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	<title>sao paulo &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Paulo: Pequeno e débil, revolucionário e rebelde</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 14:45:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Nesta reflexão, o Pe. José Kentenich fala aos jovens congregados de Schoenstatt sobre São Paulo. Ele mostra como Paulo tornou-se grande justamente ao fazer-se pequeno, ao servir os demais. O Pe. Kentenich convida cada um a vivenciar este mesmo &#8220;amor serviçal&#8221;: &#160; Motivos suficientes impulsionam-nos a dar mais importância que até agora ao amor&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta reflexão, o Pe. José Kentenich fala aos jovens congregados de Schoenstatt sobre São Paulo. Ele mostra como Paulo tornou-se grande justamente ao fazer-se pequeno, ao servir os demais. O Pe. Kentenich convida cada um a vivenciar este mesmo &#8220;amor serviçal&#8221;:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Motivos suficientes impulsionam-nos a dar mais importância que até agora ao amor fraterno, ao amor ao próximo. Para que nosso jovem coração se inflame por esta rara virtude, a estudaremos mais de perto, com um dos maiores dentre os grandes que passaram pelo palco do mundo. Trata-se de São Paulo, cuja memória celebramos hoje.</p>
<p>Pequeno e débil, de temperamento extremamente revolucionário e rebelde, com seu corpo dolorido e doente, muitas vezes abalado por violentos ataques, terá Paulo sido realmente grande? Amigos e inimigos são unânimes: ninguém, na história, pode igualar-se a Paulo…</p>
<p>Para nós, predispostos como somos à grandeza, é particularmente estimulante penetrar na vida psíquica deste homem. O melhor caminho é analisar seu relacionamento com o próximo. A este podemos aplicar, assim como ao seu estilo, o conhecido ditado francês: (o relacionamento com o próximo) é o homem tal qual ele é, reflete seu modo de ser. Diga-me não somente com quem andas, mas igualmente como tratas os outros, e eu te direi quem és. Vou explicar brevemente a sua atitude e o seu procedimento, para depois expor em síntese as relações humanas do grande Apóstolo universal.</p>
<p><strong>Tornar-se tudo para todos</strong></p>
<p>Meus queridos congregados! Os princípios que determinavam seu procedimento para com os outros permitem reconhecer a atitude de São Paulo. Que princípios eram esses? De que fonte brotavam? Eis duas perguntas que requerem resposta.</p>
<p>Os primeiros princípios a considerar podem ser resumidos nos seguintes termos: <strong>servo dos homens</strong>. Estas palavras despertam em nós repugnância e rejeição, são conceitos inteiramente opostos ao nosso anelo à autonomia, à liberdade, à autodeterminação.</p>
<p>Mas, por isso não deixa de ser verdade que o grande São Paulo tenha escolhido livremente, conscientemente, a atitude de serviço como norma imutável de sua vida. Na primeira carta aos Coríntios afirma: <em>“Embora eu seja livre e independente de todos, meu próprio senhor, fiz-me servo de todos”</em>. A título de explicação, acrescenta: “<em>Para os judeus fiz-me judeu, para os que estão sob a lei, fiz de conta que estava sob a lei, para os fracos fiz-me fraco. Tornei-me tudo para todos, a fim de salvar alguns a todo o custo, e isso por causa do Evangelho”</em> (cf. 1 Cor 9,10).</p>
<p>Meus queridos congregados! Procurem entender o sentido dessas palavras imortais. Talvez lhes pareçam demasiado flexíveis e condescendentes, desprovidas de princípios, reveladoras de um caráter fraco e desprezível, bom entre os bons e mau entre os maus. Nesse caso, não compreenderam o Apóstolo das Nações, gigante imenso da força de vontade. Eu considero o princípio que acabei de mencionar e de expor como a melhor prova de sua inatacável grandeza. Atribuo a todos vocês suficiente conhecimento do ser humano para confirmarem igualmente essa opinião, quando escutarem que São Paulo quer orientar toda a sua aspiração para a partilha, a atitude serviçal, a situação, a disposição, a sensibilidade e o estado de ânimo de cada pessoa; quer dedicar seus cuidados pastorais e servir cada um segundo suas predisposições, capacidades e necessidades e conquistá-lo, assim, para Cristo.</p>
<p>Por mais que seu temperamento o impelisse a isso, não quer percorrer o mundo como senhor e dominador absoluto, não quer influenciar as pessoas em favor de seus objetivos com ordens ofensivas nem com comportamentos e modos de proceder desafiadores. Um severo autodomínio e a graça de Deus fizeram que nada provocasse mais a sua rejeição do que o espírito que, 1600 anos mais tarde, levou à lamentável cisão da Igreja: o espírito que se manifestou, com orgulhosa exaltação, nas palavras: <em>sic volo, sic jubeo &#8211;</em> Assim quero, assim ordeno.</p>
<p><strong>Servir é um constante heroísmo interior</strong></p>
<p>Na medida em que nos exercitarmos em servir, meus queridos congregados, compreenderemos a nobreza de alma e a grandeza que suas palavras refletem, compreenderemos tudo isso. Já experimentamos na pele que servir exige maior medida de energia do que dominar. <strong>Servindo, elevamo-nos acima de nós próprios</strong>, de todos os instintos e tendências opostos e egoístas. <strong>Servir é um constante heroísmo interior</strong>. Por isso Jesus diz: <em>quem entre vós quiser ser grande, seja vosso servo.</em></p>
<p>Paulo não quer dominar, não quer assumir o papel de um tirano sem piedade. Quer servir, servir na liberdade do amor e não como escravo e bajulador, não como carregador revoltado, não mecanicamente ou por tradição.</p>
<p>&#8220;Amor serviçal&#8221; são as justas palavras para expressar sua ideia de servo dos homens, sua exata visão do princípio do amor ao próximo. Ele caracteriza seu amor serviçal para fazer compreender sua missão de servir maternalmente. É a mãe que encarna o princípio do serviço na família. Não está para dominar, mas para servir, para cuidar, para fazer-se útil, para apoiar, para proteger, para curar, para ajudar, para mediar. Seu atuar de mãe é todo ele um serviço de amor e amor serviçal. Ao estabelecer esta comparação, Paulo emprega palavras cálidas, vindas do coração:<em> “Meus filhos, por quem sofro de novo as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós”</em> (Gal 4,19), escreve aos Gálatas. Escutemos, ainda, as palavras calorosas que dirige aos Tessalonicenses:<em> “Eu não me apresentei com adulações, como sabeis; nem com secreta ganância, Deus é testemunha. Tanto bem vos queríamos que desejávamos dar-vos não somente o Evangelho de Deus, mas até a própria vida, de tanto amor que vos tínhamos”</em> (1 Tess 2,5.8).</p>
<p>O valor que atribui ao amor é tal, que o descreve com palavras entusiásticas, com vigor retórico e o exalta como lei sagrada e indispensável. <em>“Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e as dos anjos, se eu não tivesse a caridade, seria como bronze que soa ou como címbalo que tine. Ainda que tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência, ainda que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse a caridade, nada seria”</em> (1 Cor 13,1- 2). Vejam, o “amor serviçal” é o grande princípio do grande Apóstolo, revelador de sua mais profunda atitude interior.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Pe. José Kentenich, Palestra para a Congregação Mariana: Relações fraternas. Espírito e Procedimento de São Paulo, Schoenstatt, 29.6.1914.</em><br />
