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	<title>Pe. Kentenich &#8211; Schoenstatt</title>
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	<description>Movimento Apostólico de Schoenstatt</description>
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	<title>Pe. Kentenich &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>O dia em que o Pai celebrou seu onomástico no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 04:00:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Hoje celebramos com ele novamente. Ir. Marita Löhle / Karen Bueno – É tradição, em alguns países, as pessoas serem saudadas no dia do santo que tem o seu nome, é o dia do seu “onomástico”. Logo, o dia de São José, 19 de março, é também a data do onomástico do Pe. José Kentenich.&#8230;]]></description>
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<p>Hoje celebramos com ele novamente.</p>
<p>Ir. Marita Löhle / Karen Bueno – É tradição, em alguns países, as pessoas serem saudadas no dia do santo que tem o seu nome, é o dia do seu “onomástico”. Logo, o dia de São José, 19 de março, é também a data do onomástico do Pe. José Kentenich. Com semelhanças que vão além do nome – como o amor à Maria e a paternidade instintiva – o Pai e Fundador recordou a pessoa de São José em muitas ocasiões, tendo-o como modelo.</p>
<p>No ano de 1947, quando visitava pela primeira vez o Brasil, o Pe. Kentenich celebrou aqui, com sua Família de Schoenstatt, a data de seu onomástico.</p>
<p>A crônica relata:</p>
<p>“Grande dia de Festa: onomástico do Pe. Kentenich. Foi cantado a missa de Schubert. O superior provincial dos Padres Palotinos celebrou a Santa Missa com outros dois sacerdotes”. Mais tarde, o Pai e Fundador conheceu o terreno, em Santa Maria/RS, acompanhado por algumas Irmãs de Maria.</p>
<p>Durante a noite houve uma singela celebração familiar. A apresentação das noviças e candidatas das Irmãs de Maria, em português e alemão simultaneamente, tinha um tom alegre e espontâneo. As candidatas ofereceram o seu coração ao Pe. Kentenich, para que ele o levasse ao Santuário Original, em Schoenstatt, e ainda apresentaram um bailado que encerrou com o canto do Hino de Minha Terra. Antes de dar a bênção, o Pai e Fundador lhes disse:</p>
<p>“Não nos é difícil transportar-nos a Schoenstatt e a toda a parte onde filhos de Schoenstatt se reuniram hoje para uma celebração semelhante. Tal como aqui, em toda a parte a mesma singeleza da forma exterior, a mesma espontaneidade, a mesma originalidade, a alternância entre gracejos e elementos mais sérios&#8230;. O pequeno Santuário esteve no centro da celebração. Eu me alegro por terem feito tudo tão belamente, representando de forma tão singela e bonita o Ofício de Schoenstatt. Sim, a Capelinha é o lugar predileto da querida Mãe de Deus. Esta realidade já se comprovou muitas vezes. Toda a história é uma única prova de que a Mãe de Deus escolheu este lugarzinho como seu lugar predileto. Ela quer manifestar aqui de modo especial suas glórias”.</p>
<p><strong>Qual é o dia do seu onomástico?</strong></p>
<p>Hoje celebramos o onomástico do Fundador, que é também um convite à santidade. Para descobrir o dia do santo que leva o seu nome, há várias ferramentas de busca na internet. Se, porém, perceber que não há um santo com o mesmo nome que você, o desafio chama: é hora de ser esse santo para o mundo.</p>
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		<title>O lado belo do brasileiro: Ser filial</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 05:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Filialidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Kentenich]]></category>
		<category><![CDATA[Tipo Brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Ir. M. Nilza P. da Silva – Estamos fazendo uma série de publicações sobre o tipo brasileiro, assim como o Pe. José Kentenich nos caracteriza. O objetivo é conhecer e amar o que somos, para louvar a Deus por isso e educar-nos para sermos cada vez melhor. Há pouco, vimos um lado de sombra,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="32364" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/09/14/pe-kentenich-presente-de-deus/kentenich/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/kentenich.jpg" data-orig-size="712,534" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="kentenich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/kentenich-300x225.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/kentenich.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-32364" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/kentenich.jpg?resize=712%2C534&#038;ssl=1" alt="" width="712" height="534" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/kentenich.jpg?w=712&amp;ssl=1 712w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/kentenich.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 712px) 100vw, 712px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ir. M. Nilza P. da Silva – Estamos fazendo uma série de publicações sobre o tipo brasileiro, assim como o Pe. José Kentenich nos caracteriza. O objetivo é conhecer e amar o que somos, para louvar a Deus por isso e educar-nos para sermos cada vez melhor.</p>
<p>Há pouco, vimos um lado de sombra, o sentimento de inferioridade. Hoje, deixemo-nos iluminar pela beleza da estrutura que temos,</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>1. A filialidade espontânea</strong></h3>
<p>A Ana Beatriz Biagioli Manoel Suzan, que é Logoterapeuta e pertence à União de Famílias de Schoenstatt, nos conduz nessa reflexão:</p>
<p>Pe. José Kentenich nomeou as nossas boas características de três luzes do “tipo brasileiro”. Em abril de 1951, em Santa Maria, o Pe. Kentenich disse:</p>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">“O que o latino tem a dar&#8230; é algo sumamente belo. O que é? A filialidade inata, espontânea, irreflexiva. Este é um bem tão grande&#8230; Ele traz esta filialidade consigo&#8230; O latino possui a dedicação filial religiosa. A verdadeira piedade consiste naquilo que o latino traz consigo por natureza. A piedade não consiste tanto no grande valor moral, porém na dedicação filial. Sempre é valioso, conhecer-se a si mesmo. Não tendes motivos para sentir-vos inferiores. É preciso que vejais também o vosso lado belo. Que quer dizer isto? O bom Deus nos deu este lado tão belo, a filialidade”</p>
</blockquote>
<p>Pode ser que achemos que todas as pessoas tenham facilidade para serem dóceis diante de Deus, no entanto, como a Ana Beatriz mostrou, Pe. Kentenich nos mostra que não é assim. Quando viajamos para outros países e convivemos com outras culturas também experimentamos isso: nós temos uma fé inata, espontaneamente nos comportamos como filhos diante de Deus e isso é muito belo, é um presente que Deus deu ao nosso tipo brasileiro: recebemos a filiação divina, pelo batismo, e temos alegria em nos comportarmos assim diante de Deus. A Ana Beatriz continua:</p>
<p>Vamos aprofundar um pouco mais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" data-attachment-id="36340" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/05/29/31-de-maio-chamado-a-filialidade-heroica/crianca-7/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/criança.jpg" data-orig-size="600,469" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="criança" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/criança-300x235.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/criança.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-36340" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/crian%C3%A7a.jpg?resize=600%2C469&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="469" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/crian%C3%A7a.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/05/crian%C3%A7a.jpg?resize=300%2C235&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Ser filho diante de Deus! </strong></h3>
