, desembaraço. Nós, homens adultos, devemos reconquistar o que é próprio da criança — o que é nobre — pelo preço de sérias lutas, isto é, conquistar a fé, a esperança e o amor filial dum homem maduro perante Deus”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>KENTENICH, Pe. José. <strong>A mais bela das Mães</strong>. Instituto Secular dos Padres de Schoenstatt, 1ª edição. São Paulo/SP: 2002.</p>
<p>KENTENICH, Pe. José. <strong>O Fundador nos fala</strong>. Edições Aliança, 1ª edição. Atibaia/SP.</p>
<p>MELLO, Pe. Alexandre Awi. <strong>Ela é minha Mãe! – Encontros do Papa Francisco com Maria</strong>. Editora Loyola, 1ª edição. São Paulo/SP: 2014.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2025/05/10/maes-reflexos-de-maria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">21799</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sobre ser filha e ser mãe</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2024/05/11/sobre-ser-filha-e-ser-mae/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2024/05/11/sobre-ser-filha-e-ser-mae/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2024 03:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[mae]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=26915</guid>

					<description><![CDATA[Um presente, uma alegria, um desafio Sueli Vilarinho – Estava casada há dois anos quando fui chamada à maternidade e uma semente de vida me chamou a atenção. Pode alguém não acreditar em Deus nesse momento? Por mais que minha formação acadêmica – como dentista – me ensinasse a união celular, nidação e todo o&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="26916" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/05/11/sobre-ser-filha-e-ser-mae/sueli-e-alice/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/05/sueli-e-alice.jpg" data-orig-size="600,396" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="sueli e alice" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/05/sueli-e-alice-300x198.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/05/sueli-e-alice.jpg" class="aligncenter wp-image-26916 size-full" title="Foto: Arquivo Pessoal" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/05/sueli-e-alice.jpg?resize=600%2C396" alt="" width="600" height="396" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/05/sueli-e-alice.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/05/sueli-e-alice.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Um presente, uma alegria, um desafio</p>
<p>Sueli Vilarinho – Estava casada há dois anos quando fui chamada à maternidade e uma semente de vida me chamou a atenção. Pode alguém não acreditar em Deus nesse momento? Por mais que minha formação acadêmica – como dentista – me ensinasse a união celular, nidação e todo o processo de desenvolvimento embrionário para o crescimento, esta semente em mim não podia ser teoria sem a presença de Deus e de seu sopro Divino.</p>
<p>Verdadeiro momento de unir a vontade de Deus àquela semente é dar um nome. Como saber o nome que será e terá uma missão divina? Eis que sempre contamos com o Espírito Santo que ilumina, e a semente se chama Alice. Alice significa – a verdadeira!</p>
<p><strong>Para mim, a maternidade é ser instrumento de Deus</strong>, dar exemplo e liberdade para que floresça a vida em dignidade e sabedoria. Desafio de nossos tempos massificados, onde todos são iguais, querem tudo igual, ou nem sabem o que querem. Dar asas para criatividade da personalidade e desenvolvimento livre no respeito, temor e amor a Deus. Assim Maria também ensinava: “façam tudo que Ele vos mandar”. Ensinar que a dor deve ser suportada com espírito sacrifical e que as tarefas do dia a dia são escadas para chegar de volta até Deus.</p>
<p>Para que seja assim, Maria, Mãe de Jesus, formou primeiro em mim esse caráter de obediência, virtudes e disposição a servir. <strong>Não podia experimentar este amor se primeiro não tivesse a minha mãe</strong> – Dona Carminda – forte, guerreira e de fé inabalável em Deus e Nossa Senhora. Quem ama primeiro é capaz de ensinar para a vida toda. Só se aprende a andar andando, e a amar amando.</p>
<p>Hoje, me sinto filha amada, de minha mãe e de Nossa Senhora e tenho admiração e o desejo de aprender cada vez mais, como Maria guardava tudo no coração, como diante da cruz ficou de pé, e ter sempre a coragem de dizer: “Eles não têm mais vinho”, nessa atitude Jesus se compadece e faz sempre milagres de transformação.</p>
<p>Desejo a todos que possam se surpreender com a semente da maternidade, que cada pessoa gerada seja amada primeiro por sua Mãe, em qualquer situação e qualquer circunstância que Deus tiver em seu plano. Desejo que os filhos nunca esqueçam que têm mãe. “Eis aí a tua Mãe”, sejamos fiéis ao pedido de Jesus.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2024/05/11/sobre-ser-filha-e-ser-mae/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">26915</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ser mãe à imagem de Maria</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2023/05/14/ser-mae-a-imagem-de-maria/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2023/05/14/ser-mae-a-imagem-de-maria/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 May 2023 04:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[mães]]></category>
		<category><![CDATA[uniao de familias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=36082</guid>

