Dia 6: O heroísmo da filialidade

 

6º dia da Novena de Natal

Pe. José Kentenich nos fala sobre a virtude da confiança: “Minha maior preocupação deve ser: em cada instante, estar infinitamente despreocupado. Nós nos arranjamos tantos cuidados desnecessários, porque somos muito pouco filiais, muito pouco crianças. Pensamos que nós mesmos devemos conduzir nossa vida. Certo, precisamos cuidar, porém, na medida do necessário”.

Quando devo tomar decisões difíceis, talvez em relação ao meu futuro, em relação às pessoa que amo, que hei de fazer? Segundo o Fundador, meu maior cuidado deverá ser: estar, em cada instante, infinitamente despreocupado, pois os Pai já está cuidando de tudo para mim.

É importante observar que o Pe. Kentenich não está falando em ser um filho acomodado ou conformista, mas um filho que confia totalmente no cuidado paternal: “Filialidade não significa necessidade de encostar-se, porém, autonomia. […] filialidade, na idade madura, é dedicação de si mesmo”.

Se conseguir o heroísmo de vincular-me à vontade do Pai e crer que Ele assume o cuidado de minha vida, posso então esperar que receberei o necessário. “Mais importante do que a segurança econômica é o ‘sim’ dado interiormente a tudo o que o Pai exige de mim”.

Para refletir:

Qual graça especial eu necessito hoje? Colocar essa intenção diante do Pai com confiança

 

Reflexões retiradas do manuscrito:

O Objetivo de Vida do Autêntico Cristão, Pe. José Kentenich. Conferência à Família de Schoenstatt de Aschaffenburg/Alemanha

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