Dá-nos de seu fogo: Inicia o tríduo em Porto Alegre

 

“Dilexit Ecclesiam – Ele amou a Igreja”

Márcia Kazumi / Ir. M. Rosequiel Fávero – Em 15 de julho a Família de Schoenstatt de Porto Alegre/RS iniciou o tríduo em preparação à celebração dos 50 anos do falecimento do Pe. Kentenich junto ao Santuário Maria Cor Ecclesiae, na capital gaúcha.

Após a Missa presidida pelo Pe. Luiz Ricardo Xavier, da Paróquia Nossa Senhora Medianeira, de Porto Alegre, é dado continuidade à ‘Oficina do Pe. Kentenich’. Durante este ano dedicado ao Pai e Fundador, em cada dia 15 a Oficina tem reunido schoenstattianos que desejam aprender mais sobre ele. A oficina foi unida ao primeiro dia do tríduo.

Conhecer um Fundador

O tríduo, que une toda a Família de Schoenstatt brasileira, tem como tema: “Dilexit Ecclesiam – Ele amou a Igreja” e para o primeiro dia “Conhecer um Fundador”. A proposta é levar todos a conhecerem um pouco mais sobre o Pe. José Kenenich, a sua Obra e seu carisma.

A celebração ocorreu no salão da Casa Tabor. Com o pedido ao Padre Kentenich: “Dá-nos de seu fogo! Dá-nos de seu espírito de Fundador!” foi acesa uma tocha.

O texto do tríduo menciona que “o Pe. Kentenich respondeu com sua vida aos apelos de Deus, viveu previamente o que nos ensina a viver. Ele foi e continua sendo um educador, um Pai espiritual que deixou uma grande Obra que dá frutos para a Igreja: santos da vida diária, impulsionados pela missão; pessoas que se deixam guiar pela Providência Divina, sob a proteção da Mãe de Deus”. E a liturgia do dia nos confirmou esta verdade ao dizer: “Em Cristo, ele nos escolheu, antes da fundação do mundo, para que sejamos santos e irrepreensíveis sob o seu olhar, no amor”.

Conhecê-lo para amá-lo

O tríduo foi finalizado com a apresentação do gráfico da Obra de Schoenstatt, com a indicação dos ramos, comunidades e apostolados que nasceram junto ao Santuário da Mãe e Rainha – fonte de graças e centro de toda a Obra.

A Oficina do Pe. Kentenich foi mediada por Júlio Machado, do Instituto de Famílias de Schoenstatt, e por Peter Wolffenbüttel, que apresentou um paralelo entre a história da Alemanha nazista e os principais fatos de Schoenstatt nesse mesmo período.

Peter é esposo de Maria Isabel, da Liga de Mães de Schoenstatt, e aceitou um convite para participar de um retiro junto ao Santuário. Essa foi uma oportunidade de aproximação com a espiritualidade de Schoenstatt, sobre a qual ele testemunha: “Eu realmente entendi a fundamental importância do Pai e Fundador, sua profunda espiritualidade e sua tarefa como Pai da Família de Schoenstatt”.

Em clima familiar, todos se despediram com um “até o próximo dia 15” para o segundo dia do tríduo.

 

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Fotos: Marcia Kazumi

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