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	<title>Vínculos &#8211; Schoenstatt</title>
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		<title>Vinculação ao próximo: oportunidade de encontro</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 07:18:34 +0000</pubDate>
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“Temos que capacitar novamente o homem para suas múltiplas vinculações”</em></p>
<p>Viviane Maria Menezes Guariente – A sociedade atual vive em um ritmo intenso de transformações, em que tudo precisa ser rápido, aqui e agora, o que gera o individualismo e incertezas. Como schoenstattianos, nos ancoramos na pedagogia das vinculações como resposta ao contexto social moderno. Pe. José Kentenich ensina que a vinculação deve ser livre e autêntica. Devemos trabalhar as vinculações, de forma orgânica e sadia, para sair da superficialidade e mergulhar no nosso mundo interior.</p>
<blockquote><p>“Temos que capacitar novamente o homem para suas múltiplas vinculações, torná-lo capaz e disposto para uma profunda vinculação interior a lugares, coisas e ideias. Sobretudo temos que torná-lo capaz de desenvolver os vínculos com a comunidade”.<br />
(Kentenich, José, Vinculaciones personales, op. cit., p. 19ss.).</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Vinculação ao próximo</strong></h3>
<p>Nesse contexto, Pe. Kentenich enfatiza a importância da vinculação ao próximo. Certamente, vincular-se a pessoas na mesma fase de vida, que compartilham os mesmos ideais, é muito mais fácil e prazeroso do que vincular-se a alguém que convivemos diariamente, mas que não compartilha dos mesmos interesses.</p>
<p>Muitas vezes, é mais “difícil” dar atenção a um parente do que a uma série na Netflix ou uma publicação no facebook/Instagran, sendo ainda, mais empolgante conversar com um irmão de grupo sobre o próximo encontro, do que ouvir uma história de nossos pais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Cultura do encontro</strong></h3>
<p>O Papa Francisco, em seus discursos, usava a expressão “cultura do encontro”. Nesta proposta, coloca em discussão justamente a superficialidade das relações (vínculos) e busca mostrar os efeitos de um verdadeiro e profundo encontro com o outro. Em uma meditação proferida, ele  diz como trabalhar a cultura do encontro de modo simples: “não só vendo, mas olhando, não só cruzando-se com pessoas, mas detendo-se com elas, não só dizendo: que pena, pobrezinho, mas deixando-se arrebatar pela compaixão; e depois aproximar-se, tocar e dizer: ‘não chores’ e dar pelo menos uma gota de vida”. Outro passo importante, conforme diz o Santo Padre, é ser paciente e entender quem é diferente de nós.</p>
<p>O horário espiritual é uma grande ferramenta, que o Pai e Fundador criou para trabalhar e refletir os vínculos. Como se veicular nos momentos de dificuldade? A resposta é através da “cultura do encontro”, as oportunidades de se encontrar, que surgem nas pequenas ações do nosso dia a dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Pequenos gestos</strong></h3>
<p>Uma simples conversa, de como foi o dia com o seu irmão, um conselho ou ajuda para um colega de trabalho ou de classe, uma visita aos avós durante a semana, um bom dia com um sorriso no rosto, ao funcionário que trabalha em casa ou ao colega de trabalho, pequenos gestos que para nós, podem até não fazer tanta diferença, mas que causam alegria e promovem acolhimento terno às pessoas com quem mais convivemos.</p>
<p>São estes atos cotidianos, talvez despercebidos, que fortalecem nossos vínculos às pessoas e assim, aos poucos, nos aprofundamos, de forma orgânica, na relação ao próximo. Cultivar vínculos depende do esforço de cada um!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Angélica María</em></p>
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		<title>Precisamos de amizades reais</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 08:09:08 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59682" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-59682" data-attachment-id="59682" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/07/21/precisamos-de-amizades-reais/amigos-2/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2025/07/amigos.jpg" data-orig-size="1064,478" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="amigos" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2025/07/amigos-300x135.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2025/07/amigos-1024x460.jpg" class="wp-image-59682 size-large" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2025/07/amigos.jpg?resize=1024%2C460&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="460" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2025/07/amigos.jpg?resize=1024%2C460&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2025/07/amigos.jpg?resize=300%2C135&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2025/07/amigos.jpg?resize=768%2C345&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2025/07/amigos.jpg?w=1064&amp;ssl=1 1064w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-59682" class="wp-caption-text">Foto: Melissa Askew em unsplash</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Miriam Maria Bueno* &#8211; Um sacerdote, certa vez, perguntou ao Pe. José Kentenich: “Padre, se o senhor pudesse resumir o que é Schoenstatt em poucas palavras, o que escreveria?” Ele respondeu: “Se eu pudesse escrever numa unha, escreveria isso: organismo de vinculações.”<br />
Essas palavras ecoam com ainda mais força no mundo de hoje, onde muitos vínculos têm sido substituídos por conexões superficiais, digitais e, muitas vezes, solitárias.</p>
<p>Em nossa família, temos buscado transformar aniversários e momentos de confraternização em oportunidades de cultivo de vínculos reais. Temos reunido os amigos para tardes de culinária, oficinas de artesanato, jogos de tabuleiro, esportes ou caminhadas. São encontros simples, mas, de muita alegria. Entre risos e conversas, algo muito mais valioso se forma: a experiência da amizade autêntica. Cultivar amizades reais é um esforço, uma escolha. Exige sair do conforto das notificações e da distração contínua. Requer tempo, escuta, preparação e, principalmente, presença.</p>
<p>Nosso Pai e Fundador nos ensinou que somos chamados a formar um organismo de vinculações, especialmente com os amigos. Isso não é automático, muito menos garantido pela tecnologia, e precisa ser vivido, ser cultivado.</p>
<p>Se queremos um mundo com pessoas capazes de amar, precisamos lutar por vínculos reais. Não basta sabermos do excesso do uso das telas: é preciso criar alternativas concretas. Promover encontros, abrir nossa casa, conviver com pessoas diferentes, valorizar a presença, o olhar, a conversa.</p>
<p>O mundo que queremos precisa ser construído agora com amigos de verdade, com vínculos reais!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Miriam Maria, com seu esposo Daniel, e as filhas Elisa, Lorena e Alice pertencem ao Instituto de Famílias e à Juventude Feminina de Schoenstatt</p>
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		<title>Amigo: O coração de um é a morada do outro</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Jul 2025 04:32:02 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50848" style="width: 1030px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-50848" data-attachment-id="50848" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/07/20/amigo-o-coracao-de-um-e-a-morada-do-outro/amigos/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/07/amigos.jpg" data-orig-size="1020,564" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="amigos" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/07/amigos-300x166.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/07/amigos.jpg" class="wp-image-50848 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/07/amigos.jpg?resize=1020%2C564&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="564" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/07/amigos.jpg?w=1020&amp;ssl=1 1020w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/07/amigos.jpg?resize=300%2C166&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2022/07/amigos.jpg?resize=768%2C425&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><p id="caption-attachment-50848" class="wp-caption-text">Photo by <a href="https://unsplash.com/@thisismatthew?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText">Matthew Gerrard</a> on <a href="https://unsplash.com/?utm_source=unsplash&amp;utm_medium=referral&amp;utm_content=creditCopyText">Unsplash</a></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ir. M. Nilza P. da Silva – Nesse dia do amigo, podemos refletir sobre a importância do vínculo pessoal em nossa vida e na vida de todas as pessoas. A <a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/">Aliança de Amor,</a> em sua dimensão horizontal, mostra-nos que o amor a Deus é autêntico quando se estende para os lados e abraça na amizade aqueles que estão junto de nós. A profundeza e a intimidade dessa amizade depende de vários fatores, mas, ser e ter amigos é essencial para a vida de todos nós.</p>
