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	<title>pastoral familiar &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Pe. Rodolfo: A Aliança de Amor e meu trabalho na CNBB</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jun 2024 06:39:04 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Pe. Rodolfo Chagas Pinho nos conta como a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt o preparou e o acompanha em sua missão como Assessor da Comissão Episcopal Vida e Família <a href="https://vidaefamilia.org.br/" target="_blank" rel="noopener">CNBB</a> e Secretário Executivo da Pastoral Familiar Nacional.</p>
<p>“Em 2004, quando entrei no seminário de filosofia, na Diocese de Jacarezinho/PR, o reitor e diretor espiritual eram adeptos do Movimento Apostólico de Schoenstatt e incentivaram os seminaristas a selar a Aliança de Amor, com a devida preparação.</p>
<h3><strong>Pedra viva de construção do Santuário</strong></h3>
<p>No período de nossa formação, ajudamos na construção do Santuário de Schoenstatt, em Jacarezinho: Tabor Fundamento de Schoenstatt no Brasil. Participávamos de muitas atividades com a Juventude Masculina de Schoenstatt, dormíamos no terreno, fazíamos vigílias etc. Participei do Congresso de Outubro em Londrina/PR e em vários momentos de espiritualidade e ação.</p>
<p>Com esse itinerário, fui conhecendo o carisma do Pe. José Kentenich e me colocando à disposição da Mãe, para que ela pudesse me educar como um novo homem. Em 18 de outubro de 2004, nós selamos a Aliança de Amor com ela. O carisma de Schoenstatt significa muito para mim. Como padre, entrego as minhas ofertas ao Capital de Graças. Gosto sempre de me auto educar, com a intercessão maternal de Maria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_56478" style="width: 858px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-56478" data-attachment-id="56478" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/06/04/pe-rodolfo-a-alianca-de-amor-e-meu-trabalho-na-cnbb/pe-rodolfo/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo.jpg" data-orig-size="848,443" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pe rodolfo" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo-300x157.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo.jpg" class="wp-image-56478 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo.jpg?resize=848%2C443&#038;ssl=1" alt="" width="848" height="443" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo.jpg?w=848&amp;ssl=1 848w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo.jpg?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo.jpg?resize=768%2C401&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 848px) 100vw, 848px" /><p id="caption-attachment-56478" class="wp-caption-text">Pe. Alexandre Awi e Rodolfo no dia da Aliança de Amor &#8211; 18.10.2004</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Um sacerdócio vinculado à Mãe e Rainha e seu Santuário</strong></h3>
<p>Na véspera de minha ordenação sacerdotal, eu dormi no Santuário, para que, naquela noite, a Mãe me gerasse como sacerdote. Minha devoção pessoal a Santa Terezinha também tem relação com Schoenstatt, pois, percebo que a pequena via de Terezinha está totalmente de acordo com a vida de filialidade ensinada pelo Pe. Kentenich. Atualmente, continuo empenhado em viver os ensinamentos da espiritualidade do Movimento de Schoenstatt, que me faz sempre um padre novo. A graça do abrigo espiritual, que a Mãe presenteia no Santuário, me ajuda muito.</p>
<p>No ano passado, eu estava indo para o Santuário de Schoenstatt, em Curitiba/PR, levando as relíquias de São Luís, Santa Zélia e Santa Terezinha. No meio do caminho, Dom Bruno Elizeu Versari, presidente da Comissão Vida e Família, na CNBB, me ligou convidando-me para assumir a função de Assessor Nacional da Comissão Episcopal Vida e Família da CNBB, no quadriênio 2023-2027. Respondi que eu não tinha certeza se esse serviço era para o meu perfil etc. Ele me disse para nos falarmos depois da viagem.</p>
<h3><strong>A Divina Providência foi muito clara </strong></h3>
<p>Quando cheguei, entrei no Santuário para rezar e pedir para Nossa Senhora me dar um sinal, dar uma luz, me ajudar a ter clareza do que responder. Quando saio do santuário e vou ao local da Cruz da Unidade, estava ali um casal com três filhos, todos vestindo a camiseta com a logo da Pastoral Familiar. Aproximei-me e perguntei de onde eram, qual paróquia, diocese etc. Conversei um pouquinho com eles e já senti que este era a resposta da Mãe, que eu poderia assumir essa função.</p>