<p>Nosso Pai e Fundador percebeu que nos sentimos naturalmente filhos de Deus. Se soubermos utilizar essa luz para o desenvolvimento da nossa personalidade, poderemos viver à luz da Fé Prática na Divina Providência. O Pe. Kentenich no ensina que devemos buscar constantemente o querer de Deus, na ordem objetiva do ser, ou seja, a vontade divina que determina a ordem da vida, nas “vozes” do tempo e da alma. O que facilita nos deixar educar pelo Bom Deus e pela Mãe de Deus.</p>
<p>Podemos aproveitar essa luz para vivermos a Fé Prática na Divina Providência, que nada mais é que a fé vivida no dia a dia, a fé num Deus pessoal, como um filho se relaciona com o pai, assim podemos aprofundar nosso relacionamento com o Bom Deus. Ao exercitar essa filialidade espontânea podemos olhar para cada acontecimento da nossa vida, como um chamado de Deus, que diz: Filho (a), vem ao meu coração!</p>
<hr />
<p>Então, você gostou? Se identificou com essa característica? Fique atento, pois ainda faltam quatro&#8230;</p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Veja também:</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Os lados de sombra de nosso tipo brasileiro</strong></span></p>
<p><a href="https://schoenstatt.org.br/2024/01/12/caracteristicas-do-brasileiro-segundo-o-pe-kentenich/">1 – O complexo de inferioridade</a></p>
<p><a href="https://schoenstatt.org.br/2024/02/07/brasileiro-e-tropical-vencamos-o-comodismo/">2 – O comodismo</a></p>
<p><a href="https://schoenstatt.org.br/2024/03/06/tipo-brasileiro-movido-pelos-sentimentos/">3 &#8211; Movidos pelos sentimentos (falta de exigências)</a></p>
<p><strong>As luzes de nosso tipo brasileiro</strong></p>
<p><a href="https://schoenstatt.org.br/2024/01/29/o-lado-belo-do-brasileiro-ser-filial/">1 – A Filialidade espontânea</a></p>
<p><a href="https://schoenstatt.org.br/2024/02/27/sou-brasileiro-religioso-por-natureza/">2 &#8211; Religioso por natureza</a></p>
<p><a href="https://schoenstatt.org.br/2024/03/13/o-brasileiro-tem-por-natureza-um-pensar-organico">3 – O pensar orgânico</a></p>
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		<title>Dom Bosco e Pe Kentenich: confiança que transforma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2026 15:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Larissa Rodrigues &#8211; Neste dia 31 de janeiro, a Igreja celebra a memória de São João Bosco, o &#8220;pai e mestre da juventude” [1]. Esta data convida à reflexão sobre como sua herança atravessa gerações e encontra eco em outras grandes referências da Igreja, como o Pe. José Kentenich.  Tanto Dom Bosco quanto Pe. Kentenich&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="60866" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/01/31/dom-bosco-e-pe-kentenich-confianca-que-transforma/schoenstatt-fundacion/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Schoenstatt-Fundacion.jpg" data-orig-size="512,341" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Schoenstatt-Fundacion" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Schoenstatt-Fundacion-300x200.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Schoenstatt-Fundacion.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-60866" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Schoenstatt-Fundacion.jpg?resize=512%2C341&#038;ssl=1" alt="" width="512" height="341" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Schoenstatt-Fundacion.jpg?w=512&amp;ssl=1 512w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Schoenstatt-Fundacion.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 512px) 100vw, 512px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Larissa Rodrigues &#8211; Neste dia 31 de janeiro, a Igreja celebra a memória de São João Bosco, o &#8220;pai e mestre da juventude” [1]. Esta data convida à reflexão sobre como sua herança atravessa gerações e encontra eco em outras grandes referências da Igreja, como o Pe. José Kentenich. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto Dom Bosco quanto Pe. Kentenich viam a pedagogia como uma &#8220;filha do amor&#8221; [2]. Dom Bosco ensina: </span><span style="font-weight: 400;">que</span><span style="font-weight: 400;"> &#8220;vossos educandos não devem apenas ser amados por vós, mas é preciso que eles estejam plenamente conscientes do vosso amor&#8221; [3]. Uma atitude que podemos notar também na pedagogia do Pe. Kentenich, desde o princípio da história do Movimento Apostólico de Schoenstatt. </span></p>
<h3><b>Confiança que transforma</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto Dom Bosco revoluciona a juventude, na Itália, ao trocar o castigo pela presença amiga, o Pe. Kentenich trilha um caminho semelhante, em 1912, em Schoenstatt, na Alemanha. Ao assumir como Diretor Espiritual, ele não apenas muda regras, mas transforma o clima do seminário, por meio da confiança. &#8220;O Pe. Kentenich dava uma orientação para a autoeducação&#8230; Tudo acontecia de forma muito paternal, muito afável e cordial&#8221; [4] Essa lembrança, de um de seus alunos, revela como, para ele, o seminário deixa de ser um lugar de cobranças, para se tornar um lar. Foi por meio dos pedidos do Pe. Kentenich que a vigilância rigorosa e as punições físicas foram deixadas de lado, isso porque se compreendia algo fundamental: para guiar alguém, é preciso primeiro conquistar o seu amor [5]. É por meio da confiança mútua que a liberdade cresce, transformando o jovem, que antes apenas seguia regras, em alguém capaz de decidir por si, com consciência e responsabilidade.</span></p>
<h3><b>Autoeducação para a Santidade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo final desta pedagogia do amor é a formação de personalidades firmes e livres, incentivando o jovem a buscar a santidade no cotidiano. &#8220;Certamente, foi em horas de silenciosa oração que o santo (Dom Bosco) aprendeu de Deus mesmo seu modo de educar&#8221; [6], e essa mesma escuta espiritual permite que o Pe. José Kentenich apresente um modelo em que o educador é o reflexo da bondade de Deus. Pe. Alexandre Menningen, um dos seus discípulos, afirma: &#8220;junto do Pe. Kentenich encontrávamos uma mãe; se não fosse assim, teríamos fugido daquela dura educação e da pedagogia de castigo reinante&#8221; [7]. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A lição que permanece é que a verdadeira disciplina não nasce do medo, mas de um coração que se sente profundamente amado e, por isso, decide ser melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Referências:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">[1] Portal Salesianos Brasil: </span><a href="https://www.salesianos.br/blog/sao-joao-bosco-pai-e-mestre-da-juventude"><span style="font-weight: 400;">São João Bosco, Pai e Mestre da Juventude.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a><span style="font-weight: 400;">[2] e [6] Pe. José Kentenich &#8211; M. A. Nailis, Livro Santidade de Todos os Dias. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">[3] e [5] Dom Bosco, citado no Livro Santidade de Todos os Dias. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">[4] Aluno do seminário, citado no Livro Tempestades de Outono. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">[7] Alexandre Menningen, citado no Livro Tempestades de Outono.</span></p>