<h3><strong>Um amigo paternal</strong></h3>
<p>Nosso Fundador, <a href="https://schoenstatt.org.br/home/fundador/biografia/">Pe. José Kentenich</a>, tinha um coração repleto de amor fraterno e cultivou amigos desde a infância. Ao ser nomeado professor dos seminaristas, em 1912, escreve em seu programa de vida: “Como professor sê para teus alunos um amigo paternal.” Sabemos como ele cumpriu esse objetivo. É grande a lista se formos citar os nomes dos que se santificaram pela amizade com ele.</p>
<p>Ele tinha também amigos pessoais e era fiel a eles, como exemplo, Pe. Luís Kaas, da Dioc. de Treves. Eles se conheceram durante o curto período em que Pe. Kentenich serviu na Enfermaria de Treves, no período nazista. “Uma amizade de vários decênios, que se conservou até a morte de seu amigo, em 1952,” narra sua biografia.<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></p>
<p>Outra amizade que transbordou em bênçãos é com Dom Francisco Hennemann, que teve muita influência para que, em 1919, os seus superiores o liberassem de sua tarefa de diretor espiritual, para poder estar inteiramente disponível para a Família de Schoenstatt, que crescia com a fundação da União Apostólica. É por meio desse amigo que, em 1922, o Papa Pio XI recebeu informações sobre o Movimento de Schoenstatt e enviou sua bênção pontifícia.</p>
<p>“Em 1926 seu grande amigo, o Bispo Hennemann, da África do Sul, se fez ouvir,” narra o Pe. Monnejahn. Seu pedido ao amigo Pe. Kentenich foi atendido e “as primeiras sete Irmãs de Maria partiram para a África do Sul em dezembro de 1933.”<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a></p>
<p>“O grande amigo do Pe. Kentenich, em 1937 o recém-eleito Superior Geral dos Palotinos, Pe. Carlos Hoffmann, fez chegar às mãos de Pio XI esta obra (o livro Santidade de todos os dias). O Papa respondeu pelo seu Secretário de Estado, Cardeal Eugênio Pacelli: ‘Sua Santidade agradece cordialmente pelo mui valioso presente e felicita o Autor, pois o mesmo consegue orientar eficazmente aos fiéis através de explicações sólidas e atraentes no cuidado pela salvação própria e do próximo, ensinando ao mesmo tempo a santificar a vida diária por meio de propósitos santos, pensamentos piedosos e boas obras.’”<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a></p>
<p>Após sua morte, um amigo do Campo de Concentração escreve: “Era um sacerdote exemplar, amigo dos sacerdotes, modesto, simples e piedoso. Tinha um grande espírito apostólico.”<a href="#_ftn4" name="_ftnref4">[4]</a></p>
<h3><strong>Um amigo que é tudo para todos</strong></h3>
<p>José Engling é outro exemplo de Aliança de Amor praticada no amor aos amigos. Seguiu o exemplo de seu amigo Jesus: “Desde o dia da primeira comunhão, Jesus e eu nos tornamos amigos inseparáveis.”<a href="#_ftn5" name="_ftnref5">[5]</a></p>
<p>Um congregado conta que, ao chegar no seminário, ainda adolescente, lhe foi apresentado<a href="https://schoenstatt.org.br/home/espiritualidade/jose-engling/"> José Engling</a>: “Sua cordialidade fez com que eu logo me sentisse à vontade e ele respondesse às minhas perguntas, como um velho amigo. Quando se foi, pensei: Que irmão leigo mais formidável! A bondade brilha em seus olhos!”<a href="#_ftn6" name="_ftnref6">[6]</a></p>
<p>A amizade com Carlos Burg, selada no seminário, foi mantida com fidelidade até sua morte. Pelas cartas trocadas entre esses amigos, podemos conhecer muito da alma e do coração de José Englig, que lhe escrevia com toda confiança.</p>
<p>Assim selaram a amizade: José Engling percebeu a bondade e a boa intenção do coração de Carlos quando ele ainda era muito arrogante e, por isso, cultivava inimizades entre os seminaristas. Engling se interessa pela pessoa real de Carlos e o conquista pela sua humildade em aproximar-se dele e manter conversas elevadas. “Não precisaram de mais palavras para se entenderem,” escreve Olivo Cesca, na biografia de Engling.<a href="#_ftn7" name="_ftnref7">[7]</a> Num determinado dia, os dois “deram-se as mãos, exclamando: ‘Nós seremos santos modernos’. Estava empenhada a palavra pelo resto da vida.”</p>
<p>O biógrafo de Engling explica que “Engling era amigo de todos. Muitas vezes foi alvo de abusos, mas nunca usou seus punhos de aço, ao contrário, a todos cativou com sua bondade.” Tendo sido chamado para a batalha, sua primeira carta foi para o amigo Carlos: “Aqui sinto falta de uma coisa: Um amigo, com o qual eu pudesse ser uma só coisa, com o qual pudesse compartilhar tudo o que tenho, também as alegrias e tristezas, pelo qual pudesse atravessar o fogo e ele por mim.”</p>
<p>Carlos lhe respondeu e assim iniciou-se uma correspondência muito intensa entre os dois, animando-se mutuamente na perseverança e na aspiração a santidade.</p>
<p>Assim, poderíamos citar tantos outros schoenstattianos que cultivaram amigos e caminharam juntos em Aliança. Por meio de Schoenstatt, muitas <a href="https://schoenstatt.org.br/2021/07/20/quantos-amigos-nao-encontramos-em-schoenstatt/">amizades foram seladas por toda a vida</a>. Você cultiva vínculos com seus amigos?</p>
<h3><strong>Deus é nosso amigo</strong></h3>
<p>“O grande Deus Uno e Trino não pretende abranger tão somente nosso amor filial, mas também quer todas as dimensões de nosso amor, também nosso amor de amizade. Ele vive em nós, como nosso Amigo Divino. ‘Já não vos chamarei servos, porém, amigos’ (Jo 15,15), é uma declaração divina que deve ser tomada literalmente.</p>
<p>O amor de amizade é a culminância de suas relações cordiais e afetuosas com Deus. Amigos vivem um-no-outro. O coração de um é a morada do outro. Para amigos verdadeiros vale o imperativo: ‘Totum pro toto!’ (Tudo por tudo!)</p>
<p>Numa autêntica amizade, Deus partilha seus bens comigo; dá-me seu Filho e seu divino Espírito. Deixa-me participar na missão de seu Filho, o qual, aos pés da cruz me confiou, solenemente, sua própria Mãe. Quem cultiva a amizade com Deus Trino que habita em seu interior, descobrirá muitas correlações e compreenderá verdades que permanecem ocultas para outros. Como fruto desta amizade receberá sempre impulsos novos para uma séria aspiração.”<a href="#_ftn8" name="_ftnref8">[8]</a></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="https://wp.me/p7Oi9t-aZP">Palavras do Pe. Kentenich sobre o amor de amizade</a></p>
<p><a href="https://schoenstatt.org.br/2024/07/20/quantos-amigos-encontramos-em-schoenstatt/">Quantos amigos encontramos em Schoenstatt</a></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Pe. Monnejahn, Uma vida pela Igreja</p>
<p><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Idem</p>
<p><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Ibidem</p>
<p><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> Ibidem</p>
<p><a href="#_ftnref5" name="_ftn5">[5]</a> Olivo Cesca, Heroi de duas espadas.</p>
<p><a href="#_ftnref6" name="_ftn6">[6]</a> Idem</p>
<p><a href="#_ftnref7" name="_ftn7">[7]</a> Ibidem</p>
<p><a href="#_ftnref8" name="_ftn8">[8]</a> Pe. Kentenich e Ir. M. Annette Nailis, Santidade de todos os dias</p>