<p>Então, naquele fim de semana fiz um retiro, ali no Santuário Magnificat, no colo da Mãe, e foi ela que me ajudou aceitar o convite para servir a CNBB nesta missão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_56477" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-56477" data-attachment-id="56477" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/06/04/pe-rodolfo-a-alianca-de-amor-e-meu-trabalho-na-cnbb/pe-rodolfo-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo-2.jpg" data-orig-size="800,450" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pe rodolfo 2" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo-2-300x169.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo-2.jpg" class="wp-image-56477 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo-2.jpg?resize=800%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="800" height="450" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo-2.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo-2.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/06/pe-rodolfo-2.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-56477" class="wp-caption-text">Resposta da Mãe registrada em foto &#8211; família com a logo da PF</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Continuo a confiar no MHC</strong></h3>
<p>Hoje, quando possível, eu colaboro com o Movimento de Schoenstatt aqui no Santuário Tabor da Esperança, em Brasília/DF. As Irmãs sempre me convidam para celebrar as missas da Aliança de Amor, nos dias 18, ou uma missa dominical, quando não estou viajando pela CNBB. A Liga das Famílias de Schoenstatt também me convida para estar presente, quando tem um encontro ou um retiro.</p>
<p>Lembro-me que, no tempo de seminário, eu escrevia no canto da folha de todas as provas: MTA. Ela sempre me ajudava e continua a me ajudar também hoje. Tenho um programa de rádio e sempre termino meus programas dizendo: Mater Habebit Curam (A Mãe cuidará). Eu creio que ela sempre está cuidando.”</p>
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		<title>Amoris Laetitia: Pontos muito importantes para a Pastoral</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 03:55:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As circunstâncias atenuantes no Discernimento Pastoral Flávia C. Ghelardi* – Seguimos analisando o Capítulo VIII da exortação apostólica Amoris Laetitia sobre as orientações do Papa Francisco de como lidar com as situações mais delicadas, quando há o rompimento do vínculo conjugal. O Santo Padre insiste na necessidade de um discernimento especial no caso de algumas situações&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54065" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-54065" data-attachment-id="54065" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2023/07/25/amoris-laetitia-pontos-muito-importantes-para-a-pastoral/casal-unplasch/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/07/casal-unplasch.jpg" data-orig-size="1024,593" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="casal &amp;#8211; unplasch" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto de Jonathan Unsplash&lt;/p&gt;
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<h3><strong>As circunstâncias atenuantes no Discernimento Pastoral</strong></h3>
<p>Flávia C. Ghelardi* – Seguimos analisando o Capítulo VIII da exortação apostólica <em>Amoris Laetitia </em>sobre as orientações do Papa Francisco de como lidar com as situações mais delicadas, quando há o rompimento do vínculo conjugal.</p>
<p>O Santo Padre insiste na necessidade de um discernimento especial no caso de algumas situações irregulares, pois mesmo se a pessoa tem conhecimento da norma, no caso por exemplo, da indissolubilidade do matrimônio, <em>“pode ter grande dificuldade em compreender os valores inerentes à norma ou pode encontrar-se em condições concretas que não lhe permitem agir de maneira diferente e tomar outras decisões sem uma nova culpa”.</em> (AL 301)</p>
<p>Assim, não se pode objetivamente afirmar que as pessoas nessas condições estejam com certeza em estado de pecado mortal. Citando o Catecismo da Igreja Católica, ele afirma: <em>“A imputabilidade e responsabilidade dum ato podem ser diminuídas, e até anuladas, pela ignorância, a inadvertência, a violência, o medo, os hábitos, as afeições desordenadas e outros fatores psíquicos ou sociais. E, noutro parágrafo, refere-se novamente às circunstâncias que atenuam a responsabilidade moral, nomeadamente a imaturidade afetiva, a força de hábitos contraídos, o estado de angústia e outros fatores psíquicos ou sociais</em>.” (AL 302)</p>
<p>Desta forma está claro que um <strong>juízo negativo sobre a situação</strong>, ou seja, que efetivamente o divórcio é um mal, que fere tanto as pessoas envolvidas, como os filhos oriundos dessa união, os familiares e até toda a sociedade, <strong>não significa necessariamente que o casal, ou um dos cônjuges, possa ser culpabilizado diretamente pela situação. </strong></p>
<p>Esse novo olhar que o Papa Francisco sugere para essas situações tão dolorosas e difíceis tem como objetivo ajudar a todos os envolvidos a amadurecerem e, a partir do reconhecimento de suas falhas e limitações, buscar um aprimoramento da própria consciência e a busca de viver plenamente o ideal católico do matrimônio. Isso tudo aceitando as próprias circunstâncias e reconhecendo <em>“também, com sinceridade e honestidade, aquilo que, por agora, é a resposta generosa que se pode oferecer a Deus e descobrir com certa segurança moral que esta é a doação que o próprio Deus está pedindo no meio da complexidade concreta dos limites, embora não seja ainda plenamente o ideal objetivo”</em> (AL 303)</p>