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		<title>Dá-nos de seu espírito de Fundador!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 03:00:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Kentenich]]></category>
		<category><![CDATA[Vínculo ao Fundador]]></category>
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					<description><![CDATA[A vida de nosso Pai e Fundador é a carta de Deus para nós O livro de sua vida é nosso livro de Deus &#160; Ir. M. Nilza P. da Silva e Karen Bueno – As mãos seguram a caneta que desliza criativa sobre o papel. No rosto, a expressão serena e confiante de que&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="32720" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/01/16/da-nos-de-seu-espirito-de-fundador/pai-jk-kentenich-7/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-2.jpg" data-orig-size="600,804" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1346237236&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai jk kentenich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-2-224x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-2.jpg" class="aligncenter wp-image-32720 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-2.jpg?resize=600%2C804" alt="" width="600" height="804" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-2.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-2.jpg?resize=224%2C300&amp;ssl=1 224w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>A vida de nosso Pai e Fundador é a carta de Deus para nós</em><br />
<em>O livro de sua vida é nosso livro de Deus</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ir. M. Nilza P. da Silva e Karen Bueno – As mãos seguram a caneta que desliza criativa sobre o papel. No rosto, a expressão serena e confiante de que muitas coisas podem ser ainda projetadas. No sorriso discreto, a confiança filial que é sua marca singular&#8230; Ao olhar esse papel em branco, muitas coisas vêm à mente sobre o que ele poderia estar escrevendo. Bem, não há como saber ao certo, o fato é que hoje, aqui e agora ele conta com nossas mãos para continuar a escrever essa história, fundados nos seus princípios, mas de modo criativo e não como meros repetidores.</p>
<p>Começa um novo ano e como Família de Schoenstatt temos uma história a escrever, uma parte a realizar no plano de salvação e, por sua intercessão, Pe. Kentenich nos acompanha.</p>
<h3>Sua caneta está agora nas mãos de cada filho de Schoenstatt</h3>
<p>Que palavras e expressões utilizaremos? Como serão os capítulos da história que escreveremos neste ano? <em>“Esse é um desafio fascinante, por assim dizer, que Deus põe em nossas mãos. Todo fundador depende de seus filhos espirituais. Ele, por assim dizer, tem as mãos atadas, porque somos nós que o fazemos presente, que levamos seu carisma, partindo da convicção de que esse carisma não é apenas uma questão pessoal, mas é um presente de Deus para a Igreja, um presente do qual eu participo e essa é minha vocação. O fundador necessita de mim – hoje, eu sou seus braços, suas mãos, sua voz – não para levá-lo adiante, mas para levar adiante o presente que Deus oferece ao mundo por meio dele”</em>, afirma a Ir. M. Elizabet Parodi, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, pesquisadora da relação entre os fundadores e suas fundações.</p>
<p>A Família de Schoenstatt – assim como outras fundações – vive um período importante de transição, é um momento ‘divisor de águas’. Depende dessa geração a vinculação ou o distanciamento do fundador e seu carisma. Por isso, este é um momento tão importante. Cabe a esta geração garantir que a pessoa e o carisma do Pe. Kentenich permaneçam vivos e ajudem a Igreja em sua grande missão evangelizadora, em sua missão de configurar a cultura em todo o mundo.</p>
<h3><strong>E como se faz isso?</strong></h3>
<p>Há muitas formas, mas, talvez, a mais direta e eficiente é o<strong> fazer-se filho</strong>. Porque, desse modo seu carisma torna-se nossa vivência pessoal e impregna toda a nossa vida e nossas ações. Garantimos sua presença e seu carisma permitindo que ele seja nosso Pai: meu Pai, seu Pai. Assim! O ser paternal já está inscrito no coração dele e, antes que possamos ou consigamos chamá-lo de Pai, de sua boca já sai um sorriso que diz: Filho! Filha!</p>
<p>Dom Heinrich Tenhumberg salientava que o Pe. Kentenich <em>“permitia que o chamasse de pai, aceitava-o somente na consciência de que procuravam e desejavam ver nele um transparente da bondade divina”.</em></p>
<p>A Ir. M. Petra Schnuerer, que foi secretária do fundador, nos diz: <em>“Sejam muito simples diante de nosso Pai e Fundador, porque somos uma Família diferente das demais fundações. O Pai é Pai para sempre, para todos, não somente para aqueles que viviam em sua época. É seu Pai, é meu Pai e vai ser Pai dos que vivam 50 anos mais tarde, a única coisa que temos de fazer é nos abrirmos a ele, falar-lhe, olhar sua foto&#8230; Assim, tratem de ser muito singelos diante de nosso Fundador”.</em></p>
<h3><strong>Duas metas para uma mesma missão</strong></h3>
<p>Nossa geração se confronta com dois desafios, que se complementam mutuamente:</p>
<ul>
<li>O primeiro é garantir a vinculação ao fundador, ter o ouvido próximo ao seu coração para desvendar o mistério divino que ali habita. Só assim será possível cumprir a missão original que o Espírito Santo quer realizar na Igreja e no mundo por meio de Schoenstatt.</li>
</ul>
<ul>
<li>Outra missão é abrir-se ao mundo e à realidade, sem perder a originalidade e a força do carisma do Fundador. Pois, como disse o Papa Francisco, “o carisma não se conserva tendo-o guardado; tem que abri-lo e deixar que saia, para que entre em contato com a realidade, com as pessoas, com suas inquietações e seus problemas. E assim, neste encontro fecundo com a realidade, o carisma cresce, se renova e também a realidade se transforma, se transfigura pela força espiritual que esse carisma leva consigo”.</li>
</ul>
<p>Esses dois aspectos caminham juntos e torna mais bonita, livre e alegre a missão de escrever as novas linhas da história. Sem dúvidas, há muitos desafios, dúvidas e incertezas pelo caminho. Mas, não o trilhamos sozinhos. Duas coisas são certas: Temos uma Aliança de Amor com a Mãe e sua presença no Santuário; o Pai coloca sua mão sobre a nossa e ajuda a continuar a história, basta ser filho, pedir e confiar no seu auxílio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="32721" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2026/01/16/da-nos-de-seu-espirito-de-fundador/learn-to-write/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/maos.jpg" data-orig-size="700,467" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;7.1&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 5D Mark II&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;Learn to write&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1339267223&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Artem Gorohov - Fotolia&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;90&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;100&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.005&quot;,&quot;title&quot;:&quot;Learn to write&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="Learn to write" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Learn to write&lt;/p&gt;
