Capital de Graças

Nossa contribuição diária que transforma o mundo

Você já ouviu falar em Capital de Graças? Para muitos, essa expressão é bem conhecida; para outros, completamente nova. Talvez você já a tenha escutado em nosso Movimento, mas já se perguntou sobre a profundidade e a força que ela carrega para a vida pessoal e comunitária? Nessas duas palavras, iluminadas pelo toque da graça divina, descobrimos que atitudes simples, pequenos sacrifícios e gestos cotidianos, vividos com amor, podem se transformar em fontes de graças não apenas para nós, mas também para muitas outras pessoas.

O que é o Capital de Graças?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica, a graça divina é algo que está acima da natureza humana. Cristo, com sua paixão e morte, também pela ressurreição, conquistou uma infinidade de graças para toda a humanidade, um tesouro que representa a salvação dos povos. Somente ele, como Filho de Deus e Redentor da humanidade, pôde merecer essas graças para os homens. Jesus confiou esse tesouro, no céu, à Igreja, para que ela o distribua na terra por meio dos sacramentos. “Por seu sacrifício ele derrama as graças da salvação sobre o seu corpo, que é a Igreja” (CIC, 1407).

A espiritualidade de Schoenstatt, desde sua origem, se baseia na contribuição humana unida à iniciativa divina. Nos Santuários de Schoenstatt, Deus derrama suas graças por meio do atuar de Maria e esta se deixa mover pela contribuição humana. Os sacrifícios pessoais, quando unidos ao sacrifício de Cristo, têm um imenso valor e movem a Mãe e Rainha a derramar as graças da redenção que Cristo nos mereceu à quem toda a humanidade, ou seja, ofertas ao Capital de Graças são presentes de amor entregues a Nossa Senhora, a fim de que ela os distribua àqueles que necessitam. Capital de Graças é o nome dado ao “tesouro de graças” que a Mãe distribui a partir do Santuário.

Em outras palavras, no Movimento Apostólico de Schoenstatt, os dons imperfeitos de cada um são oferecidos a Maria e, somados aos seus dons perfeitos, ela os oferece a Deus, gerando uma fonte de graças a jorrar do Santuário. Salienta-se que, desde o início, as contribuições ao Capital de Graças que os primeiros congregados e heróis de Schoenstatt ofereciam eram, especialmente, esforços no sentido de sua autoeducação para mover Nossa Senhora a se estabelecer no Santuário e dali distribuir dons e graças em abundância.

Para se aprofundar:

“Por seu sacrifício ele derrama as graças da salvação sobre o seu corpo, que é a Igreja”

(CIC, 1407)

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