<p>É importante ressaltar que esse discernimento é <strong>dinâmico</strong> e deve permanecer sempre aberto para novas etapas de crescimento e novas decisões que permitam realizar o ideal de forma mais completa. Ou seja, não se deve acomodar com uma situação abaixo do ideal, deve se procurar sempre crescer, alcançar o máximo possível dentro das próprias circunstâncias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>As normas e o discernimento</strong></h3>
<p>Aqui o Santo Padre faz um pedido insistente para que <strong>cada caso concreto </strong>seja analisado de maneira particular, seguindo o ensinamento de Sto. Tomás de Aquino que diz <em>“embora nos princípios gerais tenhamos o carácter necessário, todavia à medida que se abordam os casos particulares, aumenta a indeterminação (…). No âmbito da ação, a verdade ou a retidão prática não são iguais em todas as aplicações particulares, mas apenas nos princípios gerais; e, naqueles onde a retidão é idêntica nas próprias ações, esta não é igualmente conhecida por todos. (&#8230;) Quanto mais se desce ao particular, tanto mais aumenta a indeterminação”</em> (AL 305)</p>
<p>O Papa afirma mais uma vez que o ensinamento da Igreja sobre o matrimônio é um <strong>bem que nunca se deve ignorar nem esquecer</strong>, por isso a análise ou uma solução no caso concreto <strong>jamais pode ser elevada ao caráter de norma. </strong>Desta forma está claro que as regras morais sobre o sacramento do matrimônio não serão alteradas, mesmo porque foram dadas pelo próprio Jesus no Evangelho, mas que cada caso individual deve ser olhado com muito cuidado para ver como essa norma é aplicada, pensando sempre no bem de cada pessoa e na salvação da sua alma.</p>
<p><em>“O discernimento deve ajudar a encontrar os caminhos possíveis de resposta a Deus e de crescimento no meio dos limites. (&#8230;) Lembremo-nos de que um pequeno passo, no meio de grandes limitações humanas, pode ser mais agradável a Deus do que a vida externamente correta de quem transcorre os seus dias sem enfrentar sérias dificuldades</em>.” (AL 305). Em toda e qualquer circunstância onde haja dificuldade em viver plenamente a lei de Deus, deve sempre recorrer à vida da caridade. (AL 306)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="47356" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/07/29/materttone/papa-materttone/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/papa-materttone.jpg" data-orig-size="600,376" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;2.8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX1&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1475684557&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;5&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;500&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.033333333333333&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="papa materttone" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/papa-materttone-300x188.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/papa-materttone.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-47356" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/papa-materttone.jpg?resize=600%2C376&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="376" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/papa-materttone.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/papa-materttone.jpg?resize=300%2C188&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A lógica da misericórdia pastoral</strong></h3>
<p>O Santo Padre encerra esse capítulo deixando bem claro: “<strong><em>de modo algum, deve a Igreja renunciar a propor o ideal pleno do matrimónio, o projeto de Deus em toda a sua grandeza” </em></strong>(AL 307). Ele encoraja aos jovens para não hesitarem perante a riqueza do sacramento do matrimônio.</p>
<p><em>“A tibieza, qualquer forma de relativismo ou um excessivo respeito na hora de propor o sacramento seriam uma falta de fidelidade ao Evangelho e também uma falta de amor da Igreja pelos próprios jovens. <strong>A compreensão pelas situações excepcionais não implica jamais esconder a luz do ideal mais pleno, nem propor menos de quanto Jesus oferece ao ser humano.</strong> Hoje, mais importante do que uma pastoral dos falimentos é o esforço pastoral para consolidar os matrimônios e assim evitar as rupturas”.</em> (AL 307)</p>
<p>A misericórdia tem um papel muito importante nesse processo de acolhimento, pois somos chamados a viver de misericórdia, porque primeiro foi usada a misericórdia para conosco. O Papa ressalta: <em>“É verdade, por exemplo, que a misericórdia não exclui a justiça e a verdade, mas, antes de tudo, temos de dizer que a misericórdia é a plenitude da justiça e a manifestação mais luminosa da verdade de Deus. Por isso, convém sempre considerar inadequada qualquer concepção teológica que, em última instância, ponha em dúvida a própria onipotência de Deus e, especialmente, a sua misericórdia.”</em> (AL 311)</p>