					<description><![CDATA[&#160; &#160; “Pois nós, a seu exemplo, podemos ser essa ponte entre o humano e o Divino” Rosângela Marramarco Lovato – Ser mãe é o sonho de muitas mulheres. Um sonho às vezes acalentado por muitos anos e uma grande aspiração, objetivo de vida. Nem todas o realizam e, às vezes, algumas são surpreendidas pela&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="36580" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/06/11/sempre-namorados-cultivando-o-primeiro-amor/obra-das-familias-6/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/obra-das-familias.jpg" data-orig-size="150,34" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="obra das familias" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/obra-das-familias.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/obra-das-familias.jpg" class="alignnone size-full wp-image-36580" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/obra-das-familias.jpg?resize=150%2C34" alt="" width="150" height="34" /></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="36083" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2023/05/14/ser-mae-a-imagem-de-maria/mae-41/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae.jpg" data-orig-size="700,504" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;KlausKroeper&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D700&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1413711142&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;KlausKroeper&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;95&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;320&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.004&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae-300x216.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae.jpg" class="aligncenter wp-image-36083 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae.jpg?resize=700%2C504" alt="" width="700" height="504" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae.jpg?resize=300%2C216&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Pois nós, a seu exemplo, podemos ser essa ponte entre o humano e o Divino”</p>
<p>Rosângela Marramarco Lovato – Ser mãe é o sonho de muitas mulheres. Um sonho às vezes acalentado por muitos anos e uma grande aspiração, objetivo de vida. Nem todas o realizam e, às vezes, algumas são surpreendidas pela maternidade assim como Maria. O que não sabemos ao iniciar a jornada é que essa missão de serviço é incondicional, ultrapassa o tempo, as forças físicas e emocionais e não nos poupará nada, até a última lágrima. Lágrimas de preocupação, ira, desilusão, mas também de alegrias que não cabem no coração e transbordam pelos olhos. Uma vez mãe, sempre mãe! Como Maria!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O amor Ágape</strong></h3>
<p>Ao nascerem nossos filhos, talvez pensássemos como Pedro (Jo 21, 15-19), ao ser perguntado pelo Senhor: “Pedro, tu me amas (ágape)?” que a resposta: “Eu te amo (filos)”, seria suficiente. Ó santa ingenuidade! <a href="#_edn1" name="_ednref1">[1]</a></p>
<p>O amor ágape terá que surgir, nem que tenha de nascer “à fórceps” de dentro do nosso coração! Um amor que dá tudo e não reserva nada para si, porque aprendemos a amar nossos filhos quase que com violência. As situações de suas vidas que impactaram as nossas e exigiram o máximo de nós nos mostraram como viver o amor Ágape – o amor de Maria como Mãe!</p>
<p>Ela aprendeu que amar seu Filho lhe custaria muito mais que admiração, inquietações ou falta de sono. Seu amor por Ele levou-a ao cume do sofrimento, da rejeição, do medo, mas também, por sua fidelidade, a viver, antes de todos, aquilo que nos foi prometido: ir para o Céu em corpo e alma, junto à seu Filho! (Sonho de toda boa mãe católica)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A busca e o pedido</strong></h3>
<p>“Por que me procuravam? Vocês não sabiam que devia estar na casa de meu pai?” (Lc 2, 41-51). Como não te procurar Filho? Como não te buscar até te encontrar? Como te deixar? A exemplo de Maria, como nós, mães de filhos imperfeitos, por nós gerados, poderemos descansar até que nossos filhos achem o Verdadeiro caminho da Vida? Se ela e José correram de volta à Jerusalém atrás de Jesus, o que faremos nós? Não descansaremos nunca até que nossos filhos possam ser salvos! Teremos parte na sua salvação ou na sua condenação eterna.</p>
<p>Assim como ouvimos dezenas, centenas, milhares de vezes aquele chamado insistente: “Mãe! Mãe!! Mãe!!!” até que respondêssemos: “O quê ? Estou aqui” Nossa Mãe Admirável também não cansa de ouvir nossas súplicas. Ela, a Onipotência Suplicante diante de Deus Trino, ouve as nossas súplicas insistentes como as das crianças. Súplicas de ordem física, material e espiritual. Algumas delas prontamente respondidas e tantas outras adiadas e encaminhadas. Quem dera, por nós protocoladas junto ao coração da Mãe de Deus. Pois nós, a seu exemplo, podemos ser essa ponte entre o humano e o Divino, transcendendo o plano natural e encaminhando esses pedidos de nossos filhos, revelados ou não, ao coração Imaculado de Maria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A empatia</strong></h3>
<p>Uma mãe sempre entende outra mãe! Como pediatra há mais de 30 anos e mãe de seis filhos, tive a graça de ouvir e receber muitas angústias e solicitações. E o melhor mesmo que já pude fazer foi encaminhar tantas delas a nossa querida Mãe, com a súplica de que estivesse comigo, me ajudasse naquilo que para mim era impossível de resolver! O resultado foi e é maravilhoso! O efeito resultante é sobrenatural e ultrapassa muito minha limitada capacidade humana de prescrever, ouvir ou aconselhar – portanto, só poderia ser obra dEla! Assim também percebemos isso na vida dos nossos filhos. O Thomé e eu não temos como duvidar que a Graça superabundou sobre a natureza e sobre nossa restrita capacidade de educar e conduzir nossos filhos a Deus. É tudo obra dEla, desta Mãe Três Vezes Admirável, e o que pode vir a faltar certamente será por não termos recorrido suficientemente ao seu amparo precioso como os cristãos o fazem há séculos:</p>