<em> Trecho retirado do livro Na Escola do Apóstolo Paulo, textos escolhidos do Pe. José Kentenich. Pe. Peter Wolf (editor). Santa Maria/RS: Sociedade Mãe Rainha, 2008.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 19 de agosto de 2016</p>
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		<title>O que Salva é a Fé ou as Boas Obras?</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 03:42:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Sob a guia de São Paulo, queremos agora deter-nos em um tema que está no centro das controversas do século da Reforma: a questão da justificação. Como um homem chega a ser justo aos olhos de Deus? Quando Paulo encontrou o ressuscitado no caminho de Damasco, era um homem realizado: irrepreensível quanto à justiça&#8230;]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Sob a guia de São Paulo, queremos agora deter-nos em um tema que está no centro das controversas do século da Reforma: a questão da justificação.</p>
<p><strong>Como um homem chega a ser justo aos olhos de Deus?</strong> Quando Paulo encontrou o ressuscitado no caminho de Damasco, era um homem realizado: irrepreensível quanto à justiça derivada da Lei (cf. Fil 3, 6), superava muitos de seus conterrâneos na observância das prescrições mosaicas e era zeloso em conservar as tradições de seus pais (cf. Gál 1, 14). A iluminação de Damasco mudou radicalmente sua existência: começou a considerar todos os seus méritos, conquistas de uma carreira religiosa integríssima, como «lixo» frente à sublimidade do conhecimento de Jesus Cristo (cf. Flp 3, 8).</p>
<p>A Carta aos Filipenses nos oferece um testemunho comovente da passagem de Paulo de uma justiça fundada na Lei e conseguida com a observância das obras prescritas a uma justiça baseada na fé em Cristo: havia compreendido que o que até agora lhe havia parecido um lucro, na verdade frente a Deus era uma perda, e havia decidido por isso apostar toda sua existência em Jesus Cristo (cf. Flp 3, 7). O tesouro escondido no campo e a pérola preciosa, em cuja posse investe todo o demais, já não eram as obras da Lei, mas Jesus Cristo, seu Senhor.</p>
<p><strong>A relação entre Paulo e o Ressuscitado chegou a ser tão profunda que o impulsionou a afirmar que Cristo não era somente sua vida, mas seu viver</strong>, até tal ponto que, para poder alcançá-lo, inclusive a morte era um lucro (cf. Flp 1, 21). Não é que ele desprezasse a vida, mas que havia compreendido que para ele o viver já não tinha outro objetivo e, portanto, já não tinha outro desejo que alcançar Cristo, como em uma competição atlética, para estar sempre com Ele: o Ressuscitado se havia convertido no princípio e no fim da sua existência, no motivo e na meta da sua corrida. Só a preocupação pelo crescimento na fé daqueles aos que havia evangelizado e a solicitude por todas as Igrejas que havia fundado (cf. 2 Cor 11, 28) o induziam a desacelerar a corrida rumo ao seu único Senhor, para esperar os discípulos, para que pudessem correr com ele.</p>
<p>Se na anterior observância da Lei não tinha nada que reprovar-se desde o ponto de vista da integridade moral, uma vez alcançado por Cristo, preferia não julgar a si mesmo (cf. 1 Cor 4, 3-4), mas se limitava a correr para conquistar Aquele por quem havia sido conquistado (cf. Flp 3, 12).</p>
<p>Por causa desta experiência pessoal da relação com Jesus, Paulo coloca no centro de seu Evangelho uma irreduzível oposição entre dois percursos alternativos para a justiça: um construído sobre as obras da Lei, o outro fundado sobre a graça da fé em Cristo.</p>
<p>A alternativa entre a justiça pelas obras da Lei e a justiça pela fé em Cristo se converte assim em um dos temas dominantes de suas cartas: «Nós, judeus de nascença, e não pecadores dentre os pagãos, sabemos, contudo, que ninguém se justifica pela prática da lei, mas somente pela fé em Jesus Cristo. Também nós cremos em Jesus Cristo, e tiramos assim a nossa justificação da fé em Cristo, e não pela prática da lei. Pois, pela prática da lei, nenhum homem será justificado» (Gál 2, 15-16). E ele reafirma aos cristãos de Roma que «com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus), e são justificados gratuitamente por sua graça; tal é a obra da redenção, realizada em Jesus Cristo» (Rm 3, 23-24). E acrescenta: «Pensemos que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da Lei» (ibid 28).</p>
<p>Lutero traduziu esta passagem como «justificados só pela fé». Voltarei sobre isto ao final da catequese.</p>
<p>Antes devemos esclarecer o que é esta «Lei» da qual fomos liberados e o que são essas «obras da Lei» que não justificam. A opinião – que se repetirá na história – segundo a qual se tratava da lei moral, e que a liberdade cristã consistia, portanto, na libertação da ética, já existia na comunidade de Corinto. Assim, em Corinto circulava a palavra «panta mou estin» (tudo me é lícito). É óbvio que esta interpretação é errônea: a liberdade cristã não é libertinagem, <strong>a libertação da qual São Paulo fala não é libertar-se de fazer o bem.</strong></p>
<p><strong>Mas o que significa, portanto, a Lei da qual fomos libertos e o que não salva?</strong> Para São Paulo, como para todos os seus contemporâneos, a palavra Lei significava a Torá em sua totalidade, ou seja, os cinco livros de Moisés. A Torá implicava, na interpretação farisaica, que Paulo havia estudado e feito sua, um conjunto de comportamentos que iam desde o núcleo ético até as observâncias rituais e culturais que determinavam substancialmente a identidade do homem justo.</p>
<p>Particularmente a circuncisão, a observância do alimento puro e geralmente a pureza ritual, as regras sobre a observância do sábado, etc., comportamentos que aparecem com freqüência nos debates entre Jesus e seus contemporâneos.</p>
<p>Todas estas observâncias que expressam uma identidade social, cultural e religiosa, haviam chegado a ser singularmente importantes no tempo da cultura helenística, começando desde o século III a.C. Esta cultura, que se havia convertido na cultura universal de então, era uma cultura aparentemente racional, um cultura politeísta aparentemente tolerante, que exercia uma forte pressão de uniformidade cultural e ameaçava assim a identidade de Israel, que estava politicamente obrigado a entrar nesta identidade comum da cultura helenística com a conseguinte perda de sua própria identidade, perdendo assim também a preciosa herança da fé de seus pais, a fé no único Deus e nas promessas de Deus.</p>
<p>Contra esta pressão cultural, que ameaçava não só a identidade israelense, mas também à fé no único Deus e em suas promessas, era necessário criar um muro de diferenciação, um escudo de defesa que protegesse a preciosa herança da fé; este muro consistia precisamente nas observâncias e prescrições judaicas.</p>
<p>Paulo, que havia aprendido estas observâncias precisamente em sua função defensiva do dom de Deus, da herança da fé em um único Deus, via esta identidade ameaçada pela liberdade dos cristãos: por isso os perseguia.</p>