<p>Desta forma, em nenhum momento o Papa relativiza o significado e a importância do sacramento do matrimônio. Ele apenas convida a um olhar misericordioso para com as situações mais difíceis e ressalta a importância de consolidar os matrimônios e evitar as rupturas. Como diria o Pe. José Kentenich, precisamos nos esforçar para “salvar as famílias, custe o que custar!”</p>
<p>Você pode ler aqui todos os outros <a href="https://schoenstatt.org.br/?s=amoris+laetitia">artigos já publicados, com a síntese desse documento</a> tão importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>Este artigo faz parte da série de artigos que sintetizam a Exortação Apostólica Pós-Sinodal <em>Amoris Laetitia</em> do Santo Padre, o Papa Francisco</p>
<p><em>*Flávia e seu esposo Luciano são membros da <a href="https://schoenstatt.org.br/home/org/organizacao/uniao-de-familias-de-schoenstatt/">União de Famílias</a> de Schoenstatt</em></p>
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		<title>Amoris Laetitia: O cuidado pastoral com as famílias</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2022 12:21:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Flávia C. Ghelardi* &#8211; No Capítulo VI da exortação apostólica Amoris Laetitia o Santo Padre, Papa Francisco, faz um resumo sobre algumas sugestões para o cuidado pastoral com as famílias. Hoje analisaremos a primeira parte desse capítulo. &#160; Anunciar o Evangelho da Família É importante que seja anunciado a beleza e a riqueza da&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52296" style="width: 1030px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-52296" data-attachment-id="52296" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/11/30/amoris-laetitia-o-cuidado-pastoral-com-as-familias/familia-1-1/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/11/familia-1-1.jpg" data-orig-size="1020,533" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="familia" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/11/familia-1-1-300x157.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/11/familia-1-1.jpg" class="wp-image-52296 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/11/familia-1-1.jpg?resize=1020%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="533" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/11/familia-1-1.jpg?w=1020&amp;ssl=1 1020w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/11/familia-1-1.jpg?resize=300%2C157&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/11/familia-1-1.jpg?resize=768%2C401&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><p id="caption-attachment-52296" class="wp-caption-text">Foto: cottonbro studio em pexels</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Flávia C. Ghelardi* &#8211; No Capítulo VI da exortação apostólica <a href="https://www.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20160319_amoris-laetitia.html" target="_blank" rel="noopener"><em>Amoris Laetitia</em></a> o Santo Padre, Papa Francisco, faz um resumo sobre algumas sugestões para o cuidado pastoral com as famílias. Hoje analisaremos a primeira parte desse capítulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Anunciar o Evangelho da Família</strong></h3>
<p>É importante que seja anunciado a beleza e a riqueza da vida familiar, do Evangelho da Família, que “<em>é alegria que enche o coração e a vida inteira, porque, em Cristo, somos libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento”</em> (AL 200). Sabemos que a Igreja é um sinal de contradição, que seus ensinamentos sobre o matrimônio e a família podem chocar o mundo moderno, mas é essencial que os padres motivem os casais <em>para uma aposta corajosa num amor forte, sólido, duradouro, capaz de enfrentar todos os imprevistos que lhes surjam. </em>(AL 200).</p>
<p>O Papa alerta que a preocupação da Igreja é com cada família em particular, com seus problemas e dificuldades, e que é inútil uma pregação puramente teórica, sem contato com a realidade da vida familiar. “<em>A pastoral familiar deve fazer experimentar que o Evangelho da família é resposta às expectativas mais profundas da pessoa humana: a sua dignidade e plena realização na reciprocidade, na comunhão e na fecundidade. <strong>Não se trata apenas de apresentar uma normativa, mas de propor valores, </strong>correspondendo à necessidade deles que se constata hoje, mesmo nos países mais secularizados.” </em>(AL 201)</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Capacitar o clero e os leigos para a Pastoral Familiar</strong></h3>
<p>Para a pastoral familiar, cujo berço é a paróquia, é necessário focar na formação dos padres, diáconos, religiosos e demais agentes de pastoral, pois foi constatado que não há uma formação adequada para tratar dos diversos problemas que podem surgir na vida matrimonial. É importante que os seminaristas também tenham uma formação interdisciplinar mais ampla sobre o namoro e o matrimônio, e não apenas a doutrina da Igreja. Além disso, é preciso cuidar para que esses seminaristas cuidem das feridas que possam ter trazido de sua origem familiar, <em>é preciso garantir um amadurecimento, durante a formação, para que os futuros ministros possuam o equilíbrio psíquico que a sua missão lhes exige.</em> (AL 203). O apoio da família do seminarista durante esse processo é muito importante para mantê-lo conectado à realidade e a combinação entre a vida no seminário e a vida nas paróquias, ajudam a revigorá-lo de forma realista.</p>