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<p>&nbsp;</p>
<p>Artigo atualizado em 16.01.2025</p>
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		<title>Pe. José Kentenich ajuda a preparar o Natal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 04:00:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Advento]]></category>
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		<category><![CDATA[Pe. Kentenich]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="33754" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/12/22/pe-jose-kentenich-ajuda-a-preparar-o-natal/pai-natal-foto-marcia-kazumi/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/12/pai-natal-foto-marcia-kazumi.png" data-orig-size="700,497" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="pai natal &amp;#8211; foto &amp;#8211; marcia kazumi" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/12/pai-natal-foto-marcia-kazumi-300x213.png" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/12/pai-natal-foto-marcia-kazumi.png" class="aligncenter wp-image-33754 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/12/pai-natal-foto-marcia-kazumi.png?resize=700%2C497" alt="" width="700" height="497" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/12/pai-natal-foto-marcia-kazumi.png?w=700&amp;ssl=1 700w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/12/pai-natal-foto-marcia-kazumi.png?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Posso colaborar para que Jesus nasça novamente. Essa é a reflexão da homilia do Pe. José Kentenich em 6 de dezembro de 1931:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Se quiserem ler algo singularmente claro e belo, e despertá-lo na alma, então deixem atuar sobre si as Antífonas do Ó. Leiam como aí é descrito o Salvador que vem, vejam sobre que imagens e grandes pontos de vista Ele é apresentado. Deixem ecoar na grande alma todo a grande mar de saudade, amor e penitência, que aqui se resume em breves palavras. Assim, talvez, começou também, a seu tempo, a nossa vida espiritual. Assim deve representar agora um renovado começo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Afetos de saudade e de penitencia!</strong></h3>
<p>Eis o novo ponto de vista, sob o qual, facilmente, podemos explicar os diversos textos da liturgia. Tomemos o segundo ponto de vista. Ele permite que todo o ano litúrgico, em especial o Advento, pode ser aproximado bastante da nossa alma. Então, podemos imaginar-nos que Jerusalém, Belém, Sião é nosso pequeno Schoenstatt. Nosso pequeno Santuário. Por isso se, nos textos litúrgicos, encontrarem, sempre de novo, expressões, como esta: “Eis, Senhor, vem nascer, vem a Belém!”, ou como são todos esses textos, devemos aplicar tudo ao nosso pequeno Santuário, mais precisamente, à situação atual.</p>
<p>Esperamos e aguardamos que Jesus nasça, que a Mãe de Deus o de à luz. Ele renasce dela aqui, em nosso Santuário, em Schoenstatt. Ele deve ser glorificado aqui em nosso Santuário, em Schoenstatt. E como os magos, os pastores e os anjos vieram ao presépio, também isso deve renovar-se em nosso Santuário, neste ano. Queremos entender assim, ou de modo semelhante, os afetos de saudade da liturgia, e o grande afeto de saudade de nosso próprio coração.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Depende de mim, se Jesus nasce em Schoenstatt</strong></h3>
<p>Procurem agora, explicar para si mesmos, os textos litúrgicos, sob este duplo ponto de vista. Recebi uma carta, na qual está escrito entre outros: “Tenho impressão que o renascimento de Cristo aqui em Schoenstatt, depende essencialmente de nós. (O renascimento de Jesus aqui em, Schoenstatt) depende essencialmente de que eu, pessoalmente, celebre o Advento, que eu pessoalmente me introduza nos afetos de saudade dum coração purificado, como eles ressoaram a seu tempo, do coração da querida Mãe de Deus.”</p>
<p>É certo este pensamento? Será que o Natal é dependente do Advento que celebramos aqui em Schoenstatt, nós que estamos aqui fisicamente? Mas também o Advento que celebram todos os filhos de Schoenstatt que, espiritualmente, estarão unidos conosco, se não agora durante o Advento, mas no Natal?</p>
<p>Se quisermos celebrar o Natal, se quisermos que Jesus nasça de novo, da querida Mãe de Deus, aqui em Schoenstatt, se quisermos que, a partir daqui, Jesus manifeste suas glórias ao mundo, então, no espírito do Advento, temos de aplicar todos esses pensamentos e afetos que ressoam na liturgia, a nosso Belém, no renascimento do Salvador, em Schoenstatt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Se acharem bom e sentirem alegria, rezem as Antífonas do Ó</strong> com grande cordialidade e intimidade, todos os dias. Mas, lembrem-se também da tríplice vinda do Salvador, do Mestre, do Esposo das almas. E deixem consoar e ecoar, mais fortemente, os sinos da verdadeira alegria do Advento… ”</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h3><strong>Com a Igreja, rezamos a Antífona do Ó</strong></h3>
<p><em><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="24893" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2016/12/15/natal-com-o-pe-kentenich-em-busca-da-liberdade-interior/natal-jk/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/natal-jk.jpg" data-orig-size="306,446" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="natal jk" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/natal-jk-206x300.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/natal-jk.jpg" class="size-medium wp-image-24893 alignright" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/natal-jk-206x300.jpg?resize=206%2C300" alt="" width="206" height="300" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/natal-jk.jpg?resize=206%2C300&amp;ssl=1 206w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/natal-jk.jpg?w=306&amp;ssl=1 306w" sizes="auto, (max-width: 206px) 100vw, 206px" />“Ó Sabedoria da boca do Altíssimo, que abrange o começo e o fim e compenetra tudo com sua força e brandura! Vem, mostra-nos o caminho do reconhecimento.</em></p>
<p><em>Ó Adonai, Deus forte, condutor da casa de Israel! Apareceste a Moisés no fogo da sarça ardente e lhe deste a lei do Sinai. Vem, salva-nos com teu braço levantado.</em></p>
<p><em>Ó rebento da raiz de Jessé e estandarte dos povos, em tua frente emudecem os reis e os povos clamam por ti. Não tardes mais, vem libertar-nos!</em></p>
<p><em>Ó chave de Davi e cetro da casa de Israel! Tu abres e ninguém fecha, tu fechas e ninguém abre. Vem e liberta os cativos quejazem no cárcere no meio cias trevas e das sombras da morte.</em></p>
<p><em>Ó Oriente, Tu surges, brilho da luz eterna e sol dci justiça! Vem e traze-nos tua luz traze-a a todos os que jazem nas trevas e nas sombras da morte.</em></p>
<p><em>Ó Rei dos povos, saudade de todos os homens, pedra angular que reúne o que estava separado! Vem e salva os homens que criaste do barro.</em></p>
<p><em>Ó Emanuel, nosso Rei e Juiz, saudade dos povos e Redentor! Vem salvar-nos, Senhor Deus nosso!”</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Secretariado Pe. José Kentenich</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicado em 2019</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pe. Kentenich: 140 anos de esperança e fidelidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 03:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[fundador]]></category>
