Novena de Pentecostes

Acompanhe aqui um roteiro de preparação para celebrar Pentecostes com palavras do Pe. José Kentenich e do Papa Francisco.

À caminho de Pentecostes

Caminhamos para a celebração de Pentecostes. Acompanhemos uma reflexão para este primeiro dia da novena:

“O Espírito Santo é aquele que desperta todos os germes bons de nossa alma, tornando-os vida nova, vigorosa, florescente. […] O Espírito Santo desce do céu à terra para aí realizar uma nova criação espiritual e moral. A vida espiritual e moral de cada um de nós deve ser renovada. Reconhecemos essa verdade e pedimos que ela se confirme em nós, cada vez que juntarmos as mãos e pedirmos: Enviai o vosso Espírito e tudo será criado…” (Pe. José Kentenich, conferência aos Congregados Marianos, Schoenstatt, 31 de maio de 1914).

Nas palavras do Papa Francisco, esperamos por um novo Pentecostes, que se repete na Igreja:

“Aquela efusão, embora tenha sido extraordinária, não foi única nem limitada àquele momento, mas é um acontecimento que se renovou e que ainda hoje se renova. Cristo, glorificado à direita do Pai, continua a cumprir a sua promessa, derramando sobre a Igreja o Espírito vivificador, que nos ensina, nos recorda e nos faz falar” (Santa Missa de Pentecostes, 8 de junho de 2014).

Peçamos que o Espírito habite em nós, assim nossa alma se tornará nova, vigorosa, florescente.

Rezemos

Espírito Santo, tu és a alma de minha alma. Cheio de humildade te adoro. Ilumina-me, fortifica-me, guia-me e consola-me. Revela-me tanto quanto isso ao plano do Eterno Pai corresponde. Revela-me os teus desejos. Faze-me entender o que o Amor Eterno de mim deseja. Faze-me entender o que devo fazer. Faze-me entender o que devo sofrer. Faze-me entender o que, em silêncio, com modéstia e reflexão, devo aceitar, carregar e suportar.
Sim, Espírito Santo, faze-me entender a tua vontade e a vontade do Pai. Pois minha vida inteira não quer ser mais que um contínuo e perpétuo SIM aos desejos e ao querer do Eterno Pai. Amém!

*Esta oração Pe. Kentenich rezou no dia de Pentecostes, em 1965, na igreja de São Miguel (Milwaukee/EUA) antes da homilia. É uma paráfrase da oração do Card. Mercier (1851-1926)

Maria e o Espírito Santo

Pe. Kentenich descreve Maria como a mais perfeita imagem do Espírito Santo…

“Entre ambos há um amor nupcial, carinhoso, um alegre consentimento aos desejos e pedidos mútuos. Para o Espírito Santo é uma honra distribuir seus dons através de sua Esposa. Sim! Ele se antecipa amorosamente a todos os seus desejos. Apenas ele a cobrira com sua sombra, ele a impele e conduz pelas montanhas para, através dela, conceder suas graças à casa de Zacarias” (Conferência aos Congregados Marianos, Schoenstatt, 31 de maio de 1914).

O Papa Francisco também diz:

“A Virgem Maria ensina-nos o que significa viver no Espírito Santo e o que significa acolher a novidade de Deus na nossa vida. Ela concebeu Jesus por obra do Espírito, e cada cristão, cada um de nós, está chamado a acolher a Palavra de Deus, a acolher Jesus dentro de si e depois levá-lo a todos. Maria invocou o Espírito com os apóstolos no cenáculo: também nós, todas as vezes que nos reunimos em oração, somos amparados pela presença espiritual da Mãe de Jesus, para receber o dom do Espírito e ter a força de testemunhar Jesus ressuscitado” (Regina Coeli, 28 de abril de 2013).

Rezemos

Mãe,
Teu Santuário irradia em nosso tempo o esplendor e a glória do Sol do Tabor.
Onde o Sol de Cristo se manifesta claramente e celebra triunfos, como outrora no Tabor,
ali é bom estar, como no paraíso, pois o Espírito Santo estabeleceu sua morada.