<p>É necessário ainda a formação de leigos para a pastoral familiar<em> com a ajuda de psicopedagogos, médicos de família, médicos de comunidade, assistentes sociais, advogados de menores e família, predispondo-os para receber as contribuições da psicologia, sociologia, sexologia e até aconselhamento. Os profissionais, particularmente aqueles que têm experiência de acompanhamento, ajudam a encarnar as propostas pastorais nas situações reais e nas preocupações concretas das famílias.</em> (AL 204)</p>
<p>A preocupação principal do Papa Francisco é que os agentes da pastoral familiar, sejam eles parte do clero, da vida consagrada ou dos leigos, estejam preparados para<strong> anunciar a beleza da doutrina católica sobre o matrimônio e a família, encorajar as famílias a viverem esses ideais,</strong> mas com os pés na realidade, nos problemas concretos de cada lar, sendo capacitados para ajudar em todas as situações que surgirem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Guiar os noivos no caminho de preparação para o matrimônio</strong></h3>
<p>Os desafios da nossa sociedade atual exigem um maior empenho de toda comunidade cristã na preparação dos jovens para receberem o sacramento do matrimônio. É necessário lembrá-los da importância das virtudes, especialmente a da castidade, para o crescimento genuíno do amor interpessoal. O testemunho das famílias já constituídas pode ser de grande ajuda para estimular o jovem casal e os programas de preparação próxima para o matrimônio devem ser momentos privilegiados de participação na vida da Igreja e aprofundamento dos vários aspectos da vida familiar.</p>
<p>As comunidades cristãs precisam enxergar que acompanhar a vida do jovem casal é um bem para elas mesmas, pois no futuro essa família pode “<em>contribuir para renovar o próprio tecido de todo o corpo eclesial: a forma particular de amizade que vivem pode tornar-se contagiosa, fazendo crescer na amizade e na fraternidade a comunidade cristã de que fazem parte”.</em> (AL 207)</p>
<p>O Papa dá algumas dicas sobre como deve ser essa preparação para o matrimônio: &#8220;<em>Não se trata de lhes ministrar o Catecismo inteiro nem de os saturar com demasiados temas, sendo válido também aqui que &#8216;não é o muito saber que enche e satisfaz a alma, mas o sentir e saborear interiormente as coisas&#8217;. Interessa mais a qualidade do que a quantidade, devendo-se dar prioridade – juntamente com um renovado anúncio do querigma – àqueles conteúdos que, comunicados de forma atraente e cordial</em>, <em>os ajudem a comprometer-se num percurso da vida toda com ânimo grande e liberalidade</em>”. (AL 207)</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h3>Ele faz mais algumas sugestões:</h3>
<p>&#8211; ter momentos personalizados com cada casal de noivos, pois o objetivo é ajudá-los a aprender a amar aquela pessoa concreta com a qual se deseja partilhar toda uma existência<em>;</em></p>
<p>&#8211; desenvolver atividades pastorais que visem fortalecer o matrimônio, pois o exemplo de matrimônios sólidos e felizes ajuda muito os jovens casais</p>
<p>&#8211; ajudar no discernimento de cada casal de noivos, para ver se não há incompatibilidades com riscos de uma ruptura futura</p>
<p>&#8211; orientar e esclarecer os noivos sobre as possíveis situações de conflitos e momentos difíceis na vida matrimonial e mostrar a necessidade de uma vontade firme para enfrentarem algumas renúncias</p>
<p>&#8211; mostrar que o matrimônio não é o fim do caminho, mas uma vocação que lança o casal para frente, com a decisão firme e realista de atravessarem juntos todas as provações e momentos difíceis, oferecendo os instrumentos para que possam superar suas dificuldades e amadurecer no amor</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>No próximo artigo, continuaremos a analisar as orientações do Santo Padre para a preparação do matrimônio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p>Este artigo faz parte da série de artigos que sintetizam a Exortação Apostólica Pós-Sinodal, Amoris Laetitia do Santo Padre Papa Francisco</p>
<p>*Flávia e seu esposo Luciano são membros da <a href="https://schoenstatt.org.br/home/org/organizacao/uniao-de-familias-de-schoenstatt/">União de Famílias</a> de Schoenstatt</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Informações da Pastoral Familiar sobre a vacinação</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2021/01/19/informacoes-da-pastoral-familiar-sobre-a-vacinacao-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 13:26:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias - Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[orientaçoes da igreja]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; A Pastoral Familiar destaca 14 pontos sobre as vacinas contra a covid-19 O Brasil finalmente iniciou a vacinação contra a covid-19 após a aprovação de uso emergencial dos imunizantes Astrazeneca/Oxford e da Sinovac/Butantan. Na última sexta-feira, o Portal Vida e Família, mantido pela Comissão Episcopal para a Vida e a Família, da Conferência Nacional&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44705" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-44705" data-attachment-id="44705" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/01/19/informacoes-da-pastoral-familiar-sobre-a-vacinacao-no-brasil/vacina-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/vacina-2.