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	<title>Paternidade &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Cada pai é um Sacerdote do Lar</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 08:12:29 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>A família como berço de vocações.</p>
<p>Pe. Nicolás Schwizer – Na época dos primeiros cristãos, toda a vida eclesiástica se desenvolvia nas casas, já que ainda não havia templos próprios. Toda a família se convertia e passava a formar parte da Igreja. Hoje em dia, voltamos a tomar consciência dessa realidade tão importante. Por meio do Batismo e pelo sacramento do Matrimônio, Cristo mesmo está presente em cada lar cristão e a partir dali realiza sua tarefa salvadora: cura, abençoa, transforma, guia e educa o seu povo no seu caminho de salvação.</p>
<p>No documento do Concílio Vaticano II lemos:<em> “nesta espécie de Igreja doméstica os pais devem ser para os filhos os primeiros predicadores da fé, por meio da palavra e do exemplo e devem fomentar a vocação sagrada”</em>(Lumen Gentium, 11).</p>
<h3>Nossa primeira experiência eclesiástica é nosso próprio lar</h3>
<p>Aí aprendemos a crer, a amar a Deus e aos homens, aí nos desenvolvemos como pessoas. No amparo do lar, encontramos a Deus que habita no meio de nós. Pelo Batismo participamos da missão profética, sacerdotal e real de Cristo; pelo sacramento do Matrimônio o fazemos como casal, e Cristo mesmo atua por meio de nós, santificando nossa família.</p>
<p>Tanto o pai como a mãe participam do magistério, do sacerdócio e da pastoral de Cristo. Eles são os primeiros catequistas e formadores da fé cristã.</p>
<p>A Igreja, em sua função do magistério, tem a missão de transmitir a fé, cuidar das tradições e das verdades da Igreja. Cristo nos revelou a verdade sobre o Pai e nos mostrou o sentido do homem.</p>
<p>Isto tem sido confirmado durante os séculos por meio de tradições que cultivaram e ajudaram a levar à vida essas verdades cristãs. É nossa tarefa como famílias “velar” para que nossos filhos cresçam nessa tradição e possam continuá-la.</p>
<p>Hoje, mais que nunca, necessitamos de clareza sobre as verdades e costumes cristãos, já que nossos filhos estão constantemente bombardeados por um ambiente secular e pouco cristão. Queremos ser catequistas, educadores nos valores e costumes cristãos para nossos filhos. Daí a pergunta de quanto tempo dedicamos para a nossa formação catequética.</p>
<h3>O que não se sabe, não se vive e não se pode ensinar</h3>
<p>Um grande problema é a ignorância religiosa que tem provocado a proliferação de inumeráveis seitas cristãs e não cristãs que vão lentamente minando nossa fé.</p>
<p>A família hoje, mais que nunca, tem um papel fundamental na transmissão da fé. Que bem nos faria como casal tomar o catecismo e começar a ler, juntos, as partes que mais nos interessam! Teria que se transformar em nosso “tira dúvidas”.</p>
<p>Também poderíamos nos perguntar como cultivamos nosso amor à Igreja em nossa casa: a leitura da palavra de Deus, nossas conversas sobre a fé, como aproveitamos os períodos de catecismo, de crisma e primeira comunhão de nossos filhos.</p>
<p>Nosso desafio é conquistar o que se herdou. Temos que levar ao futuro o que nos legaram nossos avós. O que nos legaram? O que herdamos de nossos pais, devemos conquistar para realmente possuí-los.</p>
<p>Que esses valiosos bens da fé católica se convertam em íntima e individual posse nossa; do contrário nada estará assegurado em nós, nem em nossa família, nem tampouco estaremos prevenidos contra o espírito mundano e demoníaco.</p>
<h3>Perguntas para a reflexão</h3>
<p>1. Acompanhamos o catecismo de nossos filhos?</p>
<p>2. Sou um cristão de costume, de tradição?</p>
<p>Se desejar escrever, comentar o texto ou dar seu testemunho, escreva para:<a href="mailto:pn.reflexiones@gmail.com">pn.reflexiones@gmail.com</a></p>
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		<title>Pe. Kentenich, hoje é seu dia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 10:08:39 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<h3>Em 16 de novembro nasce um carisma paternal.</h3>
<p>Ir. Adriane Maria Barbosa – Hoje celebramos o aniversário de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, um sacerdote com grande visão e um profeta de Maria, um bom conselheiro e amigo, um grande pedagogo e criador de um sistema ascético e pedagógico. Muitas virtudes o caracterizam, porém a mais marcante, sem dúvida, é sua paternidade, pela qual ele irradia a ternura e o amor misericordioso de Deus!</p>
<p>O Fundador de Schoenstatt é consciente de sua eleição por parte de Deus, que o predestinou como um reflexo da paternidade divina.</p>
<p>“Eu estou grato e orgulho-me pela sorte que me coube. É uma forma moderna da antiga lei, segundo a qual os instrumentos de Deus provêm, habitualmente, do deserto da solidão exterior e interior”<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><sup>[1]</sup></a>.</p>
<p>Neste deserto solitário ele cresceu e amadureceu, lutando para encontrar, abranger e assumir os planos de Deus a seu respeito. Nessa luta e conquista, desprendendo-se de si, ele pôde oferecer um lar na fé, um lar em Deus a muitas pessoas, a partir de seu próprio coração, sendo também um esteio para todos os que o procuraram.</p>