<blockquote><p><em>“Lembrai-vos ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer</em><br />
<em>que algum daqueles que tem recorrido à vossa proteção,</em><br />
<em>implorado a vossa assistência e reclamado o vosso socorro</em><br />
<em>fosse por vós desamparado.</em><br />
<em>Animado eu, pois, com igual confiança a vós, Virgem entre todas singular, </em><br />
<em>como a Mãe recorro, de vós me valho e, gemendo sob</em><br />
<em>o peso dos meus pecados, me prostro aos vossos pés.</em><br />
<em>Não desprezeis as minhas súplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, </em><br />
<em>mas dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar</em><br />
<em>o que vos rogo. Amém.</em></p>
<p>(Oração composta por São Bernardo)</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Feliz Dia das Mães!</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Rosângela e Thomé Lovato são da União de Famílias de Schoenstatt de Santa Maria/RS</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Schoenstatt International Communication Office 2014</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[1]</a> Pedro acreditava que um amor ‘filos’ (o amor fraterno, que envolve mútuos benefícios) bastaria, mas Jesus lhe pedia mais, pedia um amor ‘ágape’ (o amor incondicional, completo, heroico).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicação original: 2019</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2023/05/14/ser-mae-a-imagem-de-maria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36082</post-id>	</item>
		<item>
		<title>As mães também são filhas</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2021/05/09/as-maes-tambem-sao-filhas/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2021/05/09/as-maes-tambem-sao-filhas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 May 2021 13:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe e Rainha]]></category>
		<category><![CDATA[Maio]]></category>
		<category><![CDATA[MTA]]></category>
		<category><![CDATA[schoenstatt]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://schoenstatt.org.br/?p=46106</guid>

					<description><![CDATA[Ana Paula Paiva &#8211; O dia das mães sempre suscita em nós um apelo à afetividade e à delicadeza. A razão é evidente: as mães são o coração do lar, o elo perpétuo de entrega, sacrifício e doação desinteressada. As mães são refúgio, dedicação, harmonia. São também fidelidade, confiança, força, amparo e sabedoria. A lista&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="32678" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2018/09/10/dois-joses-e-um-joao-uma-dadiva-para-a-humanidade/mae-peregrina-14/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/mae-peregrina.jpg" data-orig-size="700,545" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;3.5&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX400V&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1445169494&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;12.58&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;800&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.076923076923077&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae peregrina" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/mae-peregrina-300x234.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/mae-peregrina.jpg" class="aligncenter wp-image-32678" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/mae-peregrina.jpg?resize=640%2C498&#038;ssl=1" alt="" width="640" height="498" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/mae-peregrina.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/mae-peregrina.jpg?resize=300%2C234&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Ana Paula Paiva &#8211; O dia das mães sempre suscita em nós um apelo à afetividade e à delicadeza. A razão é evidente: as mães são o coração do lar, o elo perpétuo de entrega, sacrifício e doação desinteressada.</p>
<p>As mães são refúgio, dedicação, harmonia. São também fidelidade, confiança, força, amparo e sabedoria. A lista de definições possíveis para o amor de uma mãe seria interminável, aliás.</p>
<p><strong> O que dizer, então, delas nesse tempo de pandemia?</strong></p>
<p>Em meio à tantas atribuições (acompanhamento de aulas remotas, home office, tarefas domésticas) é da mãe que brota a serenidade e a confiança para seguir em frente, em meio aos desafios. É a mãe que acompanha e dedica tempo aos seus. Que acolhe os medos dos pequenos (tão comuns nesse período), que entrega tudo de si a cada um. É a mãe que sabe o que se passa, como todos estão, do que precisam, o que sonham; que estende sua mão às necessidades, que faz sorrir, que abraça carinhosamente, que acompanha no caminhar e que transmite a fé em Deus – não somente a fé contida nos textos, mas a fé vivida no dia a dia.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A mãe é, verdadeiramente, a alma de uma família </strong></p>
<p style="text-align: center;">e é dela que parte a vitalidade, o afeto e a docilidade de um lar.</p>
<p>Muito embora a expressão, que tracejei acima, pareça dar conta de uma mulher invencível e incansável, a pandemia escancarou duas grandes verdades: a primeira é que nosso lar não é apenas uma hospedaria – é preciso transformar nossa casa em um Tabor, no qual nossos esposos e filhos possam proclamar sem reservas “Aqui é bom estar”. Não coabitamos com nossos parentes, somente: somos parte de uma família e nela, cada um é especial e original.</p>