Toda envolta pelo Sol resplandecente do Tabor, qual vaso entregue ao Santo Espírito,
atuas em Schoenstatt como Medianeira, conduzindo-nos bondosamente ao Espírito Santo.

Impregna-nos profundamente do Espírito de Cristo.
Concede-nos, prodigamente, eloquentes línguas de amor;
por nós se irradie o esplendor de Cristo, à tua semelhança, como Espelho da Justiça.

O universo, com alegria, dê glória ao Pai, no Espírito Santo, em seu esplendor, louve-o por Cristo e com Maria, agora e na eternidade. Amém.

(Rumo ao Céu, 196-200)

Pe. José Kentenich. Movido pelo Espírito – Textos escolhidos sobre o Espírito Santo. Editora Pallotti, Santa Maria/RS, 1ª edição.

O melhor Educador

Pe. José Kentenich nos orienta a permanecer na “escola do Espírito Santo” e deixá-lo agir:

O Espírito Santo entrou em nosso coração, no Batismo, como o educador. Portanto, não foi algo como os israelitas, que foram conduzidos por meio de uma coluna de fogo – durante o dia era a nuvem e à noite a coluna de fogo (cf. Ex 13, 21 s). Era uma condução a partir do exterior. Não! O Espírito Santo habita em nossos corações (cf. Rom 8,9) e em nosso coração ele quer exercer sua grande atividade educativa, a transformação espiritual de nossa alma. […] Resumindo: se quisermos, no sentido do evangelho, preparar-nos para a festa de Pentecostes, deveremos aprender novamente a ouvir melhor o que o Espírito Santo diz em nosso interior. E não só ouvir, mas aprender a segui-lo! Portanto, o Espírito Santo é o maior e o melhor educador.

 

Da mesma forma, indica o Papa Francisco:

“O Espírito Santo ensina-nos: é o Mestre interior. Ele orienta-nos pela senda reta, através das situações da vida. Indica-nos o caminho, a vereda. Nos primórdios da Igreja, o Cristianismo era conhecido como «o caminho» (cf. At 9, 2), e o próprio Jesus é o Caminho. O Espírito Santo ensina-nos a segui-lo, a caminhar nas suas pegadas. Mais do que um mestre de doutrina, o Espírito Santo é um mestre de vida. E, sem dúvida, da vida faz parte também o saber, o conhecer, mas no contexto do horizonte mais amplo e harmonioso da existência cristã” (Missa de Pentecostes, 8 de junho de 2014)

Rezemos

Cremos, ó Deus, que teu poder chamou o mundo à existência.
És tu que o conservas, governas e, com sabedoria, conduzes a seu fim.

Tu, ó Deus, elevas nosso ser, te estabeleces na alma, como num templo,
onde, com o Filho e o Espírito Santo, te manifestas como hóspede permanente.

O corpo e a alma estão consagrados à Santíssima Trindade,
que reina em nós como no céu e habita em nós com sua riqueza.

Elevados acima do universo, imersos no ser divino,
valemos mais ao teu olhar, do que, sem nós, a terra inteira.

As obras de todas as culturas são como um grãozinho de pó,
comparadas à glória que nos confere o teu amor.

Tu nos doaste teu Filho que, silente, por nós pende da cruz
e nos envias o Espírito Santo que nos educa e nos instrui.