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="vacina 2" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/vacina-2-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/vacina-2.jpg" class="wp-image-44705 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/vacina-2.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/vacina-2.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/vacina-2.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-44705" class="wp-caption-text">(Foto: pixabay.com)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Pastoral Familiar destaca 14 pontos sobre as vacinas contra a covid-19</p>
<p>O Brasil finalmente iniciou a vacinação contra a covid-19 após a aprovação de uso emergencial dos imunizantes Astrazeneca/Oxford e da Sinovac/Butantan. Na última sexta-feira, o Portal Vida e Família, mantido pela Comissão Episcopal para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), apresentou uma série de informações e esclarecimentos sobre as vacinas que estão sendo preparadas para proteger a população mundial contra a covid-19 e sobre o processo de vacinação.</p>
<p>O conjunto de 14 pontos sobre as vacinas foi preparado em artigo pelo médico e coordenador da Pastoral Familiar na Diocese de Rio Grande/RS, Silvio Omar Macedo Prietsch, que é pediatra e doutor em Ciências Pneumológicas. Para Silvio, como Igreja, <em>“precisamos orientar os irmãos quanto à urgência deste ato de cidadania e amor ao próximo que, em poucos dias, deveremos praticar”.</em></p>
<h2>O contexto atual das vacinas</h2>
<p>O doutor salientou que nunca houve, na ciência médica, uma situação semelhante ao que se vê atualmente em relação ao desenvolvimento de vacinas para evitar uma doença causada por um vírus: <em>“Em média, uma vacina demora 10 anos para estar disponível, a mais rápida a passar por todas as etapas de produção foi a do vírus Ebola, que demorou cinco anos para ficar pronta e ser aprovada pela agência reguladora dos Estados Unidos, em 2019”.</em></p>
<p>O desenvolvimento de uma vacina passa por uma série de regras de segurança e diversas etapas de testes: pré-clínicos, com animais; a fase 1, para comprovar a segurança nas pessoas; a fase 2, para verificar a produção de imunidade; e a fase 3, que busca demonstrar eficácia da imunização. Uma quarta fase ocorre após o início da imunização em massa e estuda a duração do tempo de proteção contra o vírus.</p>
<p>Segundo doutor Silvio, mais de 200 iniciativas de desenvolvimento de vacinas contra o Sars-Cov2 (o novo coronavírus) estão em curso em diferentes países. <em>“Dessas, menos de 50 devem ter seus registros aprovados pelas agências reguladoras”</em>, pondera. Atualmente as vacinas que estão finalizando a fase 3 são:</p>
<p>Oxford &amp; AstraZeneca, do Reino Unido;<br />
CanSino com o Instituto de Beijing, na China;<br />
Janssen, da Johnson &amp; Johnson, nos Estados Unidos;<br />
Instituto Gamaleya, na Rússia;<br />
Pfizer &amp; BioNTech, nos Estados Unidos e Alemanha;<br />
Moderna da NIAID, nos Estados Unidos;<br />
Coronavac, da Sinovac &amp; Butantan, na China e Brasil;<br />
Instituto de Wuhan &amp; Sinopharm, da China;<br />
Instituto de Beijing&amp; Sinopharm, da China;<br />
Novavax, dos Estados Unidos.</p>
<p>No Brasil, as vacinas que pediram autorização para uso emergencial pela Anvisa – a CoronaVac e Oxford – foram aprovadas para uso emergencial. <em>“As companhias Pfizer &amp; BioNTech e Janssen, que também realizam testes no Brasil, já apresentaram dados de eficácia e segurança à agência, mas ainda não fizeram pedido de excepcionalidade”</em>, informa Silvio.</p>
<p>Confira a seguir 14 pontos importantes destacados por Silvio Prietsch sobre as vacinas e a vacinação:</p>
<blockquote><p><strong><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="44706" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/01/19/informacoes-da-pastoral-familiar-sobre-a-vacinacao-no-brasil/doutor-silvio-prietsch-pastoral-familiar/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Doutor-Silvio-Prietsch-pastoral-familiar.jpg" data-orig-size="700,507" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Doutor-Silvio-Prietsch-pastoral familiar" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Doutor-Silvio-Prietsch-pastoral-familiar-300x217.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Doutor-Silvio-Prietsch-pastoral-familiar.jpg" class="aligncenter wp-image-44706 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Doutor-Silvio-Prietsch-pastoral-familiar.jpg?resize=700%2C507&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="507" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Doutor-Silvio-Prietsch-pastoral-familiar.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Doutor-Silvio-Prietsch-pastoral-familiar.jpg?resize=300%2C217&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></strong></p>
