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	<title>Jesus Cristo &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>A Aliança: caminho que conduz ao encontro com Cristo</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2023 09:36:07 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Pe. Marcelo Cervi* &#8211; A solenidade da Epifania do Senhor, que muita gente conhece com o nome de “Dia de Reis”, nos recorda a história dos Magos do Oriente que foram em busca Jesus Menino. A Bíblia diz que eles chegaram a Jerusalém perguntando: “Onde está o rei dos judeus recém-nascido? Com efeito, vimos sua estrela no seu surgir e viemos homenageá-lo” (Mt 2,2). O caminhar deles até Jesus foi guiado por uma estrela, como narra o evangelista São Mateus: “E eis que a estrela que tinham visto no céu surgir ia à frente deles até que parou sobre o lugar onde se encontrava o menino” (Mt 2,9).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Maria é a estrela que conduz a Cristo e ele é o caminho que leva ao Pai</strong></h3>
<p>Os Magos, portanto, foram orientados por uma estrela no seu caminho em busca d’Aquele que é o Caminho que conduz ao Pai (cf. Jo 14,6). O episódio sugere que, segundo a Providência Divina, existem diferentes caminhos que levam a Cristo. Um deles – e certamente o mais fácil e seguro – é a Virgem Maria, como ensina São Luís Maria Grignon de Monfort no seu conhecido “Tratado da Verdadeira Devoção à Virgem Maria” (cf. n. 152).</p>
<p>Um devoto de Maria e mais, uma pessoa que se consagra a Ela, automaticamente é encaminhada a Jesus porque Maria sempre conduz a Cristo e nada retém para si daquilo que recebe. Todo amor, súplicas e orações oferecidos a Maria são imediatamente transferidos para Cristo já que, na pessoa de Maria, “tudo fala de Cristo, tudo se refere a Ele e tudo depende Dele” (cf. Papa Paulo VI, Marialis cultus, 25).</p>
<p>Também as belas palavras que a Igreja e os Santos dirigem a Maria “em nada diminuem a singularidade redentora de Cristo pois Ele é o único Redentor” (cf. Papa Francisco, Catequese, 24.03.2021).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Na Aliança de Amor, Maria nos insere em seu maior interesse: Cristo</strong></h3>
<p>Essa centralidade de Cristo na pessoa de Maria explicada pelos Papas é doutrina da Igreja, ensinada pelo Concílio Vaticano II ao dizer que Maria “consagrou-se totalmente como Serva do Senhor à pessoa e à obra do Seu Filho, servindo sob Ele e com Ele, por graça de Deus, ao mistério da Redenção” (cf. LG 56)</p>
<p>A Aliança de Amor conforme a espiritualidade de Schoenstatt é uma forma reconhecida pela Igreja de entregar-se inteiramente a Maria no estilo da chamada “consagração a Nossa Senhora”. A pessoa que sela a Aliança de Amor (chamada de “contraente”) se compromete com Maria e assume os interesses de Maria como seus, da mesma maneira que, na especificidade de uma aliança mútua, Maria se compromete com o contraente e faz próprio Dela os seus interesses.</p>
<p>Entre os interesses de Maria, o mais precioso é Cristo e os valores que Cristo nos apresenta, condensados no Evangelho. Por isso, sem nenhum medo, podemos afirmar que a Aliança de Amor é caminho seguro que conduz a Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ela nos mostra Jesus</strong></h3>
<p>É normal que algumas pessoas sintam uma espécie de receio de fazer uma aliança com Maria, tal como a realizamos em Schoenstatt. Alguns, inclusive, criticam o nosso amor a Nossa Senhora, que lhes parece exagerado. Sem contar alguns irmãos de outras denominações religiosas que insistem em chamar de idolatria aquilo que é unicamente amor a uma Mãe que tudo transfere ao Filho. A todos esses, dizemos: não tenham medo de selar a Aliança pois, como vimos, tudo o que damos a Maria, sobretudo o nosso amor mais apaixonado, é imediatamente direcionado a Cristo.</p>
<p>Prova disso é que Maria sempre nos mostra Jesus e sempre O coloca como principal, apresentando-O para a adoração humana, como atesta o mesmo texto bíblico citado logo acima: “Ao entrar na casa, (os Magos), viram o Menino com Maria, sua Mãe, e prostrando-se o adoraram.” (Mt 2,12).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Pe. Marcelo Cervi pertence ao Instituto dos Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt, é Reitor do Santuário Matri Ecclesiae (Belmonte) e do Centro Internacional de Schoenstatt de Roma</p>