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		<title>Aproveitar as férias para estreitar vínculos e fortalecer valores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 09:35:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Thainá Belo* &#8211; Os bebês já nascem curiosos e com os olhos abertos. As refeições em família competem com a pressa do trabalho. As agendas das crianças estão quase tão lotadas quanto à de um executivo, e assim&#8230; escorrem entre os dedos o tempo oportuno de &#8220;ser família&#8221;. Tempo para ser família O tempo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="59532" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2025/07/01/aproveitar-as-ferias-para-estreitar-vinculos-e-fortalecer-valores/familia-inverno/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/01/familia-inverno.jpg" data-orig-size="1064,481" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="familia inverno" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/01/familia-inverno-300x136.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/01/familia-inverno-1024x463.jpg" class="aligncenter size-large wp-image-59532" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/01/familia-inverno.jpg?resize=1024%2C463&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="463" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/01/familia-inverno.jpg?resize=1024%2C463&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/01/familia-inverno.jpg?resize=300%2C136&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/01/familia-inverno.jpg?resize=768%2C347&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/01/familia-inverno.jpg?w=1064&amp;ssl=1 1064w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Thainá Belo* &#8211; Os bebês já nascem curiosos e com os olhos abertos. As refeições em família competem com a pressa do trabalho. As agendas das crianças estão quase tão lotadas quanto à de um executivo, e assim&#8230; escorrem entre os dedos o tempo oportuno de &#8220;ser família&#8221;.</p>
<h3><strong>Tempo para ser família</strong></h3>
<p>O tempo oportuno parece uma utopia, privilégio de poucos ou um sacrifício muito duro diante das exigências da vida. No entanto, o tempo oportuno pode ser muito mais simples e acessível do que o mundo moderno nos fez acreditar. Antes das grandes oportunidades de um período de férias, <strong>existe o pequeno instante de cada dia</strong>. Vamos refletir sobre eles a partir de alguns exemplos práticos.</p>
<p>Um cenário comum: saltar da cama, fazer café, vestir o uniforme nos filhos, se apressar para a caminhada ou para o carro, começar o trabalho&#8230; Pode parecer impossível encaixar na rotina um momento oportuno para estreitar os vínculos e fortalecer valores. Porém,  a verdade é que na labuta diária, se nossa meta for procurar oportunidades, talvez só encontremos frustração.</p>
<h3><strong>Como encontrar o momento oportuno</strong></h3>
<p>A solução para encontrar um instante como esse está no espírito com o qual conduzimos as nossas atitudes e afetos, independente do tempo. Esse espírito pode ser traduzido da seguinte forma:</p>
<h3><strong>Dicas para o dia</strong></h3>
<ul>
<li>Ao levantar, ao menos traçar sobre si o sinal da cruz, para lembrar-se que é cristão e unir-se interiormente àquele que te deu mais um dia de vida;</li>
<li>Colocar boa vontade no preparo do café;</li>
<li>Acordar e vestir as crianças sorrindo, para que o mau humor consequente das noites mal dormidas não contamine o ambiente e nem a alegria natural da infância;</li>
<li>Ao caminhar ou dirigir com os filhos, conduzir uma breve oração na ida e relatar sobre o seu próprio dia, convidando-os a partilhar sobre suas pequenas aventuras no caminho de volta.</li>
</ul>
<h3><strong>Dicas para a noite</strong></h3>
<ul>
<li>Que o cansaço e os problemas do dia nunca sejam &#8220;descarregados&#8221; sobre aqueles que te esperam em casa;</li>
<li>Se o jantar for a única refeição em conjunto possível, que seja feita à mesa, sem telas e com muita disposição para ouvir e criar laços de confiança que os tornem bons conselheiros aos olhos dos filhos;</li>
<li>E antes de dormir, que seja criada uma pequena tradição, seja uma oração, leitura, um gesto de carinho ao pôr na cama. Essa repetição aconchegante é capaz de curar as feridas ocorridas durante dia em si e nos filhos, além de criar memórias saudáveis e inesquecíveis.</li>
</ul>
<h3><strong>O valor do descanso</strong></h3>
<p>Quando aprendemos a viver de forma oportuna em meio à correria dos compromissos diários, fica mais fácil compreender que também tem valor de eternidade o descanso. A grande diferença de quem aprendeu a ser feliz nos contratempos é que deixou de viver no automático e deu novo espírito às atitudes diárias.</p>
<p>Na história da criação, até Deus, que é incansável, descansou para nos ensinar que é preciso despertar para a necessidade humana do repouso, contemplação e lazer.</p>
<h3><strong>A pausa externa favorece as conexões internas</strong></h3>
<p>O descanso, portanto, é um direito civil, mas também divino, que oportuniza por excelência,  a reorganização das nossas necessidades físicas e espirituais.  Se bem aproveitado, esse é um dos melhores momentos para voltar-se  para Deus e para a família. Uma vez que, é preciso encher-se Dele para poder Dá-lo ao outro.</p>
<h3><strong>Olhar atento</strong></h3>
<p>A constante presença no lar nos dá a oportunidade de perceber com maior clareza o que está fora do lugar e o que precisa de reparo.  Para isso, é preciso a disposição de observar a nossa volta com atenção, ou seja,  com abertura e propósito de cuidar. Mas a cautela é importante: colocar em prática o olhar atento, não significa uma vistoria fria e recriminadora dos erros e desajustes (pois isso não é ser família, mas um tribunal). Então, a partir da clareza de quem são os nossos e como estão, fica mais fácil ajudá-los a superar as dificuldades e corrigir erros ou aprender virtudes.</p>
<h3><strong>Criar memórias</strong></h3>
<p>As férias também dão oportunidades para criar ritos em família. As tradições de casa são pequenos hábitos ou momentos prazerosos vividos em conjunto.</p>
<p>Comece com uma rotina simples, escolhendo duas ou três ideias: refeições à mesa todos os dias; manhãs livres de pijama; um filme com pipoca toda semana; ir juntos à missa; recitar o terço todas as noites ou ao menos aos sábados; passeios ao ar livre; noites de jogos de adivinhação, mímicas, tabuleiros. É importante colocar uma pequena rotina nas férias para que a dispersão não ocupe todo o espaço disponível e tire a chance de estreitar os laços dentro do lar.</p>
<h3><strong>Plantar sementes de eternidade</strong></h3>
<p>Cultivar a fé também é dever das mães e pais de família, porém, se a formação espiritual e os momentos de oração têm sido raros na vida ordinária, o tempo de descanso é o mais oportuno para buscar a Deus. Sem pieguices ou duros sacrifícios, estar com Deus e plantar as coisas do Alto no coração dos filhos são atitudes que devem estar envoltas de práticas curtas, simples e respeitosas, mas constantes. Como a oração da manhã, da noite e no horário das refeições, além do bom exemplo das virtudes cristãs na vivência diária. Por isso, é tão importante priorizar atividades ou momentos que permitam a convivência e o diálogo nesses tempos livres, pois será através da prática das habilidades de escuta e partilha que serão ensinados, e conduzidos na fé, os filhos.</p>
<p>Por fim, lembre-se que a família também precisa conquistar-se em amor, respeito e confiança. Um lar não se constrói apenas de laços biológicos, mas de comunhão de almas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* Thainá Belo é pedagoga especializada em neuropsicopedagogia.</p>
<p>Site: <a href="https://www.comoensinarmeufilho.com">https://www.comoensinarmeufilho.com<br />
</a>Instagram: @comoensinarmeufilho</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p>
<p>FAUS, Francisco. <strong>A força do exemplo</strong>. 3. ed. Quadrante Editora, 2018, 128 p.</p>
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		<title>Família: Forjadora de Vínculos</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2024/10/29/familia-forjadora-de-vinculos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Suellen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 09:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos - Família]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Padre José Kentenich]]></category>