(Rumo ao Céu, 62, 65-69)

O Espírito Santo traz alegria

Pe. José Kentenich fala sobre a alegria que vem do Espírito:

“[O Espírito Santo] Confere à sua Igreja o Espírito da verdade, o Espírito do amor e dá também à sua Igreja o Espírito da alegria e o Espírito da felicidade” (Retiro para Sacerdotes Diocesanos, 7 a 13 de outubro de 1934). [1]

Pe. Kentenich também diz que “onde a alegria reina abundante no íntimo das almas temos um grande presente da Santíssima Trindade. Por isso, capacidade de receber sementes de alegria!” [2]

Segundo o Papa Francisco, “a docilidade ao Espírito é fonte de alegria”. Ele afirma em sua homilia na Casa Santa Marta: “Alegria é como a marca do cristão. Um cristão sem alegria ou não é cristão ou está doente. A saúde cristã! A alegria. Mesmo na dor, nas tribulações e perseguições. E quem nos dá essa alegria é o Espírito Santo” (21 de maio de 2014).

Rezemos

Enviai o vosso Espírito! Sim, Jesus, enviai o vosso Espírito Santo e serei transformado, entenderei os novos tempos, poderei trabalhar com um objetivo claro e formar o rosto do homem novo, redimido, para que também eu, em minha comunidade, possa trabalhar de tal modo pelo Reino de Cristo, como o exigem e esperam de nós os novos tempos, o tempo de hoje!

(Pe. José Kentenich, Viver com Alegria vol II)

[1] Pe. José Kentenich. Movido pelo Espírito – Textos escolhidos sobre o Espírito Santo. Editora Pallotti, Santa Maria/RS, 1ª edição.

[2] Pe. José Kentenich, Viver com Alegria, vol 1. A alegria – Um impulso fundamental

Somos templo do Espírito

Pe. Kentenich diz que o Espírito Santo se alegra ao encontrar Maria em nosso ser:

Um santo, grande devoto de Maria, São Luís Maria Grignion de Montfort, manifestou-nos, de um modo muito compreensível, uma lei do Reino de Deus. Ele diz: “Quando o Espírito Santo encontra Maria, sua esposa, em uma alma, (…) ele vem a essa alma com sua infinita riqueza”.

Portanto, em primeiro lugar ele forma Maria em nós. E então, quando encontra em nós a Mãe de Deus, uma imagem da Mãe de Deus, ele não é parco (ele não economiza), não é reservado, não fica longe de mim e de minha alma: vem com sua infinita riqueza a essa alma e lhe concede seus dons, suas graças, traz seus presentes, na medida em que a alma se tornou uma imagem de Maria. Não são estes pensamentos maravilhosos e profundos?
(Sermão para a comunidade alemã de São Miguel, Milwaukee/EUA, 3 de junho de 1962).

 

O Papa Francisco questiona:

Se nos perguntamos: onde podemos encontrar Deus? Onde podemos entrar em comunhão com ele através de Cristo? Onde podemos encontrar a luz do Espírito Santo que ilumina a nossa vida? A resposta é: no povo de Deus, entre nós, que somos Igreja. Aqui encontraremos Jesus, o Espírito Santo e o Pai. […] Isto é uma coisa bela! Nós somos as pedras vivas do edifício de Deus, unidos profundamente a Cristo, que é a pedra de sustentação e também de sustentação entre nós. O que isso quer dizer? Quer dizer que o templo somos nós, nós somos a Igreja viva, o templo vivo e quando estamos juntos entre nós há também o Espírito Santo, que nos ajuda a crescer como Igreja. Nós não somos isolados, mas somos povo de Deus: esta é a Igreja! (Audiência Geral, 26 de junho de 2013).

Rezemos

Vinde, vinde ó Espírito Santo! Sabemos que para vós é muito fácil transformar-nos inteiramente, levar à plena realização todos os bons impulsos e forças que existem em nós. Ó vinde! Enchei com a força da vossa graça o coração que vós mesmo criastes!

(Pe. José Kentenich, Conferência aos Congregados Marianos, 31 de maio de 1914)

Referências

Pe. José Kentenich. Movido pelo Espírito – Textos escolhidos sobre o Espírito Santo. Editora Pallotti, Santa Maria/RS, 1ª edição.