<p>No momento de seu encontro com o Ressuscitado, ele entendeu que com a ressurreição de Cristo a situação havia mudado radicalmente. <strong>Com Cristo, o Deus de Israel, o único Deus verdadeiro se convertia no Deus de todos os povos.</strong> O muro – assim diz a Carta aos Efésios – entre Israel e os pagãos já não era necessário: é Cristo quem nos protege contra o politeísmo e todos os seus desvios; é Cristo quem nos une com e no único Deus; é Cristo quem garante nossa verdadeira identidade na diversidade das culturas, é Ele o que nos torna justos.</p>
<p><strong>Ser justo quer dizer simplesmente estar com Cristo e em Cristo.</strong> E isso basta. Já não são necessárias outras observâncias. Por isso a expressão «solo fide» de Lutero é certa se não se opõe à fé, à caridade, ao amor. A fé é olhar para Cristo, confiar-se a Cristo, unir-se a Cristo, conformar-se com Cristo, com a sua vida. E a forma, a vida de Cristo, é o amor; portanto, crer é conformar-se com Cristo e entrar em seu amor. Por isso São Paulo, na Carta aos Gálatas, na qual sobretudo desenvolveu sua doutrina sobre a justificação, fala da fé que age por meio da caridade (cf. Gál 5, 14).</p>
<p><strong>Paulo sabe que no duplo amor a Deus e ao próximo está presente e cumprida toda a Lei.</strong> Assim, na comunhão com Cristo, na fé que cria a caridade, toda a Lei se realiza.</p>
<p><strong>Somos justos quando entramos em comunhão com Cristo, que é amor.</strong> Veremos o mesmo no Evangelho do próximo domingo, solenidade de Cristo Rei. É o Evangelho do juiz cujo único critério é o amor. O que pede é só isso: tu me visitaste quando estava enfermo? Quando estava na prisão? Tu me deste de comer quando tinha fome, ou me vestiste quando estava nu? E, assim, a justiça se decide na caridade. Portanto, ao término deste Evangelho, podemos dizer: só amor, só caridade.</p>
<p>Mas não há contradição entre este Evangelho e São Paulo. É a mesma visão, segundo a qual a comunhão com Cristo, a fé em Cristo cria a caridade. <strong>E a caridade é a realização da comunhão com Cristo. Assim, se estamos unidos a Ele somos justos, e não há outra forma.</strong></p>
<p><strong>No final, podemos só rezar ao Senhor para que nos ajude a crer. Crer realmente; crer se converte, assim, em vida, unidade com Cristo, transformação de nossa vida. E transformados pelo seu amor, pelo amor a Deus e ao próximo, podemos ser realmente justos aos olhos de Deus.</strong></p>
<p><em>Fonte: zenit.org</em><br />
<em>Tradução: Élison Santos</em><br />
<em>Revisão: Aline Banchieri</em></p>
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		<title>Apóstolos nas pegadas do “Apóstolo das Nações!”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2024 04:33:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; “Num coração de Saulo caiu aquela fagulha que o transformou em coração de Paulo, em coração de apóstolo” (Fritz Ernst) Geni Maria Hoss – Ao entrar no Santuário do Schoenstatt imediatamente nosso olhar se fixa no altar, pois ele ocupa toda a parte da frente. Tamanho, modelo arquitetônico, altar e símbolos estão harmoniosamente dispostos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44796" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-44796" data-attachment-id="44796" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/01/26/sao-paulo-e-o-movimento-de-schoenstatt/sao-paulo/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/sao-paulo.jpg" data-orig-size="700,617" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX1&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1453709817&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;16.1&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;400&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.04&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="sao paulo" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/sao-paulo-300x264.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/sao-paulo.jpg" class="wp-image-44796 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/sao-paulo.jpg?resize=700%2C617&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="617" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/sao-paulo.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/01/sao-paulo.jpg?resize=300%2C264&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-44796" class="wp-caption-text">(Foto: Karen Bueno)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Num coração de Saulo caiu aquela fagulha que o transformou em coração de Paulo, em coração de apóstolo” (Fritz Ernst)</p>
<p>Geni Maria Hoss – Ao entrar no Santuário do Schoenstatt imediatamente nosso olhar se fixa no altar, pois ele ocupa toda a parte da frente. Tamanho, modelo arquitetônico, altar e símbolos estão harmoniosamente dispostos de forma a nos convidar para a oração e reflexão. A ornamentação completa a beleza e o encanto do lugar. O conjunto completo do interior e do ambiente externo em torno do Santuário nos permite sentir-nos “em casa” com a Mãe. Para fazer-nos compreender a importância do cuidado dos lugares sagrados, como é o caso de um Santuário, são oportunas as palavras do Papa emérito Bento XVI sobre a arte sacra:<em> “O nosso testemunho deve nutrir-se desta beleza, o nosso anúncio do Evangelho deve ser percebido na sua beleza e novidade, e por isso é necessário saber comunicar com a linguagem das imagens e dos símbolos; a nossa missão quotidiana deve tornar-se eloquente transparência da beleza do amor de Deus.”</em><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_edn1" name="_ednref1">[1]</a></span> A beleza exterior, cujo encanto percebemos pelos sentidos, no mundo da fé, é expressão de um significado mais profundo. Daí a importância de conhecer a origem e desenvolvimento de imagens e símbolos e deixar-nos interpelar por eles.</p>
<p>Em 1934 foi colocado um novo altar no Santuário Original, o modelo que se encontra nos Santuários até hoje. Ele substituiu o altar do começo do Movimento, que contava apenas com a imagem da Mãe e Rainha e a moldura com os dizeres: <a href="https://schoenstatt.org.br/2019/07/30/o-que-significa-servus-mariae-nunquam-peribit/"><em>Servus Mariae Nunquam Peribit</em></a> (o servo de Maria jamais perecerá), que Fritz Esser havia esculpido em madeira e letras douradas. No novo altar, à direita e à esquerda do Tabernáculo, inicialmente se encontravam as figuras de dois “anjos adoradores”. Elas foram substituídas pelas imagens de Pedro e Paulo em 12 de novembro de 1935.</p>
<p><strong>Hoje somos convidados a voltar nosso olhar, de modo particular, a uma destas figuras: o apóstolo Paulo. Que importância ele tem para ocupar este lugar privilegiado no Santuário?</strong></p>
<p>Para entendermos a relevância de São Paulo no Santuário e no Movimento como um todo, devemos ocupar-nos com conteúdo do <a href="https://schoenstatt.org.br/2019/04/20/hoerde-como-tudo-comecou/">Congresso de Hoerde</a> (1919). Até aquele momento, Schoenstatt como Movimento de renovação religiosa e moral foi surgindo e amadurecendo no coração do Fundador e dos jovens, que souberam identificar, sempre atentos, as portas que se abriam e indicavam a condução da Divina Providência.</p>
<p>Na ocasião, os jovens congregados, tanto os do seminário bem como aqueles que foram conquistados para os ideais de Schoenstatt nos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial, debateram sobre futuro da vida nascida em Schoenstatt. Dos resultados deste debate, que o congregado Alois Zeppenfeld apresenta no seu relatório sobre o conteúdo de Hoerde, interessam aqui particularmente três pontos que remetem diretamente à importância do apóstolo Paulo para Schoenstatt:</p>