<p style="text-align: center;">Silvio Omar Macedo Prietsch (Foto: arquivo pessoal/CNBB)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1) TODOS DEVEM SE VACINAR DE ACORDO COM O PLANO DE IMUNIZAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE!</strong></p>
<p>A vacina vai ajudar a superar a pandemia de Covid-19. Individualmente protegendo contra a doença e, especialmente, contra as formas mais graves. Na comunidade, diminuindo o número de enfermos e a necessidade de atendimento hospitalar, reduzindo o número de casos e, principalmente, de óbitos. Possibilitando a retomada gradual da normalidade, de modo que quanto maior for o número de pessoas vacinadas, maiores serão as possibilidades da retomada dos nossos encontros, passeios e reuniões em grupos, sem a preocupação da doença.</p>
<p>As duas vacinas aprovadas emergencialmente serão administradas em duas doses e é importante que as duas doses sejam da mesma vacina.<br />
Cada Secretaria de Saúde Estadual vai elaborar um calendário específico com as datas e os grupos prioritários para a vacinação. Devemos ficar atentos e fazer a vacina quando chegar a nossa vez.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2) COMO SERÁ FEITO ESSE CONTROLE? PRECISA CADASTRO EM ALGUM LUGAR PARA RECEBER A VACINA?</strong></p>
<p>O plano de imunização do Ministério da Saúde prevê que todas as pessoas, nos grupos pré-estabelecidos, serão imunizadas mesmo sem portarem nenhum documento. Há, no entanto para um controle efetivo, recomenda que seja portado um dos seguintes documentos: CPF; RG ou cartão do SUS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3) DEPOIS DE RECEBER A VACINA, A PESSOA ESTÁ LIVRE PARA ANDAR SEM MÁSCARA, IR ONDE QUISER E FAZER TUDO COMO FAZIA ANTES DA PANDEMIA?</strong></p>
<p>Duas coisas são importantes observar: Primeiro, ao receber a vacina, o organismo desenvolve uma resposta imunológica com produção de anticorpos e produção de células especializadas para combater o vírus quando este chegar. Para que este processo se desenvolva são necessários alguns dias, dependendo de características individuais e de acordo com cada vacina, mas – em geral – a imunidade acontece entre 10 a 20 dias após a segunda dose.</p>
<p>Segundo, é preciso aguardar que uma boa parte da população seja imunizada, de modo que se observem os efeitos da redução da transmissão do vírus na comunidade. Essa situação depende fundamentalmente do número de pessoas que recebem a vacina e, por isso, é importante que se encare o estimulo à vacinação como uma missão social.</p>
<p>Por esses dois motivos será necessário, por algum tempo, continuar observando as medidas rigorosas de higiene, o distanciamento social equilibrado e uso de máscara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4) AS PESSOAS QUE TEM ALGUM TIPO DE ALERGIA PODEM RECEBER A VACINA?</strong></p>
<p>As pessoas que têm história de alergias graves necessitam consultar o seu médico antes de receberem qualquer dose da vacina. Esse procedimento é normal em qualquer vacina. O médico da pessoa saberá informar se é possível ou não usar o imunizante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5) CRIANÇAS E MULHERES GRÁVIDAS SERÃO INCLUÍDAS?</strong></p>
<p>Até o momento, poucos estudos incluíram crianças e não há estudos com mulheres grávidas, assim não se pode ter certeza de ausência de risco. O laboratório Pfizer &amp; BioNTech é, até agora, o único que incluiu na bula que mulheres grávidas ou amamentando não devem receber a vacina.</p>
<p>Quanto às crianças, atualmente estão sendo incluídas nos estudos e possivelmente serão vacinadas mais tarde, até porque parecem constituir um grupo de menor risco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6) PESSOAS QUE USAM MEDICAÇÃO CRÔNICA PODEM RECEBER VACINA?</strong></p>
<p>A princípio sim. A maioria dos idosos usa medicações cronicamente, mas é sempre prudente aconselhar-se com seu médico. No caso de pessoas que usam medicamentos imunossupressores, como indivíduos com câncer ou transplantados, pode existir um problema adicional. Nesses, a resposta do organismo à vacina pode não ser satisfatória para produzir anticorpos suficientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>7) QUEM JÁ TEVE COVID-19 E TEM ANTICORPOS DEVE RECEBER A VACINA?</strong></p>
<p>Sim. É possível que pessoas que contraíram formas mais leves da doença não desenvolvam anticorpos de forma suficientemente eficaz para combater a doença. Além disso, há casos, controversos, de reinfecção ou recaída em pessoas que apresentaram sintomas novamente, após ter tido Covid-19.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8) APÓS RECEBER A VACINA É POSSÍVEL TER A DOENÇA, FICAR ASSINTOMÁTICO E TRANSMITIR?</strong></p>
<p>É preciso esclarecer que nenhuma das vacinas causa doença. Algumas, como a CoronaVac, são feitas de vírus inativados como a vacina da hepatite A e da raiva. Outras usam outros vírus como carregador de um fragmento do Coronavírus. Esse é o caso da vacina de Oxford que usa o Adenovírus do resfriado comum.</p>
