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	<title>Padre José Kentenich &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Filhos consagrados à Maria</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 03:00:27 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Consagração do Pe. José Kentenich</p>
<p>Ir. M. Marcia Carmo da Silva – “Educa meu filho! Sê-lhe inteiramente mãe! Cumpre no meu lugar os deveres de mãe” <a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>, assim reza Catarina Kentenich, diante da imagem de Nossa Senhora do Rosário, no dia 12 de abril de 1894. Dificuldades familiares e econômicas obrigam-na a deixar seu filho José Kentenich no orfanato de Obernhausen. Esse momento é marcado pela dor da separação.</p>
<p>Consagrar os filhos a Nossa Senhora é um costume antigo na Igreja e muitos pais, por vinculação ou devoção, escolhem o Santuário da Mãe e Rainha de Schoenstatt para concretizar essa entrega. Esse gesto representa o <em>“desejo de conduzi-los no amor e na companhia de Maria, para que ela os abençoe e proteja de todo o mal”</em>, afirmam Débora Cristina e Antônio Flávio Possetti, que consagraram seus filhos, João e Pe. Vitor Possetti, no Santuário da Mãe e Rainha de Schoenstatt, em Londrina/PR.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="29964" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/04/12/a-consagracao-das-criancas-no-santuario/pai-jk-5/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/02/pai-jk.jpg" data-orig-size="300,435" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;HP pst_p02b&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1418385124&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai jk" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/02/pai-jk-207x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/02/pai-jk.jpg" class="wp-image-29964 size-full alignright" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/02/pai-jk.jpg?resize=300%2C435" alt="" width="300" height="435" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/02/pai-jk.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/02/pai-jk.jpg?resize=207%2C300&amp;ssl=1 207w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Para Celina Montedori e João Donizetti da Silva, de Campinas/SP, consagrar um filho na infância significa um compromisso. <em>“Consagramos nossos filhos com o pedido de eles crescerem na graça e assumimos o compromisso de educá-los no caminho de Deus. Diante das dificuldades e desafios que enfrentamos, principalmente quando se trata de conduzi-los no caminho da fé, nada melhor que recorrer ao auxílio de Maria”</em>, conta a mãe. João e Celina são pais da Ir. M. Carolina Montedori, hoje consagrada no Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt.</p>
<p><em>“O nosso sentimento de desvalimento na educação dos filhos encontra sua resposta no olhar, no abraço, nas mãos e no coração de Maria”</em>, dizem Rosângela Viezzi e Edson Lucio Pieralisi, pais do Gabriel, Rafael e da Beatriz. Eles contam que o Santuário da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt foi o primeiro destino de seus filhos, quando deixaram a maternidade. <em>“Nós os colocamos no altar do Santuário, assim como fazia o Pe. José Kentenich, e os consagramos à Mãe, Rainha e Educadora”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>“Herói é quem consagra sua vida a algo de grande” </strong><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[2]</a></h3>
<p>O pequeno José Kentenich, com pouco mais de oito anos de idade, acompanha atentamente a oração de sua mãe, Catarina Kentenich, e, a partir desse dia, assume Maria como sua mãe. Anos mais tarde, ao celebrar 25 anos de sacerdócio, ele revela: <em>“Tudo o que se fez, tudo o que pude realizar, se deve à nossa querida Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt” e continua: “Ela me formou e educou pessoalmente a partir dos nove anos de idade.[&#8230;] Minha educação foi obra exclusiva da Mãe de Deus, sem outro influxo humano mais profundo” </em><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[3]</a></p>
<div id="attachment_35721" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-35721" data-attachment-id="35721" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/04/13/filhos-consagrados-a-maria/crianca-6/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/criança.jpeg" data-orig-size="383,340" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="criança" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/criança-300x266.jpeg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/criança.jpeg" class="wp-image-35721 size-medium" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/crian%C3%A7a-300x266.jpeg?resize=300%2C266" alt="" width="300" height="266" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/crian%C3%A7a.jpeg?resize=300%2C266&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/04/crian%C3%A7a.jpeg?w=383&amp;ssl=1 383w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><p id="caption-attachment-35721" class="wp-caption-text">A família Pieralisi leva os filhos da maternidade direto para o Santuário</p></div>
<p>O futuro dos filhos – seja profissional, vocacional, físico, etc. – é um mistério que nenhum pai consegue prever, porém a consagração oferece uma certeza: <em>“Não estamos sozinhos! Maria é nossa ‘companheira de caminhada’”</em>, afirma Pieralisi, que acrescenta: <em>“Maria educa nossos filhos e também a nós, pais, por meio de seu exemplo, de suas palavras, de sua companhia, de sua intercessão”.</em></p>
<p>Ver os filhos crescerem em sabedoria e graça é uma alegria para os pais. Débora e Antônio contam que essa graça eles alcançaram com a intercessão de Maria. A<em> “Mãe e Rainha nos ajudou muito na formação dos nossos filhos. Hoje o Vitor é sacerdote e o João um futuro médico. Não nos cansamos de agradecer”</em>, dizem os pais da família Possetti.</p>
<p>Para Celina, a consagração da filha no Santuário de Atibaia/SP foi um momento fundamental, que encontraria eco anos mais tarde. <em>“Deus já a tinha escolhido e não percebemos”</em>, falam os pais de Ir. M. Carolina, referindo-se ao caminho vocacional da filha e recordando a consagração que fizeram.<em> “Ela sempre foi muito dedicada para as coisas de Deus. Foi totalmente diferente de todas as meninas. Entrou na catequese antes mesmo de ter idade, porque queria muito participar, e mais tarde começou a tocar teclado na missa das crianças e daí não parou mais”</em>, conta Celina.</p>
<p>Rosângela e Edson agradecem o cuidado que Maria dispensa aos seus filhos e se alegram por todos terem decidido selar a Aliança de Amor com a Mãe e Rainha de Schoenstatt. Hoje, Gabriel é formado em História e Direito, Rafael cursa Administração e Beatriz faz Pedagogia. Todos acompanham os pais nas celebrações no Santuário. <em>“A Mãe de Deus supre o que não podemos, continua o que iniciamos e melhora o que fracassamos”</em>, estas palavras do Pe. José Kentenich acompanham a família Pieralisi.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="30915" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2018/04/15/dia-de-encontro-com-o-pai/consagracao-do-pai/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/consagração-do-Pai-e1775944225872.jpg" data-orig-size="400,261" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="consagração do Pai" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/consagração-do-Pai-e1775944225872-300x196.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/consagração-do-Pai-e1775944225872.jpg" class="aligncenter wp-image-30915 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/04/consagra%C3%A7%C3%A3o-do-Pai.jpg?resize=400%2C459" alt="" width="400" height="459" /></p>
<p style="text-align: center;">Diante dessa imagem a Sra. Catarina Kentenich consagrou o filho</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"><sup>[1]</sup></a> SCHLIKMANN, Dorothea M. Os Anos Ocultos: Pe. José Kentenich: Infância e juventude (1985 -1910). Santa Maria: Sociedade Mãe e Rainha, 2008. p. 91.</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[2]</a> KENTENICH, José. Documentos de Schoenstatt. Santa Maria: Editora Pallotti. p. 73</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[3] </a>MONNERJAHN. E. <strong>Pe. José Kentenich: Uma vida pela Igreja</strong>. Tradução de P. Gilberto Cavalini. Santa Maria: Editora Pallotti. 1997. p. 121</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicação 2019</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Em meio ao barulho, ouvir a voz de Deus no tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 03:01:33 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Em meio aos caos e às correntes do tempo, Deus fala em cada situação, seja nos grandes atos políticos, seja nas simples situações do dia a dia. Sobre isso, o Pe. José Kentenich nos leva a refletir:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Queremos aproveitar esta noite para definir novamente um ponto de vista seguro frente às correntes da época atual, tão confusas e suscetíveis de nos confundirem. Não vou descrever novamente a época, todos a conhecemos. Não podemos deixar-nos enganar, embora não sintamos diretamente na pele a insegurança hoje reinante. Para nós, a questão é sempre: que podemos fazer, pessoalmente, para encontrarmos resposta aos problemas modernos? Ou, melhor ainda: <strong>que podemos fazer a fim de nos prepararmos para enfrentar as dificuldades que nos esperam no futuro?</strong></p>