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					<description><![CDATA[“Um no outro, um com o outro, um para o outro, no coração de Deus”1 Família Pieralisi* &#8211; Nossa “família” tem sua origem, sua fonte, sua raiz, em um Sacramento. No dia que Deus uniu nosso coração ao Seu Coração no Sacramento do Matrimônio, nossa família nasceu e iluminou o mundo como uma pequena chama&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="57577" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/10/29/familia-forjadora-de-vinculos/familia-42/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/10/familia-1.jpg" data-orig-size="1024,728" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="familia" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/10/familia-1-300x213.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/10/familia-1.jpg" class="alignnone wp-image-57577 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/10/familia-1.jpg?resize=1024%2C728&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="728" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/10/familia-1.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/10/familia-1.jpg?resize=300%2C213&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/10/familia-1.jpg?resize=768%2C546&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>“Um no outro, um com o outro, um para o outro, no coração de Deus”<sup>1</sup></p>
<p>Família Pieralisi* &#8211; Nossa “família” tem sua origem, sua fonte, sua raiz, em um <a href="https://schoenstatt.org.br/2024/03/11/os-sacramentos-e-a-alianca/">Sacramento</a>. No dia que Deus uniu nosso coração ao Seu Coração no Sacramento do <a href="https://schoenstatt.org.br/2024/03/23/o-sacramento-do-matrimonio/">Matrimônio</a>, nossa família nasceu e iluminou o mundo como uma pequena chama da Família de Nazaré. Sim, “o amor de Cristo nos uniu” não só como esposos, mas, como família!</p>
<h3><strong>Família: terra fecunda dos vínculos</strong></h3>
<p>A família é a terra fecunda onde os vínculos a Deus, ao próximo, ao mundo do trabalho/estudos, à Natureza e a si mesmo são semeados, cultivados, frutificados e colhidos. Nossa vida tem sentido quando nos sentimos amados e amamos&#8230; e estes laços de amor são forjados pelos vínculos que aprendemos a “criar, conquistar e cuidar” no seio de uma afetuosa e abençoada vida familiar.</p>
<p>“Vamos um com outro. E isto por toda a eternidade&#8230;<br />
Estamos um junto do outro para nos inflamarmos mutuamente”<sup>2</sup></p>
<p>Nosso Pai e Fundador, <a href="https://schoenstatt.org.br/home/fundador/biografia/">Pe. José Kentenich</a>, nos ensina que uma das características de uma pequena Família de Nazaré é que “o filho está no centro”. Em um primeiro momento, pode-se pensar que isso se deve e é até necessário quando o filho é pequeno. Depois, com o crescimento e o desenvolvimento de sua autonomia, os vínculos com o filho ficam em segundo plano.</p>
<h3></h3>
<h3><strong>Os vínculos permanecem sempre</strong></h3>
<p>No entanto, ao descobrir o olhar de Maria e Jesus no caminho ao Calvário e na Cruz da Unidade, navegamos para “águas mais profundas”, e percebemos que o “um no outro, com o outro, para o outro” é também importante quando os filhos crescem. Nossa família não deixa de ser uma linda canção do amor de Deus, quando os filhos são maiores. A presença amorosa dos pais e seus ouvidos compreensivos e acolhedores são sempre bem-vindos. Mesmo quando não puderem mais ajudar fisicamente, cada conta do rosário vai continuar tecendo esta história sagrada.</p>
<p>“Vínculos ao Santuário, a ti e ao fundador (e à nossa família)<br />
são metas a conquistar no dia a dia, na ação, no falar.”<sup>3</sup></p>
<h3><strong>Aprofundar vínculos com criatividade</strong></h3>
<p>Esta relação afetiva e emocional vai se desenvolvendo com criatividade e com os “usos e costumes familiares”. Como nos ensina o filme de São Francisco, é pedra por pedra que vamos construindo o Santuário da nossa Família.</p>
<p>Alguns exemplos: comemorar o dia do nascimento, escrevendo uma pequena cartinha para o aniversariante; celebrar o dia do batismo, dizendo e relembrando para a pessoa seus dons e qualidades (ele/ela vai ouvir de novo que é filho/a muito amado/a de Deus por meio de sua família); descobrir em família o nome que Deus quer dar ao Natal deste ano (Natal da Esperança, Natal da Vitória, Natal da Travessia&#8230;); assistir e partilhar impressões de filmes; dedicar um dia da semana para cada membro da família, em que todos rezam de modo especial por esta pessoa, oferecem uma música a ela e esta pessoa é quem conduz as orações do dia.</p>
<h3><strong>O sonho de um é sonho de todos</strong></h3>
<p>Além disso, “o sonho de um é o sonho de todos”. Buscar a realização do sonho de cada um de nossa família fortalece nossos vínculos, ensina-nos a abrir os horizontes para a originalidade de cada um, para o que é importante para o outro. Neste sentido, partilhar em família o caminho para encontrar o Ideal Pessoal e Familiar, ajuda-nos a ver que juntos e unidos somos mais, que a alegria e felicidade do outro nos faz crescer e nos completa.</p>
<p>Também é importante para nossa vivência de pais: não só investir no aspecto financeiro, mas dedicar o melhor do nosso tempo e energia aos filhos. Corremos o risco de esquecer o mais importante: “o calor que emana de nosso lar”.<sup>4</sup> Acreditar no cônjuge e nos filhos, em seu potencial, é essencial, desde quando são pequenos até quando são maiores e adultos!</p>
<p>“Família é um mistério, é compartir o coração, alimentar um sonho e sorrir em comunhão<br />
olhar-nos bem nos olhos e saber que em cada um está presente o amor, um ideal e uma missão”<sup>5</sup></p>
<p>Nossa família teve a grande alegria de pai e filho fazer a graduação do curso de História juntos, mãe e filha fazer a graduação do curso de Psicologia juntos, mãe e filho fazer uma pós-graduação em Psicologia Positiva juntos, e pai e filhos fazerem um intercâmbio de língua estrangeira, no exterior, juntos. Aprender juntos, um ajudar o outro. Isso não tem preço!</p>
<p>Nos marcos históricos de nossa família, os vínculos estão sempre presentes e são fortalecidos no coração de Deus! Por exemplo, quando os “homens da casa” (pai e filhos homens) selaram uma Aliança de Amor com São José.</p>
<h3><strong>Hoje vivemos uma travessia</strong></h3>
<p>Um dos filhos passou em um concurso público e trabalha em uma cidade diferente da nossa. Toda nossa família está lá, ajudando, apoiando, neste início de um novo tempo. Em nosso Santuário-Lar, a Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt recebeu uma nova coroa, como expressão nossa confiança vitoriosa, que nossa Ela reine, vença e triunfe. Quando ele for designado para outro lugar de missão, novamente vamos coroar: É a Mãe de Deus sempre atando nossos vínculos!</p>
<p>*Edson e Rosângela Pieralisi e seus Filhos Gabriel, Rafael e Beatriz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 e 2 – Pe. José Kentenich em “Homília do 31 de Maio de 1949”</p>
<p>3 – Adaptação da letra da música “Pai Fundador” de Oberlandyr Schrank Araujo (Landy)</p>
<p>4 e 5 – Adaptação da letra da música “Para los próximos cien años” (tradução livre)</p>
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		<title>A enfermidade e sua relação com os vínculos</title>
		<link>https://schoenstatt.org.br/2024/02/11/a-enfermidade-e-os-vinculos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[admin1]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2024 12:47:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; O Papa Francisco pede-nos que cuidemos não somente da saúde física, mas, também dos vínculos, no acompanhamento dos enfermos. Leia aqui a mensagem do Papa Karen Bueno conversa com a Ir. M. Teresa Olivares, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, que é médica especialista em cuidados paliativos e  trabalha em um&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="55563" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/02/11/a-enfermidade-e-os-vinculos/ir-teresa-medica-chile/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-medica-chile.jpg" data-orig-size="1024,576" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Ir.Teresa &amp;#8211; medica &amp;#8211; chile" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-medica-chile-300x169.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-medica-chile.jpg" class="aligncenter size-large wp-image-55563" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-medica-chile.jpg?resize=1024%2C576&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-medica-chile.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-medica-chile.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-medica-chile.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Papa Francisco pede-nos que cuidemos não somente da saúde física, mas, também dos vínculos, no acompanhamento dos enfermos.</p>