<p>E a segunda é que, embora determinantes para o enfrentamento desse tempo difícil,</p>
<p style="text-align: center;"><strong>as mães não são invencíveis. </strong></p>
<p style="text-align: center;">Ninguém é e, ouso dizer, nunca tivemos tanta certeza de nossa finitude e da brevidade da vida.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="41777" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/05/09/as-maes-tambem-sao-filhas/papa_mta/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/papa_mta.jpg" data-orig-size="640,960" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="papa_mta" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/papa_mta-200x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/papa_mta.jpg" class="alignleft wp-image-41777 size-medium" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/papa_mta.jpg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/papa_mta.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/06/papa_mta.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" />Por isso nesse dia das mães, gostaria de salientar <strong>a importância da filialidade, como eixo central da maternidade:</strong> as mães são também filhas. É exatamente nisso que encontram a força necessária para expressar o amor de Deus aos seus: é Dele que brota a corrente de amor que transborda no seio materno.</p>
<p>E, ainda quando falhamos, <strong>é em Deus que renovamos nossas forças</strong> para recomeçar na trilha da busca pela santidade. Há algo de libertador em saber que nós, mães, que fazemos tudo por amor e desinteressadamente, também podemos recorrer ao colo de uma Mãe que nos acolhe, nos ama, nos transforma e nos envia para cumprir nossa vocação em meio ao mundo.</p>
<p>Que nesse dia saibamos, com ainda mais força, que <strong>nossa Aliança de Amor nos impele à verdadeira filialidade</strong> e à compreensão de que somos mães e filhas prediletas de Deus Pai de bondade, que nos cuida e guarda, para que cuidemos e guardemos. Que nossa Mãe nos inspire nos desafios e também na conquista de suas virtudes, e que tenhamos sempre perseverança e alegria para recomeçar e para levar as almas que Deus nos confiou, ao céu.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2021/05/09/as-maes-tambem-sao-filhas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46106</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Às mães que perderam seus filhos</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2021/05/08/as-maes-que-perderam-seus-filhos/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2021/05/08/as-maes-que-perderam-seus-filhos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 May 2021 09:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[filhos falecidos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://schoenstatt.org.br/?p=46079</guid>

					<description><![CDATA[&#160; É possível fazer da dor um testemunho de confiança na Divina Providência e entrega na Aliança de Amor Esther Morais Pessoa – Se aproxima a data que simboliza o amor de forma incondicional: o Dia das Mães. Neste ano quero me direcionar especialmente às mães que gestaram e entregaram seus filhos para Deus, trazendo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46080" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-46080" data-attachment-id="46080" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/05/08/as-maes-que-perderam-seus-filhos/flor-foto-anthony-delanoix-unsplash/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor-foto-Anthony-Delanoix-unsplash.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="flor foto Anthony Delanoix-unsplash" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor-foto-Anthony-Delanoix-unsplash-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor-foto-Anthony-Delanoix-unsplash.jpg" class="wp-image-46080 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor-foto-Anthony-Delanoix-unsplash.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor-foto-Anthony-Delanoix-unsplash.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor-foto-Anthony-Delanoix-unsplash.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-46080" class="wp-caption-text">(Foto: Anthony Delanoix, via unsplash.com)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>É possível fazer da dor um testemunho de confiança na Divina Providência e entrega na Aliança de Amor</p>
<p>Esther Morais Pessoa – Se aproxima a data que simboliza o amor de forma incondicional: o Dia das Mães. Neste ano quero me direcionar especialmente às mães que gestaram e entregaram seus filhos para Deus, trazendo um pouco da minha experiência de fé e confiança em minha Aliança de Amor com a MTA.</p>
<p>Mesmo sem nossos filhos no seio familiar, nunca deixaremos de ser mães e nem nos faltará motivos para comemorar o tempo que estivemos na presença deles, assim como Nossa Mãe Celestial se faz presente em nossas vidas diariamente.</p>