<blockquote><p>“1. A organização externa, um ramo dos estudantes Congregados de Schoenstatt, com o 20 de agosto de 1919, sai da condição atual e se torna “União Apostólica”<br />
2. A padroeira da União é a <em>Mater Ter Admirabilis</em>, o patrono especial é São Paulo, nosso lema: <em>“Caritas Christi urget nos!”</em> [a caridade de Cristo nos impulsiona].<br />
3. A meta da União é a educação do apóstolo leigo no espírito da Igreja.”<span style="font-size: 8pt;"><a href="#_edn1" name="_ednref1">[2]</a></span></p></blockquote>
<p><strong>Aqui vemos como o apóstolo Paulo havia se tornado uma referência para a missão de Schoenstatt.</strong></p>
<p>Antes de continuarmos, lembramos que estas diretrizes são base de todo o Movimento, pois, como diz o próprio Fundador, Padre José Kentenich: “nós subimos ao palco da história com o título União”<span style="font-size: 8pt;"> <a href="#_edn1" name="_ednref1">[3]</a></span>. Portanto, tudo o que nasceu e cresceu como “União” nos primeiros anos é extensivo as múltiplas formas de vida que se desenvolveram em Schoenstatt, tendo cada comunidade a missão de vivê-las segunda sua própria identidade e missão.</p>
<p>As palavras de Fritz Ernst, dedicadas a São Paulo por ocasião do enceramento do Congresso de Hoerde, nos permitem perceber como os jovens presentes nesse importante evento da história de Schoenstatt estavam tocados pelo apóstolo.</p>
<p><em>“Meus queridos amigos! Das nuvens de Damasco, certa vez, caiu uma fagulha num coração humano. Esta fagulha se transformou em chama ardente, da chama surgiu um grande fogo, que impactava com força os arredores, que se direcionava com força para o céu. Parecia possível ler nele a imponente Palavra de Deus: Caritas Christi urget nos! Num coração de Saulo caiu aquela fagulha que o transformou em coração de Paulo, em coração de apóstolo.”</em> (1969, p. 73).</p>
<p>O apóstolo Paulo é referência em seu caminho de conversão, de seguimento de Cristo e do anúncio do Evangelho em todos os ambientes possíveis. Por isso, a motivação enfática nas palavras de envio em Hoerde:<em> “Meus queridos amigos, o dia do ingresso na União Apostólica deve ser também para nós um dia de Damasco. Naturalmente não podemos tornar-nos todos um Paulo, conquistar o título de ‘apóstolo das nações’. Também nem todos podemos partir [para outras terras] como missionários. Porém, uma coisa todos nós podemos: preservar e cultivar o impulso para a amplitude, a profundidade, para a dimensão apostólica.”</em> (1969, p. 75).</p>
<p>Fritz Ernst acentua em todo o seu texto a consequência da força da graça. A fagulha no coração transformou Paulo, fez do perseguidor, um seguidor de Cristo. O processo de conversão de Paulo foi longo. Ele se retirou para o deserto, ali seu orgulho e ódio se transformaram em amor humilde. No deserto, ele compreendeu a imagem de Cristo e o Evangelho. Com esta riqueza no coração ele partiu para evangelizar, portanto, um apóstolo em saída! São Paulo estava convencido que sua vida nova era fruto da graça: <em>“Pela graça de Cristo, sou o que sou!”</em> (1 Cor 15,10). Neste sentido, cabe ressaltar aqui as palavras do Pe. José Kentenich por ocasião do retiro em preparação à consagração definitiva do primeiro grupo de mulheres, da União Feminina, em 1925:</p>
<blockquote><p>O Salvador também quer nos visitar nestes dias, especialmente com sua graça. Também nós estamos diante de uma hora de Damasco. [&#8230;] O que a graça fez de Paulo?<br />
◊<strong> Um amante da solidão.</strong> Na solidão ele luta com sua natureza, ele reza e jejua. Nós também estamos prestes a ser enviadas. Como foi oportuno entrarmos na solidão do santo retiro, nossa natureza também deve ser transformada em Cristo. Como foi árdua a luta de Paulo até sair dali como o instrumento que hoje admiramos.<br />
◊ <strong>Um homem de oração</strong>. Ele reza toda a sua vida. &#8220;Ele está rezando&#8221; Não devemos também nos tornar ainda mais filhas da oração? (cf. At 9, 17)<br />
◊ <strong>Um homem de paciência incomensurável.</strong> &#8220;Tudo posso naquele que me fortalece!” (Fl 4, 13)<br />
◊<strong> Um homem de humildade.</strong> A lembrança de seus pecados não o deixou doente. &#8220;Basta-te minha graça, porque é na fraqueza que se revela totalmente a minha força!” (2 Cor 12,9).<br />
◊ <strong>Um homem com chama ardente para com Deus.</strong> Não é dizer demais quando se diz que ele tinha o maior amor por Deus depois da querida Mãe de Deus.<br />
◊ <strong>Um homem com incansável e abnegado zelo de alma. </strong>Quando a graça tomou conta de Paulo, ele ficou com os dois pés no chão da morte mística. Ele venceu o mundo e ganhou a recompensa de seu grande amor caloroso e seu sacrifício apostólico. <em>&#8220;Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim&#8221;!</em> (Gal 2, 20)</p></blockquote>
<p>Como Movimento Apostólico de Schoenstatt queremos acolher as palavras que empolgaram os jovens em Hoerde e assumir a nossa missão em todos os campos possíveis:<em> “Devemos considerar como nossa tarefa, que a Divina Providência nos confiou, ser missionários em nosso ambiente, na metrópole moderna. [&#8230;] Com a coragem de um Paulo no areópago, nós devemos engajar-nos pelos bens mais nobres, devemos ser fermento na massa, uma coluna de fogo que vai à frente no caminho da superficialidade e escuridão modernas.”</em> (1969, p. 76).</p>
<p><em>“Ai de mim, se não anunciar o Evangelho!”</em> (1 Cor 9,16). Como Paulo, o verdadeiro apóstolo não se omite e tem coragem de anunciar a Palavra onde há desafios, resistências e até perseguições, lugares onde o testemunho, tal qual uma “coluna de fogo” que precede o apóstolo, seja a única forma de evangelizar. Também nós hoje devemos ter a coragem de dizer um sim ao chamado missionário e anunciar o Evangelho, pelo ser e ação, nos areópagos que Deus colocou em nosso caminho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[1]</a> </span>Papa Bento XVI. Universalidade da beleza: confronto entre estética e ética, 2008. Disponível em: http://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/messages/pont-messages/2008.index.html#messages</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[2]</a> </span>Alois Zeppenfeld. In: Diözesanrat des Schönstattwerkes, Paderborn. Hörder-Dokumente, Bonifacius-Drukerrei Paderborn, 1969, p. 87.</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><a href="#_ednref1" name="_edn1">[3]</a></span> J. Kentenich. Palestra por ocasião da celebração dos 30 anos de existência da Liga Feminina de Schoenstatt, 9 de junho de 1950.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como Paulo, viver o Tabor hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2024 09:00:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[“Assim como reproduzimos em nós as feições do homem terreno, precisamos reproduzir as feições do homem celestial” (São Paulo, 1ª Carta aos Coríntios 15, 49). “Nós, porém, somos cidadãos do céu. É de lá que ansiosamente esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará nosso mísero corpo, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso, em&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em> <img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="25341" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/01/25/como-paulo-viver-o-tabor-hoje/sao-paulo-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/sao-paulo.jpg" data-orig-size="600,370" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;4.5&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;DSC-HX1&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1453709778&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;27.8&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;400&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.05&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="sao paulo" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/sao-paulo-300x185.