<p>Creio que podemos, antes de tudo, dar uma resposta geral válida: devemos procurar <strong>viver como católicos autênticos, como verdadeiros cristãos</strong>. De igual modo, podemos dizer que queremos e devemos esforçar-nos por <strong>viver como verdadeiros schoenstattianos</strong>, no momento atual e no futuro. Na verdade, ser schoenstattiano e ser um cristão autêntico é a mesma coisa, em muitos sentidos. Talvez eu ainda acrescente um ou outro ponto de vista.</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Continuar&#8230;&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como se posiciona um cristão autêntico?</strong></p>
<p>Hoje à noite queremos responder à pergunta:</p>
<ul>
<li><em>Como se posiciona o verdadeiro cristão, o verdadeiro católico ante os questionamentos da época?&#8230; Como se apresenta, concretamente, o verdadeiro cristão, o católico autêntico?</em></li>
</ul>
<p>Vou citar uma série de respostas que nos introduzirão mais profundamente na nossa própria vida interior. [&#8230;].</p>
<p>Esta já é uma resposta simples, mas profunda: <strong>o católico autêntico é o que vive da fé</strong>. Quer dizer, concretamente: <strong>é o que vê tudo na vida com o olhar de Deus</strong>, quer as grandes catástrofes universais, quer os problemas pessoais, quer as surpresas da vida, as desilusões da vida&#8230; [&#8230;]</p>
<p>Precisamos ver tudo o que acontece na vida – desilusões, alegrias, dificuldades – com o olhar de Deus e superá-lo com o coração de Deus! Que significa superar com o coração de Deus? Como é o coração de Deus? É um oceano de chamas do amor divino. Vejam, devo responder por amor e com amor a todas as dificuldades que o bom Deus me envia pelas circunstâncias. [&#8230;]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A questão concreta é:</strong></p>
<ul>
<li><em>O que devo fazer, na prática, para ver todos os acontecimentos com o olhar de Deus e aprender a abraçá-los com o coração de Deus?</em></li>
</ul>
<p>Dou duas respostas simples e singelas.</p>
<p>&#8211; A primeira é a seguinte: precisamos aprender a ver, continuamente, na nossa vida e por trás de todos os acontecimentos, um chamado claro, a voz nítida de Deus e saber responder-lhe. Devemos aprender, portanto, a escutar em todos os acontecimentos a voz de Deus.</p>
<p>&#8211; A segunda resposta: precisamos aprender a descobrir, em toda a parte, a mão de Deus que nos quer tocar.</p>
<p>Repito mais uma vez as duas respostas concretas: precisamos aprender a escutar a voz de Deus em todos os acontecimentos da história e do mundo, assim como nos acontecimentos da própria vida, para podermos responder-lhe. Segundo: devemos descobrir, em todas as situações e por trás de todas as situações, a mão de Deus que nos quer tocar pessoalmente; devemos segurar esta mão, tal como se nos apresenta concretamente. Vou acrescentar a estas duas ideias algumas palavras esclarecedoras.</p>
<p>Primeiro: escutar em toda a parte, em todas as situações a voz de Deus. Escutar, por exemplo, o que o bom Deus me diz através da marcha de vitória do bolchevismo. E ainda: o que me diz com o processo de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Adolf_Eichmann" target="_blank" rel="noopener">Eichmann</a>? <a href="#_edn1" name="_ednref1">[1]</a> Ou, o que o bom Deus quer me dizer, concretamente, com a doença dos meus filhos, com o primeiro prêmio que um dos meus filhos obteve, ou com a doença de minha esposa? Devem ser bem concretos, não podemos excluir nada (do que acontece) na nossa vida. Deus me fala até pelas coisas mais insignificantes. Jesus disse-nos claramente: nem um cabelinho cai da nossa cabeça sem que esteja previsto no plano de Deus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="30760" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/04/19/um-dia-para-repousar-no-coracao-de-deus/mao-crianca/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/03/mao-criança.jpg" data-orig-size="600,400" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mao criança" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/03/mao-criança-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/03/mao-criança.jpg" class="aligncenter wp-image-30760 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/03/mao-crian%C3%A7a.jpg?resize=600%2C400" alt="" width="600" height="400" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/03/mao-crian%C3%A7a.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/03/mao-crian%C3%A7a.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cavar um buraco até a China</strong></p>
<p>Vou contar-lhes um pequeno exemplo, para tocar mais profundamente nosso coração. Trata-se de um menino francês&#8230;</p>
<blockquote><p><em>Como muitas crianças boas e religiosas, ele também lia muitas revistas missionárias. A China e os chineses tornaram-se sua ocupação predileta. Pesquisou ou pediu que lhe dissessem onde fica a China e descobriu rapidamente que fica bem do outro lado do mundo. Ideou logo um plano, à maneira das crianças: preciso ir ter com os chineses! Com sua sabedoria infantil, sempre que tem um tempinho livre, corre ao jardim e começa a cavar, a cavar o quanto pode. Que pretende? Cavar um buraco que atravesse a terra, para chegar ao outro lado. Imaginamos a cena, não é verdade, a sabedoria infantil é capaz dessas coisas.</em></p>
<p><em>Num primeiro momento, a mãe não se deu conta de nada de especial enquanto o menino brincava lá fora. Mas, quando viu que ele não parava de cavar e de remover o barro com todo o zelo, dia após dia, achou que devia perguntar: escuta filho, o que fazes aí, afinal?</em><br />
<em>Recebeu uma resposta, extremamente bela, da qual quero partir.</em></p>
<p><em>Imaginem a criança, com o rosto vermelho, cheia de entusiasmo. O menino quer realizar seus grandes planos, não se deixa perturbar pela mãe, por isso diz: “Mãe, fica quieta! Escuta, escuta! Não ouves? Os chineses me chamam”.</em></p>
<p><em>Os chineses me chamam!</em></p>
<p><em>A história continua: o bom Deus chamou-o realmente para junto dos chineses. Mais tarde, foi como missionário para a China e lá morreu mártir.</em></p></blockquote>
<p>Quero gravar em mim e nos senhores a pequena frase do menino. Atualmente, escutamos no mundo um grande vozerio confuso, não é verdade? Quanta coisa nos diz a política, quantas vozes penetram no nosso ouvido! Quanta coisa (dizem) os partidos políticos, quanta coisa nos contam a televisão e o rádio!</p>
<p>Vejam o que aquele homenzinho disse à sua mãe: “mãe fica quieta!” Precisamos aprender novamente a ficar quietos. Por que devemos silenciar? A alma é penetrada por demasiados ruídos que geram nela uma permanente confusão. Não sabemos mais onde fica a esquerda e a direita. O menino diz à mãe porque deve ficar quieta: não escutas, os chineses me chamam!<br />
De que se trata, afinal? <strong>A nós não são os chineses, é o bom Deus que fala</strong>. Como nos fala? Através de todas as situações de nossa vida, de todos os acontecimentos da história. Prestem atenção: ele me fala a mim, não a qualquer outra pessoa, porventura ao Papa ou ao presidente. Fala a mim pessoalmente, mas nós não silenciamos suficientemente, por isso não o escutamos. Deixamos de entender a linguagem de Deus através dos acontecimentos.</p>
<p>[&#8230;] É singular, um verdadeiro pai reconhece facilmente a voz do próprio filho dentre o vozerio confuso de muitas crianças. Mas também acontece o contrário: uma verdadeira criança, apegada ao pai e à mãe, pode estar no meio da confusão de não sei quantas crianças, mas quando o pai e a mãe a chamam, escuta suas vozes, mesmo que os outros não as ouçam.</p>
<p>Compreendem por que é tão importante aprendermos a silenciar, por que devemos silenciar? Precisamos aprender a reconhecer a voz de Deus e os seus planos por trás dela. Quando vivemos do espírito de fé? Quando conseguimos reconhecer a voz de Deus e, através dela, perscrutar os seus planos em todas as situações da história universal e da própria vida. [&#8230;]<br />
Compreendem a grandeza heroica que significa viver assim, do espírito de fé? E uma atitude fundamental, a partir da qual deveríamos ver todas as coisas numa perspectiva nova, não é verdade?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Palestra aos casais em Milwaukee/EUA, 29 de maio de 1961</em><br />
<em>Livro: Pe. José Kentenich. Às segundas-feiras ao anoitecer &#8211; Diálogos com famílias. Vol 21 &#8211; Nossa vida à luz da fé.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[1]</a> Ele fala no sentido dos grandes acontecimentos políticos e sociais da época</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>[/read_more]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pe. Kentenich agradece ao carteiro</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 06:31:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Hoje, 25 de janeiro, é dia do Carteiro. Embora a internet tenha levado muitas correspondências para as nuvens, esse profissional continua enfrentando chuva, sol, frio e calor, para que recebamos nossas encomendas, relatórios e outros documentos impressos. Vale lembrar um fato da vida do Pe. Kentenich: Em Vallendar, Schoenstatt, havia um carteiro. Nessa época,&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje, 25 de janeiro, é dia do Carteiro. Embora a internet tenha levado muitas correspondências para as nuvens, esse profissional continua enfrentando chuva, sol, frio e calor, para que recebamos nossas encomendas, relatórios e outros documentos impressos.</p>