<p>Trago em meu coração a felicidade de uma consciência plenamente confiante na Divina Providência, mesmo sabendo que não vivo mais a alegria e o regozijo da presença do meu querido filho! Diante dos fatos e dos caminhos a seguir, entre o amor ou a dor, o sofrimento ou a resiliência, entre a Fé ou a desesperança, <strong>me entreguei ao amor</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_46081" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-46081" data-attachment-id="46081" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/05/08/as-maes-que-perderam-seus-filhos/familia-esther-e-diniz/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/familia-esther-e-diniz.jpeg" data-orig-size="480,480" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="familia esther e diniz" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/familia-esther-e-diniz-300x300.jpeg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/familia-esther-e-diniz.jpeg" class="wp-image-46081 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/familia-esther-e-diniz.jpeg?resize=480%2C480&#038;ssl=1" alt="" width="480" height="480" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/familia-esther-e-diniz.jpeg?w=480&amp;ssl=1 480w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/familia-esther-e-diniz.jpeg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/familia-esther-e-diniz.jpeg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w" sizes="auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px" /><p id="caption-attachment-46081" class="wp-caption-text">João Paulo, Karibel, Esther e Diniz Pessoa, Liga de Famílias de Schoenstatt, Sâo Bernardo do Campo/SP</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse caminho de amor significa ver e viver a misericórdia de Deus nos acontecimentos como a certeza da ressurreição, que meu filho está no colo e sobre o amparo da maior das Mães. É uma jornada para compreender que existem dores piores que a morte física, a empatia ao enxergar mães com dores maiores que a minha, confiar que a Providência Divina cuidou para que o melhor acontecesse.</p>
<p>O amor materno não pode ser egoísta, ele precisa ser incondicional, pois, acreditando na ressurreição, na vida eterna, na Santíssima Trindade e na Aliança de Amor, creio que meu filho está no melhor lugar, com as melhores pessoas, vivendo algo superior, que jamais iremos experimentar na terra.</p>
<h2>O caminho para transformar a dor em missão</h2>
<p>A dor de perder um filho é humanamente insuportável e impossível de carregá-la sozinha, então, todas as vezes que meu coração se aperta de saudade ou outros sentimentos ruins tentam invadi-lo e endurecê-lo, me Consagro à Mãe e Rainha, entrego a <a href="https://schoenstatt.org.br/home/vinculo_ao_santuario/oracoes/">Oração da Confiança</a> até que meu coração sinta paz novamente. Eu sempre me espelhei em Nossa Senhora, pois ela passou pela mesma dor e pelo mesmo sofrimento que o meu, ela me entende. As visitas ao Santuário, nosso Tabor, é onde bebo diretamente na fonte as graças da minha Aliança de Amor, a busca pela Celebração Eucarística onde me fortaleço no Corpo e Sangue de Cristo.</p>
<h2>O amor pode realizar o impossível</h2>
<p>A certeza do amor e da misericórdia de Deus em minha vida e da minha família se confirma através do perdão à pessoa que tirou a vida do meu filho. <strong>Perdoá-lo foi sobrenatural</strong>, diria que um presente de Deus no “Nada sem vós, nada sem nós”, convertendo tudo em graças ao meu filho pela sua salvação, pois o amor de mãe é capaz do impossível.</p>
<p>Meu conselho fica para seguirmos o caminho do amor, pois nele reconhecemos todos os ganhos que tivemos durante a vida deles conosco e no caminho da dor somente sentimos e olhamos o que perdemos, gerando todo dia mais sofrimento e amargura!</p>
<p>Gostaria de dizer também o quanto foi importante a oração da família e dos amigos; a sua presença, para que nós pudéssemos viver e testemunhar nossa fé, foi essencial.</p>
<p>Mãe é uma palavra tão pequena mas com uma grandeza imensurável: Não poderia começar senão com a letra “M” de Maria, seguido do “A” de Amor e do “E” de Esperança, me referindo à esperança no verbo “esperançar” que é buscar e persistir e não ao sentido de esperar! O toque final fica com o ~ em cima do “A”, que representa o amor de Deus que une e jamais separa. A maior tragédia de um homem não é a morte física e sim o que morre dentro de nós! Dedico estas palavras e ações ao meu filho João Paulo. Feliz dia das mães a todas as mães!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_46082" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-46082" data-attachment-id="46082" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/05/08/as-maes-que-perderam-seus-filhos/flor/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor.jpg" data-orig-size="700,540" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="flor" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor-300x231.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor.jpg" class="wp-image-46082 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor.jpg?resize=700%2C540&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="540" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/05/flor.jpg?resize=300%2C231&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-46082" class="wp-caption-text">(Foto: unsplash.com)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2021/05/08/as-maes-que-perderam-seus-filhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46079</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Celebrar as mães é celebrar a vida</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2019/05/12/celebrar-as-maes-e-celebrar-a-vida/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2019/05/12/celebrar-as-maes-e-celebrar-a-vida/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2019 03:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=36090</guid>