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/sao-paulo.jpg" class="aligncenter wp-image-25341 size-full" title="Foto: Karen Bueno" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/sao-paulo.jpg?resize=600%2C370" width="600" height="370" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/sao-paulo.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/01/sao-paulo.jpg?resize=300%2C185&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></em></p>
<p><em>“Assim como reproduzimos em nós as feições do homem terreno, precisamos reproduzir as feições do homem celestial”</em> (São Paulo, 1ª Carta aos Coríntios 15, 49).</p>
<p><em>“Nós, porém, somos cidadãos do céu. É de lá que ansiosamente esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará nosso mísero corpo, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso, em virtude do poder que tem de sujeitar a si toda criatura”</em> (São Paulo, Carta aos Filipenses 3, 20-21).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Palestra do Pe. José Kentenich para membros das direções das comunidades de Schoenstatt (Roma, 30 de novembro de 1965):</strong></p>
<blockquote><p>Como era o rito originário do Batismo? Sabemos que o batismo era dado por submersão; o batizando era submergido na água e emergia novamente da água.</p>
<p>[&#8230;] Agora vejam: se o caráter sacramental do rito batismal expressa o seu efeito real, segundo Paulo, isso quer dizer: pelo Batismo participamos ontologicamente de Jesus sofredor, de Jesus agonizante. Por outro lado: emergido da água. Que recorda este sinal no cristianismo primitivo? A RESSURREIÇÃO E TRANSFIGURAÇÃO DE JESUS. [&#8230;] Qual é o efeito? Participação não apenas da vida de Jesus sofredor e agonizante, mas igualmente da vida de Jesus transfigurado.</p>
<p>Vejam a grandeza do pensamento de Paulo, a forma como capta inteiramente a sensibilidade da sua época, como assimilou a concepção e as imagens de Jesus, para depois desenvolver – quase, poderíamos dizer, espontaneamente – um grande sistema prático e funcional.</p>
<p>É este o grande mistério, o fator decisivo: pelo batismo somos, realmente, unidos a Jesus. [&#8230;] Tornamo-nos, verdadeiramente, a nível ontológico, de certo modo parte de Cristo, aliás, de Cristo em todas as suas dimensões.</p>
<p>Permitam que também repita o seguinte: ao longo de sua vida histórica, Jesus viveu consecutivamente a vida sofredora, a vida agonizante e a vida transfigurada no seu corpo. Nós somos inseridos ao mesmo tempo nas duas dimensões: participamos da vida sofredora, mas também da vida transfigurada de Jesus. Se a vida sofredora de Jesus foi condição de sua vida transfigurada, na minha vida concreta a participação do sofrimento de Jesus é, necessariamente, já agora, condição de minha participação da transfiguração.</p>
<p>O que dizemos sobre a Eucaristia representa certa coroação dessas verdades. Em cada santa missa repete-se e se aprofunda o fenômeno do Batismo: renovada e aprofundada participação da vida sofredora, mas também da vida transfigurada de Jesus! Não esqueçamos que a medida, o grau de participação da vida sofredora de Jesus determina, já agora, o grau de participação da vida transfigurada de Jesus, pelo menos na medida em que as faculdades do corpo transfigurado de Jesus são comunicadas à alma.</p></blockquote>
<p>Rezemos, como nosso Pai e Fundador, o que aprendemos de São Paulo:</p>
<p><em>“Em tudo somos oprimidos, mas não sucumbimos. Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos. Somos perseguidos, mas não ficamos desamparados. Somos abatidos, mas não somos destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo os traços da morte de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo. Estando embora vivos, somos a toda hora entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus apareça em nossa carne mortal. Assim em nós opera a morte e em vós a vida”</em> (II Cor 4, 8-12).</p>
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		<title>Uma ermida da Mãe e Rainha na Comunidade Paraisópolis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 11:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Sudeste]]></category>
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		<category><![CDATA[ermida mae rainha]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="52378" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/12/07/uma-ermida-da-mae-e-rainha-na-comunidade-paraisopolis/paraisopolis-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-2.jpg" data-orig-size="1020,471" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="paraisopolis 2" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-2-300x139.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-2.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-52378" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-2.jpg?resize=1020%2C471&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="471" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-2.jpg?w=1020&amp;ssl=1 1020w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-2.jpg?resize=300%2C139&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-2.jpg?resize=768%2C355&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ir. M. Nilza P. da Silva – No coração da comunidade Paraisópolis, em São Paulo/SP, a noite de sábado, 19 de novembro, é de festa. A comunidade celebrou 100 anos, no ano passado, e a partir de agora, os mais de 100 mil habitantes, tem um lugar de graças, onde a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt os acolhe, transforma e envia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Tabor das graças do Paraíso</strong></h3>
<p>Trata se da primeira <a href="https://schoenstatt.org.br/home/santuarios/ermidas/">Ermida</a> da MTA, na Diocese de Campo Limpo, “Tabor das Graças do Paraíso”, na paroquia de São Jose, em Paraisópolis, conquistada pelas mais de mil famílias da comunidade recebem a <a href="https://schoenstatt.org.br/home/org/organizacao/a-campanha-da-mae-peregrina-de-schoenstatt/">Mãe Peregrina</a> em seus lares: 36 missionários das famílias e enfermos e 23 missionários da infanto, em parceria com a catequese.</p>
<p>A conquista espiritual da ermida foi longa. Começou com todo entusiasmo, há alguns anos, com todo o apoio do pároco, Pe. Luciano Borges Basílio. “A comunidade da paroquia se uniu para esta conquista fisicamente e espiritualmente. Foram anos de construção,” diz o coordenador da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt (CMPS), na diocese, Wanderlei Santos</p>