		<category><![CDATA[Pai e Fundador]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Kentenich]]></category>
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					<description><![CDATA[Larissa Rodrigues &#8211; Unida à Igreja e como Igreja, a Família de Schoenstatt compartilha as graças jubilares. Ao celebrarmos o Jubileu da Esperança, recordamos com gratidão os 140 anos do nascimento de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, e reafirmamos com alegria a nossa Aliança de Amor. Esta celebração é um convite a renovarmos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Larissa Rodrigues &#8211; Unida à Igreja e como Igreja, a Família de Schoenstatt compartilha as graças jubilares. Ao celebrarmos o Jubileu da Esperança, recordamos com gratidão os 140 anos do nascimento de nosso Pai e Fundador, Pe. José Kentenich, e reafirmamos com alegria a nossa Aliança de Amor. </span><span style="font-weight: 400;">Esta celebração </span><span style="font-weight: 400;">é um convite a renovarmos nossa fidelidade à Aliança de Amor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pe. Kentenich foi um homem atento aos mínimos acenos de Deus e da Mãe e Rainha, deixou-se utilizar como instrumento dócil e fiel para que o divino irrompesse novamente em nossa história. Ele nos ensinou que Deus, apesar dos afastamentos do homem, sempre nos aponta caminhos para cultivar a santidade da vida diária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Fundador nos lega um caminho de vida forjado na Esperança. Diante de sacrifícios, prisões e exílios, ele mantém inabalável a sua confiança na Divina Providência, com o “ouvido no coração de Deus e com as mãos no pulso do tempo”. Sua vida nos convida, hoje, a ousar dar o salto ousado da fé e a nos entregar sem reservas a Deus na Aliança de Amor, que é a sua razão de vida.</span></p>
<h3><b>O fruto da instrumentalidade: Venerável João Luiz Pozzobon</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A fecundidade de sua pedagogia e de sua instrumentalidade revela-se em seus filhos espirituais. O Venerável João Luiz Pozzobon é o maior exemplo disso. Ele é um “aluno” fiel do Fundador e aprendeu com ele a ser esse instrumento; viveu a responsabilidade missionária que brota da Aliança ao levar a Mãe Peregrina aos lares por meio da Ca</span><span style="font-weight: 400;">mpanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. </span></p>
<h3><b>Sinais da sua intercessão em nossos dias</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O caminho do nosso Fundador rumo à beatificação é pavimentado por incontáveis sinais de sua intercessão. Sua vida de santidade e Esperança continua a se manifestar hoje, o que confirma a sua missão. Ele é o nosso grande exemplo de fidelidade e um instrumento de Deus em favor de sua Família.</span></p>
<blockquote>
<h4><b>Conseguimos a transferência</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha nora, meu filho e eu pedimos ao Pe. Kentenich que fosse concedida à minha nora, Tâmara Schorr, a transferência de trabalho de Porto Alegre/RS para São Luiz Gonzaga/RS. Depois de uma luta judicial e de vários pedidos negados, fizemos a novena e a transferência foi concedida. Assim seja. Obrigada</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Juliana Morais Moreira</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h4><b>A paz e a harmonia voltaram ao meu lar</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Encontrei um santinho com a novena, atrás de um móvel antigo, na minha casa na praia. Não sei como ele foi aparecer por lá. Mas, tenho como a coisa mais perfeita, no momento em que mais precisei.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha família se encontrava numa grande discórdia. Fiz a novena e, em menos de um mês, tudo começou a se clarear. Começamos a nos unir novamente e a paz e a harmonia voltaram ao nosso lar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde então, sempre que me encontro angustiada, rezo a novena e a oração da confiança do Pe. José Kentenich.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alexandra Basso</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h4><b>Graça alcançada por intercessão do Pe. Kentenich</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha prima Nereide Rosin foi diagnosticada com câncer de abdômen. Durante todo o ano de 2024 rezei pedindo a intercessão do Pe. Kentenich pela cura de minha prima. Segundo os médicos, nem será necessário terminar as sessões de quimioterapia, pois ela está curada.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Agradeço esta graça tão importante para nossa família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Luciene Maria Rozin Cremasco Marques de Lima</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h4><b>O Milagre alcançado</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Minha sogra, avó de meu namorado, foi atropelada por uma moto. Foi um acidente grave. Mas, ela sobreviveu e está se recuperando muito bem. Foi um milagre! Não tem explicação. Rezei a novena e só tenho a agradecer a Mãe e Rainha por essa graça alcançada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amanda Miranda Garcia</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Que esses testemunhos de esperança renovem e fortaleçam nossa fé! Neste tempo de peregrinação e de graças jubilares, somos novamente chamados a ser sinais de esperança em nosso dia a dia. Como frutos da fidelidade do Fundador, somos convidados a viver profundamente a “troca de corações” com Maria. Que o Jubileu da Esperança nos inspire a seguir os passos de nosso Pai e Fundador e do Venerável Pozzobon, para que, como continuadores de sua missão, colaboremos com a Igreja na construção de uma sociedade que deixe transparecer o espírito de Maria.</span></p>
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		<title>Pe. Kentenich nos fala sobre a oração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 03:00:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Oração]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Como Jesus rezava? Como nós devemos rezar? São essas perguntas que o Pe. José Kentenich deseja responder na seguinte reflexão: E se agora perguntarmos: “Como era a oração de Jesus?” Qual é a resposta? Oh, foi algo admiravelmente belo o modo como Jesus rezava. Bem, agora deveríamos estudar este modelo de oração que é&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="32716" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2018/09/13/um-telegrama-misterioso-um-chamado-do-pai/pai-jk-kentenich-6/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-1.jpg" data-orig-size="698,479" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai jk kentenich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-1-300x206.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-1.jpg" class="aligncenter wp-image-32716 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-1.jpg?resize=698%2C479" alt="" width="698" height="479" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-1.jpg?w=698&amp;ssl=1 698w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/09/pai-jk-kentenich-1.jpg?resize=300%2C206&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 698px) 100vw, 698px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como Jesus rezava? Como nós devemos rezar? São essas perguntas que o Pe. José Kentenich deseja responder na seguinte reflexão:</p>