<p>Leia aqui <a href="https://www.vatican.va/content/francesco/pt/messages/sick/documents/20240110-giornata-malato.html" target="_blank" rel="noopener">a mensagem do Papa</a></p>
<p>Karen Bueno conversa com a Ir. M. Teresa Olivares, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, que é médica especialista em cuidados paliativos e  trabalha em um hospital público, de Santiago, no Chile.</p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Irmã, o que significa, segundo seu ponto de vista, cuidar dos enfermos a partir da Aliança de Amor? Como o vínculo com a Mãe influencia no cuidado dos pacientes?</strong></span></p>
<p>Eu creio que cuidar das pessoas, a partir da Aliança de Amor, recorre ao termo “cuidar” propriamente. Para mim, trata-se, em primeiro lugar, de poder olhar a pessoa pelos olhos de Maria. Eu me recordo de algo, de quando estava estudando Medicina: evidentemente, todo sofrimento faz com que se questione muitas coisas. Também surge a pergunta: onde está Deus em meio a todo esse sofrimento? E me lembro que, num processo de olhar tudo o que isso significa, me dei conta de que Deus está em cada um de nós. Ele cuida daqueles que sofrem, não somente dos médicos e dos profissionais da saúde, mas de todos aqueles que são testemunhas, por assim dizer, do sofrimento e da dor do outro.</p>
<p>Evidentemente, o cristianismo tem em seu centro o cuidado pelo mais vulnerável e pelo enfermo. Mas, creio que Schoenstatt tem, em seu carisma, ver todo o  sofrimento com os olhos e o coração de Maria. É uma forma diferente de ver, não é melhor nem pior que outras, simplesmente é uma forma diferente de poder olhar. Isso faz uma grande diferença na vida prática.</p>
<p>A partir desse olhar – que vale também para os [profissionais] homens – podemos buscar a delicadeza, a dignidade… Por exemplo, descobrir o paciente, para examiná-lo, só se for necessário, ou, não descobri-lo se não for necessário, na limpeza do ambiente… Claro, tudo isso falando sobre o ambiente mais técnico. Mas, não se trata de dedicar-se apenas às pequenas coisas e esquecer-se do motivo para qual se está ali efetivamente, que é para implementar um tratamento, fazer um diagnóstico. Essas coisas, que parecem detalhes, para alguém que olha com os olhos de Maria, não são insignificantes.</p>
<p>Preocupar-se não só pelo entorno físico, como também pela família, pelos seres queridos, pelos aspectos sociais, psicológicos e espirituais do paciente. Essa é uma forma de olhá-lo e ao seu sofrimento por meio dos olhos de Maria. E, por último, olhar o sofrimento pelos olhos de Maria é também essa forma crente, ao pé da cruz do Senhor, que nunca cai no desespero, no pessimismo absoluto, ou no niilismo mais terrível, porque sempre sabe que o Pai sustenta os braços da cruz de seu Filho.</p>
<p>Em resumo, podemos dizer: é ter a fé de Maria, o coração de Maria, os olhos de Maria, as mãos de Maria… tudo isso somos nós, quando estamos frente ao nosso trabalho.</p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>O que a senhora diria a uma pessoa enferma e às pessoas que a acompanha?</strong></span></p>
<p>Eu lhes diria, em primeiro lugar, que isso não é um castigo e não se trata de buscar algo como: “fiz algum mal em minha vida para estar passando por isso?”. Eu sei que, num primeiro momento, sempre nos perguntamos: por que essa dor e sofrimento para mim? O que eu fiz para merecer isso? Surgem muitas perguntas como: eu me cuidei tanto, então, por que isso aconteceu? Acredito, e também sob o ponto de vista psicológico, que isso ajuda pouco. Isso não nos ajuda a crescer e nem a superar. Creio que são essas duas coisas [que podem ajudar]:</p>
<p>– Primeiro, a fé crente em um Deus que é bom, que não quer meu mal, que não está me castigando, mas que efetivamente está me sustentando. Eu acredito que essa é uma das primeiras coisas.</p>
<p>– Em segundo lugar, captar que uma enfermidade, um sofrimento, sempre implica um processo, um processo que é lento, que não acontece de uma hora para outra, mas, que necessita ir avançando e crescendo nele e ir descobrindo o porquê das coisas.</p>
<p>Eu conversava com uma paciente, que apresenta um quadro muito difícil, pois ela tem uma enfermidade que compromete todo o seu intestino, desde a boca até embaixo, e não poderá voltar a comer nunca mais. Terá que se alimentar sempre por uma sonda direto ao intestino ou por uma veia. Justamente eu tive que fazer todo um processo em relação a isso. Então, começamos: isso é assim, esse é o seu sofrimento. Você não poderá voltar a comer as coisas que gostava e também as que não gostava tanto. Mas, é uma dor, é algo que tem que fazer. Por outro lado, nós conversamos e estamos fazendo muitos esforços para que ela possa se alimentar por outras vias e continuar se nutrindo. Então, a pergunta é: por que vamos fazer isso? Há muito que não se pode fazer. Mas, há também tanto que, ao mesmo tempo, se pode fazer, por quem se entregar, tantas coisas que se abrem em uma situação como essa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="55562" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2024/02/11/a-enfermidade-e-os-vinculos/ir-teresa-chile/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-chile.jpg" data-orig-size="768,578" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Ir.Teresa &amp;#8211; chile" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-chile-300x226.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-chile.jpg" class="aligncenter size-full wp-image-55562" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-chile.jpg?resize=768%2C578&#038;ssl=1" alt="" width="768" height="578" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-chile.jpg?w=768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Ir.Teresa-chile.jpg?resize=300%2C226&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><br />
<span style="font-size: 12pt;">O Papa Francisco nos diz que “cuidar do doente significa, antes de mais nada, cuidar das suas relações, de todas as suas relações: com Deus, com os outros – familiares, amigos, profissionais de saúde – com a criação, consigo mesmo”.<strong><br />
Que motivação isso traz para a Família de Schoenstatt?</strong></span></p>
<p>Um dos vínculos mais relevantes é efetivamente o vínculo às pessoas. O que celebramos no 31 de Maio são as pessoas como mediação que, em primeiro lugar, nos levam a Deus, que nos possibilitam amar a Deus com nosso coração plenamente humano. Essa é uma das primeiras coisas. Nesse sentido, tanto o enfermo, como quem cuida dele, pode se sentir como mediação e como ponte ao coração de Deus. Eu, como enfermo vulnerável, que necessito dos cuidados de outro, sou uma ponte para que aqueles que cuidam de mim possam chegar ao coração de Deus – e essa é, provavelmente, minha tarefa mais importante. O cuidado, minha vulnerabilidade, meu sofrimento, tudo isso pode ser um caminho para que outros possam chegar ao coração de Deus e amar a Deus com todo seu coração. Isso implica muita humildade, não estou dizendo que seja fácil.</p>
<p>Gosto de pensar no mundo dos vínculos como uma rede. Nós necessitamos dos vínculos ao que foi criado, à natureza, às pessoas, às coisas, às ideias, ao trabalho… todos aqueles vínculos e todas aquelas relações, que para nós são relevantes, vão se constituindo como uma rede, oferecendo suporte ao nosso eu mais autêntico, mais verdadeiro, aquilo que em nós é como luz que nos dá vida e dá vida a outros. Portanto, (é importante) fortalecer todos esses vínculos, em todos os sentidos, da maneira como fazemos em Schoenstatt. E, com o ardor do nosso coração, saber renunciar, pois, isso também é parte do fortalecimento dos nossos vínculos.</p>