<p>O tempo de pandemia adiou os trabalhos de construção material, mas, ao mesmo tempo possibilitou aos coordenadores, missionários e família encher ainda mais a talha com as ofertas ao <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/capital-de-gracas/">Capital de Graças</a>. Nesse período, mudou o pároco. Mas, o novo pároco, Pe. Edalto Pereira dos Santos, continuou a apoiar e motivar essa conquista e construção. “O nosso pároco abraçou a causa e nos deu total apoio para realização da santa missa e benção da Ermida , os coordenadores diocesanos também nos deram apoio e estiveram a disposição no que precisássemos, Ir. Mariane Galina, Assessora do Movimento, nos deu uma força muito grande,” dizem Josefa e Manoel Gomes do Nascimento, coordenadores da CMPS, na paróquia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="52377" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/12/07/uma-ermida-da-mae-e-rainha-na-comunidade-paraisopolis/paraisopolis-1/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-1.jpg" data-orig-size="768,882" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="paraisopolis 1" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-1-261x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-1.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-52377" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-1.jpg?resize=768%2C882&#038;ssl=1" alt="" width="768" height="882" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-1.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-1.jpg?resize=261%2C300&amp;ssl=1 261w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Assim os moradores a conquistaram</strong></h3>
<p>Wanderlei conta que a construção da ermida, em honra a Mãe e Rainha, era apenas uma expressão externa do quanto a devoção a ela era aprofundada no coração dos missionários. Houve um empenho dos coordenadores para que muitos missionários conhecessem melhor a espiritualidade de Schoenstatt e, os que se decidiram, puderam se preparar e selar a <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/">Aliança de Amor</a>, outros a renovaram, alguns deram um lugar de honra à Mãe de Deus, instituindo seu <a href="https://schoenstatt.org.br/home/santuarios/santuario-lar/">Santuário Lar</a>. “No decorrer do tempo, podia se experimentar a presença da Mae Rainha e Vencedora Três vezes Admirável acolhendo, educando e dando novo ardor a esta comunidade.”</p>
<p>“Outra ação forte, continua Wanderlei, foi a prática da Oração da Confiança, que mobilizou as famílias e demais membros de outras pastorais e movimentos, na paróquia, para rezar e aprofundar no conteúdo dessa pequena mas útil oração, principalmente nos momentos mais turbulentos desta pandemia e efeitos econômicos não favoráveis.”</p>
<p>Josefa acrescenta: “Junto com a <a href="https://schoenstatt.org.br/2022/11/07/como-surgiu-a-oracao-da-confianca/">oração da confiança</a>, fizemos também horas de adoração ao santíssimo sacramento e, todos juntos, missionários, famílias e coordenadores, rezamos também a <a href="https://schoenstatt.org.br/2016/08/19/novena-a-mae-rainha-e-vencedora-tres-vezes-admiravel-de-schoenstatt/">novena</a> da Mãe e Rainha.”</p>
<p>Chegou, enfim, o dia que Deus escolheu para a bênção da Ermida e a comunidade Paraisópolis participou muito bem do tríduo, preparado com muito carinho. Na Santa Missa, no dia 19, cerca de 80 homens, do <a href="https://schoenstatt.org.br/home/org/organizacao/terco-dos-homens-mae-rainha/">Terço dos Homens</a> Mãe Rainha, fruto do apostolado da Campanha da Mae Peregrina, também coroaram a Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt na imagem peregrina que os acompanha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="52379" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2022/12/07/uma-ermida-da-mae-e-rainha-na-comunidade-paraisopolis/paraisopolis/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis.jpg" data-orig-size="960,1280" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="paraisopolis" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-225x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis-768x1024.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-52379" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis.jpg?resize=960%2C1280&#038;ssl=1" alt="" width="960" height="1280" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis.jpg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/12/paraisopolis.jpg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Desce Maria e educa aqui pessoas que sejam Igrejas Vivas</strong></h3>
<p>Pe. Edalto presidiu a celebração, acompanhado pelo Pe. Luciano, que veio especialmente para essa conquista que acompanhou, quando pároco no local, e pelo Pe. Pedro Paganin Júnior, que auxilia o Pe. Eraldo, nessa comunidade. As Irmãs de Maria, do Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai, na Vila Mariana, também estava presente e Ir. Mariane explicou o sentido das Ermidas, acrescentando que, “as ermidas da Mãe e Rainha trazem para mais perto da comunidade, as graças do Santuário”.</p>
<p>Já não cabia mais pessoas, no pátio da Igreja, onde está a ermida, quando o pároco dirige a <a href="https://www.facebook.com/MATRIZSJ/videos/508027591278938" target="_blank" rel="noopener">oração de bênção</a> e pede que a Mãe e Rainha tome posse desse lugar e eduque, aqui, pessoas que sejam a Igreja viva de seu Filho, Jesus. Quando Pe. Edalto e Pe. Pedro descerram o tecido que cobria a imagem da Mãe e Rainha, a comunidade rejubila em aplausos, lágrimas e o canto “Mãe Admirável, oh Mãe Peregrina” é entoado com as vozes embargadas pela emoção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Agora, é hora de avançar ainda mais</strong></h3>
<p>Wanderlei narra que havia também muitos coordenadores da CMPS de outras paróquias e “no final, todos foram convidados a uma confraternização. Para nós, foi muito bom participar e estar presente nesta conquista. Vimos o suor, lagrimas e alegrias, cada avanço, cada tijolo e cada capital de graça ofertado. A Mae, quis estar presente na comunidade de Paraisópolis, junto a este povo guerreiro e de fé enorme, para dizer que aqui também é bom estar!</p>
<p>Agora é avançar na evangelização das famílias, sabendo que a paroquia terá mais um sinal para retransmitir o farol luminoso das graças do Pai, por intercessão da Mãe Rainha e Vencedora, para todos, não somente em Paraisópolis, mas em toda nossa diocese.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotos: Facebook da paróquia. Veja mais fotos:</p>
<div class="fb-post" data-href="https://www.facebook.com/MATRIZSJ/posts/pfbid02USoFgUrAcwNwtmGkxS36X1NiCY1QYCyW3v1W1zqWRyh1kCXP3ME6B2Nm6toRQ5bol" data-width="552" style="background-color: #fff; display: inline-block;"></div>
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		<title>Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jul 2022 09:00:49 +0000</pubDate>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Colunas da Igreja de Cristo</p>
<p>Pe. Francisco José Lemes Gonçalves – Com alegria celebramos aqueles que são as colunas da Igreja de Cristo e que por ele testemunharam, com a vida, a causa de seu Mestre e Senhor: anunciar o Evangelho a toda criatura! Diferentes nas maneiras pelas quais fizeram este anúncio, mas unidos num mesmo e único Senhor, foram fiéis àquilo que receberam. Diante das cruzes e desafios, tiveram Jesus como modelo daquele que os encorajava diante destas situações; com certeza soava-lhes como música de fundo as palavras: “Tendes coragem, eu venci o mundo”, ou, “eu estarei convosco todos os dias até o fim dos tempos”. São figuras humanas com seus defeitos e qualidades, mas o Senhor os capacitou, tornando-os modelo para nossa atuação no mundo em que vivemos.</p>