<p>Hoje sou convidado a olhar um pouco para ele, conversar com ele, confiar-lhe minhas dúvidas, sofrimentos, expectativas e sonhos. Ele me entende e me ajuda a aceitar os planos de Deus, a dizer um sim de coração à condução divina em minha vida. Hoje, também, posso agradecer ao Pe. Kentenich por ele ter sido um verdadeiro pai espiritual para muitas pessoas e por continuar a oferecer a mim e a tantos quantos queiram, a sua mão paternal, para que não nos sintamos sozinhos em nossa caminhada de cristãos, diante de tantos desafios que enfrentamos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Hoje posso também refletir e me perguntar:</strong></h3>
<p><strong>Que presente posso oferecer a ele em seu aniversário? O que talvez ele espera de mim?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Querido Pai e Fundador, com alegria celebramos seu aniversário, unidos a todos os seus filhos aqui na terra e os que estão no céu ao seu lado. Seu nascimento significa para nós, nosso nascimento para Schoenstatt, para a Aliança de Amor. Somos gratos porque nós podemos ser filhos de um tão grande Pai. Parabéns Pai e Fundador!</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Pedimos por sua beatificação:</strong></span></p>
<p>Deus Pai todo-poderoso, és o amor e a misericórdia. Somente tu, como Pai onisciente, compreendes tudo o que se passa em mim. Ajuda-me, Pai de bondade, nesta minha grande aflição. Atende-me por intermédio do Pe. José Kentenich. Como fiel sacerdote ele amou tanto a tua Igreja peregrina e procurou conduzir todos os que dele se aproximavam a um amor pessoal a ti. Foi sábio e humilde conselheiro para todos os que dele precisaram. Concede-me, Pai eterno, por intercessão do Pe. José Kentenich, especialmente a graça:<br />
<em>(Pausa para pedir a graça, em silêncio)</em><br />
Em sinal de gratidão, eu te ofereço o precioso sangue de Cristo, nas intenções da Santa Igreja e por todos os que se encontram em grandes aflições.<br />
Querida Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, roga ao Pai Eterno, que conceda ao Pe. José Kentenich a honra dos altares, como recompensa por todo o bem que fez à Igreja, para teu louvor e a glória da Santíssima Trindade. Amém.<br />
<em>Glória ao Pai&#8230; (3x)</em></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> SCHLICKMANN, Dorothea. Os Anos Ocultos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto de novembro de 2016</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pai: Atador de vínculos, sinal e caminho do amor de Deus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 14:36:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51002" style="width: 1030px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-51002" data-attachment-id="51002" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/08/15/pai-atador-de-vinculos-e-caminho-para-deus/pai-14/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/08/pai.jpg" data-orig-size="1020,562" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pai" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/08/pai-300x165.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/08/pai.jpg" class="wp-image-51002 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/08/pai.jpg?resize=1020%2C562&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="562" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/08/pai.jpg?w=1020&amp;ssl=1 1020w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/08/pai.jpg?resize=300%2C165&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/08/pai.jpg?resize=768%2C423&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><p id="caption-attachment-51002" class="wp-caption-text">Foto de Kelly Sikkema no Unsplash</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Edson Pieralisi* &#8211; Cada um de nós já se fez esta pergunta desafiadora: como foi minha vivência com meu pai?</p>
<p>Alguns podem responder como Santa Terezinha do Menino Jesus e dizer com alegria que seu pai foi o primeiro rosto de Deus e por meio dele descobriu o Seu amor. Ou seja, soube e sentiu-se amada e querida por Deus em seu pai, com seu pai, por meio de seu pai.</p>
<p>Outros podem trazer uma indiferença ou até mesmo feridas do relacionamento com seu pai. E, neste caso, se não houver o perdão corre-se o risco de repetir a história, repetir os mesmos erros&#8230; Mas, Deus, em sua infinita misericórdia, não nos deixa sós: presenteia pessoas que são como verdadeiros pais ou mesmo nos faz descobrir a paternidade em Seu Coração ou até mesmo quando somos pais.</p>
<h3>A vivência da filialidade</h3>
<p>Uma paternidade fecunda, consciente e forte passa pelo descobrir-se filho amado de Deus, pela vivência da filialidade.</p>
<p>Nas pegadas profundas de personalidades paternais no decorrer da História (pensemos por exemplo no pai de Santa Terezinha – São Luís Martin, no Pe. José Kentenich, no Papa Francisco), encontramos que o “segredo” de sua paternidade é o seu profundo vínculo com Cristo&#8230; por Cristo, com Cristo e em Cristo testemunham “quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9).</p>
<h3>A Cruz da Unidade nos revela o “Cristo dos Vínculos”&#8230;</h3>
<p>Um pai &#8211; que vive um só coração com Cristo &#8211; ata vínculos, é sinal e caminho do amor de Deus, forja história, ajuda a vida ter sentido, prepara os filhos para navegarem em águas profundas, cumpre sua missão!<br />
A Cruz da Unidade também nos ensina que ser pai é com Maria segurar o cálice quando nossos filhos (e esposa) estão pregados na cruz. E isto tem nome: amar!</p>
<h3>Desafios de ser pai, hoje</h3>
