Saída: a palavra-chave para este ‘31 de maio’

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O Brasil necessita de Jesus que vai ao encontro e que cada um seja missionário

Quando se pergunta qual palavra pode definir o ‘31 de Maio’, terceiro Marco Histórico do Movimento Apostólico de Schoenstatt, algumas opções surgem. Dentre essas, certamente está a palavra “missão”. Isso porque, nessa data, em 1949, o Pe. José Kentenich confia à Mãe de Deus o anúncio da missão de Schoenstatt à Igreja. É nessa ocasião que ele coloca, sobre o altar do Santuário de Bellavista, no Chile, a primeira parte da carta-reposta que seria enviada ao arcebispo de Treves (arquidiocese à qual o Santuário Original de Schoenstatt pertence na Alemanha), com relação aos questionamentos levantados sobre o Movimento. É um momento decisivo na história da Obra, pois dessa carta dependeria o futuro de Schoenstatt.

Ao mesmo tempo, neste ano, a Igreja celebra na véspera do ‘31 de Maio’ a Solenidade de Corpus Christi. É interessante notar que essa quinta-feira dedicada ao Corpo de Cristo é também um dia de missão. Durante todo o ano, esta é a única vez que Jesus Eucarístico, em espécie, sai do sacrário e vai pelas ruas da cidade ao encontro de todos. Por isso as vias e calçadas são enfeitadas e preparadas para acolhê-lo. É um dia para estar em saída.

Missão Tabor

A Providência traz essas duas datas importante unidas, ambas com o mesmo tom missionário. Em 2024, o dia 31 de Maio é um convite a sair, anunciar a mensagem de Schoenstatt, levar Jesus ao mundo. Quando a Mãe de Deus, custódia viva, recebe Jesus, ela se coloca em saída para ir ao encontro da sua prima Isabel, ela não fica parada. Esse espírito de saída é o que o III Marco nos propõe.

A Missão do ‘31 de Maio’ implica a tarefa de cultivar o organismo de vinculações naturais e sobrenaturais. Parece difícil? A resposta para isso, na verdade, é bem simples e todo schoenstattiano brasileiro sabe responder… Viver o organismo de vinculações significa viver nossa MISSÃO TABOR, viver a filialidade heroica.

Em nosso país que atravessa tantas dificuldades, Jesus sai às ruas e olha para seu povo. Nesse dia, unidos a ele, todos são chamados a partir e transformar a realidade, a fazer valer nosso ideal Tabor. O grande exemplo para isso está na Mãe de Deus, que se coloca a caminho para servir.

Ela nos educa, pela Aliança de Amor, para fazer novas todas as coisas, como diz o Pai e Fundador, dias após o III Marco: “O mundo hoje está doente. Parece que estamos nos aproximando do seu fim e surgem as perguntas: ‘Qual e o significado destes monumentais acontecimentos mundiais? O que nos reserva o futuro? Quando nos dás um reflexo de teus planos para o mundo, tu nos revelas e nos mostras o grande mistério, o segredo mariano de Schoenstatt, e como Nossa Senhora, a Mãe e Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt deve empreender uma tríplice tarefa. Uma única vez ela deu a vida ao Cristo histórico. Agora sua permanente tarefa é a de dar a vida ao Cristo místico. E, em Schoenstatt, ela tem a tarefa adicional de ser a grande educadora das nações, aquela que as conduz a Cristo” (Bellavista, 5 de junho de 1949, Solenidade de Pentecostes).

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