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	<title>santidade matrimonial &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Santidade Matrimonial</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 10:54:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; Para ir ao céu juntos Pe. Nicolás Schwizer – Em que consiste a atitude fundamental da vida matrimonial para chegar à santidade? Qual é a mística que possa entusiasmar-nos a tornar-nos santos dentro do matrimônio? Parece-me que a mística é esta: estar sempre para o tu. Quando alguém se torna franciscano, consagra-se a pobreza.&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Para ir ao céu juntos</p>
<p>Pe. Nicolás Schwizer – Em que consiste a atitude fundamental da vida matrimonial para chegar à santidade? Qual é a mística que possa entusiasmar-nos a tornar-nos santos dentro do matrimônio? Parece-me que a mística é esta: <strong>estar sempre para o tu.</strong></p>
<p>Quando alguém se torna franciscano, consagra-se a pobreza. Quando alguém se torna jesuíta, consagra-se a obediência. Quando alguém se torna Padre de Schoenstatt, consagra-se ao apostolado mariano. E quando alguém casa-se, a que se consagra? Consagra-se a um tu!</p>
<p>Mas este estar para o outro, mesmo que pareça belo, é o mais difícil na vida. Estar, ser para o outro – quer dizer, eu já não tenho o direito de pensar em minha comodidade, tenho que esquecer-me de mim mesmo, que tenho que estar para o outro assim como Cristo está para a Igreja.</p>
<p>Minha missão é, então, apoiar o cônjuge, complementá-lo, conduzi-lo ao céu. E isto não é nada fácil – vocês o sabem melhor que eu – porque somos egoístas, porque somos de coração limitado.</p>
<p>Se alguém conseguir manter essa atitude “estou para o outro, só para o outro”, durante toda a vida, se tornará santo. E se se trata de canonizar a algum esposo, sempre se verá se esteve para o outro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Mas, estar como Cristo está para a Igreja</strong>,</h3>
<p>com amor nobre, esclarecido, não com esse amor que pede que o outro esteja para mim, se não que eu esteja para o outro. O matrimônio será feliz na medida em que vivemos segundo esta norma.</p>
<p>Hei de saber, então, deixar-me limitar pelo tu em meus gostos. E se eu gosto de talharim e ela de batatas fritas? Estou condenado a comer batatas fritas toda mi vida!</p>
<p>Suportarei uma semana. Mas suportarei 10 anos, 30 anos? E se Deus me há dado a felicidade de viver 60 anos de matrimônio? Talvez riam e, entretanto, aqui está a chave da felicidade matrimonial ou da tragédia matrimonial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ver as qualidades positivas… sempre.</strong></h3>
<p>Este estar para o cônjuge, significa estar sempre disposto para tomar consciência do tu, das boas qualidades do tu. E a isto nunca devem acostumar-se os esposos!</p>
<p>Devem acostumar-se a muitas coisas, mas que não se acostumem à boas qualidades do cônjuge, se não que cada dia saibam admirá-las mais. Penso que deve ser algo que torna tão difícil a santidade no matrimônio. Um se acostuma rápido às boas qualidades do tu e depois só presta atenção às más qualidades. E parece que essas más qualidades vão se projetando e que as boas qualidades vão diminuindo.</p>
<p>É por isso que <strong>a felicidade matrimonial depende do espírito de sacrifício</strong>, da capacidade de se deixar crucificar pelo outro. É o caminho do verdadeiro amor que é o mais difícil nesta vida humana. Já o disse o poeta alemão Rilke: “O mais difícil, a tarefa mais difícil que o homem tem que aprender, é o amor”. E, por quê? Porque o que mais nos custa, é esquecer de nós mesmos e nos interessar pelos demais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Perguntas para a reflexão</strong></h3>
<p>1. Costumo sacrificar minhas preferências, ou insisto até as impor?<br />
2. Continuo vendo as qualidades de meu cônjuge, ou me acostumei?<br />
3. É mais fácil para eu ver o negativo, mesmo quando opaca as virtudes do outro?</p>
<p><a href="mailto:pn.reflexiones@gmail.com"><br />
</a>Tradução: Lena Barros de Ortiz, União de Famílias do Paraguai.</p>