<p>Tudo o que significa a educação nas relações humanas e com todas as coisas que foram criadas vai fortalecendo essa rede, que sustenta quem somos. Isso é, claramente, muito atual, não somente de modo geral, nas relações com os enfermos. Mas, em Schoenstatt há uma transcendência e uma profundidade que se arraigam na Aliança de Amor e no Santuário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="https://schoenstatt.com/pt-pt/sociedade/cuidar-do-doente-cuidando-das-relacoes-com-os-olhos-de-maria/" target="_blank" rel="noopener">sch.com</a></p>
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		<title>É preciso estar offline para conectar-se!</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2023 05:37:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Suzana Guariente* &#8211; Imaginar a nossa vida atual sem a internet parece ser impossível já que a tecnologia hoje é indissociável e se encontra onipresente no cotidiano da humanidade no século XXI. Quem ao longo do dia não recebe diversas mensagens pelos aplicativos de comunicação e também se sente bombardeado com tantas informações nas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54100" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-54100" data-attachment-id="54100" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2023/07/28/e-preciso-estar-offline-para-conectar-se/internet/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/07/internet.jpg" data-orig-size="1024,615" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="internet" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/07/internet-300x180.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/07/internet.jpg" class="wp-image-54100 size-full" src="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/07/internet.jpg?resize=1024%2C615&#038;ssl=1" alt="" width="1024" height="615" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/07/internet.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/07/internet.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2023/07/internet.jpg?resize=768%2C461&amp;ssl=1 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-54100" class="wp-caption-text">Imagem de Fabian Krüger por Pixabay</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Suzana Guariente* &#8211; Imaginar a nossa vida atual sem a internet parece ser impossível já que a tecnologia hoje é indissociável e se encontra onipresente no cotidiano da humanidade no século XXI. Quem ao longo do dia não recebe diversas mensagens pelos aplicativos de comunicação e também se sente bombardeado com tantas informações nas redes sociais?</p>
<p>Este fenômeno de ter acesso às mais diversas ferramentas online é conhecido por hiperconectividade. Não é de se espantar que, em nosso país, os hábitos digitais excessivos são recorrentes como mostram os dados de uma pesquisa, do ano de 2022, encomendada por uma empresa de cibersegurança, a NordVPN, que revelaram que o brasileiro passa 91 horas online por semana.</p>
<h3><strong> Você já parou para refletir?</strong></h3>
<p>Quanto tempo da sua semana você gasta conectado?</p>
<p>Não se pode negar que a internet trouxe grandes vantagens e facilidades nas relações humanas, mas também podem ser pontuadas algumas desvantagens como o fato de a praticidade no modo de se obter informações acaba tornando o ser humano em um ser imediatista, sem paciência e com dificuldades de concentração.<br />
Além disso, faz-se necessário assinalar que o tempo ilimitado de acesso à internet pode trazer consequências negativas na saúde mental, como ansiedade e depressão, em decorrência de diferentes fatores, como o receio de julgamento e ataques por conta do conteúdo postado em seus perfis, a excessiva cobrança para se manter ativo online, a insatisfação com a própria vida pela comparação com as de outras pessoas, entre outros.<br />
Diante desses prejuízos relatados, então, a solução é não usar mais a internet e as ferramentas tecnológicas que dispomos?</p>
<p>O nosso Pai e Fundador pode não ter conhecido e experimentado viver em um mundo online, porém suas palavras no documento de pré fundação, em 1912, nos trazem pistas do caminho a ser seguido neste contexto atual.</p>
<blockquote>
<h3 style="padding-left: 40px;"><strong>“É preciso decidir! Para a frente ou para trás! Para onde?</strong></h3>
<p style="padding-left: 40px;">Vamos então retroceder! Teremos, portanto, que voltar à Idade Média, arrancar os carris, cortar os fios dos telégrafos, abandonar a eletricidade às nuvens, devolver o carvão à terra e fechar as universidades!</p>
<p style="padding-left: 40px;">Não, nunca! Não queremos fazer tal coisa, não devemos fazê-lo, não podemos fazê-lo. Então avancemos! Sim, avancemos na pesquisa e na conquista do nosso mundo interior através de uma auto-educação consciente dos seus objetivos. Quanto maior o progresso exterior, maior o aprofundamento interior. É este o brado, o lema que está a ser propagado por toda a parte, não só entre católicos mas também no campo inimigo.</p>
<p style="padding-left: 40px;">Também nós queremos seguir estas aspirações modernas – na medida da nossa própria formação. O grau do nosso progresso no domínio das ciências tem que ser o grau do nosso aprofundamento interior, do crescimento da nossa alma. Caso contrário, cria-se também no nosso interior um vazio enorme, um abismo tremendo que nos faz sentir profundamente infelizes”.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim devemos seguir, usar o avanço da ciência e da tecnologia para o bem comum, mas não nos deixar ser dominados e, para isso, a adoção de estratégias no dia a dia podem nos auxiliar no uso equilibrado das ferramentas do mundo online e ter tempo para cultivarmos o nosso interior para estarmos verdadeiramente conectados e atentos com os planos Deus Pai para a nossa vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Algumas sugestões para o tal do equilíbrio:</strong></h3>
<blockquote>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; Planejar o tempo de uso: colocar prazos de tempo por dia para a utilização das redes sociais. Se há dificuldade de cumprir este propósito, há a possibilidade de utilizar aplicativos que conseguem bloquear o acesso às redes conforme o programado. Se o uso tem sido excessivo, por que não colocar como ponto a ser praticado no horário espiritual?</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; Fazer pausas: se você trabalha conectado, é fundamental pausar, caminhar e alongar o corpo algumas vezes ao longo do dia.</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; Executar uma coisa de cada vez: muitas pessoas têm o hábito de abrir diversas abas no navegador para consulta, o que pode levar a exaustão, cansaço mental e dificuldade de se concentrar. Assim, é recomendado e mais saudável iniciar e terminar uma tarefa de cada vez, para focar a atenção em uma única atividade.</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; Respeitar o horário de dormir: é importante estabelecer um horário para se desconectar à noite. Idealmente se recomenda ao menos 1 hora antes de se deitar não mais ter acesso às telas, pois a luminosidade dos aparelhos eletrônicos pode prejudicar o sono.</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; Buscar atividades presenciais: o contato direto com as outras pessoas é insubstituível e enriquece, além de fortalecer os vínculos familiares e de amizade.</p>
<p style="padding-left: 40px;">&#8211; Ser crítico: há uma infinidade de informações na internet e é preciso discernimento para verificar a veracidade dos fatos para não sermos enganados por &#8216;fake news’, por isso sempre consultar fontes confiáveis.</p>
</blockquote>