<p>Vale lembrar um fato da vida do Pe. Kentenich:</p>
<p>Em Vallendar, Schoenstatt, havia um carteiro. Nessa época, ele subia de carro até o Monte Schoenstatt. Mas, depois tinha que estacionar fora e caminhar uns 40 ou 50 metros, com a sua sacola de correspondência, para levar as cartas e encomendas às diferentes casas ali. Numa delas, na Schulungsheim, morava o Pe. José Kentenich.</p>
<p>Ele recebia muitas cartas. A correspondência aumentava sempre mais, de modo que a sacola do carteiro ficava cada vez mais pesada. Ele entregava as cartas na portaria e recebia as que deveriam ser enviadas.</p>
<p>Um dia, a porta estava aberta, o Pai e Fundador ia saindo e formara-se ali um grupo de Irmãs. De repente, chegou o carteiro, entregou as cartas e o Pe. Kentenich o viu. Ele deixou as Irmãs e foi falar com o carteiro, saudou-o com um aperto de mão e disse:</p>
<p>“Quero agradecer-lhe pelo seu trabalho. Porque graças a isso fico informado sobre o que acontece com a Família de Schoenstatt no mundo inteiro. Mas, também tenho que lhe pedir desculpas, porque desde que cheguei aqui lhe dei, com certeza, mais trabalho e a sacola pesa mais”.</p>
<p>Pe. Kentenich deu ao carteiro um valor em dinheiro. Esse carteiro dizia depois com orgulho: “Vejam, o Fundador veio me cumprimentar. Agradeceu-me pelo meu trabalho e até me deu uma gorjeta. Deixou todas as Irmãs que estavam ali e veio me saudar!”</p>
<p>Quando o Fundador faleceu e esse carteiro soube que fora aberto seu processo de beatificação, disse: “Eu apertei a mão de um santo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Testemunho partilhado pelo Pe. Humberto Anwandter na Jornada Nacional de Dirigentes do Chile, realizada no Santuário de Bellavista, Santiago, em novembro de 2003.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 04 de setembro de 2022</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Em busca da liberdade interior com o Pai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 03:40:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; “Vou lhes contar como o Pai me ensinou a discernir para tomar uma decisão válida. São cinco elementos&#8230;”. Assim Ir. M. Petra Schnuerer começa narrando uma das muitas experiências que guarda dos três anos em que foi secretaria do Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, durante os anos do exílio em Milwaukee/EUA. Para ajudá-la&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="21919" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/01/20/como-viver-o-20-de-janeiro-hoje/pai-kentenich-jk-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg" data-orig-size="600,361" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai-kentenich-jk" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk-300x181.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg" class="aligncenter wp-image-21919 size-full" title="Foto: Arquivo histórico" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg?resize=600%2C361" width="600" height="361" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/pai-kentenich-jk.jpg?resize=300%2C181&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Vou lhes contar como o Pai me ensinou a discernir para tomar uma decisão válida. São cinco elementos&#8230;”.</em></p>
<p>Assim Ir. M. Petra Schnuerer começa narrando uma das muitas experiências que guarda dos três anos em que foi secretaria do Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, durante os anos do exílio em Milwaukee/EUA.</p>
<p>Para ajudá-la a decidir-se livremente sobre um ato, o Pai a acompanhou numa experiência, que ela recorda:</p>
<blockquote><p>Ele disse: <em>‘Vamos fazer uma coisa, parece que você sabe o que quer, mas não sabe o que Deus quer’. </em>Ele me deu uma folha de papel em branco e dobrou-a ao meio. Então abriu a mesma e seguiu dizendo: <em>‘Olhe, aqui há um lado esquerdo e um lado direito. Bom, no lado esquerdo você escreverá, muito honestamente, todas as razões a favor de seu plano, mas com muita sinceridade. Então depois seguirá com o lado direito e vai escrever todas as razões contrárias ao seu plano, também de maneira bem sincera. Mais tarde falaremos do assunto. Você sabe o que quer, mas não sabe o que Deus quer, então agora lhe daremos a oportunidade de que Ele nos diga o que quer. Não falaremos mais nisso, rezaremos muito e você dormirá três noites, pensará muito e depois de três dias voltaremos a falar do assunto’.</em><br />
Assim foi e depois de três dias ele me fez perguntas sobre tudo que é imaginável”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Algum tempo depois, Ir. M. Petra questionou o Pai e Fundador sobre esse processo de discernimento, sobre os passos necessários para se chegar a uma conclusão livre e autêntica. Ela conta:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Há cinco passos, um para cada dedo da mão. São fáceis de recordar e são os seguintes:</p>
<p>1. Tem que ter um impulso, um desejo do coração ou uma necessidade, algo que inicie um processo;<br />
2. Uma visão realista da situação concreta. Não ficar “nas nuvens”, porque é aqui que se demonstra a vontade de Deus.<br />
3. Três dias de silêncio sobre o assunto. Dormir três noites (é interessante, quem sabe um pouco de psicologia entende o porquê). Rezar e pensar muito.<br />
4. Depois de três dias, conversar com uma pessoa madura, de confiança.<br />
5. Tomar a decisão livremente e, conhecendo todos os lados, estar disposto a assumir todas as suas consequências.</p>
<p>Essa é a mentalidade do Pai, que quer educar personalidades com capacidade de decidir-se e não atuar simplesmente pelo impulso do coração.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Milwaukee – Um momento Culminante na Fundação de Schoenstatt – Conferências da Ir. Petra no Chile – Abril de 2003. Editorial Schoenstatt. Santiago/Chile. 1ª edição.</em></p>
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		<title>De onde veio a expressão Mater Habebit Curam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suellen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 03:29:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ir. M. Nilza P. da Silva – Essa frase, em latim, significa “A Mãe cuidará!”, e é muito conhecida e usada na Família de Schoenstatt. Por exemplo, quando o Fundador enviou as primeiras Irmãs de Maria, como missionárias, para o Brasil, disse a elas que o Mater Hebebit Curam deveria seria a resposta para todos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="41190" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/04/10/3-letras-do-pe-kentenich-para-superar-as-crises-mhc/mphc/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/05/mphc.jpg" data-orig-size="500,134" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mphc" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/05/mphc-300x80.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/05/mphc.jpg" class="alignnone wp-image-41190 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/05/mphc.jpg?resize=500%2C134&#038;ssl=1" alt="" width="500" height="134" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/05/mphc.jpg?w=500&amp;ssl=1 500w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/05/mphc.jpg?resize=300%2C80&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Ir. M. Nilza P. da Silva – Essa frase, em latim, significa “A Mãe cuidará!”, e é muito conhecida e usada na Família de Schoenstatt. Por exemplo, quando o Fundador enviou as primeiras Irmãs de Maria, como missionárias, para o Brasil, disse a elas que o Mater Hebebit Curam deveria seria a resposta para todos os problemas. Elas confiaram muito nisso e gravaram essa frase não somente em cada bagagem a ser enviada, mas, principalmente no coração e na vida.</p>
<p>Mais tarde, a frase foi ampliada, até chegar a Mater Perfectam Habebit Curam et Victoria – A Mãe cuidará perfeitamente e será Vencedora!</p>
<p>Muitos perguntam qual é a origem dessa expressão. Deixemos que o Pe. Kentenich nos conte:</p>
<h3><strong>“Como surgiu o “Mater perfectam habebit curam”. </strong></h3>
<p>Essa expressão vem de Vicente Pallotti: Mater habebit curam. Nunca lhes contei, mas, ela foi introduzida na Família pelo Pe. Wilwers. Quando jovem e soldado, se tornou prisioneiro. Na prisão, ele falava muitas vezes a frase: “Mater habebit curam”, a Mãe de Deus cuidará.</p>
<p>Sem que ele soubesse, essa frase se espalhou em toda a Família. Como sempre faço, assumo quando surge algo: Mater Perfectam Habebit Curam e, mais recentemente, acrescentamos: et Victoria (e ela Vencerá).”<a href="#_edn1" name="_ednref1">[i]</a></p>
