Da preparação à entrega: um sim vivido na Aliança 

Encontro conclui período de preparação para a Aliança de Amor com momentos de oração, reflexão e silêncio.

Ir. M. Vera Debald – O Santuário de Schoenstatt Tabor Immaculata – Dilexit Ecclesiam, em Santa Cruz do Sul/RS, acolheu um grupo de pessoas que se prepararam para selar a Aliança de Amor com a Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Depois de um período de formação on-line sobre a história e a espiritualidade do Movimento, os participantes viveram o Retiro da Aliança no dia 6 de setembro.

Conduzido por Sandra Goreti Silveira e Beatriz Leitão, o encontro reuniu momentos de oração, reflexão, partilha e silêncio. Entre os temas aprofundados esteve o Capital de Graças, compreendido como expressão concreta da colaboração humana na missão de Schoenstatt. A programação também contou com a oração do terço, adoração ao Santíssimo Sacramento e um período de recolhimento pessoal, no qual cada participante pôde colocar diante da Mãe de Deus a própria vida, seus propósitos, alegrias, desafios e tudo aquilo que desejava oferecer por meio da Aliança.

Um sim vivido junto ao Santuário

A experiência culminou com a Santa Missa, presidida pelo Pe. Rodrigo Eduardo Hillesheim, assessor eclesiástico do Movimento de Schoenstatt na Diocese de Santa Cruz do Sul. Durante a celebração, os participantes renovaram as promessas do Batismo e assinaram seus nomes no Livro da Aliança, expressando seu sim pessoal à Mãe de Deus. O gesto marcou a inserção de cada um na grande Família de Schoenstatt e na Aliança de Amor selada pelo Pe. José Kentenich, Pai e Fundador da Família de Schoenstatt, e pelos jovens congregados no Santuário Original, em 18 de outubro de 1914.

Para Liani Vogt Muller, a celebração ficará marcada na memória e no coração. Ela afirma: “Jamais vamos esquecer o dia da renovação do Batismo e a consagração à Mãe e Rainha. Que todos andemos juntos num só caminho de união na Família de Schoenstatt”. A Aliança de Amor é compreendida em Schoenstatt como uma inclusão pessoal na Aliança selada em 18 de outubro de 1914, vinculada ao Santuário e à colaboração humana por meio das contribuições ao Capital de Graças.

O retiro também ajudou os participantes a compreender que a Aliança não representa apenas o encerramento de uma preparação, mas o início de uma caminhada de entrega e união com a Mãe de Deus. Beatriz Leitão expressou sua gratidão pelo encontro: “Obrigada a todos que, juntamente com as Irmãs, nos proporcionaram esta vivência tão linda e abençoada junto do Santuário, que ficará indelével em nossos corações e nossas almas!”.

A Aliança no cotidiano

A partir desse sim, os participantes são convidados a levar para a vida cotidiana aquilo que foi vivido junto ao Santuário, colocando seus esforços, orações, alegrias, desafios e conquistas no Capital de Graças. Essa dinâmica está relacionada ao convite apresentado pelo Pe. José Kentenich, no contexto da fundação de Schoenstatt, quando chamou os congregados a demonstrar concretamente seu amor por Maria por meio de seus propósitos e esforços de santificação.

Assim, cada pessoa que sela a Aliança é enviada a viver essa vinculação em sua família, comunidade e ambientes, colaborando, a partir da própria vida, com a missão de Schoenstatt de renovação do mundo em Cristo, por Maria.

Editado por: Larissa Rodrigues.

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