<p>Muitos são os desafios de ser pai hoje, no mundo que vivemos. Educar e não adestrar os filhos, ensiná-los que a vida é mais que os reducionismos que todo dia batem à porta de nossas casas, ajudá-los a descobrir e viver seu ideal pessoal, encorajá-los a viver nossa fé e valores cristãos, proporcionar um verdadeiro lar, entre tantos outros&#8230; E aí enfrentamos medos, falta de confiança, tantas dificuldades em diferentes âmbitos. Quantas vezes um profundo desvalimento toma conta de nosso interior&#8230;</p>
<p>Nessas horas não podemos jamais esquecer: selamos uma Aliança de Amor com Maria! Ela nos toma pela mão e nos ajuda a vencer todas as tempestades&#8230; Ela nos conduz a Cristo! E no coração de Cristo e Maria nos resignificamos sempre de novo!</p>
<p>Queridos pais: nossos filhos tem o direito de peregrinar ao nosso Santuário-Coração e ao adentrá-lo encontrar o Amor Misericordioso do Senhor. Em nós e por meio de nós, vivenciar o quanto que Deus os ama, o quanto são preciosos, únicos.</p>
<p>Para isto, se queremos ser bons pais, tudo o que precisamos é escrever nossa história com Cristo e Maria! Construir (com nossa esposa) o nosso lar sobre a rocha do Amor de Deus!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*  Edson Pieralisi e sua esposa Rosangela são membros do<a href="https://schoenstatt.org.br/home/org/organizacao/instituto-secular-de-familias-de-schoenstatt/"> Instituto de Famílias</a> de Schoenstatt</p>
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		<title>Pai Exemplar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2022 10:49:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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					<description><![CDATA[Fazer, mais que falar. Pe. Irineu Trevisan – É convicção geral que, hoje, a crise de pais autênticos tornou-se alarmante. Os pais, em sua grande maioria, pecam ou por falta de autoridade, perdendo a influência e domínio sobre os seus filhos, especialmente no campo religioso, moral e educativo. Ou pecam por excesso de autoridade. Mas,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="21747" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/07/12/o-aborto-e-uma-afronta-ao-quinto-mandamento/dia_pai2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/dia_pai2.jpg" data-orig-size="400,300" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="dia_pai2" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/dia_pai2-300x225.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/dia_pai2.jpg" class="wp-image-21747 size-full alignright" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/dia_pai2.jpg?resize=400%2C300" width="400" height="300" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/dia_pai2.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/dia_pai2.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" />Fazer, mais que falar.</p>
<p>Pe. Irineu Trevisan – É convicção geral que, hoje, a crise de pais autênticos tornou-se alarmante.</p>
<p>Os pais, em sua grande maioria, pecam ou por falta de autoridade, perdendo a influência e domínio sobre os seus filhos, especialmente no campo religioso, moral e educativo. Ou pecam por excesso de autoridade.</p>
<p>Mas, a falha maior está no âmbito da educação dos filhos. Como educá-los?</p>
<p><strong>A verdadeira pedagogia paternal deveria primar em dois aspectos: no amor e no exemplo.</strong> Dom Bosco, exímio educador, assim definiu a característica de um educador: deve ser terno como o amor de mãe e duro como o diamante. Há circunstâncias, no exercício da educação, que requerem do educador ternura, compreensão, paciência…. Como há outras circunstâncias e tipos de educando a exigirem firmeza, decisão, disciplina, para que a educação obtenha êxito. A arte de educar está no uso correto, oportuno, de um e outro acento do amor, consoante os casos.</p>
<p>Às vezes os pais e educadores saberão discernir pelos conhecimentos de pedagogia ou psicologia; outras vezes, pela experiência já possuída ou pelo aconselhamento de educadores mais experientes. Outras vezes, poderão saber ou adivinharão por uma certa intuição. Há casos até que exigem uma iluminação do Alto, para saber qual o tipo de amor – terno ou firme – a ser empregado.</p>
<h3>O exemplo</h3>
<p>Os pais poderão educar seus filhos pela palavra de aconselhamento, pela ação pedagógica, pela oração e sacrifícios (caso de Santa Mônica com relação a Santo Agostinho). Mas será sempre indispensável e prioritário o exemplo. As palavras voam, os exemplos arrastam – reza o provérbio.</p>
<h3>O Sr. João procurou exercer assim o seu papel de pai, dentro do seu lar.</h3>
<p>Soube ser terno quando era necessário; forte quando as circunstâncias exigiam firmeza. Sempre cuidou de ser exemplo naquilo que ensinava aos filhos.</p>
<p>Recordo-me deste fato:</p>
<p>Fiz ao Sr. João essa observação:<br />
– “Oh, Sr. João hoje o senhor está elegante, com roupa de frio nova!”.<br />
Ele replicou-me:<br />
– “Só agora consegui este capote novo para chuva e frio. Pois, primeiro  quis dar um para meu filho, e fiquei por último”.</p>
<p>Quando distribuía sua herança aos filhos, confidenciou-me: “Quero passar-lhes tudo. Só ficarei com o necessário para mim. Há intriguinhas – como é compreensível em tais casos, mas procuro solucioná-los com equilíbrio, paciência e diálogo com meus filhos”.</p>
<h3>O lar, os filhos e a esposa eram o alvo constante de seus cuidados.</h3>
<p>Viveu 24 horas por dia para eles. Mesmo no exercício intenso de suas atividades apostólicas, viagens longas, jamais se desleixou em casa, preparava o café e o servia à esposa ainda no quarto.</p>
<h3>Devotou um carinho especial à sua esposa.</h3>
<p>Contou-me esse fato:</p>