<blockquote><p>E se agora perguntarmos: “Como era a oração de Jesus?” Qual é a resposta?</p>
<p>Oh, foi algo admiravelmente belo o modo como Jesus rezava. Bem, agora deveríamos estudar este modelo de oração que é Jesus.</p>
<p>Certa vez alguém se admirou como o povo simples entendia o que Jesus ensinava. Então Jesus disse: “De quem eles aprenderam tudo isso?” E a resposta: do Pai. Por fim Jesus rezou: “Pai, eu te agradeço porque revelaste estas coisas aos pequeninos”, mas para os entendidos, para os saciados, fechaste a porta e por isso não captam nada disso (cf. Mt 11, 25).<br />
Portanto, a quem Ele se dirigia na oração? SEMPRE AO PAI!</p>
<p>Sim, mas se agora quiserem olhar, mais uma vez, com profundidade para a vida de Jesus, devem examinar com atenção a oração sacerdotal que ele rezou (Jo 17). [&#8230;] Vamos agora repetir essa oração. É maravilhosa. Ele sempre se volta para o Pai: Pai justo! Pai bondoso!&#8230; E então presta contas de si mesmo. “Pai – diz Ele – todos os que me deste eu os guardei. E eu te devolvo todos, exceto um, o filho da perdição” (cf. Jo 17,12).</p>
<p>Vejam, e de outro lado, novamente a prestação de contas: sim, o que fiz? Pai, dei a conhecer o teu nome de Pai, para isso vim ao mundo, para proclamar o teu nome aos homens (cf. Jo 17,26). Ele sempre se voltou para o Pai, em tudo, tudo, voltou-se para o Pai. No trabalho girou em torno do Pai, na oração girou tem torno do Pai.</p>
<p>[&#8230;] Quando voltarem para casa, ou quando tiverem oportunidade, por favor, rezem a oração sacerdotal de Jesus, o discurso de despedida de Jesus, que se encontra em São João (Cap. 17), e examinem quantas vezes Jesus diz: “Pai”, “Pai”. É como se Ele não soubesse pronunciar outra palavra a não ser sempre: Pai, Pai, Pai. (&#8230;)</p>
<p>E no último suspiro, a última oração de sua vida foi: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23,46). Portanto, sempre: Pai, Pai, Pai.</p>
<p><strong>E agora devem refletir:</strong> A quem se dirige a minha oração?</p>
<p>Em todo o caso, agora entendemos bem melhor [&#8230;] porque também a oração que Ele nos recomendou também se dirige ao Pai.</p>
<p>É singular. Os apóstolos eram judeus e por isso, como judeus, tinham aprendido a rezar. Observavam muitas vezes Jesus que se retirava em oração, para rezar. Por isso, certa vez fizeram a pergunta: Senhor, Mestre, ensina-nos a rezar como o fazes (cf. Lc 11, 1). E o que diz Jesus? “Quando orardes, dizei: Pai nosso” (Lc 11,2). Tudo se dirige ao Pai. E a vontade de quem deve ser feita? O Reino de quem deve se estender aqui na terra? “Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome” (Mt 6,9), o nome do Pai. O vosso Reino deve acontecer, o Reino do Pai. Vossa vontade deve ser feita como no céu, assim também na terra (cf. Mt 6,10). Os senhores compreendem, tudo gira continuamente em torno de Deus Pai. É quase como se Jesus quisesse dizer:<strong> fora com o eu, tudo para o Pai!</strong></p>
<p><strong>Por isso, novamente a pergunta:</strong> E comigo, como se dá? Não me preocupo demasiado com meu pequeno eu? Não estou sempre no centro? E quem deveria estar no centro? O Pai do céu!</p>
<p><em>“Sede perfeitos como é perfeito vosso Pai celeste”</em> (Mt 5,48).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Clique e leia a Oração Sacerdotal de Jesus</strong></p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Oração&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<p>Pai, é chegada a hora. Glorifica teu Filho, para que teu Filho glorifique a ti e para que, pelo poder que lhe conferiste sobre toda criatura, ele dê a vida eterna a todos aqueles que lhe entregaste. Ora, a vida eterna consiste em que conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste. Eu te glorifiquei na terra. Terminei a obra que me deste para fazer. Agora, pois, Pai, glorifica-me junto de ti, concedendo-me a glória que tive junto de ti, antes que o mundo fosse criado.</p>
<p>Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste. Eram teus e os deste a mim e guardaram a tua palavra. Agora eles reconheceram que todas as coisas que me deste procedem de ti. Porque eu lhes transmiti as palavras que tu me confiaste e eles as receberam e reconheceram verdadeiramente que saí de ti, e creram que tu me enviaste.</p>
<p>Por eles é que eu rogo. Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. Tudo o que é meu é teu, e tudo o que é teu é meu. Neles sou glorificado. Já não estou no mundo, mas eles estão ainda no mundo; eu, porém, vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me encarregaste de fazer conhecer, a fim de que sejam um como nós. Enquanto eu estava com eles, eu os guardava em teu nome, que me incumbiste de fazer conhecido. Conservei os que me deste, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura.</p>
<p>Mas, agora, vou para junto de ti. Dirijo-te esta oração enquanto estou no mundo para que eles tenham a plenitude da minha alegria. Dei-lhes a tua palavra, mas o mundo os odeia, porque eles não são do mundo, como também eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas sim que os preserves do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou do mundo. Santifica-os pela verdade. A tua palavra é a verdade. Como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.</p>
<p>Santifico-me por eles, para que também eles sejam santificados pela verdade. Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste. Dei-lhes a glória que me deste, para que sejam um, como nós somos um: eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e o mundo reconheça que me enviaste e os amaste, como amaste a mim.</p>
<p>Pai, quero que, onde eu estou, estejam comigo aqueles que me deste, para que vejam a minha glória que me concedeste, porque me amaste antes da criação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes sabem que tu me enviaste. Manifestei-lhes o teu nome, e ainda hei de lhes manifestar, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles.</p>
<p>São João, Capítulo 17, Bíblia Ave Maria</p>
<p>[/read_more]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="26433" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2017/04/06/e-se-fosse-diferente/pai-jk-kentenich/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/04/pai-jk-kentenich.jpg" data-orig-size="600,367" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="pai jk kentenich" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/04/pai-jk-kentenich-300x184.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/04/pai-jk-kentenich.jpg" class="aligncenter wp-image-26433 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/04/pai-jk-kentenich.jpg?resize=600%2C367" alt="" width="600" height="367" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/04/pai-jk-kentenich.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/04/pai-jk-kentenich.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conferências para Casais em Milwaukee/EUA, 9 e 23 de julho de 1956<br />
KENTENICH, Pe. José. Cristo Minha Vida, Textos escolhidos sobre Cristo. Instituto Secular Padres de Schoenstatt, 1997, 1ª edição.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vídeo: últimos momentos do Pe. Kentenich</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Sep 2025 05:24:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[15 de setembro]]></category>