<p><strong>Pedro</strong></p>
<p>Pescador de peixes, o qual o Senhor o fez “pescador de homens”! Nos seus altos e baixos, nas suas limitações, o Senhor lhe confiou as chaves do Reino e o cuidado de suas ovelhas. Fez Pedro pastor de seu rebanho, sem nunca esquecer que o modelo de Pastor é Jesus, que deu sua vida pelas ovelhas. Ensinava sentado sob uma pedra, lembrando que sobre esta pedra o Senhor edificou sua Igreja. Pedra forte e sólida! Às vezes fora causa de tropeço, mas o Senhor remove-a como tropeço e a faz pedra segura para edificar sua Igreja. Quererão destruí-la, desmoraliza-la, dividi-la, apelidando-a de “retrógrada e estraga prazeres”&#8230;, mas o Senhor disse que rezou por Pedro (em consequência reza pelos seus sucessores, e hoje, Papa Francisco) e garantiu que as portas do inferno e suas investidas não a destruirão.</p>
<p><strong>Paulo</strong></p>
<p>Fariseu ferrenho e perseguidor dos cristãos, tornar-se-á um grande missionário, destemido anunciador do Evangelho entre seus irmãos (os judeus) e os gentios. Não perderá tempo, fará longas viagens, escreverá muitas cartas, será preso e torturado várias vezes, mas, ele mesmo dirá: sei em quem coloquei minha confiança. Sua vida será tão conjugada ao Senhor que dirá que ele não vive mais: é o Senhor que vive nele! Terá ternura, mas também saberá se impor com autoridade para corrigir e livrar de erros. Reconhece que é vaso de barro e que carrega, apesar dos espinhos da carne, um grande tesouro! Ao final da vida, condenado que já estava, não se desespera ou fica a lamentar, escreve a Timóteo encorajando-o e feliz porque a coroa da justiça lhe está preparada e pronto está para dar a vida por aquele que o amou desde toda a eternidade.</p>
<p>Que esses grandes homens nos inspirem nestes tempos em que nossa fé é provada. Em nossos Santuários, junto ao Trono de nossa Mãe e Rainha, lá eles estão com olhos voltados para o quadro de graças, a contemplar aquele que a Virgem traz nos braços, pelo qual eles deram a vida e hoje, coroados de glória, intercedem por nós e pela Igreja.</p>
<p>Rezemos neste dia pelo nosso Papa Francisco, legítimo sucessor de Pedro que dirige, com solicitude paterna e pastoral, a todos que lhe são confiados. Sejamos obedientes e fiéis, não fiquemos a ir na onda de muitos que querem desmoralizá-lo. Rezemos muito por ele, conforme ele mesmo sempre nos pede: “Não se esqueçam de rezar por mim!”. Neste dia, em nossos Santuários de Schoenstatt, o consagramos aos cuidados de nossa queria Mãe e Rainha!</p>
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		<title>De volta à ativa: Um dia especial para a Liga de Famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 14:48:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias - Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe Rainha]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Casais do Jaraguá reiniciam as atividades Sueli Vilarinho – No dia 22 de agosto de 2021, a Liga de Famílias de Schoenstatt do Jaraguá, São Paulo/SP, se reuniu à sombra do Santuário para realizar a missa de maneira online e presencial pela primeira vez desde o início da pandemia de covid-19. Pe. Marcelo Aravena&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="47764" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/08/31/de-volta-a-ativa-um-dia-especial-para-a-liga-de-familias/liga-de-familias-jaragua-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/liga-de-familias-jaragua.jpg" data-orig-size="700,480" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="liga de familias jaragua" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/liga-de-familias-jaragua-300x206.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/liga-de-familias-jaragua.jpg" class="aligncenter wp-image-47764 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/liga-de-familias-jaragua.jpg?resize=700%2C480&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="480" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/liga-de-familias-jaragua.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/liga-de-familias-jaragua.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Casais do Jaraguá reiniciam as atividades</p>
<p>Sueli Vilarinho – No dia 22 de agosto de 2021, a Liga de Famílias de Schoenstatt do Jaraguá, São Paulo/SP, se reuniu à sombra do Santuário para realizar a missa de maneira online e presencial pela primeira vez desde o início da pandemia de covid-19. Pe. Marcelo Aravena presidiu a celebração, na qual participaram os casais e a assessora Sra. Raquel Padilla.</p>
<p>Pe. Marcelo explica, ao início, que estão celebrando, nessa santa missa, a fé e também a consagração do Santuário Lar de duas famílias: casais Margareth e João Alencar e Fátima e Cesar Tavoni.</p>
<p>Em sua homilia, o padre diz sobre a leitura do Evangelho: ‘Onde iremos Senhor? Tu tens palavras de vida eterna’. Ele alerta: “Muitas vezes olhamos para o céu rezando muito, mas esquecemos que os nossos pés estão no chão. Nossa religiosidade tem que ser algo que transforme a vida, a religiosidade e espiritualidade podem ser uma saída do mundo, mas não! Temos que estar aqui no mundo que nos rodeia”.</p>
<p>Falando em abrir-se ao Espírito Santo, Pe. Marcelo diz: “Pensemos num balão. Qual é a dinâmica do balão? Você enche de ar quente e ele fica cheio e sobe. Sobe mais e mais, de acordo com o peso que vou tirando do cesto, e depois? O balão voa. Interessante que não voa com a força do motor, mas sim com força e a direção e orientação do vento. O voo incrivelmente silencioso se desloca suavemente sobre o mundo, interrompido as vezes pela chama que tem que manter o balão cheio. Experiência incrível. Tem a ver com o que se passa com o Espírito Santo. Em nossa ascese, em nossa vida espiritual, nos deixamos encher por essa força do Espírito e depois nos deixamos levar por Ele, pelo Espírito, para onde Ele quer”.</p>
<p>Além disso, ele complementa: “Por isso, o momento mais difícil de se voar num balão é o pouso, pois o balão não sabe onde vai pousar e tem que ir calculando. Se o piloto é bom, ele vai conseguir. O Espírito Santo consegue tudo. Ele nos leva para onde quer e depois nos coloca nos chão, onde temos que agir e atuar como católicos schoenstattianos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="47765" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/08/31/de-volta-a-ativa-um-dia-especial-para-a-liga-de-familias/santuario-jaragua-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/santuario-jaragua.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="santuario jaragua" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/santuario-jaragua-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/santuario-jaragua.jpg" class="aligncenter wp-image-47765 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/santuario-jaragua.jpg?resize=700%2C467&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="467" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/santuario-jaragua.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/08/santuario-jaragua.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falando aos casais da Liga, Pe. Marcelo diz: “Talvez este seja o momento de nos perguntarmos, agora que estamos passando por este tempo de pandemia e provação, como é a nossa adesão ao Evangelho de Jesus? Acreditamos realmente que nosso objetivo é ser uma nova criatura em Cristo e Maria para renovar o mundo? Acredito eu na santidade matrimonial e estou positivamente comprometido com ela? Se minha resposta é positiva, se acredito, estou com Jesus e com Maria”.</p>