<p>“Pe. Irineu, durante trinta anos levantei-me por primeiro em casa, preparava o café e o servia à minha esposa no quarto.<br />
– Durante quantos anos, o Sr. prestou este serviço?<br />
– Durante trinta anos. Até a morte de minha esposa.<br />
– Quando começou?<br />
– No dia que ela teve o primeiro filho. Devendo ficar de cama, comecei a servir-lhe o café no quarto.<br />
– E porque o senhor prolongou este serviço até a morte de sua esposa?<br />
– Porque <strong>ao servi-la percebi a alegria estampada em seu rosto e coração</strong>, por se sentir servida pelo esposo. E eu desejei que ela saísse com esta alegria, todos os dias, do nosso quarto de dormir”.</p>
<p>Muitos pais, hoje, não teriam que buscar seu exemplo nesse pai exemplar que foi o senhor João?</p>
<p>Multipliquemos nossas preces, pois, ao senhor João, para que do céu interceda junto ao Pai do Céu por pais autênticos e hábeis, à altura dos tempos.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Entrevista concedida por ocasião da abertura do processo de beatificação de Pozzobon</p>
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		<title>Uma reflexão sobre o modo de agir do Pe. Kentenich</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2020 12:05:01 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>No Encontro de Outubro, em Schoenstatt, neste ano de 2020, Pe. Kurt Faulhaber deu uma palestra que colabora muito para uma reflexão objetiva sobre a situação atual em relação ao nosso Fundador, Pe. José Kentenich. Publicamos alguns recortes de sua palestra, devido ao texto ser longo. Mas, no final, encontra-se em PDF, para que se leia na íntegra toda essa parte que publicamos.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>Pe. Kurt Faulhaber &#8211; Nos últimos anos de sua vida, Pe. José Kentenich  sempre esperou o momento no qual os conflitos pacificados (pelas acusações) começariam de novo, sim, ele queria <em>“provocá-los”</em>. Ainda não <em>“amanhã ou depois de amanhã”</em>, disse ele ao nosso Curso (de sacerdotes), quatro semanas antes da sua morte.<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> Agora – após decênios – parece ter chegado o “depois de amanhã”.</p>
<p><strong>Por que ele permaneceu em silêncio depois do exílio?</strong> Após o seu regresso, ele experimentou que a Família de Schoenstatt ainda não estava madura para a continuação das lutas. Ela precisava primeiro ser “transformada interiormente” e, acima de tudo, primeiro tinha de ser novamente unida.</p>
<p><strong>Deus quer que o que é atacado se torne tema principal.</strong> Isso é um princípio do nosso Pai. Agora temos o nosso tema! Parece ter terminado o tempo em que Schoenstatt gostaria de ser acariciado pelas autoridades da Igreja. Parece que nosso Pai quer conduzir-nos à discussão em todas as questões críticas que a Igreja enfrenta, pelo menos aqui na Alemanha, e que são suscetíveis de chegar a um ponto culminante e que são para a Igreja universal.</p>
<p>Antigamente, ele perguntou ao Padre Menningen: <em>“Alex, vais comigo?”</em> Hoje, ele pergunta para nós: “Minha Família de Schoenstatt, vais comigo?”</p>
<p>Nós perguntamos: Para onde? <strong>O que pretende nosso Pai com esta renovada discussão em torno da sua pessoa? Como seria este nosso ir com ele?</strong></p>
<p>Naquele tempo, foi a luta de nosso Pai com a Igreja para encontrar o seu caminho. Ele quer continuar essa luta, porque na totalidade da Igreja irrompeu uma luta impetuosa para encontrar o seu caminho.</p>
<div id="attachment_44097" style="width: 288px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-44097" data-attachment-id="44097" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2020/12/04/uma-reflexao-sobre-o-modo-de-agir-do-pe-kentenich/kurt_faulhaber/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Kurt_Faulhaber.jpg" data-orig-size="400,371" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Kurt_Faulhaber" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Kurt_Faulhaber-300x278.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Kurt_Faulhaber.jpg" class="wp-image-44097 " src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Kurt_Faulhaber.jpg?resize=278%2C258&#038;ssl=1" alt="" width="278" height="258" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Kurt_Faulhaber.jpg?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Kurt_Faulhaber.jpg?resize=300%2C278&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 278px) 100vw, 278px" /><p id="caption-attachment-44097" class="wp-caption-text">Foto: https://www.basis-online.net/</p></div>
<p><strong>“Schoenstatt para a Igreja!”</strong></p>
<p>“Dilexit Ecclesiam” – lemos sempre que estamos diante do sarcófago de nosso Pai. <strong>Não se trata, em primeiro lugar, de Schoenstatt, mas da Igreja</strong>. Quando nosso Pai lutou com os bispos alemães e com as autoridades em Roma, ele colocou em jogo a existência de Schoenstatt. Ele via a Igreja em perigo, de tal forma que estava pronto a sacrificar Schoenstatt.</p>
<p><strong>Objeto do ataque: a relação Pai-filho</strong></p>
<p>O que foi e o que é, portanto, atacado para que nos ocupemos com este tema como nossa tarefa?</p>
<p><strong>O Pe. Kentenich é hoje novamente acusado de <em>“abuso sistemático de poder e um caso de abuso sexual”</em>.</strong> Assim os visitadores, em seu relatório para Roma, descrevem <em>“a imagem de um fundador altamente manipulador que impede, sistematicamente, as Irmãs de exercer sua liberdade de consciência”</em>.<a href="#_ftn2" name="_ftnref1">[2]</a></p>