		<category><![CDATA[20 de setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; De 15 a 20 de setembro a Família Internacional de Schoenstatt se despede de seu Fundador, o Pe. José Kentenich. Ele completa sua tarefa na terra e continua sua missão no céu. Veja algumas imagens de 1968, de seu velório e sepultamento, são as últimas imagens de seu corpo, antes de ser sepultado&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/6WXEkMiL6i0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De 15 a 20 de setembro a Família Internacional de Schoenstatt se despede de seu Fundador, o Pe. José Kentenich. Ele completa sua tarefa na terra e continua sua missão no céu. Veja algumas imagens de 1968, de seu velório e sepultamento, são as últimas imagens de seu corpo, antes de ser sepultado na antiga sacristia na Igreja da Adoração.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Faça-se luz! Faça-se Maria!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2025 06:45:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Natividade de Maria]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Festa da Natividade da Mãe de Deus. Na manhã da criação, em sua onipotência, sabedoria e bondade, Deus bradou com serena majestade sobre o caos do mundo: Faça-se luz! Na Sagrada Escritura lemos: “No princípio Deus criou os céus e a terra. A terra estava informe e vazia; as trevas cobriam o abismo e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="28257" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/09/07/faca-se-luz-faca-se-maria/luz-mae/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/luz-mae.jpg" data-orig-size="600,360" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="luz mae" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/luz-mae-300x180.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/luz-mae.jpg" class="aligncenter wp-image-28257 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/luz-mae.jpg?resize=600%2C360" alt="" width="600" height="360" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/luz-mae.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2017/09/luz-mae.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Festa da Natividade da Mãe de Deus.</p>
<p>Na manhã da criação, em sua onipotência, sabedoria e bondade, Deus bradou com serena majestade sobre o caos do mundo: Faça-se luz!</p>
<p>Na Sagrada Escritura lemos: “No princípio Deus criou os céus e a terra. A terra estava informe e vazia; as trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. Deus disse: “Faça-se luz! E a luz se fez” (Gn 1, 1). A luz resplandeceu, iluminando e aquecendo o universo inteiro. A luz ilumina os céus e a terra em milhares de sois e de luas e milhões e milhões de estrelas, tal foi a força criadora de Deus.</p>
<p>Uma vez mais a terra ficou deserta, envolta em trevas e caos. Mas quando, pela queda de Adão, se acumulara uma torrente infinda de sujeira e lodo que impedia de elevar o olhar ao Deus vivo e fizera desmoronar todo mundo sobrenatural, chegou a plenitude do tempo. Pela segunda vez Deus, em sua onipotência, sabedoria e bondade, disse: Faça-se luz! Mais precisamente: Faça-se Maria! E a luz se fez. Fez-se Maria que resplandece como estrela da salvação anunciando a chegada do sol, que é Jesus Cristo. [&#8230;]</p>
<p>Sempre que novas nuvens escuras se acumulam no horizonte, sempre que a terra ameaça ficar novamente deserta e vazia, Deus, em sua onipotência, sabedoria e amor misericordioso, brada sobre o abismo: “Faça-se luz! Faça-se Maria! Eis aqui tua Mãe!”</p>
<p>Também hoje, enquanto a mais densa escuridão envolve a terra, o mundo se precipita no abismo e parece não haver caminho de salvação, a divina palavra de onipotência, sabedoria e amor ressoa mais poderosamente que nunca neste vale de lágrimas: “Faça-se luz! Faça-se Maria! Eis aqui tua Mãe!”. É este o sentido, é esta a meta do Ano Mariano Jubilar. A resposta também deve elevar-se como nunca antes ao céu: Maria, tu nossa Mãe! Assim é vontade de Deus. Assim ele nos fala por meio dos decretos dos Papas do século passado, assim nos fala por meio das aparições reconhecidas dos últimos tempos, assim por meio do desmoronamento e ineficácia dos meios puramente humanos até agora empregados.</p>
<p>Não devemos, então, dirigir continuamente nosso olhar e nosso coração ao alto para contemplar a figura luminosa de Maria, até cairmos de joelhos para rezar com grande devoção e nossa vida de cada dia repetir com ousadia e coragem: “Maria, tu nossa Mãe”?</p>
<p>Reflexão do Pe. José Kentenich</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Maria Mãe e Educadora – Uma Mariologia aplicada. Sociedade Mãe e Rainha, 2ª edição brasileira, 2017, pág 82.</em></p>
<p><em>Foto: Congresso Ibero-americano da Obra das Famílias de Schoenstatt, disponível em: <a href="https://www.ciofschoenstatt.com/quienes-somos" target="_blank" rel="noopener">ciofschoenstatt.com</a></em></p>
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		<title>Padre Kentenich, um sacerdote de Missa Vivida</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2025/08/09/sua-missa-vivida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 08:59:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Liturgia]]></category>
		<category><![CDATA[Pe. Kentenich]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Missa]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; “Do altar à arena”, falava-se no cristianismo primitivo. A nossa arena – assim nos ensinou o Pe. Kentenich – é o dia útil. Gostava de falar muitas vezes na “Missa da vida” que, por assim dizer, é a continuação da Missa do dia. Ela inicia com o “Vamos em paz…” do sacerdote, no final&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="22719" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/02/02/vamos-a-apresentacao-do-senhor/capa21/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/capa21.jpg" data-orig-size="600,306" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="capa21" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/capa21-300x153.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/capa21.jpg" class="aligncenter wp-image-22719 size-full" title="Foto: Arquivo Histórico" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/capa21.jpg?resize=600%2C306" alt="capa21" width="600" height="306" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/capa21.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/08/capa21.jpg?resize=300%2C153&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Do altar à arena”, falava-se no cristianismo primitivo. A nossa arena – assim nos ensinou o Pe. Kentenich – é o dia útil. Gostava de falar muitas vezes na “Missa da vida” que, por assim dizer, é a continuação da Missa do dia. Ela inicia com o “Vamos em paz…” do sacerdote, no final da Celebração Eucarística.</p>
<h3>A Missa da vida</h3>
<p>segundo o Pe. Kentenich – também tem três partes principais: Ofertório, consagração e comunhão.</p>
<p>Em suas instruções sobre a liturgia, muitas vezes dava indicações práticas quanto à “celebração” da missa da vida. Assim como na santa Missa, o Ofertório precede à consagração, tal também sucede na Missa da vida. Da teoria, Pe. Kentenich partia para a prática: <strong>quando Deus exige de nós algo difícil, quando exige algum sacrifício, é a hora que em nossa Missa da vida, por assim dizer, toca o sino do Ofertório</strong> (outrora, ao Ofertório, na missa, tocava-se a sineta). Depende de nós darmos atenção a este silencioso toque do sino e fazer nossa oferenda. E isto acontece-nos freqüentes vezes no dia.</p>