<p>Pe. Kentenich, 20.1.1963</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pe. Nicolás Wilwer, palotino, um dedicado membro da Congregação Mariana, em Schoenstatt, e defensor especial da Devoção Mariana, segundo o espírito de São Luiz Maria Grignion de Monfort. Durante o exílio de nosso Pai (1963), era mestre de noviços dos palotinos, em Wisconsin, Estados Unidos.</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[i]</a> <strong>Citado em</strong> “El Padre José Kentenich y San Vicente Pallotti”, p. 262, P. Humberto Anwandter &#8211; P. Joaquín Alliende Bernhard Maas &#8211; P. Paul Vautier P. José Kentenich &#8211; P. Juan Santos Gaynor – Editora Nueva Patris</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Aliança de Amor: Resposta para o tempo atual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 09:07:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aliança de Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe Rainha]]></category>
		<category><![CDATA[Padre José Kentenich]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="22962" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/home/links/santuario-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/05/santuario.jpg" data-orig-size="600,396" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DMC-TZ2&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1244975448&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;4.6&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;100&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.004&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="santuario" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/05/santuario-300x198.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/05/santuario.jpg" class="aligncenter wp-image-22962 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/05/santuario.jpg?resize=600%2C396&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="396" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/05/santuario.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/05/santuario.jpg?resize=300%2C198&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A “Era do Vazio” e a necessidade de enraizar os mais profundos anseios em Deus</p>
<p>Pe. Vandemir Jozoé Meister – <em>“Pela nossa Aliança de Amor com a MTA, comprometemo-nos progressivamente, ano após ano, desde 1914, com a realização do conteúdo do lema: ‘Com Maria, alegres na esperança e seguros da vitória, rumo aos tempos mais novos’. Ao longo de todos esses anos que passaram, o nosso olhar esteve fixo na margem dos novos tempos para a Igreja e o mundo. Assim deve ser visto tudo o que foi escrito ao longo dos anos. Sabemos que, por causa desta nossa orientação, durante muito tempo não fomos compreendidos por círculos da Igreja que se orientaram, unilateralmente, pela margem dos tempos antigos” </em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></span> . Estas palavras, escritas numa carta pelo Pe. Kentenich, por ocasião do Congresso dos Católicos, em Essen, em 15 de setembro de 1968, aos membros da Família de Schoenstatt, exortado por ele a participarem de tal evento, nos traz um telão de fundo do contexto em que estamos vivendo.</p>
<p>Na carta acima, o Pe. Kentenich menciona “desde 1914”, mas ele mesmo, já em 1912, trazia a perspectiva de renovação e apontava para um núcleo, ainda insipiente na época, mas já percebido por certas sensibilidades humanas, inclusive ele. O Pe. Kentenich comenta que certos círculos da Igreja ainda se orientavam unilateralmente pela margem dos tempos antigos e, com isso, não estavam percebendo as necessidades do homem contemporâneo. O advento do Concílio Vaticano II na Igreja (1965) traz respostas, em consonância com o que já pensava e realizava o Pe. Kentenich; e com esta renovação, entendem sua Obra e sua maneira de agir. O mundo estava há muito tempo dentro de uma nova era e os homens se compreendiam desde outra perspectiva, mas não até então captada pela Igreja.</p>
<p>Alguns fatos que vivenciamos nesse ano, só podem ser entendidos neste amplo contexto, ao qual chamo “A era do vazio”. Palavras estas não originárias de minha escrita, mas comum a vários pensadores modernos que buscam entender o homem atual para propor-lhe caminhos. O Pe. Kentenich, com sua aguçada sensibilidade de captar os traços da alma do homem moderno, encontra-se entre esses pensadores. Ele não somente constata como propõe respostas desde o campo da fé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="28341" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2017/09/15/abre-se-o-ano-pe-kentenich/pai-jk-kentenich-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/pai-jk-kentenich.jpg" data-orig-size="600,404" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;HP Scanjet 2400&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1276869609&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai jk kentenich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/pai-jk-kentenich-300x202.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/pai-jk-kentenich.jpg" class="aligncenter wp-image-28341 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/pai-jk-kentenich.jpg?resize=600%2C404&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="404" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/pai-jk-kentenich.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/pai-jk-kentenich.jpg?resize=300%2C202&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“Há um mundo sempre antigo e sempre novo – o microcosmo (nosso interior)”</strong></p>
<p>Muitos pensadores – filósofos, sociólogos, psicólogos, psiquiatras e outros – discorrem comumente sobre o protótipo do homem atual e que, ao mesmo tempo, nenhum dos homens deste tempo está isento desta realidade. A realidade está conformada por um ambiente que denominam pós-modernismo, hiper modernismo, tempo psi, etc., e que, ao mesmo tempo, forma uma era do vazio.</p>
<p>A Era do Vazio podemos sintetizar em poucas palavras, sem esgotar todo seu conteúdo, como expressão última da modernidade: um tempo de comunicação. Não mais da comunicação como conteúdo ou mensagem, no sentido moralizador desse termo, mas comunicação como forma de contato, expressão de desejos, emancipação do jugo utilitário. Gera medo, pânico e até horror, uma época em que tudo pode ser questionado. É consenso entre os pensadores que estamos numa época narcisista, onde cada um olha para si mesmo e para a satisfação de suas necessidades. O “eu” como referência última da verdade e da veracidade. O que penso agora é mais importante do que eu deveria ter refletido e pensado; logo, não penso, mas manifesto as minhas emoções como se fossem assim a verdade. É o <em>homo psi </em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[2]</a></span>, todo voltado para si, suas necessidades, suas conquistas, seu perfil.</p>
<p>Na palavra perfil podemos fazer a última síntese que retrata o homem narcisista: mostra-se para o mundo exterior como jovem, cheio de saúde, só sorrisos e vitalidade, novos projetos – novos, pois estar trabalhando num mesmo projeto já é considerado ultrapassado – viagens em lugares fantásticos, os vários países conhecidos, mostrar a sensação de que está por cima, contatos e fotos com pessoas de bem com a vida&#8230; Estão acabando os projetos sociais, o detrimento do comprometimento com o que é público subjugado pelo consumismo do que é propriamente privado.</p>
<h3><strong>“A autoeducação é imperativo do tempo”</strong></h3>
<p>Mais do que nunca, os homens sentem-se no vazio, apesar de todas essas disponibilidades que o mundo moderno oferece. O Pe. Kentenich já constatava esta realidade, ainda em fase embrionária, em 1912: <em>“Não é necessário conhecimento extraordinário do mundo e dos homens, para ver que <strong>nosso tempo</strong>, com todo o seu progresso e suas múltiplas descobertas, não consegue livrar o homem do <strong>vazio interior</strong>.” “&#8230;Todas as regiões espirituais são cultivadas; todas as faculdades, fortalecidas. Somente o que há de mais profundo e íntimo, o mais essencial na alma humana, muitas vezes é terreno inculto. Tais são as queixas apresentadas pelos jornais. Por isso nossa época é assustadoramente pobre e vazia no campo dos valores internos” </em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[3]</a></span><em>.</em></p>
<h3>Mas, <strong>onde reside o núcleo do problema?</strong></h3>
<p>Se o Pe. Kentenich, no início do século XX, constatou e muitos pensadores mais aguçadamente constatam no início do século XXI tais problemas, onde está a resposta? A resposta completa, tal como você queria, como em uma caixinha que você abre e a obtém, infelizmente não existe. A resposta será um caminho que terá que ser feito, para a Era do Vazio, e todas as outras Eras, sejam elas anteriores ou posteriores. Esse caminho como resposta a ser feito está na <strong>relação do criado (nós) com o transcendente</strong>. No entanto, enquanto todas as respostas últimas se esgotarem no próprio homem, o vazio continuará, e chegará a ser vácuo, esgotando todos os sentidos.</p>
<p>A relação com o transcendente trata-se da relação com Deus. Na relação dialogal com Deus o homem sai de si mesmo e deixa suas janelas abertas para a ventilação com o fresco ar matinal que traz vitalidade para cada novo dia.</p>
<p>O Pe. Kentenich, no início do exercício do seu sacerdócio, confronta-se com essa realidade da angústia do existencial, junto aos jovens que ele começa a atender em seu trabalho como diretor espiritual.</p>