<p><strong>Qual é a realidade que há detrás desta distorção?</strong> Que <strong>o Pe. Kentenich doou-se completamente, como pai e deixou-se vivenciar como pai, que não só permitiu emoções e vinculações afetivas à sua pessoa, mas, as afirmou, promoveu e cultivou. </strong>Tudo isto, a partir da experiência de que<strong> essas emoções e vinculações à sua pessoa eram transferidas para Deus Pai </strong>e, por este meio, crescia nelas uma experiência vital de Deus Pai e uma indissolúvel vinculação a Deus.</p>
<p><strong>Assim, as experiências filiais revitalizadas </strong>ou que não tinham sido experimentadas eram supridas, as pessoas adultas, neste relacionamento pai-filho, se vivenciam e se desdobram como filhos e nisto fazem uso de uma linguagem filial, desenvolvem imagens filiais, que nem sempre são tão perfeitas (isto é, que não são tão artísticas, como fazem as crianças), cantos e símbolos. E tudo isto está a serviço daquilo que Jesus diz para cada pessoa, quando ensina que para entrar no Reino dos céus é preciso tornar-se criança. (cf. Mt 18,2).</p>
<p><strong>Posso compreender a pessoa que fica chocada com isso. </strong>Após uma década de escândalos de abusos na Igreja, milhares de casos, todos esses processos de vida, aos olhos da publicidade, perdem a sua inocência, a sua pureza. Quer queiramos ou não, são associados a abusos espirituais.</p>
<p><strong>Temos todos os motivos para esperar que as acusações de abuso sexual sejam esclarecidas.</strong> Porém, apenas começou <strong>a tarefa de distinguir este mundo espiritual pai-filho de abuso espiritual, sim, de mostrar a sua importância para a época e ajudar para que seja conhecido</strong>.</p>
<p><strong>Família de Schoenstatt, vais comigo?</strong></p>
<p>Os acontecimentos em torno da Causa Kentenich parecem-me ser o apelo de Deus a nós, pedindo a nossa contribuição para a Igreja hoje.</p>
<p><strong>Novos alicerces da vida da alma</strong><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[3] </a></p>
<p>A orientação nas vozes das almas é completamente indispensável para os tempos de uma nova fundação de Schoenstatt. Nosso Pai escreve sobre isso ao Pe. Menningen (abrevio o citado): “Deixa-me contar-te como&#8230; desde 1919, Schoenstatt formou-se. Depois de ter aberto os corações e criado certa atmosfera por meio de algumas palestras, minha atividade principal foi: dia e noite, estar à disposição de cada um, para ajudá-lo a resolver seus problemas psíquicos, para servi-lo&#8230; para resolver os complexos (conjuntos de fatores) psíquicos, especialmente as neuroses obsessivas intensificadas durante a guerra.<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><em>”</em></a><a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[4]</a></p>
<p><strong>Minha experiência: respeito e dedicação</strong></p>
<p>Em minha conversa pessoal com nosso Pai, que durou umas duas horas, à noite, chamou-me a atenção o seguinte: como eu não conseguia falar nada, ele teve que conduzir a conversa, fazendo perguntas. <strong>Não fez nem uma pergunta indiscreta</strong>, somente aquilo que se pode perguntar tomando um copo de cerveja e na presença de outros: como eu pagava meus estudos, quais eram meus temas preferidos, quem cozinhava para nós etc. <strong>Porém, seu interesse fez com que eu, aos poucos, começasse a contar-lhe, sempre mais, também sobre mim pessoalmente e, depois de aproximadamente uma hora e meia, consegui finalmente dizer-lhe porque eu estava ali, o que era importante para mim e o que me preocupava. </strong></p>
<p>De um lado, <strong>experimentei a sua grande discrição e reserva, seu respeito por minha personalidade e liberdade. Por outro lado, como ele entrava nas profundezas da alma quando eu livremente a abria.</strong> Se faltasse esse respeito pela liberdade, se trataria de abuso espiritual. Conforme a minha experiência, não percebi nenhum sinal disto.</p>
<p><strong>Estar atento às necessidades</strong></p>
<p>Então, como se faz esse <strong>caminho a partir do exterior para o interior da vida, da superfície para a profundeza da alma? </strong>Como nosso Pai mesmo diz, <strong>quando ele se encontrava com uma pessoa, </strong><strong>observava quais as necessidades</strong><a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[5]</a><strong> dela, mas não só pelo que era expresso, mas também pelo que não era expresso. </strong>Não só por aquilo que a pessoa estava consciente, mas também pelo que permanecia inconsciente.<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[6]</a> O caminho das necessidades o conduziu a uma profundidade cada vez maior. Assim diz nosso Pai: “Com o tempo, vivenciei-me, cada vez mais, como um <strong>escavador de tesouros,</strong> que podia extrair dos secretos e mais secretos e profundos filões de ouro, de nobres almas femininas, abundante metal nobre que, naturalmente, em vários sentidos, necessitava de purificação e clareamento.”<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[7]</a></p>
<p><strong>Amar e ser amado</strong></p>
<p>Para continuar com esta imagem: ao descer às profundezas das necessidades, ele percebia como <strong>todas as necessidades se resumiam <em>numa única</em>: ser amado e poder amar.</strong> Esta é a raiz da qual provêm todas as necessidades. O insaciável desejo de amar e ser amado se manifesta de diversas formas: amor maternal, amor paternal, amor conjugal/matrimonial, amor fraternal, amor de amizade e &#8211; o mais profundo e mais original: amor filial.</p>
<p><strong>Transmissão a Deus</strong></p>