<p>Assim concluiu Pe. Marcelo: “Vamos renovar com força a nossa Aliança de Amor, a nossa entrega à Mãe e Rainha e à nossa missão”.</p>
<p>Durante a missa foi feita a bênção dos quadros dos casais para os seus Santuários Lares e após a missa houve a entronização em cada casa. Fátima e Cesar Tavoni comentam: “Nós nos alegramos pelo envolvimento da conquista em cumprir a missão e, juntos, proclamar com o Espírito Santo, pois é a luz que preenche e une as necessidades de nossa fé, nosso &#8216;Santuário Lar Cenáculo da Alegria e Superação&#8217;, define por refletir a espiritualidade da nossa família, feita com união e amor”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mais informações do Santuário Sião, acesse: <a href="https://www.santuariosiaojaragua.com.br/" target="_blank" rel="noopener">santuariosiaojaragua.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Aniversário do Santuário: Dias de Confiança em SP</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2021 17:56:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai completa mais um ano de fundação Maria Rita Vianna / Ir. Mariane Galina – Chegar aos 51 anos com tanta jovialidade, só a Mãe Três Vezes Admirável pode! O Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai completa 51 anos, rumo aos novos tempos, rumo aos próximos 50 anos,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="46936" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2021/07/06/aniversario-do-santuario-dias-de-confianca-na-vila-mariana/vila-mariana-12/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/vila-mariana.jpg" data-orig-size="700,394" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="vila mariana" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/vila-mariana-300x169.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/vila-mariana.jpg" class="aligncenter wp-image-46936 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/vila-mariana.jpg?resize=700%2C394&#038;ssl=1" alt="" width="700" height="394" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/vila-mariana.jpg?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2021/07/vila-mariana.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai completa mais um ano de fundação</p>
<p>Maria Rita Vianna / Ir. Mariane Galina – Chegar aos 51 anos com tanta jovialidade, só a Mãe Três Vezes Admirável pode!</p>
<p>O Santuário Tabor da Confiança Vitoriosa no Pai completa 51 anos, rumo aos novos tempos, rumo aos próximos 50 anos, vivendo “Conversão e transformação” &#8230; o que isso tem a ver? Explicaremos mais abaixo.</p>
<p>Para iniciar as celebrações do aniversário, o dia 18 de junho foi vivido como o “Dia da Confiança”. A Família de Schoenstatt, unida espiritualmente em oração, rezou 2.502.580 vezes a <a href="https://schoenstatt.org.br/home/vinculo_ao_santuario/oracoes/">Oração da Confiança</a> com a súplica pelo fim da pandemia e pelo projeto Farol Luminoso. Esse foi um momento de bênçãos incontáveis, pois foram muitas pessoas, de todos os lugares, que se uniram ao Santuário de Vila Mariana, em São Paulo/SP, no Dia da Confiança.</p>
<p>Continuando, houve o tríduo, transmitido pelo canal do Youtube, diretamente do Santuário, com a presença virtual de centenas de pessoas. O tema do primeiro dia foi “A fé prática na Divina Providência”, com a exposição de Jesus no Santíssimo Sacramento do altar, somente à luz de muitas velas. No segundo dia, “A consciência de missão”, tendo São José como aquele que acreditou e viveu a fé prática. No terceiro dia, “A santidade da vida diária”, um dos fundamentos da espiritualidade de Schoenstatt e uma cantata em louvor à Maria.</p>
<h2>São José: Mestre de obra</h2>
<p>No dia 4 de julho, antecipando a data do aniversário, que é dia 8 de julho, a Família de Schoenstatt de Vila Mariana reúne-se para a esperada comemoração. Seguindo todos os protocolos, estavam presentes em torno de 200 pessoas. Todos se mostravam felizes por esse reencontro presencial, a alegria estava estampada no rosto de cada um. Para esse dia, cada Ramo, Diocese e Região, vinculados a este Santuário, ofereceu um presente espiritual à Mãe e Rainha pelos 51 anos de história e missão. Cada um confeccionou o presente conforme sua criatividade representando a entrega ao Capital de Graças oferecido por todos.</p>
<p>E aqui, como prometido, esclarecemos “conversão e transformação”, temas centrais da homilia de Pe. José Fernando Bonini, diretor regional da Central de Assessores do Movimento, durante a Santa Missa presidida por ele.</p>
<p>O local onde está instalado o Santuário de Vila Mariana, a Casa do Movimento, a Tenda dos Peregrinos, tudo precisa de reforma urgente. Pe. José Fernando conduz a homilia lembrando que a reforma vai além da necessária no espaço físico; a reforma precisa começar no coração de cada um; assim como os alicerces atuais serão derrubados, cada qual deve refletir o que precisa “derrubar” em si mesmo, trilhando o caminho da autoeducação, vivendo a conversão diária. A transformação, então, se dará não apenas nos novos prédios, mas dentro de todos; só assim, o local – e principalmente cada um – será transformado. Será possível assim concretizar o Projeto iniciado, transformando o Santuário em Farol Luminoso para São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Ao fim da Celebração Eucarística, mais momentos de graças. No jardim da Casa do Movimento, na entrada do terreno, acontece a entronização da imagem de São José. O pai terreno de Jesus é o Padroeiro e Construtor do Projeto. Sua imagem agora acolhe todos que chegam ao Santuário.</p>
<p>Aniversário tem festa, tem bolo! No final, canto de Parabéns, vivas à Trindade Santa, à Rainha da Confiança Vitoriosa no Pai, a São José! E rumo aos próximos 50 anos!</p>
<p>Ainda continuando as festividades do dia, logo em seguida iniciou a Adoração ao Santíssimo Sacramento no Santuário. De hora em hora, um Ramo assumiu a adoração, assim todos podiam vivenciar momentos especiais de bênçãos. E, para fechar, houve a segunda missa do dia, presidida pelo Pe. Paulo Visintainer. No final da celebração todos dirigiram-se até a imagem de São José, já entronizada, para dirigir suas orações, com pedidos e agradecimentos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.flickr.com/photos/schoenstatt-brasil/albums/72157719509402916" target="_blank" rel="noopener"><strong>Confira aqui as fotos desse dia</strong></a></p>
<p><a title="51 anos do Santuário da Vila Mariana - 04/07/2021" href="https://www.flickr.com/photos/schoenstatt-brasil/albums/72157719509402916" target="_blank" rel="noopener" data-flickr-embed="true"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://i0.wp.com/live.staticflickr.com/65535/51295165974_abffc2b05c_z.jpg?resize=640%2C480&#038;ssl=1" alt="51 anos do Santuário da Vila Mariana - 04/07/2021" width="640" height="480" /></a></p>
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