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	<title>Evangelho do dia &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Jesus não pode realizar milagres entre os seus</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jul 2024 12:45:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; 14ª Semana do Tempo Comum &#124; Domingo Evangelho Marcos 6, 1-6 No Evangelho de hoje, vemos que Jesus realizou milagres nas cidades vizinhas de Nazaré. Mas, ali ele não pôde fazer milagres porque lhes faltava fé. Em sua própria terra, Jesus não é amado e não acreditam Nele, nem no Seu poder. Eles certamente esperavam&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56642" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-56642" data-attachment-id="56642" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/07/07/jesus-nao-pode-realizar-milagres-entre-os-seus/jesus-8/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Jesus.jpg" data-orig-size="1024,538" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Jesus" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Jesus-300x158.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Jesus.jpg" class="wp-image-56642 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Jesus.jpg?resize=1024%2C538&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="538" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Jesus.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Jesus.jpg?resize=300%2C158&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Jesus.jpg?resize=768%2C404&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-56642" class="wp-caption-text">Imagem de Airgil Daviss por Pixabay</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>14ª Semana do Tempo Comum | Domingo</p>
<p>Evangelho Marcos 6, 1-6</p>
<p>No Evangelho de hoje, vemos que Jesus realizou milagres nas cidades vizinhas de Nazaré. Mas, ali ele não pôde fazer milagres porque lhes faltava fé. Em sua própria terra, Jesus não é amado e não acreditam Nele, nem no Seu poder. Eles certamente esperavam mais dele. Eles tinham expectativas que não foram atendidas.</p>
<p>Isso acontece também comigo e com as pessoas mais próximas de mim. É difícil para mim acreditar na sua santidade porque os vejo muito de perto. E se vejo que fazem milagres para outros, me incomoda que não sejam tão milagrosos comigo. Fazem boas obras lá fora e não as fazem para mim. Talvez esperassem mais Dele. Eles acreditavam que ali, em sua casa, em Nazaré, Ele curaria os enfermos, ressuscitaria os mortos e traria justiça à terra. Eles não fizeram isso porque lhes faltava fé. Na verdade, é porque Jesus foi um deles. Ele nasceu ali, naquela terra que eles conheciam tão bem.</p>
<p>Seu pai e sua mãe eram conhecidos, uma família normal e simples, ele era o filho do carpinteiro. Tudo era muito cotidiano, eles eram parentes. Eles não têm fé. Eles não acreditam que este homem, por mais humano que seja, é Filho de Deus. Ninguém saberia de onde viria o Messias, mas, todos sabiam de onde Jesus veio. Ele era um homem entre os homens. A fama dele os incomoda.</p>
<h3><strong>Ninguém é profeta em sua própria terra</strong></h3>
<p>Essa frase está carregada de verdade. Eles pararam na humanidade de Jesus e não viram mais nada além disso. Algo semelhante não acontece comigo em relação as pessoas? Às vezes, a fama delas coloca uma barreira entre o meu olhar e a verdade. Vejo o que dizem sobre elas e tento me encaixar. Claro, digo, quando vejo comportamentos condizentes com o que as pessoas falam. Sim, mas, ele é também fofoqueiro, egoísta, muito falador, ou não faz nada. O rótulo que deram para ele é o que pesa sobre mim. Dou mais valor a isso do que àquilo que vejo de bom nas pessoas. Se um dia ela agir diferente penso que é um ato de exceção ou que o que estou vendo o que não é real.</p>
<p>O preconceito é um tecido que não me deixa ver a realidade como ela é. Vejo o pecado e me lembro da dor que o comportamento daquela pessoa me causou, não importa quando foi. Essa lembrança escurece o meu olhar e tudo o que há de bom nessa pessoa não entra mais nos meus olhos. Isso acontece também com os preconceitos positivos. Se eu pensar bem de alguém, não importa o que ela faça, isso não mudará a minha maneira de vê-lo. Os preconceitos, sejam eles negativos ou positivos, superam a realidade.</p>
<h3><strong>Eu permaneço naquilo que vejo</strong></h3>
<p>É real o ditado: &#8220;Não se vê a floresta por causa das árvores.&#8221; Concentro-me nos detalhes ou fico em algo que a pessoa disse ou fez um dia, e não saio de lá. Não vejo a vida inteira da pessoa, mas, só aquele momento isolado, aquele detalhe que pode ou não ser importante. Fico na superfície da realidade e não vou mais a fundo. Minha visão fica turva por aquela questão específica que me parece decisiva.</p>
<p>Vamos olhar para as pessoas além do que elas parecem ou da imagem que os outros me transmitiram. Às vezes, a impressão guardada na alma é tão forte que não consigo enxergar além dela. Gostaria de ter a liberdade de acreditar que meu irmão pode mudar e ser melhor do que vi ou do que ele é agora.</p>