<p>Agora vem uma visão inovadora e de grande importância: aqui está o mais profundo da fonte da experiência de Deus e do relacionamento com Deus. <strong>A experiência básica, inteiramente humana da alma &#8211; ser desejado, amado, aceito, abrigado &#8211; pode ser transferida para Deus.</strong> Pode ser, não é que tem de ser &#8211; pois isso é graça. Com palavras bíblicas: aqui a Palavra se fez carne e habitou na alma do ser humano.</p>
<p>Ele reconhece: se o relacionamento com Deus não for alimentado desta fonte humana, que permite que se torne vital, emocional e possa penetrar a pessoa até as profundezas inconscientes da alma, então Deus permanece uma ideia sem experiência; uma prática sem alma, a qual se pode facilmente abandonar. Atualmente, estamos experimentando isso como um fenômeno das massas.</p>
<p><strong>Experimentar Deus no pai humano</strong></p>
<p>Pe. Kentenich, durante décadas, colocou sua pessoa quase excessivamente em segundo plano. Mas, mudou radicalmente sua atitude, quando chegou ao reconhecimento da importância da experiência de Deus por meio de um pai humano: então permitiu que nele, como um ser humano paternal, Deus tornasse vivenciável a Sua paternidade e Sua atuação divinas, permitiu que se desenvolvessem vínculos espirituais com sua pessoa (do Pe. Kentenich) e, por estes vínculos, atraísse a Si, como Deus Pai, os corações humanos.<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[8]</a></p>
<p>E ainda: <strong>nosso Pai consentiu que as pessoas expressassem, desenvolvessem, externassem de diversas formas suas necessidades de se doarem como filho</strong>. Na confiança de que, também na imaturidade, no exagero, se oculta ouro verdadeiro. Ele fez tudo o que era necessário para esse ouro ser purificado</p>
<p><strong>Ele aceitou incompreensões</strong></p>
<p>Permitam-me falar de maneira bem humana: tudo isto se tornou o infortúnio do Pe. Kentenich. Com isto, ele se ofereceu como alvo para ser mal-compreendido, atacado, suspeito, insuportável &#8211; até hoje! Assumiu tudo isso de olhos bem abertos. <strong>Por amor a Deus:</strong> para abrir um caminho para Ele na alma das pessoas.</p>
<p><strong>Por amor à humanidade de hoje: para mostrar-lhe um caminho que leva a Deus,</strong> enquanto o coração humano O procura. Por amor a Igreja: para desenvolver para ela uma evangelização correspondente a pedagogia e a psicologia adequadas para o ser humano de hoje.</p>
<p><strong>Como reagimos a ela, no espírito de nosso Pai? </strong></p>
<p>Repito: <strong>Tomemos como nossa tarefa o que é atacado!</strong> Este é o caminho da vida da alma, a orientação nas vozes das almas. Prossigamos seu caminho! E para dentro da publicidade da Igreja!</p>
<p><strong>LEIA AQUI </strong><a href="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Crise-Kentenich-e-crise-na-Igreja.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>o texto</strong> acima sem recortes</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> “Devem, portanto, tomar isto por certo, também devem esperar que talvez amanhã ou depois de amanhã ainda não. Em todo o caso, eu pessoalmente farei tudo para não iniciar uma luta no âmbito público da Igreja, com fiz no passado. Isto virá um dia, mas agora ainda não. Agora, temos de ver que estejamos unidos, que nos tornemos mais coesos&#8230; Primeiro temos de representar uma potência, então, será o momento de ousar subir ao palco da luta, para dali promover uma discussão com a Igreja&#8230; primeiro temos que nos consolidar, que nos unir, para que nenhum poder do mundo, mas também nenhum poder do inferno consiga nos separar&#8230; Preparar-nos para representar uma torre, uma torre indestrutível nos conflitos não insignificantes com os quais podemos e devemos contar.” (Aus der Ansprache zur Kursweihe des Pilgerkurses am 17. 08. 1968)</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[2]</a> Die Tagespost vom 14. 10. 2020</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[3]</a> “Ter o olhar sempre voltado para a vida espiritual dos seguidores&#8230; Quem quiser ler a vontade e o desejo de Deus nas almas precisar estar em permanente contato com eles, precisa entender como abrir as almas, ler nelas e, aos poucos, passar para toda a Família o que leu.” Brief an P. Menningen zu Fragen der Neugründung vom 9. 12. 1953</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[4] </a>Brief vom 9. Dezember 1953 aus Milwaukee</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[5] </a>Pe. Kentenich wörtlich: „alle Regungen und Wünsche“</p>
<p><em> <a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[6]</a>. Apologia pro vita mea, Milwaukee 1960 S. 90 (099) </em></p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[7]</a> Apologia pro vita mea, Milwaukee 1960, S. 105 (117)</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[8]</a> vgl. Hos 11,4: „Mit menschlichen Fesseln zog ich sie, mit Banden der Liebe.“</p>