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		<title>Não basta falar sobre a cruz</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 10:08:48 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Pe. Rafael Mota* &#8211; Em 13 de Dezembro de 1975, a cantora americana Patti Smith lança seu emblemático álbum <em>Horses</em> – um disco de vinil, bem antes das plataformas digitais – com o intuito de influenciar as pessoas a não se sentirem tão sozinhas, a ‘tomarem as rédeas de suas vidas’ e se mover. Ela, que mais tarde seria considerada a “Madrinha do Punk”, abre sua obra prima com a canção <em>Gloria</em>, que começa com o seguinte verso: “Jesus morreu pelos pecados de alguém, mas não pelos meus”.</p>
<p>Provocador, não? Sempre que escuto essa introdução, me pergunto como ela chegou a gravar algo assim. [1] Se bem que esta reflexão não é sobre a música em questão ou sua compositora, penso que nos serve como um bom ponto de partida para refletirmos sobre a Cruz no contexto atual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Não basta falar sobre a cruz</h3>
<p>O que eu percebo é que já não basta ao homem e a mulher modernos falar sobre o ‘sacrifício de Jesus’. Para toda uma geração, <strong>essa expressão não passa de um incentivo</strong>, uma fonte de inspiração:</p>
<ol>
<li>‘Aguente firme aí! Você também é capaz de tolerar as dores da vida!’</li>
<li>‘Nem Jesus agradou todo mundo. Olha que ele era bom, mas mesmo assim o mataram!’</li>
<li>‘Todos temos nossas cruzes!’</li>
</ol>
<p><strong>O sentido mais profundo da Cruz parece ter se ‘diluído entre outros exemplos’</strong> – Jesus passou a não ser mais do que uma biografia bestseller, no melhor dos casos, um case de sucesso para os influencers e coachs. Noto que às vezes, inclusive, se desconfia que Jesus realmente tenha sofrido – ou que o tenha feito por nós, solidariamente:</p>
<ol>
<li>‘Carregou a Cruz, mas Ele era Deus, né?’</li>
<li>‘Sempre me emociono com a Paixão de Cristo, mas Ele sabia o que estava fazendo’</li>
</ol>
<p>Para alguns, inclusive, quem precisava do ‘<strong>Espetáculo da Cruz</strong>’ era Deus mesmo:</p>
<ol>
<li>‘Depois do pecado, Deus queria a obediência e Jesus veio para deixa-lo satisfeito!’</li>
<li>‘Alguém tinha que pagar por nossos pecados! Estávamos em débito com Deus!’</li>
<li>‘Para aplacar sua ira contra nós! Para demonstrar seu poder! Para cumprir as profecias! Etc.’</li>
</ol>
<p>Apresentar Jesus como o <strong>‘Servo Sofredor’,</strong> seguindo a noção de Isaías, <strong>desperta suspeita de ideologia.</strong> Quero dizer: um símbolo de submissão frente as dificuldades e a morte. Percebo que soa como algo inimigo da vida, alienante e que, para muitos, nada tem a ver com a experiência cotidiana humana.</p>
<ol>
<li>‘Mas parece que você gosta de sofrer, né? Tá pior que Jesus!’</li>
<li>‘Deixa de ser bobo, reage! Te pegaram pra Cristo e ninguém merece!’</li>
<li>‘Se Deus soubesse o que eu tenho que aturar&#8230;’</li>
</ol>
<p>Assim, penso que a reclamação de Patti Smith expressa desejos ainda vigentes em nossa sociedade: autonomia e independência, emancipação e auto validação, superação e realização pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_51356" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-51356" data-attachment-id="51356" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/09/14/nao-basta-falar-sobre-a-cruz/jmj-cruz/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/09/jmj-cruz.jpg" data-orig-size="1024,683" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="jmj-cruz" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: JMJ Panama&lt;/p&gt;
" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/09/jmj-cruz-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/09/jmj-cruz.jpg" class="size-full wp-image-51356" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/09/jmj-cruz.jpg?resize=1024%2C683&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/09/jmj-cruz.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/09/jmj-cruz.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/09/jmj-cruz.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-51356" class="wp-caption-text">Foto: JMJ Panama</p></div>
<h3>Outra perspectiva: Cristo-Filho</h3>
<p>Procurando resgatar o sentido e apelo do Mistério da Cruz, gostaria de enfocá-lo desde outra perspectiva. Aposto pela relação do Cristo-Filho com o Pai, que marca o viver e morrer de Jesus. [3]</p>
<p>Explico melhor: Jesus viveu com uma opção clara pelo Reino dos Céus e seu alimento era fazer a vontade do Pai (João 4, 34) [2]. Ele o buscava ativamente, com zelo e de modo humano – com gestos e palavras, sem prescindir de seu corpo, valendo-se da psicologia que estava a seu alcance, encontrando forças em sua espiritualidade. Uma vez que começa a alcançar multidões, sua história passa a estar marcada por conflitos e perseguições. Sua proposta se mantém irreconciliável com a mentalidade dominante de seu tempo, portanto é preso e condenado a morrer na cruz.</p>