<p>Os jovens que vinham de uma realidade de insegurança interior, rebeldia com a realidade, anseio de liberdade, recebem uma proposta, uma proposta pedagógica e, ao mesmo tempo, transcendente do Pe. Kentenich: <strong>A Aliança de Amor com Maria</strong>. O que ele visualizava nas almas daqueles jovens era a necessidade de enraizar os seus mais profundos anseios em Deus. O vazio, a angustia, a rebelião, sentimento de escravidão, etc., somente seriam superados com uma verdadeira relação dialogal e filial com Deus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="24804" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/08/22/tu-es-nossa-mae-e-rainha/mae-santuario-coroa/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-santuario-coroa.jpg" data-orig-size="600,450" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4.5&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX1&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1415772863&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;30.5&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;400&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.033333333333333&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae-santuario-coroa" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-santuario-coroa-300x225.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-santuario-coroa.jpg" class="aligncenter wp-image-24804 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-santuario-coroa.jpg?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-santuario-coroa.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-santuario-coroa.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Qual a melhor maneira?</strong></h3>
<p>Foi assumir a maneira que Deus usou para chegar até aos homens, no entanto, agora percorrendo o caminho inverso: Por Maria, com o Filho, ao Pai!</p>
<p>A Aliança de Amor foi, é e será este caminho e instrumento pedagógico prático que faz crescer o amor filial, na dimensão transcendente, isto é, saindo de nós mesmos e nos remetendo ao Deus Trino. A Aliança de Amor nos provoca o cultivo vital de uma relação com o transcendente, através da sistemática contribuição ao Capital de Graças. Através do Capital de Graças entrego por Maria, com o Filho ao Pai, todos os desafios de minha existência; sejam eles minhas angústias, meus medos, meus temores, minhas inseguranças, minhas incertezas, sintetizando, os meus vazios interiores.</p>
<p>Neste tempo em que vivemos de modo acelerado, queremos entregar tudo à Maria. Estamos convidados a fazer nossa peregrinação, sair do nosso lugar e ir até outro lugar. Vamos fazer essa experiência de peregrinar espiritualmente até o outro lugar, que é o Santuário, e fazer nossa entrega ao Capital de Graças e renovar nossa Aliança de Amor com Maria Santíssima, que nos quer santos para estes tempos novos e desafiantes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> </span>Kentenichreader, Antologia de textos fundamentais, Vol 1, pág. 246.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[2]</a> </span>Ver: A era do Vazio. Gilles Lipovetsky, ed. Manolo. 2005.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[3]</a> </span>Documentos de Schoesntatt, Documento de Pré-Fundação. Pe. José Kentenich, pág. 14-15.</p>
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		<title>Teu Santuário é nossa Nazaré</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 11:18:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Advento]]></category>
		<category><![CDATA[Padre José Kentenich]]></category>
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					<description><![CDATA[À luz da missão do Santuário de Schoenstatt, o Advento possui para nós um significado todo especial. No ofício das Matinas do “Rumo ao Céu” rezamos: “Teu Santuário é nossa Nazaré oculta em tempos lúgubres, sem fé!” Assim, como Deus escolheu a pequena cidade de Nazaré no tempo do povo de Israel, e deste lugar&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="33766" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/12/13/teu-santuario-e-nossa-nazare/attachment/0/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/12/0.jpg" data-orig-size="2118,1059" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="0" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/12/0-300x150.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/12/0-1024x512.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-33766" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/12/0.jpg?resize=1200%2C600" alt="" width="1200" height="600" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/12/0.jpg?w=2118&amp;ssl=1 2118w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/12/0.jpg?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/12/0.jpg?resize=768%2C384&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/12/0.jpg?resize=1024%2C512&amp;ssl=1 1024w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" />À luz da missão do Santuário de Schoenstatt, o Advento possui para nós um significado todo especial.<br />
No ofício das Matinas do “Rumo ao Céu” rezamos:</p>
<p dir="ltr"><strong>“Teu Santuário é nossa Nazaré oculta em tempos lúgubres, sem fé!”</strong></p>
<p dir="ltr">Assim, como Deus escolheu a pequena cidade de Nazaré no tempo do povo de Israel, e deste lugar deveria partir a salvação do mundo, do mesmo modo, em nosso tempo, Deus escolheu o insignificante lugar, o pequeno Santuário de Schoenstatt, a partir do qual Ele quer renovar a humanidade de hoje.</p>
<p dir="ltr"><strong>Nosso pequeno Santuário é o Nazaré para o tempo atual</strong>.</p>
<p dir="ltr">Aqui a Mãe de Deus quer colocar nos corações de seus filhos, sua grande saudade salvadora, para que se faça novamente Natal neste mundo.</p>
<p dir="ltr">Schoenstatt, nosso pequeno Santuário, é o lugar onde, como representantes de toda a humanidade que se encontra numa assustadora fuga de Deus, imploramos incansavelmente neste tempo de Advento: “Ó vem, ó vem, Emanuel!”</p>
<p dir="ltr">Pe. Kentenich, interpretando a leitura do 1º Domingo do Advento, em 1929, disse:</p>
<p dir="ltr">“Nós que somos um Movimento Apostólico e cremos em nossa missão, estamos convictos de que o bom Deus enviou nosso Movimento, para que Jesus nasça novamente no mundo de hoje e para o mundo de hoje. deveríamos intensificar mais nosso afeto de saudade: ‘Ó vem, ó vem Emanuel, liberta o pobre povo de Israel’</p>
<p dir="ltr"><strong>Liberta nossos filhos! liberta nossos homens, mulheres e jovens!</strong></p>
<p dir="ltr">Sim, liberta-os todos pelo teu nascimento! Por isso, não só dialogar uns com os outros, mas devemos também aprender a falar com Deus.</p>
<p dir="ltr"><strong>Neste tempo, não devemos entrar no Santuário como em outros tempos</strong>, não! No Santuário, a Mãe de Deus, com o Filho, se apresenta a nós, nestes dias, com forma, aspecto e colorido diferente.</p>
<p dir="ltr">Cremos e queremos nestes dias, fortalecer novamente a fé de que, a partir de Schoenstatt, se realiza uma grande parte da história mundial, que à sombra do Santuário será influenciada essencialmente e por muito tempo. Acreditamos nisto? Se assim for, então a querida Mãe de Deus nos mostrará a nossa tarefa no Advento. Então saberemos o que devemos fazer e como devemos fazer.</p>
<p dir="ltr">Vejam, portanto, que tom deverá ter nossa vida interior, qual a atitude de nossa alma.</p>
<p dir="ltr"><strong>‘Ó vinde enfim, Filho de Deus…’</strong></p>
<p dir="ltr">Sim, com esta intimidade, com este ardor, os afetos deverão surgir do nosso coração, assim como surgiram do coração da Mãe de Deus. Este deveria ser nosso ideal nestas semanas. Devemos fazer vibrar em nosso coração os afetos da querida Mãe de Deus. Tudo o que ela sentiu, pensou e almejou, deverá ser, nestes dias, o conteúdo de nosso querer, pensar, sentir e aspirar.</p>
<p dir="ltr">Será que não brotará do nosso coração e da nossa boca o canto ‘Ó vinde, enfim, Eterno Deus!’ com mais ardor, com maior intimidade?</p>
<p dir="ltr">‘Ó vinde enfim, Emanuel, liberta o teu povo de Israel! Ó Jesus vem e preenche-nos de tua graça, vem renascer em nossos corações, renasce no mundo inteiro!’</p>
<p dir="ltr">A liturgia nos apresenta uma palavra séria na primeira oração. Esta nos poderá indicar o rumo para todo o tempo de Advento: ‘Todos os que em ti esperam, não perecerão.’</p>
<p dir="ltr">A liturgia diz: ‘Todos os que confiam!’ Esta é uma grande lei da condução divina. Portanto, todos os que te esperam confiantemente e os que têm saudade do teu nascimento no mundo de hoje, todos estes não perecerão!</p>
<p dir="ltr">O que a Igreja, o que a eterna Sabedoria, o Espírito de Deus nos querem dizer com isso? Se nós, assim como os justos do Antigo Testamento, nos deixarmos inflamar, nestes dias, pelo Espírito Santo, com afetos de saudade, então também poderemos esperar que o Espírito de Deus nos conceda frutos semelhantes aos dos justos da antiga aliança. Os que deixaram desabrochar em seus próprios corações esta saudade, não perecerão. Eles serão amados e privilegiados por Deus de modo especial.</p>
<p dir="ltr">Se, nestes dias, quisermos viver especialmente como filhos de Deus, devemos tornar presente a lei condutora da liturgia: ‘os que esperam tua vinda, não perecerão!’</p>
<p dir="ltr">Não acham que poderíamos facilmente incluir estes pensamentos no conteúdo do Capital de Graças? O Capital de Graças é uma expressão concreta dos nossos afetos de saudade.</p>
<p dir="ltr">Nós não fomos chamados a fazer a história  mundial no âmbito grande da publicidade. Fazemos história mundial, assim como fez a Mãe de Deus. E assim como ela concebeu a salvação do mundo e a apresentou ao mundo, de forma semelhante, sim, se for possível da mesma forma, também nós devemos fazê-lo durante a nossa vida, e principalmente no advento”</p>