<p>Da mesma forma, corremos o risco de rotular Deus. Ele é o milagreiro ou é aquele Deus ausente da minha vida, que não muda a realidade que tenho que sofrer e nem escuta meus pedidos de ajuda. Eu classifico Deus e exijo que Ele aja de acordo com a imagem que tenho Dele. Na verdade, não O amo, apenas tenho expectativas. Talvez seja por isso que quando as coisas não acontecem como eu esperava ou os milagres que eu queria não acontecem, fico com raiva de Deus e me afasto Dele, perco a fé. Foi assim que seus parentes e conhecidos de Nazaré quiseram jogá-lo de uma montanha e depois deixá-lo sair de sua cidade. Eles não acreditaram Nele, nem na Sua missão, nem no Seu caminho.</p>
<p>O Evangelho de hoje nos convida a olhar Jesus na sua verdade, na sua profundidade, sem preconceitos. Acreditar Nele, mesmo quando muitos milagres não acontecem ou pelo menos aqueles milagres que imploro insistentemente.</p>
<p>Peçamos a Maria que, a partir do Santuário nos ajude a transformar o modo de olhar para as pessoas, a fim de que não haja barreiras entre o meu olhar e a realidade que tenho que viver. Deus está presente em cada pessoa e atua como Ele quer e não como eu desejo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cfr. Homilias diárias, Pe. Carlos Padilla</p>
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		<title>Quaresma é tempo de conversão</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Mar 2022 11:11:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; Na reflexão do Evangelho de hoje, Pe. Gustavo Crespo nos diz que Deus nos mostra que sempre é possível nossa transformação. A conversão acontece no convívio em comunidade e com um encontro pessoal com Deus. Isso faz parte da graça da transformação, que a Mãe de Deus nos concede no Santuário.]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Na reflexão do Evangelho de hoje, Pe. Gustavo Crespo nos diz que Deus nos mostra que sempre é possível nossa transformação. A conversão acontece no convívio em comunidade e com um encontro pessoal com Deus. Isso faz parte da graça da transformação, que a Mãe de Deus nos concede no Santuário.</p>
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		<title>A graça da transformação é graça de transfiguração.</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2022 09:43:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; A transfiguração do Tabor pode ser vivenciada também no Santuário. A graça da transformação é graça de transfiguração. Assim como os Apóstolos já não eram os mesmos ao descer o monte, nós também sempre saímos do Santuário transformados e somos enviados para anunciar o encontro com Cristo, que ali realizamos por meio de&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>A transfiguração do Tabor pode ser vivenciada também no Santuário. A graça da transformação é graça de transfiguração.</p>
<p>Assim como os Apóstolos já não eram os mesmos ao descer o monte, nós também sempre saímos do Santuário transformados e somos enviados para anunciar o encontro com Cristo, que ali realizamos por meio de Maria.</p>
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		<title>As respostas de Jesus devem ser também as nossas</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Mar 2022 11:25:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nesse primeiro domingo da quaresma, Pe. Rodrigo da Rosa Cabrera, da Arq. de Santa Maria/RS, ajuda-nos a refletir sobre a mensagem do Evangelho. Mais do que nos determos nas tentações, precisamos nos deter nas respostas de Jesus, pois elas são as mesma que, na Aliança de Amor, devemos dar hoje, a fim de educar-nos como&#8230;]]></description>
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<p>Nesse primeiro domingo da quaresma, Pe. Rodrigo da Rosa Cabrera, da Arq. de Santa Maria/RS, ajuda-nos a refletir sobre a mensagem do Evangelho. Mais do que nos determos nas tentações, precisamos nos deter nas respostas de Jesus, pois elas são as mesma que, na Aliança de Amor, devemos dar hoje, a fim de educar-nos como pessoas transfiguradas.</p>
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		<title>O mais importante na vida é aquilo que não se vê</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2021 10:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quais são suas raízes? Como elas estão hoje? Pe. Carlos Padilla Esteban – Hoje, na liturgia, ouvimos falar de árvores fortes que protegem e dão sombra: «Ele produzirá folhagem, dará frutos e se tornará um cedro majestoso. Debaixo dele pousarão todos os pássaros, à sombra de sua ramagem as aves farão ninhos. E todas as&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_45051" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-45051" data-attachment-id="45051" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/02/19/cada-dia-um-amanhecer-quaresmal/luz-amanhecer-sol/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/02/luz-amanhecer-sol.jpg" data-orig-size="400,533" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="luz amanhecer sol" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/02/luz-amanhecer-sol-225x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/02/luz-amanhecer-sol.jpg" class="wp-image-45051 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/02/luz-amanhecer-sol.jpg?resize=400%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="533" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/02/luz-amanhecer-sol.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/02/luz-amanhecer-sol.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><p id="caption-attachment-45051" class="wp-caption-text">(Foto: Pe. Antonio Bracht)</p></div>