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<p><strong>A Consagração, isto é, a transformação, Deus mesmo se encarrega de realizá-la em nós.</strong> E a profunda união com o grande Deus – a Comunhão – nos é concedida como fruto da graça.</p>
<h3>Ofertório vivido pelo Padre Kentenich</h3>
<p>Consideremos, agora, o Ofertório da Missa da vida do Pe. Kentenich. Incondicionalmente e sem hesitar, ao sinal do “sino” do Ofertório, ele pronunciou sempre o seu “Sim, Pai!” Em sua “arena”, não o aguardavam feras; porém, muitas estações duma dolorosa via-sacra.</p>
<p>Ele estava consciente de que o cume do amor para ele, como pai sacerdotal, consistia em seguir Àquele que, por nós, carregou a pesada cruz e, por nós, morreu na cruz. Mas sabia também que o caminho de cruz é um caminho de bênçãos. Ele o trilhou sempre que Deus lhe manifestou o seu desejo.</p>
<h3>E quando este se lhe tornou difícil? Pe. Kentenich permaneceu firme!</h3>
<p>Não agiu como aqueles que sabem dizer coisas muito lindas sobre a cruz e o amor à cruz, mas quando eles mesmos são chamados a trilhar o caminho da cruz, “vão buscar todos os cavalos do mundo”, para que puxem o carro de sua vida novamente para um caminho mais fácil! Esta imagem o próprio Pe. Kentenich a usou numa de suas cartas da prisão.</p>
<p>Quando obteve clareza sobre algum desejo de Deus, não hesitou em aceitá-lo nem mesmo à custa do sacrifício da própria vida, ou de sua honra, ou de seu “filho”, isto é, de suas fundações. Por suas orações – como lemos no “Rumo ao Céu” (livro de orações compostas em Dachau): “Senhor, se queres tira-me este filho…” e: “Eu peço, então, realiza os teus planos…” – “Qual Moisés, no Monte ficarei…” – ele nos permite lançar um olhar profundo à sua alma sacerdotal, disposta ao sacrifício.</p>
<p>Igualmente no-lo revela a oração do “Adsum”, aqui citada, no capítulo II. Com a palavra “Adsum”(“eis-me aqui”), ele colocou sobre o altar do Sacrifico tudo aquilo diante do qual sua natureza quisera recuar.</p>
<h3>Na escuridão da fé, como a Mãe de Deus</h3>
<p>Como a Mãe de Deus e as grandes personalidades na história da Igreja foram conduzidas por caminhos marcados pela escuridão da fé e por sacrifícios do coração, semelhante aconteceu com o Pe. Kentenich. Ele os trilhou desde cedo e com toda a prontidão. Uma tal “dedicação aos homens e à Obra, que consome espírito e cérebro”, fez com que sacrificasse todos os desejos pessoais até o ultimo momento de sua vida – tal atitude é, para nós , incompreensível. Podemos somente admirá-la.</p>
<p>Quando uma vida existente se entrega para que surja vida nova, deve sempre contar com muitos sacrifícios e, por vezes, os maiores sacrifícios. Em sua incumbência a atividade como Fundador, Pe. Kentenich entendeu-o muito bem e contou com esta realidade.</p>
<p>Iniciou para ele um caminho especialmente difícil, quando foi chamado pela policia secreta do “Terceiro Reich” a responder um interrogatório, em Coblença. Antes de encaminhar-se para lá, disse ao Pe. Kolb, seu colaborador: <strong>“Alegro-me que agora posso também sofre pela Obra para a qual tanto trabalhei”.</strong></p>
<p>Algumas informações obtidas do Pe. Kentenich, após o seu retorno de Dachau nos dão idéia desta sua etapa de vida. Nelas, vemos descrita a primeira estação de sua longa via-sacra, que perdurou de 1941 a 1945. Poderíamos intitulá-la: Quatro semanas na masmorra do edifício da Gestapo. Ouçamos:</p>
<h3>Eu rezei incontáveis rosários!</h3>
<p>“O porão no qual Pe. Kentenich viveu de 20 de setembro até o sábado, 18 de outubro, em ‘prisão preventiva’, era tão pequeno que o catre, quando aberto, quase o preenchia. O atual edifício da Gestapo, era antigamente um Banco; e as celas no porão, repartições que serviam de cofre-forte para o dinheiro ou documentos de importância. Portanto, não eram próprias para acolher pessoas humanas. Eram muito pequenas! Tinham paredes de metal e assoalho de cimento armado. Não havia nenhuma janela. De cima, por uma área interna, apenas penetrava um pouco de luz e ar na cela.</p>
<p>Durante o dia, o catre (cama que consistia só de algumas tábuas) tinha que ser tirado do chão. Não havia cobertor nem colchão de palha nem travesseiro. O prisioneiro devia deitar-se como que sobre o chão nu. Em 20 de setembro, quando o Pe. Kentenich foi conduzido para lá, pediu um cobertor ao guarda e o recebeu. Na cela não havia cadeira nem banquinho. Quando o prisioneiro estava cansado, devia sentar-se no chão. Na parte superior da porta havia uma grade, pela qual a sentinela que andava de cá para lá, no corredor, podia olhar dentro da cela a qualquer momento; e por onde o prisioneiro podia ouvir os ruídos das celas vizinhas…”</p>
<p>Perguntei, certa vez, ao Pe. Kentenich, como passara essas quatro semanas na prisão. Ele respondeu: Oh! Eu rezei incontáveis rosários!”</p>
<p>Pe. Kentenich aproveitara a ausência da sentinela para rezar, em voz alta, alguma dezena do terço ou cantar algum cântico mariano. Pela participação dos prisioneiros das celas vizinhas, ele podia constatar o quanto isto lhes agradava e proporcionava consolo.</p>
<h3>Queria partilhar da sorte dos demais prisioneiros</h3>
<p>Em 18 de outubro de 1941, Pe. Kentenich foi tirado do porão do edifício da Gestapo e mandado para o prédio de Coblença. E continuou também ali como prisioneiro preventivo. Como tal, tinha o direito de receber o almoço por outras vias. No tempo da guerra, a alimentação era muito deficiente, tanto em qualidade como em quantidade. As Irmãs de Maria do Hospital São José, de Coblença, prontificaram-se a prestar-lhe este serviço de amor e enviaram-lhe diariamente o almoço. Mas o Pe. Kentenich se recusou a aceitá-lo, pois queria partilhar da sorte dos demais prisioneiros. Esta sua decisão causou sofrimento aos que queriam proporcionar-lhe alívio, mas ao mesmo tempo, tal atitude foi foi-lhes motivo de admiração e orgulho.</p>
<p>Pe. Kentenich considerou as troca de prisão como “subida ao céu”. E a este “céu”, após alguns meses seguiu o “inferno de Dachau”, que o prendeu por mais três anos. Ser prisioneiro no campo de concentração significa, para milhares de pessoas, enfrentar terrível morte. A primeira carta que o Pe. Kentenich escreveu de Dachau revela claramente sua atitude sacerdotal de prontidão ao sacrifício: “A semente deve, primeiro, ser lançada na terra e morrer; só então produzirá muito fruto.”</p>
<p>Não raro pertence aos maiores sacrifícios inerentes à incumbência de vida dos fundadores a aceitação da cruz imposta pela própria Igreja. O Pe. Kentenich também foi onerado com ela e carregou-a numa atitude exemplar, durante quatorze longos e difíceis anos.</p>
<p>Nós, seus seguidores, somos testemunhas do “toque do sino” em sua Missa da vida, indicando a hora do ofertório. O que o Pe. Kentenich falou no final dum sermão de primícias, de um neo-sacerdote, em fevereiro de 1965, em forma de pedido a Deus, brotou do fundo de sua alma sacerdotal. Iniciou uma oração, recordando que o primiciante era tão introduzido na vida sofredora do Salvador moribundo e vitima de expiação. E rezou: “Eterno Deus Pai, cuida que ele seja capaz e esteja pronto, como o Filho Unigênito de Deus, a oferecer diariamente toda a sua vida, em sacrifícios, por amor aos seus seguidores”.</p>
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<p>Texto do livro: Pe. José Kentenich como nós o conhecemos</p>
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