Conheça as comunidades femininas de Schoenstatt

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Com esta linha do tempo, apresentamos a data de fundação e algumas características da coluna feminina – comunidades e ramos – da Obra de Schoenstatt. Clique no botão abaixo para mais detalhes

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1920 – Liga Feminina (20 de agosto)

Em 1919, com o Congresso de Hoerde, aconteceu a fundação da União Apostólica Masculina de Schoenstatt – um momento de graças e de expansão para a Obra fundada pelo Pe. Kentenich. Contudo, ele sonhava com um Movimento ainda mais amplo, que abrangesse mais pessoas. As mulheres, que se preparavam para ingressar na Obra de Schoenstatt, captaram e realizam esse desejo do Fundador, formando o primeiro grupo da Liga Apostólica: a Lafs (Liga Apostólica Feminina de Schoenstatt). No dia 20 de agosto de 1920, as três primeiras mulheres – Gertraud von Bullion, Maria Christmann e Maria Weber – recebem do Fundador os Estatutos da Liga e ingressam no Movimento.

De início, esse ramo abrangia todas as mulheres que desejavam pertencer à Obra, mulheres casadas e solteiras (atualmente a Lafs é formada apenas por mulheres enquanto solteiras). Nos meses seguintes e ao longo dos anos, sob a condução da Divina Providência, a Coluna Feminina foi se desenvolvendo e se subdividindo em outros ramos e comunidades, como veremos abaixo.

No Brasil, a Lafs iniciou com grupos em Santa Maria/RS, Londrina/PR e São Paulo/SP na década de 1960 e o ramo foi oficializado em 18 de julho de 1971, na cidade de Londrina. Atualmente está presente em várias regiões do país. ♥ Saiba mais

 

1920 – União Feminina (8 de dezembro)

Após fundar a Liga, as mulheres logo aprofundaram o seu grau de aspiração e vinculação à Obra de Schoenstatt. Em 8 de dezembro do mesmo ano, 1920, Gertraud von Bullion e Maria Christmann fazem sua consagração como Unionistas, consolidando a presença feminina na Obra. Um ano depois já havia 11 grupos de mulheres, em várias cidades da Alemanha.

No Brasil, o primeiro Curso da União Feminina surgiu em 9 de março de 1969, na cidade de Santa Maria/RS. A Comunidade começou a se desenvolver em nosso país a partir de 1965, quando Unionistas da Alemanha, que trabalhavam como professoras nas escolas das Irmãs de Maria, vieram a Santa Maria, para conhecer a Família de Schoenstatt brasileira e, assim, motivar para o início da União Feminina aqui. Em 9 de março de 1969, Anita Trevisan, Erna Schäfer, Lúcia Renzi, Dorvalina Severo e Ruth Aniceti se consagraram à Mãe e Rainha, como primeiro curso da União Apostólica Feminina de Schoenstatt, no Brasil, com o ideal de curso Patris Sanctuarium – Santuário do Pai. ♥ Saiba mais

 

1926 – Irmãs de Maria (1 de outubro)

Em 1º de outubro de 1926, o Pe. José Kentenich funda o primeiro dos seis Institutos Seculares de Schoenstatt: o Instituto das Irmãs de Maria. Com o carisma de “ser uma viva presença de Maria na Igreja e no mundo”. O Instituto ultrapassa, hoje, as fronteiras da Europa e atua em 29 países, com Irmãs de 35 nacionalidades diferentes.

No Brasil, as Irmãs de Maria, enviadas pelo Fundador, são a primeira comunidade de Schoenstatt que chega ao país. No ano de 1935, as 12 pioneiras desembarcam no porto de Santos/SP e seguem até Jacarezinho/PR, onde passam a residir e iniciam os trabalhos do Movimento em nossa nação. Hoje, possuem casas em 11 estados e atuam em todo o Brasil. ♥ Saiba mais

 

1927 – Apóstolas de Maria (6 de agosto)

Muitas dirigentes da Liga e da União Feminina eram professoras e viram nisso uma porta aberta para levar Schoenstatt até suas alunas. Assim surgiu o grupo das Apóstolas de Maria com crianças, meninas pequenas. Esse grupo foi a semente para a consolidação do Ramo da Juventude Feminina de Schoenstatt, que surgiu entre elas alguns anos mais tarde:

 

1931 – Juventude Feminina (15 de agosto)

A Juventude Feminina de Schoenstatt (Jufem) foi fundada em 15 de agosto de 1931, na Alemanha, por jovens que sonhavam em viver os ideais do Movimento, em sua realidade feminina e juvenil.