<p>Quais são suas raízes? Como elas estão hoje?</p>
<p>Pe. Carlos Padilla Esteban – Hoje, na liturgia, ouvimos falar de árvores fortes que protegem e dão sombra: <em>«Ele produzirá folhagem, dará frutos e se tornará um cedro majestoso. Debaixo dele pousarão todos os pássaros, à sombra de sua ramagem as aves farão ninhos. E todas as árvores do campo saberão que eu sou o Senhor, que abaixo a árvore alta e elevo a árvore baixa; faço secar a árvore verde e brotar a árvore seca»</em> (Ez 17, 23-24). Árvores frondosas que sobem ao céu, rompendo as alturas, surpreendendo quem olha do chão, sendo lar e ninho para muitos.</p>
<p>O reino de Deus é comparado a uma árvore que nasce da menor semente: <em>“Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus? Que parábola usaremos para representá-lo? O Reino de Deus é como um grão de mostarda que, ao ser semeado na terra, é a menor de todas as sementes da terra. Quando é semeado, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e estende ramos tão grandes, que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra”</em> (Mc 4, 30-32).</p>
<p>Eu gosto dessa imagem de uma árvore forte que resiste aos ventos e às tempestades. Uma árvore que sobe ao céu sustentada por seu tronco forte, por suas raízes profundas. Um lugar de descanso, onde a alma se encontra acolhida. Sei que sem raízes, a árvore não aguenta os ventos e as tempestades.</p>
<p>O Pe. José Kentenich dizia: <em>“Se não educamos pessoas que tenham raízes saudáveis, também não conseguiremos cultivar árvores saudáveis” </em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></span><em>.</em> Uma árvore é forte e cresce forte se suas raízes são saudáveis. Mas é vulnerável se suas raízes forem superficiais, pouco profundas. Pessoas sem raízes são mais vulneráveis, mais frágeis. Podem ser feridos com facilidade. Elas caem ante os contratempos. Para permanecer forte na vida, preciso de raízes profundas.</p>
<p>O poeta Francisco Luis Bernárdez escreve: <em>«Porque depois de tudo compreendi, o que a árvore tem de florida, vive do que tem de enterrado».</em> A árvore se lança às alturas graças à profundidade de suas raízes. Sem elas, não tem solidez. Sem elas não é florida. Eu gosto de ver assim. O que torna a minha vida sólida não são as flores, nem as aparências. É a profundidade das minhas raízes. Sem elas, eu desmorono diante da menor contrariedade.</p>
<p>A vida sempre traz consigo problemas, tensões e contratempos. As raízes não são visíveis, mas é delas que eu bebo e vivo. Elas me sustentam. O reino de Deus são essas raízes que o mundo não aprecia. Elas me dão vida, elas me alimentam. Elas permanecem ocultas sob a terra e não se destacam. O mais importante em minha vida é aquilo que não se vê. O que ninguém vê ou valoriza. O trabalho oculto, o esforço constante, a entrega silenciosa, o sacrifício contínuo&#8230; a profundidade da minha vida. Dessa profundidade dependem a minha solidez como pessoa e a minha fecundidade.</p>
<p>Santo Inácio escreveu uma frase clássica: <em>“Nunca se deve colher os frutos de uma árvore colocando o machado nas raízes”.</em> Sem raízes não haverá mais frutos, nem vida verdadeira. O tronco seca e com ele os ramos, as folhas, os frutos. Poderei dar frutos um dia, mas depois, sem raízes, não voltarei a florescer novamente.</p>
<p><strong>É por isso que tenho que cuidar das raízes para garantir que os frutos sejam bons, para que a árvore se fortaleça e resista às tempestades e surjam mais frutos. Quais são as minhas raízes? Como está a profundidade da minha vida interior?</strong></p>
<p>O Pe. Kentenich fala da alegria profunda que só é possível, permanente e profunda quando permaneço enraizado em Deus: <em>«Exige um elevado grau de amor a Deus e, ao mesmo tempo, um distanciamento muito forte do apego a mim mesmo e ao mundo, um desvincular-se de si e do mundo, um vincular-se de forma sumamente profunda a Deus, uma intimidade muito forte com Deus e um estar cativado por Deus»</em> <span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[2]</a></span><em>.</em></p>
<p>Um desapego de mim mesmo, do mundo, daquilo que me tira a paz. Um profundo apego a Deus. Viver cativado por seu amor. Isso é possível? <em>“Ir em busca de Deus não consiste em sair de si mesmo para encontrar um objeto no mundo exterior, mas em separar-se deste mundo e recolher-se em si mesmo”. </em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[3]</a></span></p>
<blockquote><p><strong>Leituras deste domingo:</strong></p>
<p>1ª Leitura &#8211; Ez 17, 22-24<br />
Salmo &#8211; Sl 91<br />
2ª Leitura &#8211; 2Cor 5, 6-10<br />
Evangelho &#8211; Mc 4, 26-34</p></blockquote>
<p><em>Trecho da homilia do Pe. Carlos Padilla de 17 de junho de 2018. A versão completa, em espanhol, <a href="https://drive.google.com/file/d/1AT51Adq1l82PnYcfrsUL8DKvpOjyBfWv/view" target="_blank" rel="noopener">você encontra aqui</a>.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> </span>Padre José Kentenich, Hacia la cima</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[2]</a> </span>Padre José Kentenich, Las fuentes de la alegría sacerdotal</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[3]</a> </span>Cardeal Robert Sarah, La fuerza del silencio, 66</p>
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