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		<title>O papel do pai na família</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2019/08/10/o-papel-do-pai-na-familia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Aug 2019 03:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; O que significa “autoridade paterna”? Sidônio e Claudia Lopes – Alguém já nasceu sabendo ser pai? O seio de uma família é o melhor lugar para se aprender. Cada pequena tarefa do dia a dia se torna uma grande oportunidade. O dia é repleto de pequenas lições que nos ensinam aos poucos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.schoenstatt.org.br/2017/06/13/obra-das-familias/"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="36580" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/06/11/sempre-namorados-cultivando-o-primeiro-amor/obra-das-familias-6/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/obra-das-familias.jpg" data-orig-size="150,34" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="obra das familias" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/obra-das-familias.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/obra-das-familias.jpg" class="alignnone wp-image-36580 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/obra-das-familias.jpg?resize=150%2C34" alt="" width="150" height="34" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="36996" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2019/08/10/o-papel-do-pai-na-familia/pai-jk-21/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/pai-jk.jpg" data-orig-size="700,432" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai jk" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/pai-jk-300x185.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/pai-jk.jpg" class="aligncenter wp-image-36996 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/pai-jk.jpg?resize=700%2C432" alt="" width="700" height="432" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/pai-jk.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/pai-jk.jpg?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que significa “autoridade paterna”?</p>
<p>Sidônio e Claudia Lopes – Alguém já nasceu sabendo ser pai? O seio de uma família é o melhor lugar para se aprender. Cada pequena tarefa do dia a dia se torna uma grande oportunidade. O dia é repleto de pequenas lições que nos ensinam aos poucos e não podemos descartar nenhuma dessas lições. Se as pratico com a verdadeira &#8220;consciência de autoridade paterna&#8221;, tornam-se decisivas para a conquista, consolidação e manutenção da minha missão de pai.</p>
<p>Nos dias 18 de janeiro e 15 de fevereiro de 1953, no recolhimento com as famílias, em Milwaukee/EUA, o Pe. José Kentenich aborda com muita clareza o papel do pai na família, baseando-se no &#8220;Princípio de Pai&#8221;:</p>
<p><em>&#8220;Meus filhos devem aprender de mim, pai, a serem corajosos. A vida, mais tarde, exige coragem. Não deve ser brincadeira. Mas também uma vigorosa obediência e seguimento à minha autoridade e não a qualquer tipo de lei&#8221; </em><a href="#_edn1" name="_ednref1">[1]</a></p>
<p>Vejam bem! O perfeito entendimento do sentido da autoridade pode simplificar tudo! Daí nos vem a pergunta: <em>&#8220;O que significa autoridade paterna?&#8221;</em> e a resposta do Fundador: <em>&#8220;O pai deve educar os filhos, não apenas gerá-los e alimentá-los. O pai deve ocupar o posto central no processo educativo&#8221;.</em></p>
<p>Para ocupar realmente o centro no processo educativo, preciso da seguinte convicção: <em>&#8220;Estou aqui como pai, revestido da autoridade de Deus&#8221;</em>. Isto não será fácil se eu, naturalmente, não viver de tal forma que o filho possa ver em mim um reflexo de Deus Pai.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Afinal, no que implica &#8220;viver de tal forma que o filho possa ver em mim um reflexo de Deus Pai&#8221;?</strong></p>
<p>Implica na consciência de que devo educá-lo permanentemente e &#8220;não apenas gerá-lo e alimentá-lo&#8221;. Implica que a cada choro dos filhos, dor de barriga, febre ou fome no meio da noite &#8211; <strong>devo estar presente</strong>; entre o silêncio de cansaço e o silêncio de dor e desconforto; nas trocas de fraldas, nas tarefas escolares, nos passeios, nas tarefas comuns de uma casa &#8211; <strong>devo estar presente</strong>; nos castigos, nas broncas, nas conversas, na adolescência e na vida adulta dos filhos &#8211; <strong>devo estar presente</strong>; nos momentos de oração, de tristezas, de angústias, de alegrias e de sacrifícios &#8211; <strong>devo estar presente</strong>; e em tudo o que imaginarmos como tarefas de pai numa família, inclusive as tarefas de esposo, <strong>devo estar presente</strong>. No final do dia a única certeza que terei é de estar esgotado, sem as minhas forças e com a última gota de meu sangue&#8230; É este o grande mistério do amor de Cristo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="36997" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2019/08/10/o-papel-do-pai-na-familia/jk-pai-familia/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/jk-pai-familia.jpg" data-orig-size="690,519" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="jk pai familia" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/jk-pai-familia-300x226.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/jk-pai-familia.jpg" class="aligncenter wp-image-36997 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/jk-pai-familia.jpg?resize=690%2C519" alt="" width="690" height="519" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/jk-pai-familia.jpg?w=690&amp;ssl=1 690w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/jk-pai-familia.jpg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 690px) 100vw, 690px" /></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pais protagonistas</strong></p>
<p>Essas verdades são, hoje em dia, muito importantes para todos nós. Geralmente é a mãe quem ocupa acentuadamente o centro da educação dos filhos, quase como se o pai não existisse. O pai, como a &#8220;cabeça da família&#8221;, segundo a ordem objetiva do ser, não pode ser visto apenas como um provedor de pão dentro da família.<em> &#8220;Em Nazaré não foi assim!&#8221;,</em> dizia o Pe. Kentenich.</p>