<p><strong>Este é um momento de Crise.</strong> O desenlace não é previsível, não está nada resolvido de antemão. Por vezes, colocamos Jesus demasiado ‘em pé de igualdade’ com o Pai, como se nunca se surpreendesse, com uma confiança inabalável frente ao temor, gozando de uma imunidade ao sofrimento. Pelo contrário, Jesus enfrenta uma novidade com a fé que lhe é possível naquele momento. Neste sentido, sua relação com o Pai se encontra ‘por um fio’, ‘em risco’.</p>
<p><strong>A ressurreição vem como uma ‘virada</strong>’, uma mudança de situação, uma comprovação – inclusive permite olhar retrospectivamente para todo o processo e redescobrir a condução providente do Pai. <strong>A angústia do Filho se transforma em alegria</strong> – os discípulos escrevem o Evangelho com esta certeza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A Filiação</h3>
<p>Vendo assim, a possibilidade do sofrimento não diminui a prontidão de Jesus para trabalhar pelo Reino de Deus. Me atrevo a dizer que não foi a paciência, a perseverança, a renúncia ou tolerância que o levaram à Ressurreição – virtudes demasiado passivas. Senão desejar ativamente manter-se unido ao Pai, mesmo quando as condições incluíam sofrimento verdadeiro.</p>
<p>Por sua vez, o Pai corresponde o amor do Filho. A opção pelo Reino de Deus continua na Ressurreição. Mais ainda, se concretiza nisso: o Pai e Filho estão unidos em um só projeto, que agora triunfa definitivamente sobre a morte e se estende a todo gênero humano. “A Glória de Deus é o homem vivo”, como ensina Santo Irineu. [4]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>A cruz, portanto, surge como um convite para que nos reconheçamos Filhos.</h3>
<p>Que nos coloquemos em marcha pela vida e a liberdade, construindo o Reino de Deus segundo a vontade do Pai. Que reconheçamos que o Pai não é alheio ao nosso sofrimento, senão que é solidário conosco. Que seu amor se confirma, tal como já ficou demonstrado em Jesus.</p>
<p>Em síntese, a Cruz tem esse potencial para restabelecer, aprofundar, esclarecer e renovar a relação entre o Pai e o Filho. De tal modo que o seguimento de Jesus se traduz em filiação adotiva. Logo, posso afirmar com certeza: Jesus morreu sim por meus pecados, como meu irmão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Pe. Rafael Mota pertence ao Instituto dos Padres de Schoenstatt, é Assessor da Juventude Masculina de Schoenstatt</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212; &#8212; &#8212; &#8212;</p>
<p>[1] Lembremos que nos anos 60-70 o mundo passava por profundas transformações – marcadas pelos movimentos a favor do amor, da liberdade e da igualdade de direitos, pelo vislumbre de Hollywood, por multidões assistindo aos festivais de música, ao surgimento de novos ídolos e à chegada do homem à Lua. Transformações que, no entanto, não deixaram de ter um gostinho amargo – penso na Guerra do Vietnam, nas ditaduras, na crise do Petróleo, nas epidemias (como a de meningite no Brasil), na geografia da fome, no auge do <em>Apartheid </em>com a prisão de Mandela e no assassinato do Presidente Kennedy e de Martin Luther King. Num curto intervalo, grandes artistas partiam: Bobby Fuller, Nat King Cole, Sam Cooke, John Coltrane, Ottis Redding, Jimi Hendrix, Judy Garland, Marilyn Monroe e outros. Assim, Patti Smith chegava aos seus 30 anos com a inspiração, o talento e a ocasião perfeita para compor algo diferente, chocante, poético e excitante.</p>
<p>[2] Podendo exercer sua ação messiânica de outra forma, Jesus quis ter um olhar para os pobres e excluídos, curando os doentes, alimentando os famintos, consolando os desanimados, perdoando os pecadores, ensinando o amor ao próximo, explicando as escrituras com autoridade, ensinando a rezar, chamando discípulos, denunciando a hipocrisia e resgatando a essência da Lei e do Templo.</p>
<p>[3] O acento não pode estar na tolerância, na resignação e aceitação. Também não no ‘Pare de Sofrer’.</p>
<p>[4] Cf. Catecismo da Igreja Católica 294</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: <a href="https://www.facebook.com/jornadamundialdajuventude/photos/?ref=page_internal" target="_blank" rel="noopener">JMJ Panama</a></p>