Como era grande número de jovens vinculadas à espiritualidade de Schoenstatt, em agosto de 1931 houve duas jornadas da juventude. Entre elas surge, então, o anseio de serem a geração fundadora da Juventude Feminina de Schoenstatt.

O Pe. José Kentenich, que dava autonomia e liberdade ao protagonismo das jovens, também acompanhava atento a tudo o que acontecia. Quando, durante a jornada, lhe procuraram para contar sobre a nova proposta, ele colocou-se concentrado e pensativo, silenciou por um tempo e disse: “É a própria Mãe de Deus que quer fundar!”. Assim se consolidava a fundação de mais um ramo do Movimento de Schoenstatt.

No Brasil, a história da Jufem começou no dia 18 de outubro de 1940, na cidade de Londrina/PR, e se espalhou por esse imenso país, alcançando várias cidades em 8 estados. Seu ideal nacional é de ser LÍRIO DO PAI, TABOR PARA O MUNDO! Assim, a Jufem brasileira quer ser formada por jovens que vivem na pureza espelhando-se na Mãe de Deus, como uma filha muito amada do Pai, que carrega consigo as vivências das graças do Santuário, transmitindo-as para o mundo. ♥ Saiba mais

 

Dezembro de 1940 – Liga das Mães

Depois da II Guerra Mundial, a mulheres da Liga Apostólica já casadas começaram a reunir-se como um ramo autônomo, com suas próprias dirigentes. Desse modo, durante o mês de dezembro de 1940, formava-se o primeiro grupo da Liga das Mães, na Alemanha.

Aqui no Brasil a Liga das Mães teve seu início no dia 20 de agosto de 1947, na cidade de Londrina/PR, com um grupo de 13 mães, assessoradas pela Ir. M. Teresinha Gobbo, responsável pelo Movimento na época. Graças a este início abençoado, atualmente a Liga das Mães se encontra em muitas cidades e estados do país. ♥ Saiba mais

 

1946 – Senhoras de Schoenstatt (2 de fevereiro)

O Instituto Nossa Senhora de Schoenstatt foi fundado em 2 de fevereiro de 1946, pelo Pe. José Kentenich, junto com as primeiras Senhoras: Liesel Schmäh, Gertrud Gramlich, Eugenie Mahringer, Maria Hilfrich, Maria Laufenberg e Charlotte Holubars. As consagradas do Instituto buscam atuar no meio em que estão inseridas, a partir da realidade de Aliança entre Deus e a pessoa humana. Querem dar testemunho do Amor de Deus ao mundo que, como luz, dá um novo rosto à humanidade.

A partir da década de 1960, a comunidade se expandiu por Portugal, África, América Latina e Índia. No Brasil, a primeira Senhora de Schoenstatt foi Leonor Tarifa Gavilan, que vivia em Caieiras/SP. Em 1974, ela conheceu o Pe. Celestino Trevisan e foi introduzida na espiritualidade de Schoenstatt. Em 1981, Leonor ingressou no Instituto, em Bellavista, Chile, no primeiro curso latino-americano, cujo ideal é “Domina de Schoenstatt”. ♥ Saiba mais

 

1950 – União de Mães (8 de setembro)

Até a II Guerra Mundial, na Obra de Schoenstatt, as mulheres casadas tinham seu lugar apenas nos grupos da Liga e do Instituto. Foi então que o primeiro círculo de dirigentes regionais e diocesanas da Liga das Mães – autodenominado “fundamento” – desejou avançar no sentido de criar a comunidade da União Apostólica de Mães.

Essas dirigentes, que já assumiam compromissos adicionais, especialmente no sentido de cultivar o espírito comunitário, pediram ao Pe. Kentenich que lhes pregasse um retiro. Nos dias 4 a 8 de setembro de 1950, então, o Fundador conduziu esse retiro com as mães dirigentes da Liga e, no final dessa jornada, no dia 8 de setembro de 1950, foi fundada a União de Mães.

O primeiro encontro de Curso realizado no Brasil aconteceu no dia no dia 28 de novembro de 1992, em Atibaia/SP, com mulheres de várias cidades. Assim surgia o primeiro Curso brasileiro da União de Mães de Schoenstatt, que acolhe hoje mulheres de vários estados brasileiros. ♥ Saiba mais

 

⇒ Para saber mais sobre as comunidades masculinas, sacerdotais e matrimoniais de Schoenstatt clique aqui

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