Foto: Ir. Marcia Maria Gusmão

Filialidade heroica, realização divina

A filialidade mais elevada é fruto do Espírito Santo, diz o Pai e Fundador:

“Somente o Espírito Santo pode dar-nos esta profunda filialidade, este empolgamento. Ele enche a razão de luzes. É somente o Espírito Santo que nos pode dar isto, pela intercessão da querida Mãe de Deus. Quando o Espírito Santo não está em atividade, quando não atua com seus dons, a alma se assemelha a um barco em que o remar cansa muito, porque as velas estão recolhidas. Muito diferente é quando as velas estão enfunadas, então o Espírito Santo sopra nelas e impulsiona o barco para frente”. [1] (06.09.1947, Santa Maria/RS)

 

O Espírito de Deus faz o homem reconhecer sua filialidade. Assim diz o Papa Francisco numa homilia matinal: “O Espírito Santo é aquele que nos impulsiona a louvar a Deus, nos induz a rezar: ‘Ele reza, em nós’. O Espírito Santo é aquele que está em nós e nos ensina a olhar para o Pai e dizer-lhe: Pai” (homilia, Casa Santa Marta, 9 de maio de 2016).

Rezemos

Mãe de Deus, ó Portadora de Cristo, deves dar-nos, de modo especial, Jesus com seu poder, com sua sabedoria, com sua bondade, mas também com sua filialidade heroica em relação ao Pai.
Cremos e esperamos que ambos moverão o Espírito Santo a atuar aqui em teu Santuário, a partir de agora e de modo extraordinário, como Espírito de santidade, Espírito de filialidade heroica. Por isso, dizemos- te de novo: aceita a coroa! […]
Pedimos-te novamente que aceites a coroa como expressão do pedido: cuida que todos os filhos de Schoenstatt recebam e conservem, até o fim dos tempos, a graça da filialidade heroica e, com ela, a garantia do elemento essencial de nossa espiritualidade.

(Pe. José Kentenich, trecho da oração de coroação e entrega do cetro à Rainha da Filialidade Heroica, 20 de agosto de 1949, Santa Maria/RS)

[1] Pe. José Kentenich. Tabor: Missão para o Brasil – Herança do Tabor 1

Pentecostes, festa da transformação

Pe. Kentenich convida a contemplar a imensa transformação que ocorre nos apóstolos depois de Pentecostes:

“Depois da vinda do Espírito Santo, como atuou a graça da transformação? Foi uma transformação total, completa. A luz da fé iluminou os apóstolos. Que coragem eles demonstraram! Antes eles vacilaram e tremeram, mas agora estavam dispostos a morrer por Jesus. Quando eram maltratados, ficavam felizes por tornarem-se semelhantes ao seu Senhor. Alegres saiam dos tribunais. Com que ardor no coração, por exemplo, liam ou ouviam o que os apóstolos tinham escrito em suas cartas. Realmente, eram tochas ardendo por Cristo” (Alocução às Senhoras de Schoenstatt, Santuário de Liebfrauenhoehe/Alemanha, Domingo de Pentecostes, 29 de maio de 1966)*

 

O Papa Francisco fala em sua catequese (22 de maio de 2013): “O Espírito Santo, ao descer sobre os apóstolos, os fez sair da sala em que estavam fechados por medo, os fez sair de si e os transformou em anunciadores e testemunhas das ‘grandes obras de Deus’ (v. 11). […] A linguagem do Espírito, a linguagem do Evangelho é a linguagem da comunhão, que convida a superar bloqueios e indiferenças, divisões e conflitos. Todos nós devemos nos perguntar: como me deixo ser guiado pelo Espírito Santo a fim de que a minha vida e meu testemunho de fé sejam de unidade e comunhão? Levo a mensagem de reconciliação e de amor, que é o Evangelho, nos lugares onde moro? […] Levar o Evangelho é proclamar e vivermos, nós em primeiro lugar, a reconciliação, o perdão, a paz, a unidade e o amor que o Espírito Santo nos dá”.