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		<title>Cristo Tabor: forma e norma da nova Terra Mariana</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2019/10/27/cristo-tabor-forma-e-norma-da-nova-terra-mariana/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Oct 2019 02:32:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Família se encontra: Congresso de Outubro no Regional Sudeste &#160; Ir. M. Nilza P. da Silva &#8211; Quando todos os filhos se encontram na casa da Mãe, assunto é o que não falta. Cada dirigente de Ramo das Ligas chega, no Santuário Tabor da Permanente Presença do Pai, em Atibaia/SP,  para o Congresso de Outubro&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="38575" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2019/10/27/cristo-tabor-forma-e-norma-da-nova-terra-mariana/congresso-2019/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2019.jpg" data-orig-size="700,458" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX1&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1247962983&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;5&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;125&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.0015625&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Congresso-2019" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2019-300x196.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2019.jpg" class="aligncenter wp-image-38575" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2019.jpg?resize=640%2C419" alt="" width="640" height="419" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2019.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2019.jpg?resize=300%2C196&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" />A Família se encontra: Congresso de Outubro no Regional Sudeste</p>
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<p>Ir. M. Nilza P. da Silva &#8211; Quando todos os filhos se encontram na casa da Mãe, assunto é o que não falta. Cada dirigente de Ramo das <a href="http://www.schoenstatt.org.br/home/org/organizacao/ligas-apostolicas-de-schoenstatt/">Ligas</a> chega, no Santuário Tabor da Permanente Presença do Pai, em Atibaia/SP,  para o Congresso de Outubro trazendo a vida borbulhante do em seu local, são mais de 130 pessoas vindas de 38 cidades. Todos trazem também as inquietações das situações do mundo e da Igreja e o desejo de encontrar caminhos e respostas, na espiritualidade de Schoenstatt.</p>
<p>De 25 a 27 de outubro de 2019, eles partilham experiências, rezam juntos, recebem formação e podem conhecer testemunhos edificantes da vida na Aliança de Amor de membros da grande Família de Schoenstatt. Nikolas Oliveira e Natália de Souza Madeira cumprem a tarefa de cerimoniais com muita leveza e contam com a colaboração de toda a Família. Para iniciar o Congresso, de forma lúdica e ao mesmo tempo profunda, num simulado de conversas em grupo de whatsapp, na qual até o Fundador, Pe. Kentenich é adicionado e participa ativamente, o olhar se dirige aos principais acontecimentos do ano, em cada local, quais foram as correntes de vida mais fortes. Pode-se realmente afirmar: Schoenstatt é um movimento apostólico de vida de graças!</p>
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<p><strong>A glória de Maria é formar a imagem de Cristo em nós</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="38576" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2019/10/27/cristo-tabor-forma-e-norma-da-nova-terra-mariana/congresso1-2019/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso1-2019.jpg" data-orig-size="300,200" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;5.6&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS Rebel SL2&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1582370383&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;300&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;3200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.008&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Congresso1-2019" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso1-2019-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso1-2019.jpg" class="size-full wp-image-38576 alignright" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso1-2019.jpg?resize=300%2C200" alt="" width="300" height="200" />A formação na manhã de sábado é centrada em Cristo Tabor, como forma é norma da nova Terra Mariana. Na sua conferência, de Ir. M. Diná B. de Souza, a cristologia da Aliança de Amor. &#8220;Nosso Pai e Fundador disse, aqui no Brasil: &#8216;Vim para combinar convosco como ampliar a Glória da Mãe de Deus.&#8217; Ele desvendou a imagem de Cristo Tabor. Essa imagem foi a norma e forma de sua vida. Seu profundo amor a Maria o conduziu a um grande amor a Cristo e ao Pai. Schoenstatt é um movimento para a renovação do mundo em Cristo por Maria. Maria é a mulher formada em Cristo. Desde 1914, o Pai e Fundador identifica o Santuário como Tabor onde Maria revela as suas glórias. Sua glória é formar a imagem de Cristo em nós. A Aliança de Amor atinge seu objetivo somente se nos conduzir a Aliança com Cristo e com a Trindade. Encarnar em nossa vida as características de Cristo transfigurado. Todo meu apostolado deve ajudar as pessoas a encontrarem Cristo e nele serem filhos do Pai.&#8221;</p>