					<description><![CDATA[&#160; “A Mãe de Deus acolhe todos os seus filhos no seu próprio coração e leva-nos ao coração de Deus” Antonio Carlos e Elizabet Fonseca Furtado – Maio, mês que toca nosso coração por vários motivos, é o mês em que celebramos o Dia das Mães e, entre todas elas, aquela que é a Mãe&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="36091" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2019/05/12/celebrar-as-maes-e-celebrar-a-vida/mae-maternidade/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae-maternidade.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae maternidade" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae-maternidade-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae-maternidade.jpg" class="aligncenter wp-image-36091 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae-maternidade.jpg?resize=700%2C467" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae-maternidade.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/mae-maternidade.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A Mãe de Deus acolhe todos os seus filhos no seu próprio coração e leva-nos ao coração de Deus”</p>
<p>Antonio Carlos e Elizabet Fonseca Furtado – Maio, mês que toca nosso coração por vários motivos, é o mês em que celebramos o Dia das Mães e, entre todas elas, aquela que é a Mãe de Deus e nossa Mãe, a Virgem Maria, a quem amamos e reverenciamos.</p>
<p>Celebrar as mães é celebrar a vida, é celebrar sua presença amorosa no lar, presença que acolhe, cuida, educa e ajuda a crescer. No Dia das Mães, queremos cumprimentar e agradecer a todas as mulheres que assumem e vivem com dedicação e responsabilidade sua vocação materna, que se realiza de diversas maneiras, seja no cuidado com os próprios filhos, seja na acolhida e adoção de outros, seja na vida consagrada – que, ao renunciar a maternidade biológica pelo Reino de Deus, não abdica da maternidade espiritual, mas a realiza ao entregar toda a vida ao serviço de tantas pessoas.</p>
<p>Que maio nos faça recordar a verdade de que Maria é o natural da reza e do rito. Em Maria, a prece flui naturalmente, nem precisa ser criada, ela já existe, ela já está ali. Em Maria, aprendemos que Amor é identificação e aproximação. Ela, com seu corpo e estado virginal, permitiu a Deus se tornar visível. Deu à luz um Deus simples e singelo.</p>
<p>Em nossa vocação humana e divina, Maria é o feminino de Deus em nosso caminho para a eternidade. Deus é Pai com coração de Mãe, onde Maria aparece como “o rosto materno de Deus” a favor da humanidade.</p>
<p><strong>Modelo de mãe e mulher</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="31263" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2018/05/08/um-dia-na-casa-de-maria-sal-e-luz-para-o-mundo/mae-31/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/05/mae.jpg" data-orig-size="600,412" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="mae" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/05/mae-300x206.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/05/mae.jpg" class="aligncenter wp-image-31263 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/05/mae.jpg?resize=600%2C412" alt="" width="600" height="412" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/05/mae.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/05/mae.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Maria é o modelo para todas as mães e, por isso, convém também que neste mês de maio reflitamos um pouco sobre a importância da mãe nos nossos dias. Quando se referiu à maternidade na Carta às Mulheres, o Papa João Paulo II afirmou que elas se fazem ventre do ser humano na alegria e no sofrimento de uma experiência única, que as tornam o sorriso de Deus pela criatura que é dada à luz, que as faz guia dos seus primeiros passos, amparo do seu crescimento, ponto de referência por todo o caminho da vida. Essas palavras abrem caminho para amplas e profundas reflexões que nos possibilitam a descoberta de valores e princípios morais que expressam o plano do Criador e a maravilha da vida humana.</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<p>Maria é a Mãe de Deus e nossa. Que todos nós devotos, filhos de Nossa Senhora, aprendamos a ver nela o sorriso de Deus que nos revela seu amor e sua ternura, façamos dela a nossa guia no caminhar rumo ao Pai, contemos com o seu amparo nos momentos de dificuldades e fragilidades que marcam a existência humana. Que ela, nossa Mãe, seja referência a todos nós para que, a seu exemplo, sejamos fiéis ao sim que também demos ao nosso Deus quando assumimos a nossa fé.</p>
<p>Para melhor entendermos o grande papel de Maria, recordamos que ela experimentou de modo único a misericórdia de Deus. A misericórdia a envolveu de modo particular desde a sua Imaculada Conceição, passando pela Anunciação, como discípula fiel do seu Filho, até o grande momento da sua Páscoa. Por isso vemos Maria como:</p>
<p><strong>Mãe que gerou a misericórdia divina encarnada</strong> – graça extraordinária que coloca a jovem Maria, a partir da Encarnação do Filho de Deus, numa relação inimaginável de intimidade com o próprio “<strong>Pai das misericórdias</strong>” (2 Cor 1, 3).</p>
<p><strong>Profetisa</strong> que exalta a misericórdia de Deus, pois no seu cântico do “Magnificat” ela louva ao Pai misericordioso: “a sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem”; “socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia” (Lc 1, 50.54).</p>
<p><strong>Intercessora incansável do povo de Deus</strong> – elevada aos céus em corpo e alma, Maria não deixa de apresentar as necessidades dos fiéis ao seu Filho, a quem rogou pelos esposos de Caná, quando vivia na terra (cf. Jo 2,1ss). Ela “continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna”, ensina o Concílio Vaticano II (Lumen gentium, n. 62), praticando assim a misericórdia, sobretudo para com os que padecem dos males da alma (pecadores), mas também do corpo (todos que sofrem).</p>