<p>Assim a função de uma vacina é provocar uma resposta imune de forma a evitar que o verdadeiro vírus da doença penetre nas células e se multiplique.</p>
<p>No entanto, esse efeito não é 100% garantido em nenhuma vacina, então a possibilidade de pegar o vírus e ter uma forma mais branda da doença, existe. Os estudos feitos até agora demonstram que as vacinas são eficazes na redução global dos sintomas e na morte por Covid-19, mas ainda não se sabe se impedem a infecção e a transmissão do vírus. Será necessário um grande número de pessoas vacinadas na comunidade para se ter um impacto real na transmissão e isto é mais um motivo importante para se vacinar e entusiasmar os outros a receber a vacina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>9) QUANTO TEMPO DURARÁ A PROTEÇÃO CONFERIDA PELA VACINA?</strong></p>
<p>Ainda não é possível responder essa pergunta. Os voluntários que fizeram parte dos estudos de fase 3 continuarão a ser acompanhados, ao longo do tempo, com o intuito de determinar a duração da imunidade. Este é um procedimento normal em qualquer vacina, de forma que só mais tarde saberemos qual a necessidade real de reaplicação de novas doses e qual a sua periodicidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10) ESSAS VACINAS TERÃO EFEITOS COLATERAIS?</strong></p>
<p>Os estudos mostraram um índice muito pequeno de efeitos colaterais e muito leves. Os poucos efeitos apresentados foram dor no local da aplicação por algumas horas, febre baixa e dor no corpo. Nenhuma das 10 vacinas que estão na fase 3 apresentaram efeitos colaterais suficientemente graves para que as pesquisas viessem ser interrompidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>11) AS VACINAS CONTRA A COVID-19 VÃO ACABAR COM O VÍRUS?</strong></p>
<p>Nenhuma vacina tem o poder de destruir totalmente um vírus. O objetivo da vacinação é controlar as doenças provocadas pelos vírus na população através da interrupção das cadeias de transmissão e da disseminação viral na comunidade. Para que isso ocorra é preciso que a população colabore, participando das campanhas de vacinação.</p>
<p>A previsão da Organização Mundial da Saúde é que o coronavírus, como a maioria dos vírus que causam males à humanidade, torne-se endêmico – ou seja – continuará circulando e provavelmente deverá ser necessária vacinação periódica a exemplo da Influenza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>12) FOI ANUNCIADO QUE A CORONAVAC TEM 50,38% DE EFICÁCIA, ELA SERÁ UMA BOA VACINA?</strong></p>
<p>Essa é uma probabilidade estatística de eficácia global. Entre os indivíduos que usaram a vacina e tiveram a enfermidade, 22% tiveram casos leves e nenhum teve casos moderados ou graves. Nunca nos preocupamos com a eficácia das vacinas que usamos nas últimas décadas, mas agora estamos preocupados com esses números que revelam probabilidades estatísticas.</p>
<p>O que devemos nos preocupar é com a eficiência das vacinas. Quanto a isso, provavelmente a CoronaVac tem eficiência muito maior que outras vacinas, considerando a capacidade de produção e a simplicidade de distribuição, para que chegue de forma adequada às pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>13) SERÁ OBRIGATÓRIO, NO FUTURO, TOMAR A VACINA?</strong></p>
<p>De uma maneira geral é pratica comum a obrigatoriedade da realização de algumas vacinas para determinadas atividades, no mundo inteiro. Por exemplo: é necessário estar imunizado para a febre amarela para viajar para muitos países; é necessário também ter a carteira de vacinação em dia na maioria das cidades brasileiras para fazer matrícula dos filhos em escolas públicas.</p>
<p>Precisamos lembrar que vacinação obrigatória não é a mesma coisa que vacinação forçada, ou seja, as pessoas podem não tomar a vacina, mas estarão sujeitas a determinadas regras que venham a ser criadas a nível nacional ou internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>14) HAVERÁ A POSSIBILIDADE DE FAZER A VACINA EM CLINICA PARTICULAR?</strong></p>
<p>A orientação dos órgãos de saúde nacionais e internacionais é que, neste momento, não haja disponibilização de vacinas para uso privado. Isto porque todas as doses produzidas devem ser dirigidas aos governos com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais rapidamente possível.</p>
<p>O Brasil é um país extenso. Vacinar a maior parte da população é uma tarefa imensa que só será concluída satisfatoriamente com a participação de todos. Este é um momento ímpar na nossa história, pois cada um de nós pode, efetivamente, contribuir com o próximo independente da sua renda, cor, sexo ou religião.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.cnbb.org.br/14-pontos-sobre-as-vacinas-contra-a-covid-19/" target="_blank" rel="noopener">cnbb.org.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Doutor Silvio Prietsch utilizou as seguintes referências:<br />
ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária<br />
BUTANTAN – Instituto Butantan<br />
FIOCRUZ – Fundação Oswaldo Cruz</p>
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