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		<title>Santidade por meio de smartphones, fraldas e coisas cotidianas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2023 03:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[santidade da vida diaria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54886" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-54886" data-attachment-id="54886" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2023/11/15/santidade-por-meio-de-smartphones-fraldas-e-coisas-cotidianas/family-uai-2048x1152/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/11/family-uai-2048x1152-1.jpg" data-orig-size="1024,576" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="familia-sch.com" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: schoenstatt.com&lt;/p&gt;
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<p>A santidade nos desafia a viver as coisas simples da vida diária com amor, como Cristo.</p>
<p>Humbertus Brantzen &#8211; Sabemos bem o que significa um dia de trabalho, com todas as suas alegrias e complicações. Já a palavra “santidade”, por outro lado, provavelmente é desconhecida para muitas pessoas na atualidade. Entretanto, esse termo é usado em muitos contextos. Por exemplo, um colega de trabalho promete “religiosamente” terminar uma tarefa importante. Uma filha considera “sagrado” um quadro que herdou de seu pai e o coloca em um lugar de honra na sala de estar. E quando alguém quer enfatizar a seriedade de sua declaração, diz: “Por tudo que é mais sagrado…”. É sempre sobre algo importante ou particularmente valioso, que deve ser levado muito a sério, em que a honra geralmente entra em jogo.</p>
<p>Percorrendo determinadas regiões ou países, tem-se a impressão de que ali vivem pessoas profundamente enraizadas na fé e familiarizadas com o sagrado. Na França, por exemplo, muitas cidades e vilarejos têm nomes de santos. Entretanto, como sabemos que a sociedade francesa é muito secularizada, os nomes piedosos dos lugares testemunham um passado cristão em vez de um presente marcado pela fé.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A vocação à santidade</strong></h3>
<p>Seja qual for o ambiente social, os fiéis cristãos são exortados pelo apóstolo Paulo: “Tudo o que fizerdes por palavras e obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus”. Esse é um resumo do que Paulo escreve em suas instruções a todos os batizados. Devemos nos livrar de todas as características do “homem velho”: raiva, ira, malícia, blasfêmia, mentira e palavras impuras. Em vez disso, devemos nos revestir do “homem novo”, como uma roupa nova. E essa nova vestimenta é, acima de tudo, “o amor, que é o vínculo da perfeição” (Col 3, 5s).</p>
<p>O Concílio Vaticano II concluiu, a partir de tais declarações e de outras semelhantes na Bíblia, “a vocação de todos os cristãos à santidade” (Lumen gentium 32 e 39 ss.). Essa vocação remonta a uma longa tradição de espiritualidade cristã, referindo-se ao fato de que é possível levar uma vida marcada pela fé viva, ou seja, uma vida santa.</p>
<p>Alguns achavam que era muito difícil seguir o chamado de Deus neste mundo e se retiravam para a solidão. Outros achavam que somente em uma vida celibatária, como freiras ou monges, seria possível alcançar um “estado de perfeição”. Uma marca muito mais estreita na história da espiritualidade, pelo menos em teoria, foi vista no desejo de se traduzir as palavras de Paulo literalmente para a vida concreta: fazer tudo em nome de Jesus, vivendo no mundo, no casamento e na família, no trabalho, na vida cotidiana comum, como vivenciada por pessoas “normais”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A santidade da vida diária</strong></h3>
<p>Pe. José Kentenich formulou o objetivo da vida e da educação cristãs da seguinte forma: Queremos formar um “homem novo em uma nova comunidade” – por meio da santidade na vida diária. Não devemos buscar o extraordinário, mas fazer de forma extraordinariamente bem feita aquilo que é ordinário – que é feito no dia a dia da vida comum.</p>
<p>Em 1937, Annette Nailis resumiu as palestras do Pe. Kentenich sobre esse objetivo no livro Santidade de Todos os Dias. Ele se baseia na visão de São Francisco de Sales, que não queria que a santidade fosse entendida como algo para horas piedosas ou situações especiais da vida, mas como um caminho até Deus para todas as pessoas, todos os dias, em todas as situações da vida. A obra de Francisco de Sales “Filotéia. Introdução à Vida Devota”, publicada em 1609, é um clássico da espiritualidade cristã e pode ser entendida como uma precursora da “Santidade da vida diária”.</p>
<p>O que você leva deste artigo para sua vida?</p>
<p><strong>Fonte:</strong> schoenstatt.com / basis-online.net</p>
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