<p dir="ltr">______________________________________</p>
<p dir="ltr"><em>Texto extraído do livro Vem Senhor Jesus – Reflexões e Orações para o tempo do Advento</em></p>
<p dir="ltr">Fonte: <a href="http://www.maeperegrina.org.br/noticias/teu-santuario-e-nossa-nazare-1o-domingo-do-advento" target="_blank" rel="noopener noreferrer">maeperegrina</a></p>
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		<title>Música: No tranquilo ritmo de Deus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2025 03:01:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Qual é a música da minha vida? Que mundo trago em mim? Ir. M. Sandra Regina Netto – Desde a concepção estamos cercados por um ambiente musical, seja pelos sons exteriores ou pela vida que se inicia com o pulsar do coração. Quem não se lembra de músicas que marcaram sua infância, adolescência ou&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Qual é a música da minha vida? Que mundo trago em mim?</p>
<p>Ir. M. Sandra Regina Netto – Desde a concepção estamos cercados por um ambiente musical, seja pelos sons exteriores ou pela vida que se inicia com o pulsar do coração.</p>
<p>Quem não se lembra de músicas que marcaram sua infância, adolescência ou juventude? Geralmente, quando recordamos determinada música, esta nos remete a acontecimentos que faziam parte daquele momento. É impressionante como simples melodias podem despertar nossas emoções, trazer um sorriso para o rosto e nos fazer esquecer por alguns momentos os desafios e as preocupações do dia a dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Música e saúde</strong></h3>
<p>A música pode também ajudar no tratamento de doenças, basta pensarmos nos inúmeros benefícios que a Musicoterapia nos tem apresentado.</p>
<p>Nos últimos anos, alguns estudos têm provado como a música pode ajudar a reavivar a memória de idosos com Alzheimer ou outros tipos de demências. O documentário Alive Inside (Vivo por dentro), produzido nos Estados Unidos, mostra diversas experiências positivas neste sentido. Ao ouvirem suas canções favoritas, parece que os idosos recebem uma nova luz e suas mentes ficam mais ativas, conseguindo responder melhor a perguntas e estímulos e recordar a sua própria história. Renomados especialistas nesta área dão sua contribuição com depoimentos impressionantes. O documentário quer mostrar, acima de tudo, a forte conexão entre música e alma, a cura que consegue chegar onde medicamentos normais não conseguem ter efeito.</p>
<p>Daí a importância de selecionar aquilo que eu escuto. Que mundo está contido nas músicas que eu escuto? O que eu quero trazer dentro de mim?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Schoenstatt, meu mundo! Meu mundo deve se tornar Schoenstatt!</strong></h3>
<p>Nosso fundador, Pe. José Kentenich, diz que a música é um meio para que o homem possa penetrar no tranquilo ritmo de Deus. Ele mesmo conta de suas experiências quando esteve na prisão em Coblença, por causa do Nazismo que despontava na Alemanha. Durante as quatro semana que esteve preso no bunker (lugar muito pequeno, escuro e sem ventilação) cantou os cantos de Schoenstatt e lamentou quando não conseguia lembrar todas as estrofes. Seu canto ecoava na prisão e servia de consolo também para outros prisioneiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Que mundo trago em mim?</strong></h3>
<p>Após ser libertado do campo de concentração, iniciou suas viagens para os países onde enviara as jovens Irmãs, nos anos de 1933 e 1935. Ao chegar ao Brasil, narram as crônicas, após cumprimentar as Irmãs, se dirigiu à Capela e ali cantou com muito entusiasmo o Hino da Minha terra, cuja letra se encontra no livro de orações Rumo ao céu, escrita em meios aos horrores do Campo de Concentração. Essa música exprime o mundo que o Pe. Kentenich trazia em seu coração:</p>
<p>“Conhece a terra tão rica e pura, reflexo da eterna beleza…”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>O mundo de Schoenstatt deve impregnar o nosso ser.</strong></h3>
<p>Para encerrar, um testemunho de Ir. Maria Vera (Irmã de Maria de Schoenstatt), presa pelo regime comunista na antiga Tchecoslováquia:</p>
<p><em>“Minha cela tinha o tamanho de três vezes quatro passos. Durante meio ano tivemos interrogatórios. Eu não tinha nenhuma ocupação. Que fazer? Eu não podia continuamente meditar, não tinha nada para ler, não devia trabalhar. Assim eu cantei muito, muito. Ir. Marie e Ir. M. Jana fizeram o mesmo. Nosso canto ressoou das celas, foi algo maravilhoso. Compreendi que força e poder tem os nossos cantos.</em></p>
<p><em>Lembro-me ainda, de uma vez que faltou energia elétrica na prisão. A polícia juntou todas para que ninguém pudesse fugir. Nós, pobres mulheres, como poderíamos ter fugido? Havia muros altos em torno da prisão, com fios elétricos etc. Portanto, tudo estava escuro. Fomos então tocadas para dentro de um barracão. Era um barracão para presos políticos. A escuridão perdurou muito tempo. De repente veio-nos a ideia: vamos cantar. E isso nós três o fizemos corajosamente. Nossos cantos ressoaram pela escuridão. Por exemplo, o canto: “Ó Virgem Protetora – no qual se repete sempre de novo “não havemos de perecer!”. Cantamos muitos cantos nesta escuridão. Isto foi maravilhoso. Olhando pelas janelas vimos as torres de vigia, de lá observavam com grandes refletores cuidando que ninguém fugisse. E nós cantamos! Esses cantos naquela noite prepararam a consagração de 70 mulheres da prisão. Este foi o começo do nosso trabalho para Schoenstatt no campo. Tal força tinham esses cantos.</em></p>
<p><em>Lembro-me como uma senhora, uma senhora boa, cujo esposo há pouco fora executado como criminoso político. Ela veio a mim nesta escuridão e perguntou: “Que cantos são estes? Que mundo eles contêm? Isso vocês precisam me explicar”.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Então… podemos nos perguntar agora:</p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Qual é a minha música? Que música poderá me ajudar em momentos de crise em minha vida?</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 2020</p>
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		<title>Uma visita a Gymnich: Vamos juntos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 03:30:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Conheça os lugares que marcaram o nascimento e a infância do Fundador de Schoenstatt Ir. M. Isabel Machado – No dia 16 de novembro de 1885 aconteceu em Gymnich um fato muito comum: o nascimento de uma criança: José Kentenich. Em Gymnich! Um pequeno povoado, na época com 1901 habitantes, composto de pessoas na maioria&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" style="border: 0;" tabindex="0" src="https://www.google.com/maps/embed?pb=!1m18!1m12!1m3!1d14253.19473079731!2d6.7313317037870375!3d50.837967714086155!2m3!1f0!2f0!3f0!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x47bf3e1324267d79%3A0xa2760fee1ebe780!2sGymnich%2C%2050374%20Erftstadt%2C%20Alemanha!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1605526087026!5m2!1spt-BR!2sbr" width="800" height="600" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" aria-hidden="false"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Conheça os lugares que marcaram o nascimento e a infância do Fundador de Schoenstatt</p>
<p>Ir. M. Isabel Machado – No dia 16 de novembro de 1885 aconteceu em Gymnich um fato muito comum: o nascimento de uma criança: José Kentenich.</p>
<p>Em Gymnich! Um pequeno povoado, na época com 1901 habitantes, composto de pessoas na maioria muito pobres: artesãos ou agricultores, onde todos conheciam todos. Mas será essa informação realmente importante, quando falamos da vida do Pe. Kentenich?</p>
<p>O lugar de nascimento de uma pessoa é muito mais do que um simples dado pessoal citado no seu documento de identidade. Por exemplo, a Igreja têm o costume de ligar o nome dos Santos, em vários casos, com o seus lugares de nascimento: Francisco de ASSIS; Teresa de ÁVILA, Ignácio de LOYOLA. Francisco, Teresa e Ignácio foram marcados por tais lugares concretos e estes, por sua vez, devem seu significado e “fama” a estes santos. Não podemos esquecer ainda de Jesus e Maria de NAZARÉ. “O da encarnação de nossa fé exige essa localização do espaço e no tempo!” (Pe. Angel Strada – no aniversário de 120 anos do nascimento do Pe. Kentenich).</p>
<p><strong>A Casa dos Avós</strong></p>