<p>É evidente que a autoridade paterna pode ser deturpada. Assim, conscientes dos &#8220;Princípios do pai&#8221;, devemos atentar para não falharmos: pela rudeza (exagerada selvageria) ou pelo sentimentalismo (frouxidão).</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<div id="attachment_36995" style="width: 210px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-36995" data-attachment-id="36995" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2019/08/10/o-papel-do-pai-na-familia/sidonio/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/sidonio.png" data-orig-size="300,546" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="sidonio" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/sidonio-165x300.png" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/sidonio.png" class="wp-image-36995" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/sidonio.png?resize=200%2C364" alt="" width="200" height="364" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/sidonio.png?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/sidonio.png?resize=165%2C300&amp;ssl=1 165w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /><p id="caption-attachment-36995" class="wp-caption-text">Sidônio e Júlia</p></div>
<p><strong>Pedalando sem rodinhas</strong></p>
<p>A experiência de quando aprendemos a andar de bicicleta talvez sirva como uma boa ilustração para colorir os &#8220;princípios de pai&#8221;. Segue o breve relato partilhado na internet por uma filha:</p>
<p><em>“&#8230; Não lembro quanto tempo se passou nessa fase das rodinhas, mas sei que quando decidi retirá-las meu pai estava lá mais uma vez, pegou a chave de fenda (lembro até do formato e tamanho que ela tinha) e depois de alguns minutos a bicicleta estava lá me esperando. Mesmo estando segura da minha decisão, fiquei com medo de cair, me machucar, dos meus amigos rirem de mim… Mas meu pai segurou firme na parte de trás do banco e disse que eu podia pedalar que ele estaria ali. Ele me ajudou a pegar o equilíbrio ideal e quando notou que podia me soltar, soltou. Quando me dei conta estava pedalando sozinha e sem rodinhas. Na hora eu não tinha noção da importância desse dia para mim, mas hoje eu sei e aproveito esse momento para agradecer ao meu pai pelo apoio que tive&#8230;” <a href="#_edn1" name="_ednref1">[2]</a></em></p>
<p>O que observamos neste relato é que a filha lembrará, por toda a vida, da presença marcante do pai naquele importante momento de sua vida, vinculando em seu coração uma superação do medo.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contador de histórias</strong></p>
<p>A essas alturas, minha esposa Claudia e eu resolvemos ler esse texto para nossas filhas e perguntamos se elas gostariam de testemunhar algum momento. Júlia, nossa filha mais nova, relatou:</p>
<p><em>&#8220;Lembro quando meu pai, todas as noites, lia uma história diferente para mim e para minha irmã. Se não eram história de livros, ele inventava na hora e contava com vontade, incorporava os personagens, mudava a voz, era talentoso. Acho que na época eu não valorizava tanto, mas hoje sinto saudades e só tenho a agradecer por esses momentos deliciosos com meu pai&#8221;</em> (relato da Júlia)</p>
<p>Veio-me à lembrança: &#8220;Quantas dessas noites eu preferia já estar descansando&#8230;&#8221;. Não me arrependo! Se apesar dos meus afazeres e da fadiga, como pai, eu procurar estar presente na vida dos meus filhos, então hei de ver como todos seremos felizes em casa. Amaremos nossos filhos apaixonadamente.</p>
<p>A minha maior alegria será poder constatar meus filhos dispostos a enfrentar o mundo com ousadia e orientados pela obediência! Essa é minha grande tarefa como pai! Termino com a seguinte reflexão: <strong>O que já fiz nesse sentido em favor dos meus filhos?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_37000" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-37000" data-attachment-id="37000" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2019/08/10/o-papel-do-pai-na-familia/bicicleta/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/bicicleta.png" data-orig-size="500,359" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="bicicleta" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/bicicleta-300x215.png" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/bicicleta.png" class="wp-image-37000 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/bicicleta.png?resize=500%2C359" alt="" width="500" height="359" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/bicicleta.png?w=500&amp;ssl=1 500w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/07/bicicleta.png?resize=300%2C215&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-37000" class="wp-caption-text">Luísa e Júlia, outubro de 2008</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Contribuição da União Apostólica de Famílias de Schoenstatt</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[1]</a> KENTENICH, Pe. José. Família Serviço à Vida, vol 1. pág 50</p>
<p><a href="#_ednref1" name="_edn1">[2]</a> Fonte: <a href="https://blog.tricae.com.br/guia-de-compras/dicas/sobre-aprender-a-andar-de-bicicleta/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">blog.tricae.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
					
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