<p><strong>Apóstola incansável da misericórdia divina</strong> – com a permissão e o envio do seu Filho, Maria visitou inúmeras vezes os seus filhos ainda peregrinos neste mundo, o que podemos contemplar nas aparições que já gozam de beneplácito eclesial convidando a todos a se aproximarem do “trono da graça” que é o seu Filho. Com o seu coração compassivo de Mãe, não poderia permanecer indiferente às mazelas dos seus filhos neste vale de lágrimas.</p>
<p>A Mãe de Jesus e nossa merece, portanto, ser honrada como Mãe da Misericórdia e Mãe de misericórdia!<em> “Ó Maria, Mãe que experimentastes e gerastes a Misericórdia, Mãe que proclamais e exerceis a misericórdia, fazei de nós autênticos apóstolos deste mesmo mistério de amor em nosso tempo”.</em></p>
<p><strong>Rezar e olhar por elas</strong></p>
<p>Nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, sempre nos ensina que devemos amar<br />
nossas mães olhando para a figura de Maria. Por que não cultivar, em nossas famílias, as três atitudes de Maria – <strong>ouvir a Palavra, guardar a Palavra no coração e frutificar a Palavra?</strong> Elas são hoje a grande chave para vivermos o nosso seguimento de Jesus.</p>
<p>Pe. José Kentenich rezava várias vezes, neste mês, essa pequena oração entregando sob sua proteção a Família de Schoenstatt: <em>“Ave, Maria! Por tua pureza, conserva puros o meu corpo e a minha alma, abre-me largamente o teu coração e o coração de teu Filho”. Sobre ela, explica: “É uma oraçãozinha que eu próprio fiz, certa vez, quando ainda era pequeno. Eu sempre me ajoelhava e rezava esta oraçãozinha”.</em></p>
<p><em>“A Mãe de Deus acolhe todos os seus filhos no seu próprio coração e leva-nos ao coração de Deus. Se ela exige expressamente nossa cooperação, se ela espera ser solicitada, está seguindo o mé¬todo de Deus como educador. Não foi Ele que disse: “Pedi e recebereis, batei e abrir-se-vos-á, procurai e achareis” (Cf. Lc. 11,9)?&#8230; A medida da nossa CONFIANÇA determina a medida da realização.</em></p>
<p>Assim, neste mês, não devemos só rezar, mas também olhar com carinho nossas Mães idosas, doentes e necessitadas. Feliz Dia das Mães para todas!</p>
<p>[/read_more]</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2019/05/12/celebrar-as-maes-e-celebrar-a-vida/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36090</post-id>	</item>
		<item>
		<title>A Mãe, na vida de uma mãe schoenstattiana</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2019/05/12/a-mae-na-vida-de-uma-mae-schoenstattiana/</link>
					<comments>https://schoenstatt.org.br/2019/05/12/a-mae-na-vida-de-uma-mae-schoenstattiana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2019 03:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das Mães]]></category>
		<category><![CDATA[mae]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schoenstatt.org.br/?p=36098</guid>

					<description><![CDATA[&#160; “De modo semelhante à Mãe de Deus, aspiramos a tornar-nos vaso aberto, bem aberto para Deus, para todo o divino” (Pe. José Kentenich) [1] Maria Augusta Bruschini – Mês de maio, mês dedicado a Maria, a Mãe das mães. Com muito carinho celebramos o Dia das Mães, no segundo domingo do mês. É um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="33372" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2018/11/01/uma-visita-que-aquece-e-ilumina/mae-37/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/11/mae.jpg" data-orig-size="750,598" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;6.3&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;TVP_T5i contato@tvpimagens.com.b&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS REBEL T5&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1540653131&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;28&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;100&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.01&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/11/mae-300x239.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/11/mae.jpg" class="aligncenter wp-image-33372 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/11/mae.jpg?resize=750%2C598" alt="" width="750" height="598" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/11/mae.jpg?w=750&amp;ssl=1 750w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/11/mae.jpg?resize=300%2C239&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“De modo semelhante à Mãe de Deus, aspiramos a tornar-nos vaso aberto, bem aberto para Deus, para todo o divino” (Pe. José Kentenich) <a href="#_edn1" name="_ednref1">[1]</a></p>
<p>Maria Augusta Bruschini – Mês de maio, mês dedicado a Maria, a Mãe das mães. Com muito carinho celebramos o Dia das Mães, no segundo domingo do mês. É um dia em que ela é lembrada com grande afeto por todos. Mas, será que só em um dia do ano ela deve ser lembrada e homenageada? E os outros 364 dias? Será que se deixa de ser mãe em algum momento? Será que uma mãe pode esquecer-se de seus filhos e da grande missão para a qual foi chamada?</p>
<p>Na verdade, eu diria que a maioria das mulheres se transforma quando dá à luz um filho. Desde sua concepção, quando a mulher é gerada, ali já é semeado um ‘germe de mãe’, pois “em cada mulher que a terra criou, um traço de Deus Maria deixou, um sonho de Mãe Maria plantou&#8230;” <a href="#_edn1" name="_ednref1">[2]</a>. Assim, podemos entender o instinto maternal de todas as mulheres: a semente da maternidade existe desde que cada uma foi criada. Quanto mais nos doamos aos nossos filhos, mais o amor se desenvolve em cada uma de nós e a maternidade vai florescendo e amadurecendo.</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<p><strong>Maria, nosso modelo de mulher e mãe</strong></p>