<p>Em seguida, com a moderação de Pe. José Fernando Bonini, representantes das várias comunidades, Institutos e Uniões, partilharam cultivam o vínculo a Cristo. &#8220;Os testemunhos foram muito impressionantes e fortes, trouxeram muitas coisas que a gente realmente não conhecia. Esse Congresso nos trouxe muito crescimento, levamos muito para colocar em prática para a nossa cidade,&#8221; dizem Luiz Alberto e Keila Gallo, Liga de Famílias, Poços de Caldas/MG A irradiação das glórias de Cristo é tema para as reuniões das comunidades e ramos, que dividem com a Família a forma concreta com qual ajudam a tornar o Brasil um Tabor, irradiando as glorias de Cristo transfigurado. A homilia continua o tema com o testemunho dos sacerdotes. Natália de Souza Madeira, Juventude Feminina de Schoenstatt, São Bernardo do Campo/SP afirma: &#8220;O que destacou para mim é a busca de unidade da Família, todos vieram para olhar para o futuro, mas, querendo olhar juntos. Isso ficou muito claro!&#8221;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="38577" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2019/10/27/cristo-tabor-forma-e-norma-da-nova-terra-mariana/congresso-2-2019/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2-2019.jpg" data-orig-size="300,371" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX1&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1247908986&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;18.7&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;800&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.016666666666667&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Congresso 2-2019" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2-2019-243x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2-2019.jpg" class="size-full wp-image-38577 alignright" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2-2019.jpg?resize=300%2C371" alt="" width="300" height="371" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2-2019.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Congresso-2-2019.jpg?resize=243%2C300&amp;ssl=1 243w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />Nos passos de Pozzobon, a Família peregrina ao Santuário, no começo da noite, enquanto seus sapatos passam de mão em mão. Com ele, todos chegam diante da Eucaristia e com a bênção, se encerram as atividades. Muitos permanecem em adoração, durante toda a noite, revezando de hora em hora. Assim, as reflexões do dia culminam com cada um diante de Jesus Eucarístico.</p>
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<p><strong>Sempre em saída: Ir ao encontro das pessoas</strong></p>
<p>Domingo é dia de, sob as luzes do Espirito Santo, tatear os planos de Deus para os próximos anos. Pe. Afonso Wosny orienta os diálogos e recolhe as muitas ideias que serão unidas às da Família de Schoenstatt de outros regionais, para, finalmente chegar-se ao novo lema e direção para os próximos anos. Na santa missa, que encerra a semana de outubro. Pe. Marcelo Aravena faz uma síntese sobre as crises atuais no Chile e apresenta como nossa espiritualidade e pedagogia pode colaborar na transformação do mundo: &#8220;É preciso ser Schoenstatt em saída, realmente ir para as ruas, encontrar-se com todas as pessoas.&#8221;</p>
<p>Luiz Henrique Mendes de Souza, Juventude Masculina de Schoenstatt, Brasília/DF, apresenta suas impressões:  &#8220;Esse Congresso me fez apaixonar-me ainda mais por Schoenstatt, porque percebi a grande dimensão da Obra em nosso regional e no  Brasil. Pude ver o quanto somos uma Família unida. Encontrei aqui pessoas que eu nunca tinha visto e parece que já nos conhecemos há muito tempo. Vou levar isso para o meu local. Schoenstatt e faz sair de mim mesmo e ir olhar para o outro. A pedagogia de Schoenstatt me faz querer ir cada vez mais ao encontro das pessoas que precisam de Deus.&#8221;</p>
<p>Fotos: Ir. M. Nilza e Milton Vendramine</p>
<p><strong>Clique na imagem para ver mais fotos:</strong></p>
<p><a title="Congresso de Outubro - 2019" href="https://www.flickr.com/photos/185208126@N07/albums/72157711524681701" data-flickr-embed="true" data-header="true"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" src="https://i0.wp.com/live.staticflickr.com/65535/48970192432_00b957e585_z.jpg?resize=640%2C480&#038;ssl=1" alt="Congresso de Outubro - 2019" width="640" height="480" /></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
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