<p>O dia do nascimento do Pe. Kentenich quer ser um convite para que nós visitemos “espiritualmente” seu lugar de nascimento em Gymnich! Sabemos que José, quando menino, viveu na casa de seus avós, uma pequena propriedade que adquiriram logo após seu casamento. Aqui José viveu até pouco mais de 8 anos de idade, cercado pela bondade e religiosidade de seus avós; pelas “aventuras” com a prima Henriqueta e principalmente pela ternura de sua mãe Katharina, uma mulher lutadora, serviçal, econômica, modesta, profundamente religiosa e que amava muito a sua família. “Minha mãe era uma mulher muito fina e santa”, expressou Pe. Kentenich durante uma conversa.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="31967" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/?attachment_id=31967" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg" data-orig-size="700,455" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;13&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D40&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1272490858&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;18&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.0015625&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="casa familia kentenich gymnich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich-300x195.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg" class="aligncenter wp-image-31967" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg?resize=600%2C390&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="390" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg?resize=300%2C195&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/07/casa-familia-kentenich-gymnich.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Nesse ambiente José aprendeu a ler cedo e se experimentou acolhido e amado de tal modo que sua disposição de caráter, sua força de vontade, a busca interior pela liberdade e o amor à verdade puderam se desenvolver de forma livre e original.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="43846" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/11/16/uma-visita-a-gymnich-vamos-juntos/quarto-gymnich/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/quarto-gymnich.jpg" data-orig-size="700,466" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="quarto gymnich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/quarto-gymnich-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/quarto-gymnich.jpg" class="aligncenter wp-image-43846" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/quarto-gymnich.jpg?resize=600%2C399&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="399" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/quarto-gymnich.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/quarto-gymnich.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>É muito impactante conhecer a casa onde viveu o pequeno José Kentenich. Mas muito mais impactante ainda é conhecer o lugar onde ele nasceu: no sótão, uma pequena sala transformado em quarto para a jovem mãe que esperava seu filho. Nesse lugar sua mãe enfrentou o próprio medo e angústia – isso a levou a consagrar pela primeira vez seu filho, ainda no seu ventre, aos cuidados de Nossa Senhora.</p>
<p>Uma cama e uma pequena cestinha transformada em berço (apesar de não serem os originais daquela época, mas reconstruções) nos ajudam a perceber a pobreza e simplicidade que vivia essa família.</p>
<p>A infância e juventude do Pe. Kentenich foram marcadas por grandes dificuldades familiares, dor, separação e solidão, que com certeza marcaram sua vida. Porém, ele não deixou-se “definir” por essas dificuldades. Sua profunda experiência mariana, na qual experimenta Maria como o “equilíbrio do universo” e de sua própria vida, como Mãe e Educadora o formou e abriu seu coração para a fé inabalável na Providência de Deus, tornando-o, além de um grande Fundador, Pai e Educador de muitas almas.</p>
<p>Por isso, ao visitarmos este lugar, somos convidados a refletir sobre a nossa própria origem e vida. Também nós trazemos em nossa história o lugar de nosso nascimento e o “ambiente” no qual vivemos. Pais, irmãos, avós, familiares, vizinhos! Podemos dizer: “nossos anos ocultos!”. Pe. Kentenich nos convida hoje, de modo especial, a olhar nossa vida com os “óculos da Providência divina”. Paremos um pouco para refletir: situações familiares, “pesos” familiares, sentimentos feridos… que marcas eles deixaram em minha vida? Como convivo com essas “marcas”? Consigo encontrar nessas “marcas” – ou talvez feridas – o amor e o plano de Deus para minha vida? E o que fazemos com tudo isso? Não podemos mudar o que não aceitamos ou nos fere em nossa vida, mas podemos aprender a encontrar a Deus naquilo que nos fere e deixou marcas! Não se trata de um “passe de mágica” – e nem deve ser! Mas um caminho que nos ajuda a uma relação e entrega muito mais pessoal e íntima com o “Deus da vida”!</p>
<p><strong>Jardim da casa</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="43847" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/11/16/uma-visita-a-gymnich-vamos-juntos/ermida-gymnich/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ermida-gymnich.jpg" data-orig-size="700,553" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="ermida gymnich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ermida-gymnich-300x237.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ermida-gymnich.jpg" class="aligncenter wp-image-43847" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ermida-gymnich.jpg?resize=600%2C474&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="474" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ermida-gymnich.jpg?resize=300%2C237&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/ermida-gymnich.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>No pequeno jardim atrás da casa há uma ermida que foi inaugurada no ano de 2007: um quadro em relevo da Mãe, Rainha e Vencedora três vezes Admirável de Schoenstatt e um símbolo na parte inferior de uma coluna de pedra. Este símbolo representa uma mão acolhedora sobre a qual repousa uma criança recém-nascida. Quer expressar a mão de Deus Pai, que dirigiu e guiou a vida do Pe. Kentenich, a mão de sua mãe Katharina, que aceitou e acolheu esta criança em circunstâncias difíceis. Mas representa também a nossa mão, que é chamada a aceitar e afirmar cada vida, inclusive a nossa, especialmente quando ela precisa de proteção e ajuda, para que possa se desenvolver.</p>
<p><strong>Igreja Matriz</strong></p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="32042" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/02/24/quiz-kentenich-um-teste-sobre-a-infancia-do-pai/paroquia-gymnich/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/07/paroquia-gymnich.jpg" data-orig-size="600,423" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;9&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D90&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1315653819&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;22&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.004&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="paroquia gymnich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/07/paroquia-gymnich-300x212.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/07/paroquia-gymnich.jpg" class="aligncenter wp-image-32042 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/07/paroquia-gymnich.jpg?resize=600%2C423&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="423" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/07/paroquia-gymnich.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/07/paroquia-gymnich.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Do ambiente do pequeno José fazia parte a Igreja Matriz de St. Kunibertus. Ali a família se reunia na celebração da Eucaristia, para a oração pessoal. Aqui também ele foi batizado no dia 19 de novembro e a pia batismal que hoje encontramos na Igreja é a mesma do seu Batismo. Aqui ainda se encontra – original – a escada e o púlpito no qual o pequeno José, com quase seis anos de idade, subia três degraus acima dos seus amiguinhos de jogos e dizia de forma muito séria: “Quando eu crescer serei Sacerdote e depois farei assim: devotos ouvintes…. Amém! O que vem no meio ainda não sei. Tenho que aprender primeiro!” Certamente nesse momento ninguém imaginava que seu sonho infantil de vocação se tornaria realidade um dia e que José, como Pe. José Kentenich, introduziria seus sermões até alta idade com as palavras “devotos ouvintes”!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="43848" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/11/16/uma-visita-a-gymnich-vamos-juntos/igreja-gymnich/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/igreja-gymnich.jpg" data-orig-size="700,525" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="igreja gymnich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/igreja-gymnich-300x225.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/igreja-gymnich.jpg" class="aligncenter wp-image-43848" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/igreja-gymnich.jpg?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/igreja-gymnich.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/igreja-gymnich.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_43850" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-43850" data-attachment-id="43850" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/11/16/uma-visita-a-gymnich-vamos-juntos/pia-batismal-gymnich/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/pia-batismal-gymnich.jpg" data-orig-size="640,480" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pia batismal gymnich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/pia-batismal-gymnich-300x225.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/pia-batismal-gymnich.jpg" class="wp-image-43850" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/pia-batismal-gymnich.jpg?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/pia-batismal-gymnich.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/pia-batismal-gymnich.