 

Rezemos

Enviai o vosso Espírito! Sim, Jesus, enviai o vosso Espírito Santo e serei transformado, entenderei os novos tempos, poderei trabalhar com um objetivo claro e formar o rosto do homem novo, redimido, para que também eu, em minha comunidade, possa trabalhar de tal modo pelo Reino de Cristo, como o exigem e esperam de nós os novos tempos, o tempo de hoje!

(Pe. José Kentenich, Viver com Alegria, vol 1)

* Pe. José Kentenich. Movido pelo Espírito – Textos escolhidos sobre o Espírito Santo. Editora Pallotti, Santa Maria/RS, 1ª edição.

Espírito Santo, ensina-me a rezar

O Pe. José Kentenich aconselha a estar próximo do Espírito Santo todos os dias:

“Temos de rezar todos os dias uma oração ao Espírito Santo. Aqueles que anteriormente participaram da santa missa terão percebido como era costume aqui, diariamente, fazer um ato de devoção ao Espírito Santo. Se não o fazemos agora, importa que o façamos em casa: Rogar ao Espírito Santo que desça sobre nós, para tomar posse de nossa alma” [1].

Segundo Papa Francisco, o Espírito nos ensina a rezar de verdade:

“Muitas vezes acontece que não rezamos, ou não temos vontade de rezar, ou não sabemos ou rezamos como papagaios, com a boca, mas o coração distante. Este é momento de dizer ao Espírito Santo: Vem, vem Espírito Santo, aquece o meu coração! Vem e ensina-me a rezar, ensina-me a olhar o pai, a olhar o filho. Ensina-me o caminho da fé. Ensina-me como amar, sobretudo, ensina-me a ter um comportamento de esperança” (catequese, 17.03.2021).

Rezemos

Senhor, envia o teu espírito e tudo será criado. Haverei de adquirir nova visão; encarnarei, com maior profundidade, as leis do Reino de Deus; não me escravizarei às coisas externas; não desprezarei as leis do Reino de Deus; sempre haverei de perceber o que Deus quer de mim. Amém! [2]

[1] Pe. José Kentenich. A Mais Bela das Mães

[2] Idem

Com Maria, no Cenáculo

No último dia da novena nos colocamos espiritualmente no Cenáculo, reunidos junto à Virgem e aos apóstolos. Os corações anseiam pelos dons e pela presença do Espírito que novamente incendeia a Igreja. Vejamos as palavras do Pai e Fundador, Pe. José Kentenich:

“Felizes os apóstolos que receberam o apoio de Maria e com ela imploraram a vinda do Espírito Santo. O resultado correspondeu plenamente às suas expectativas. Também nós somos felizes porque nos vinculamos íntima e profundamente a Maria, porque a ela recomendamos as nossas intenções, colocamos a seus pés nossos desejos e pedidos ao Espírito Santo” (Conferência aos Congregados Marianos, Schoenstatt, 31 de maio de 1914). *


O Papa Francisco nos diz (Regina Coeli, 28 de abril de 2013): “A Virgem Maria ensina-nos o que significa viver no Espírito Santo e o que significa acolher a novidade de Deus na nossa vida. Ela concebeu Jesus por obra do Espírito e cada cristão, cada um de nós, está chamado a acolher a Palavra de Deus, a acolher Jesus dentro de si e depois levá-lo a todos. Maria invocou o Espírito com os Apóstolos no cenáculo: também nós, todas as vezes que nos reunimos em oração, somos amparados pela presença espiritual da Mãe de Jesus, para receber o dom do Espírito e ter a força de testemunhar Jesus ressuscitado”.

Rezemos

Maria,
entre os Apóstolos, cheia de poder,
do Espírito prometido o soprar imploras,
que homens frágeis transformou
e à Igreja o caminho da vitória aponta.
Abre nossas almas ao Espírito de Deus,
para que de novo Ele o mundo liberte.

* Pe. José Kentenich. Movido pelo Espírito – Textos escolhidos sobre o Espírito Santo. Editora Pallotti, Santa Maria/RS, 1ª edição.

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