<p>Ela nos ensina todas as virtudes que devemos conquistar para sermos uma mãe dedicada, delicada, atenta, dócil, amorosa, compreensiva, paciente&#8230; Ela nos ajuda a ver nossos filhos com o seu olhar e a aceitá-los como são. A ter um olhar único para cada um, assim como Maria olha para cada um de seus filhos.</p>
<p>E quantas vezes ali, nos momentos de aflição, na dor, no desamparo e nas dificuldades, recorremos àquela que nos dá seu colo, nos acolhe e nos ajuda a superar todas as dificuldades que encontramos?! Ela vem em nosso socorro!</p>
<p>Mas, infelizmente, nem todas as mães desenvolvem esse amor. Acabam sendo levadas pelos valores do mundo, dando mais importância ao trabalho, à sua aparência física, à vaidade e acabam colocando os filhos num segundo plano. Seria uma pena se nós, mulheres e mães, não nos espelhássemos em Maria para desenvolver essa divina função a que fomos chamadas.</p>
<p><strong>Uma descoberta que transforma a vida</strong></p>
<p>Como mãe da União Apostólica de Mães de Schoenstatt, posso confessar a transformação que aconteceu em minha vida desde que me aproximei da Mãe Três Vezes Admirável. Aos poucos fui aprendendo a viver a Fé Pratica na Divina Providência e me aprofundando nos ensinamentos do nosso Fundador, Pe. José Kentenich. Ele sempre valorizou muito a autoeducação, constante e perseverante – o que, para uma mãe, é fundamental. Ele nos ensinou a manter os ouvidos no coração do Pai e a mão no pulso do tempo, para saber como e quando agir, nas diversas situações da nossa vida.</p>
<p>Na União, fui aprendendo a soltar as rédeas do controle da vida e passá-las para as mãos do Pai. “Agora me deixo guiar cegamente por ti: quero escolher somente tua santa vontade; contigo atravessarei noites e trevas, porque teu amor sempre vela por mim” (Rumo ao Céu, 400)</p>
<p><strong>Mães educadas por Maria</strong></p>
<p>Um aspecto muito importante da mãe é colocar alma no mundo tão secularizado e materializado. A mãe deve ser pura, simples e bondosa. Ela encontra sua realização e felicidade máximas ao sair de si mesma para desgastar-se no serviço da vida que lhe foi confiada. Quando ela se arisca e luta por essa atitude de serviço, ela se transforma em abrigo aos demais.</p>
<p>A essência da maternidade consiste “no serviço desinteressado à vida do outro” (Pe. Kentenich). A mãe necessita estar constantemente voltada para sua autoeducação, especialmente no campo afetivo, a fim de superar os sentimentos de egoísmos, caprichos, superficialidades.</p>
<p>No Movimento de Schoenstatt, Maria nos educa e nos molda em sua escola de amor; ela fortalece nossa vida interior e nos ajuda a viver nossa grande missão de mãe/mulher, especialmente nos dias de hoje, onde os valores e princípios evangélicos estão tão abafados.</p>
<p>Quando entronizei meu Santuário Lar, como ‘Rainha do Lar, Rainha da Família’, dei a ela o poder para me ajudar na criação e educação dos meus filhos. Aos poucos fui entregando a ela todo o poder, confiando-lhe todas as situações na educação e desenvolvimento dos meus filhos. Ali senti uma força muito grande que sempre me auxiliou em todos os momentos da minha vida. Ela sempre esteve comigo.</p>
<p>Sempre unida à oração e vivendo a Aliança de Amor, pude sentir sua presença em minha vida e na vida da minha família. Os meus filhos ainda eram jovens, pré-adolescentes, quando coroei a Mãe como Rainha da Família e então, na confiança heroica, ela foi orientando-os nos estudos, na escolha da profissão, na escolha dos companheiros para o casamento, no trabalho&#8230; e sempre. Confiando na Providência Divina, fomos procurando cumprir a vontade do Pai. Hoje não posso imaginar como seria ter criado meus filhos, formado minha família sem o auxilio e a presença da MTA me orientando sempre.</p>
<p>Refúgio dos pecadores, auxiliadora dos aflitos, Mãe, sempre presente nos acompanhando.</p>
<p>Nós, mães, temos a missão de rezar sempre pelos nossos filhos, porque aqui na terra somos a principal autoridade espiritual sobre eles. É por meio de nós que eles recebem, desde a gestação, as primeiras percepções da vida. Por isso, rezemos:</p>
<blockquote><p><strong>Oração de uma mãe para seus filhos:</strong></p>
<p>Mãe, a ti confio os meus filhos e a ti eu os consagro, hoje e todos os dias de suas vidas.<br />
Semeai, ó Rainha, no coração dos meus filhos, o encanto do amor puro, digno e generoso.<br />
Fortalecei-os na fé, na esperança e na confiança do amor de Deus.<br />
Mãe e Rainha de Schoenstatt, educai-os e transformai-os, com vossa luz, em homens novos, anunciadores do bem, da verdade e da paz. Amém!</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Erick Henrique Alaídes, Itabira/MG</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[1]</a> O Fundador nos Fala. Primeiro Curso de Retiro às Mães de Schoenstatt pregado pelo Pe. José Kentenich, Schoenstatt, 4 a 8 de setembro de 1950</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[2]</a> Canção ‘Maria de Nazaré’, composição: Pe. Zezinho (Pe. José Fernandes de Oliveira)</p>
<p>[/read_more]</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://schoenstatt.org.br/2019/05/12/a-mae-na-vida-de-uma-mae-schoenstattiana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">36098</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