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-43850" class="wp-caption-text">Pia batismal</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com certeza José ficou impressionado com a tradição da Cavalgada de Gymnich. Essa procissão a cavalos que acontece cada ano na festa da Ascensão de Jesus está ligada à quinta Cruzada, realizada no início do séc. XIII, quando o cavaleiro Arnoldo I de Gymnich experimentou a especial proteção de Deus num perigo de morte e em gratidão prometeu realizar cada ano uma procissão com cavalos, tradição esta que se realizou até mesmo nos anos críticos das guerras, sendo suspendida somente durante a guerra dos 30 anos e em 1666, ano da peste.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="43851" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/11/16/uma-visita-a-gymnich-vamos-juntos/cavalhada-gymnich/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/cavalhada-gymnich.jpg" data-orig-size="700,350" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="cavalhada gymnich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/cavalhada-gymnich-300x150.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/cavalhada-gymnich.jpg" class="aligncenter wp-image-43851 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/cavalhada-gymnich.jpg?resize=700%2C350&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="350" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/cavalhada-gymnich.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/11/cavalhada-gymnich.jpg?resize=300%2C150&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>E a visita pode continuar…. Há muito que ver e refletir aqui na pequena Gymnich…. Uma visita que pode ser aprofundada, principalmente com a leitura do Livro “Os Anos ocultos!”<span style="font-size: 8pt;"> <a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></span></p>
<p>Pe. Kentenich foi uma pessoa que trazia em seu coração o anseio profundo de liberdade. Uma liberdade que era muito maior do que a falta de algemas ou grades exteriores: uma liberdade que visava o interior; que buscava o homem livre por dentro: a liberdade dos filhos de Deus. Nesta “visita a Gymnich” ele pergunta a cada um de nós: você também deseja ser livre? Procure na sua história pessoal a presença de Deus. Em todos os acontecimentos. E não descanse até não ter descoberto nos acontecimentos: bons ou maus, alegres ou tristes e até no pecado – o amor pessoal de Deus.</p>
<p>Esta é uma visita que vale a pena – e pode transformar a sua vida!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> </span>Livro: Os Anos Ocultos &#8211; Padre José Kentenich: Infância e Juventude (1885-1910). Dorthea M. Schlickmann. Sociedade Mãe e Rainha, Santa Maria/RS, 2008</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em: 16 de nov de 2023</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>“Contempla os teus exemplos de heróis!”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 10:02:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="43653" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/11/01/contempla-os-teus-exemplos-de-herois/herois-2-3/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/10/herois-2.jpg" data-orig-size="700,451" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="herois 2" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/10/herois-2-300x193.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/10/herois-2.jpg" class="aligncenter wp-image-43653 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/10/herois-2.jpg?resize=700%2C451&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="451" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/10/herois-2.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/10/herois-2.jpg?resize=300%2C193&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“São raras as pessoas, os homens feitos de ferro. Uma pessoa com uma personalidade firme e livre é ainda mais rara”.</p>
<p>Quando o Pe. José Kentenich encontrou seus alunos pela primeira vez, em 1912, ele deu a conferência que ficou conhecida como Documento de Pré-Fundação de Schoenstatt. Na semana seguinte, ele teve um segundo encontro com o jovens e a conversa, nesse novo encontro, foi sobre a vida dos santos. Isso aconteceu no dia 1º de novembro de 1912. Nesta conferência o diretor espiritual, Pe. Kentenich, mostra como os santos são o exemplo concreto “para o cumprimento do nosso Programa [de autoeducação]”. Veja abaixo um resumo da conferência e a versão completa em PDF no final:</p>
<blockquote><p>Temos a Igreja, esta educadora que Deus deu à humanidade e que sabe o valor educacional que um bom exemplo tem. As palavras ensinam, mas o exemplo atrai e por isso a Igreja vem ao encontro do nosso desejo, o máximo que lhe é possível. Hoje, na Festa de Todos os Santos, ela nos mostra um conjunto de personalidades: eles são os santos. Os santos são a fina-flor da humanidade: personalidades completas, firmes, livres e apostólicas.</p>
<p><em>&#8211; “Mas, mas esses são os santos! Os seus exemplos não me dizem respeito, porque eu não nasci para ser santo”.</em></p>
<p>Essa atitude parte de um grande erro. Quem quer que fale ou pense dessa maneira ainda não adquiriu a clareza necessária sobre o fato de que os santos, na sua autoeducação, 1) tiveram de ultrapassar os mesmos obstáculos e 2) tiveram ao seu dispor os mesmos meios que nós. Vamos então examinar juntos estes dois pontos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Os santos tiveram de ultrapassar os mesmos obstáculos que nós</h3>
<p>Meus queridos alunos! Muitas vezes pensamos que os santos já eram assim quando nasceram ou que talvez tenham desenvolvido uma personalidade aperfeiçoada com a facilidade de quem joga um jogo ou ainda com milagres ou arrebatamentos. Na verdade, muitas vezes sabemos muito pouco sobre os santos – principalmente os dos primeiros séculos. Mas, por trás do pouco que conhecemos, escondem-se mares de tempestades, batalhas ou monstros aterradores.</p>
<p>Os santos não eram humanos e não tinham a mesma natureza humana [que a nossa]? Quem pode duvidar disso? Então, do mesmo modo, não podemos duvidar de que eles carregavam também o pecado original. É isso que a Igreja ensina. E trata-se de um fato óbvio que o pecado original é o maior obstáculo, aliás é o único obstáculo à formação das nossas personalidades.</p>
<p>Vou provar-vos isso numa conferência mais para frente. Mas, se não soubéssemos mais nada sobre os santos, exceto o fato de que eram humanos, saberíamos o suficiente para nos convencermos de que eles tiveram de ultrapassar as mesmas dificuldades que nós. Mas graças a Deus, sabemos mais que isso, principalmente sobre aqueles santos que foram pesquisados e descritos recentemente. [&#8230;]</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. Os santos tiveram ao seu dispor os mesmos meios que nós</h3>
<p>Mas, de que meios dispunham eles para ultrapassar esses obstáculos? É o que vamos tratar neste segundo ponto. São os mesmos que estão à nossa disposição todos os dias. [&#8230;] Os tesouros de graça dos sacramentos&#8230;</p>
<p>Também nós temos a oportunidade a cada dia de fortalecer a nossa vontade e ultrapassar as dificuldades, tanto as grandes como as pequenas. Por que é que ainda hesitamos em começar a formação da nossa personalidade? Ainda falta uma coisa. <strong>Temos de querer, mas querer mesmo</strong>. Lacordaire nos diz que em cada um de nós se esconde um santo e um delinquente. E depende totalmente da nossa vontade tornarmo-nos um ou outro. Basta que o queiramos de forma séria, consciente e perseverante. Os santos elevavam-se a si próprios em cada dia para este nível de força de vontade. São nada menos que a boa vontade da humanidade canonizada.</p>
<p>Sendo assim, nós também temos de querer, para nos tornarmos personalidades firmes, livres e sacerdotais (apostólicas). Temos de aprender a arte de querer com os santos. Quando lemos a biografia de um santo temos de repetir vezes sem conta: <strong>Tal como este santo cumpriu a vontade de Deus em situações extraordinárias, também eu quero cumprir os meus deveres normais do dia a dia com total fidelidade.</strong></p>
<p>Temos aqui uma ascética razoável. Não significa que queremos imitar tudo. Quantos ficaram loucos por causa disso, quantos estragaram completamente a sua saúde!</p>
<p>Meus queridos alunos, já nos convencemos, com esta breve reflexão, que os santos atingem totalmente aquele objetivo pelo qual lutamos, sabendo que eles tiveram de ultrapassar os mesmos obstáculos e tiveram ao seu dispor os mesmos meios que nós. A recompensa para a sua eficiente autoeducação era o próprio Deus, o céu com a sua glória e bem-aventurança eternas. <strong>Uma alma de herói sabe sempre quão preciosa é uma outra alma heroica. Assim, jovem alma, sê uma alma de herói! Contempla os teus exemplos de heróis! Segue corajosamente os seus passos!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><a href="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/10/texto-integral.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Texto completo em PDF</a></strong></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto retirado do livro <strong>Heróis de Fogo</strong>,<br />
escrito pelo Padre Jonathan Niehaus, ISch.<br />
Tradução portuguesa</p>
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