<p>E aí você já consegue colocar em prática o uso equilíbrio e consciente da internet?</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><em>*Suzana Guariente é médica psiquiatra, membro do Movimento Apostólico de Schoenstatt em Londrina/PR</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>“Vejam como eles se amam”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 03:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias - Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Mes Missionario]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="24677" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2020/01/04/como-voce-conheceu-schoenstatt/mae-schoenstatt/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-schoenstatt.jpg" data-orig-size="600,365" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;5.6&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 600D&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1413652919&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;200&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;400&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.004&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="mae-schoenstatt" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-schoenstatt-300x183.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-schoenstatt.jpg" class="aligncenter wp-image-24677 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-schoenstatt.jpg?resize=600%2C365" alt="" width="600" height="365" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-schoenstatt.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2016/12/mae-schoenstatt.jpg?resize=300%2C183&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nossa missão é ser e formar Família, cujo núcleo é o amor</p>
<p>Ir. M. Nilza P. da Silva – Encerrando o mês de outubro, mês missionário, olhamos para o Papa Francisco que muitas vezes, ao falar sobre missão, convida para ler a Carta Apostólica <em>Maximum Illud</em>, escrita pelo Papa Bento XV, dirigida aos sacerdotes, bispos e religiosos, convocando-os para a missão.</p>
<p>Papa Bento XV diz que é preciso ir ao encontro dos povos que ainda não conhecem a Jesus, por compaixão a eles e também como dever apostólico. Ele motiva todos a partirem em missão para formar comunidades cristãs em todo o mundo. Isso porque ninguém é cristão sozinho!</p>
<p>O objetivo da Missão não é espalhar as pessoas, mas sim reunir, formar comunidades. Duas coisas são muito importantes, quando se trata de formar comunidade: <strong>a primeira delas é ser Família e a segunda é ser missionário</strong>. É importante viver o amor, a fim de expandir-nos para além de nós.</p>
<p>Em Pentecostes, os apóstolos estavam reunidos com Maria, em um só coração e em uma só alma, vivendo em amor fraterno: “Vejam como eles se amam”, as pessoas diziam sobre o primeiros cristãos. <strong>O amor</strong> nos impulsiona e atrai as pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Um exemplo visual</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="32389" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2018/08/17/presente-na-janela-da-capela-do-fundador/janela-na-capela-do-fundador/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/janela-na-Capela-do-Fundador.jpg" data-orig-size="625,615" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="janela na Capela do Fundador" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/janela-na-Capela-do-Fundador-300x295.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/janela-na-Capela-do-Fundador.jpg" class="aligncenter wp-image-32389 size-full" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/janela-na-Capela-do-Fundador.jpg?resize=625%2C615" alt="" width="625" height="615" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/janela-na-Capela-do-Fundador.jpg?w=625&amp;ssl=1 625w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2018/08/janela-na-Capela-do-Fundador.jpg?resize=300%2C295&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 625px) 100vw, 625px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando olhamos a imagem desenhada na janela da capela do Pai e Fundador, em Schoenstatt, vemos algumas chamas se formando. Essas chamas surgem de um mesmo núcleo e, unidas, se expandem, sempre dependendo uma da outra para chegarem cada vez mais longe: uma sempre alimenta a outra. O Espírito Santo é a força do amor que essa imagem representa. É Ele que une o Pai e o Filho, formando a Santíssima Trindade. Assim se mostra o Espírito Santo: ao mesmo tempo que une, ele nos envia. “Representa um amor mútuo, o amor do futuro” (Cfr. Pe. Heinrich Walter, 15.9.2018).</p>
<p>Só somos missionários verdadeiros se nos empenharmos para criar e fortalecer os vínculos. O carisma de nosso Pai e Fundador atuará na Igreja se vivermos esse estilo de missão. Nosso Pai diz, já em 1912, no Documento de Pré-Fundação: “Nós, não eu&#8230; não se trata de um trabalho meu, mas sem vós eu não vou fazer nada”. O fato de estarmos juntos nos dá forças para a transformação. Segundo pesquisadores, nada surge de novo, em modo forte, se não tiver por trás uma comunidade que sustenta e que saia do “eu” e se torne em “nós”.</p>
<p>Ir. M. Elisabet Parodi, pesquisadora da fidelidade dos carisma na Igreja, diz que: “O carisma é sempre maior do que eu consigo captar, [por isso] só pode ser levado ao futuro em comunidade. Esta consciência deve impulsionar-nos sempre de novo a pedir a atitude dos que estavam no cenáculo. É esta a dádiva e o desafio do cor unum in Patre na Obra de Schoenstatt. Aqui se decide a autenticidade do carisma”<sup>1</sup>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Missão de formar Família</h3>
<p>Cuidemos para que não pensemos somente em nossa alma, como dizia o Pai e Fundador. Assim, como os apóstolos, devemos pedir ao Espírito Santo uns pelos outros, devemos estar unidos em oração. Estamos no mês missionário e mês da Aliança, nossa missão é atrair as pessoas a viverem em Aliança, é missão de formar Família. Deus é Pai e a Mãe de Deus é Mãe, nós temos um Santuário, temos um Lar. Devemos sair em missão para formar Família e fortalecer vínculos.</p>
<p>Não existe a missão sem a Aliança. No Tabor, Jesus não se revela sozinho – ele está com Elias e Moisés, na presença de Pedro, João e Tiago – pois a glória divina é feita em comunidade. Essa é a essência, é o Espírito Santo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><sup>1</sup> Palestra em 15 de setembro de 2018, na celebração pelos 50 anos da morte do Fundador</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Publicação original em 27 de outubro de 2019</p>
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		<title>O Homem Vinculado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 05:15:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Organismo das vinculações]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua análise do tempo, Pe. Kentenich assinala que o grande mal de nossa cultura é a destruição do organismo natural e sobrenatural de vinculações. Afirma que o homem atual possui uma pobre vivência de amor tanto no plano humano como no sobrenatural. É um “faquir” no mundo do amor, disse o Pe. Kentenich. Vê&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="23758" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2015/10/04/a-missao-redentora-do-ocidente/img_4635/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2015/10/missao-uniao.jpg" data-orig-size="600,359" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;2.8&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Lucas Jall&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;Canon EOS 7D&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1413575189&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;Wiesgehrenweg 2 89269 Voehringen                0176 31196969&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;70&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;3200&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.033333333333333&quot;,&quot;title&quot;:&quot;IMG_4635&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="IMG_4635" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2015/10/missao-uniao-300x180.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2015/10/missao-uniao.jpg" class="aligncenter wp-image-23758 size-full" title="Foto: Schoenstatt International Communication Office 2014" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2015/10/missao-uniao.jpg?resize=600%2C359" alt="IMG_4635" width="600" height="359" srcset="https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2015/10/missao-uniao.jpg?w=600&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2015/10/missao-uniao.jpg?resize=300%2C180&amp;ssl=1 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Em sua análise do tempo, Pe. Kentenich assinala que o grande mal de nossa cultura é a destruição do organismo natural e sobrenatural de vinculações. Afirma que o homem atual possui uma pobre vivência de amor tanto no plano humano como no sobrenatural. É um “faquir” no mundo do amor, disse o Pe. Kentenich. Vê neste “sinal do tempo” um claro chamado de Deus a suscitar o homem para a instauração e o cultivo do organismo de vínculos naturais e sobrenaturais, tanto em si mesmo como em sua mútua relação.</p>
