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	<title>Helene Kühr &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>A maternidade espiritual na vida de Helene Kühr</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2025 09:13:28 +0000</pubDate>
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<p>No mês das mães, o que podemos aprender com Helene?</p>
<p>Silvio e Eroni Dala Rosa – Neste mês de maio queremos jogar pequenos raios de luz sobre a maternidade de Helene Kühr. Ela não teve filhos biológicos, contudo, exerceu a maternidade espiritual em diversas situações. Somente as mulheres imersas no amor de Deus são aptas a exercê-la. A experiência pessoal como filha diante de Deus tornou-se a força inesgotável de fecunda doação para aceitar, acolher e amar.</p>
<p>A Sra Helene, ao acolher aqueles que bateram à sua porta e aos que em solidariedade socorreu e defendeu, exerceu seus cuidados maternais. Mathilde Schlommer também experimentou desta maternidade espiritual. Ela morava próximo à fazenda dos Kühr e, juntamente com outras três crianças da vizinhança, frequentava sua casa e recebia orientações. Mathilde não tivera a oportunidade de frequentar a escola. Nos encontros semanais, Dona Helene ensinava o alemão. Era muito dócil e carinhosa. Mathilde manteve este contato por aproximadamente dez anos, sendo este um período muito gratificante em sua vida.</p>
<p>Em um de seus poemas, Helene escreve: “<em>Mãe de Deus, rosa de ternura, ensina-nos a rezar&#8230;ó branca flor ensina-nos a sofrer.</em>..”; em outro: “<em>Se quiseres abraçar o sofrimento de alguém, deves tu mesmo estar suspenso numa cruz&#8230; Vem, ó cruz, força dos fracos, torna-nos fortes para as boas obras</em>”. É da intimidade com Cristo e Maria que Helene haure forças para exercer a maternidade cristã: alegrar e reavivar a esperança nos corações que lhe foram confiados. O destino de muitos necessita de atitudes maternais conscientes, como as de Helene. Eis, por isso, nossa gratidão à maternidade espiritual de Helene Kühr.</p>
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<p>Publicado em: 15 de maio de 2022</p>
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		<title>Helene Kühr, só Deus e eu sabemos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 09:18:31 +0000</pubDate>
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Marcelo e Stefani Frölich/Ir. M. Nilza P. da Silva &#8211; Neste dia 7 de fevereiro, lembramos o aniversário de Helene Kühr, esposa de Dr. Fritz Kühr. Mulher de destaque e exemplo para os tempos atuais, Sophie Helene Keespe nasceu em 7 de fevereiro de 1891, em Attendorn, Alemanha. Aos 82 anos, ela faleceu no Brasil e atualmente está sepultada junto ao seu esposo, no Santuário de Schoenstatt de Londrina/PR.</p>
<p>O casal viveu muitos anos separados fisicamente, devido à prisão de Fritz pelo nazismo. A partir do contato com o Pe. José Kentenich, Fritz se tornou o co-fundador da Obra de Famílias de Schoenstatt. Nesse período de guerra, Helene mudou-se para o Brasil, vivendo uma época de colonização e de grandes desafios para a região norte do Paraná, local onde ela passou a habitar, em Rolândia. Como imigrante e sem a presença física de seu esposo, Helene Kühr precisou demonstrar diariamente a força de uma mulher fiel, determinada, corajosa, autoconfiante, amorosa, maternal e sensível ao contexto, o que reflete em seus poemas, escritos durante este período de “exílio”, ao liderar o árduo trabalho de estruturar uma fazenda.</p>
<p>Mesmo distante, separada de seu marido pelo oceano, sem saber exatamente onde ele estaria e em quais condições, temendo pela vida do esposo, seus poemas demonstram seu grau de fidelidade e amor incondicionais, pois sempre destacou a saudade amorosa e o ardente desejo do reencontro. No poema <em>Mágoas do coração</em>, Helene assim escreve: <em>Quando à noite eu vou dormir/silente e cansada me ponho à janela,/eu penso em ti./Eu contemplo tua face novamente,/ouço as lindas canções que cantavas para mim&#8230;</em></p>
<p>Por meio de poemas que evocam a subjetividade, ela dialogava com Fritz Kühr através de versos saudosos, amorosos, preocupados, mas, acima de tudo, vinculado à Deus. Em um de seus poemas, escreve que sua vida está despedaçada, pois encontra-se distante de seu amor, reconhece que sem ele não consegue mais sentir alegria. Termina afirmando que <em>o que carrega e que suporta só ela e Deus o sabem.</em></p>
<p>Em 1947, o Pe. José Kentenich chega ao Brasil pela primeira vez e visita a Sra. Helene.</p>
<p>Após a chegada do Dr. Kühr ao Brasil, o casal viveu junto somente por mais três anos, pois ele sofria com câncer e faleceu em 1950. Ambos se tornaram, unidos ao Pe. Kentenich, os pioneiros na Obra de Famílias.</p>
<p>Portanto, a história de Helene retrata a vida de quem amou independência e vinculação harmoniosa com sua fé. Novamente, como lemos na obra <em>Como uma pluma ao vento, </em>o que mais chama a atenção em seus poemas é o restabelecimento constante e bem orgânico da união com aquilo que a movia e que vivenciou em relação a Deus e ao sobrenatural. Lembrando sua vida e revisitando sua trajetória, lembrando a passagem de sua morte, somos convidados a nos inspirarmos em Helene, que depois de tudo o que passou, reencontra seu amor Fritz Kühr, em outubro de 1947, e podem enfim viver juntos, até que a morte os uniu para sempre no céu.</p>
<p>Para ler o texto completo, <a href="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Helene-Kuhr-artigo.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clique aqui!</a></p>
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