<p>Quando o Fundador de Schoenstatt usa o termo “vínculos” entende por isso o laço estável de um amor profundamente afetivo e lúcido, que abrange toda a potencialidade do amor humano e do amor divino. O vínculo não é uma simples emoção e paixão, pode ter seu inicio em um encontro passageiro, mas vai muito mais além. É o que dá estabilidade emocional e espiritual a totalidade do ser humano.</p>
<p>[read_more id=&#8221;1&#8243; more=&#8221;Leia mais&#8230;.&#8221; less=&#8221;Leia menos&#8230;&#8221;]</p>
<p>Ao tipo de homem desarraigado, Schoenstatt quer responder com um tipo de homem que viva a plenitude dos vínculos. A espiritualidade e a pedagogia de Schoenstatt se centram em um cultivo dos vínculos a ideais, pessoas e locais. Com isto constatamos uma grande concordância com o chamado atual do magistério e especialmente de João Paulo II, para cultivar uma “espiritualidade de comunhão” e construir uma “civilização do amor”.</p>
<p>O caráter acentuadamente familiar da Obra de Schoenstatt dá testemunho disso: Schoenstatt se define como Família, unida pelos laços de uma união fraterna e de vínculo filial ao fundador; uma Família vinculada a um lugar, o santuário, e num mundo de ideais; uma família que quer ser coração de uma Igreja-Familia, gérmen de uma cultura onde reina a lei do amor e da comunhão em Cristo Jesus.</p>
<p>Os vínculos de amor no relacionamento humano são chamados a ser expressão, caminho e proteção dos vínculos na ordem sobrenatural. A vivência dos vínculos humanos nos prepara e ensina como tornar vida dos vínculos na ordem sobrenatural. Amamos a Deus por meio das criaturas e, ao mesmo tempo, o amor a Deus nos leva a amar as criaturas. Os vínculos humanos se projetam e por sua vez recebem sua plenitude em vínculos da pessoa e da comunidade no amor a Deus Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, a Maria e aos santos.</p>
<p>Com esta dimensão de seu carisma, o Pe. Kentenich toca a essência mais profunda do cristianismo em meio de um mundo onde o amor tem esfriado e requer urgentemente ser reascendido. A grande tarefa evangelizadora consiste em ensinar a amar e encaminhar a uma vivência de Deus que é Vida e Amor, que é “Comunidade-de-Amor”.</p>
<p>[/read_more]</p>
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		<title>Manual para redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2020 13:54:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pe. Deilton C. de Sousa &#8211; A experiência das redes sociais é inerente às novas formas de comunicação. As modernas formas de comunicação contribuem, expansivamente, ao conhecimento de novos modos de vinculação. Hoje, falar de redes sociais é equivalente ao modo de se relacionar, pois elas condicionam o ser humano às modernas formas de relacionalidade,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" data-attachment-id="36589" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2020/06/12/por-isso-nunca-posso-desistir-do-amor/juventude-6/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/juventude-1.jpg" data-orig-size="150,34" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="juventude" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/juventude-1.jpg" data-large-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/juventude-1.jpg" class="size-full wp-image-36589 alignright" src="https://i0.wp.com/www.schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2019/06/juventude-1.jpg?resize=150%2C34" alt="" width="150" height="34" /></p>
<div id="attachment_40716" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-40716" data-attachment-id="40716" data-permalink="https://schoenstatt.org.br/2020/04/02/manual-para-redes-sociais/mobile-phone-1917737_640/" data-orig-file="https://schoenstatt.org.br/wp-content/uploads/2020/04/mobile-phone-1917737_640.jpg" data-orig-size="640,426" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="redes sociais" data-image-description="" data-image-caption="&lt;p&gt;Foto: Geralt &amp;#8211; Pixabay&lt;/p&gt;
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<p>Pe. Deilton C. de Sousa &#8211; A experiência das redes sociais é inerente às novas formas de comunicação. As modernas formas de comunicação contribuem, expansivamente, ao conhecimento de novos modos de vinculação. Hoje, falar de redes sociais é equivalente ao modo de se relacionar, pois elas condicionam o ser humano às modernas formas de relacionalidade, ou seja, de dar-se, comunicar-se, vincular-se. As redes sociais fundamentam, hoje, a transmissão de quem sou, o que penso, o que faço.</p>
<p><strong>Promover a Cultura dos Vínculos</strong></p>
<p>Como todo mecanismo de comunicação, não diferente são as redes sociais, podem levar o ser humano ao isolamento, à debilidade do desenvolvimento dos vínculos interpessoais. No entanto, a cultura midiática, na qual as redes sociais contribuem para o seu desenvolvimento e fortalecimento, realiza um papel fundamental no que significa o mundo dos vínculos, pois “as maiores possibilidades de comunicação traduzir-se-ão em novas oportunidades de encontro e solidariedade entre todos”, ou seja, trata-se de um caminho que significa “sair de si mesmo para se unir aos outros”, “de descobrir e transmitir a ‘mística’ de viver juntos”, nos afirma o Papa Francisco. Neste sentido, no manual das redes sociais se faz imprescindível a promoção da cultura dos vínculos, a promoção do diálogo interpessoal e da evangelização.</p>
<p><strong>Um novo modo de viver em Aliança</strong></p>
<p>Falar em cultura dos vínculos é falar da “cultura da aliança”, que é sinônimo da “cultura do encontro” que, por sua vez, também se concretiza na cultura midiática, nas redes sociais. Numa cultura amplamente digitalizada as redes sociais geram um novo modo de viver em aliança, de abrir-se ao outro e criar novos laços de amizades, pois a “cultura do encontro é cultura da aliança. E isso gera solidariedade&#8230;e aliança significa solidariedade. Significa criação de vínculos” . Cabe dizer, então, que as redes sociais criam um novo modo de amar, viver e pensar orgânicos, em base às palavras do Padre José Kentenich. Sendo assim, as redes sociais contribuem para a missão profética de Schoenstatt e da Igreja nos tempos atuais. A juventude tem, então, um rol protagonista nesta missão profética e midiática como cooperadores de Deus na construção do mundo novo, na conformação do mundo em Cristo.</p>
<p>Diante de tudo isso, t<strong>rês pequenas atitudes que não poderiam faltar</strong> no manual das redes sociais.</p>
<p>● <strong>Primeiro, comunicar a verdade sempre.</strong> As redes sociais são um canal privilegiado para a promoção da verdade, ou seja, promovem a comunicação profética da verdade no tempo das fake news. Não separar a verdade da realidade. O amar, viver e pensar orgânicos é “simbólico, centrado, integral”, contra todo individualismo e fragmentação da realidade, ou seja, não separa a ideia da vida.</p>
<p>● <strong>Segundo, transmitir o valor das relações comunitárias.</strong> As redes sociais favorecem o encontro com os outros, diminui distâncias, desperta o interesse pela vida do próximo, gera solidariedade e generosidade, desperta o intercâmbio de vidas e o respeito à vida. Neste sentido, as redes sociais têm uma estrutura familiar, social, eclesial, de comunhão, que nos permite viver profundamente como membros do mesmo corpo em Cristo (cfr. 1 Cor 12, 12-30).</p>
<p>● <strong>Por último, anunciar a fé</strong>. Dar testemunho de uma adesão à uma pessoa concreta, Jesus Cristo. As redes sociais fazem despertar em nós a estrutura sacramental que tem a fé, ou seja, este “despertar da fé passa pelo despertar de um novo sentido sacramental na vida do homem e na existência cristã, mostrando como o visível e o material se abrem para o mistério do eterno” . No fundo, as redes sociais são um meio privilegiado de evangelização.</p>
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