Pe. Vitor Hugo Possetti – Para João Luiz Pozzobon, o Movimento Apostólico de Schoenstatt é chamado a ser um grande sinal de Esperança. Dois documentos elaborados por ele, no ano de 1967, desenvolvem esse tema, como algo revelado por Deus ao seu coração.
Em uma carta, enviada ao Pe. Otávio Bortoluzzi, que estava em tempo de formação pelo Instituto dos Padres de Schoenstatt, na Alemanha, João queria que o padre comunicasse ao Fundador, Pe. José Kentenich, que “a Campanha é um verdadeiro anúncio de alegrias, mesmo nos desertos” e que sentia, “com clareza e de forma palpável, que Schoenstatt quer dar uma grande esperança ao mundo”[1].
O quadro: Minha Esperança[2]
Todos os anos, João Pozzobon fazia um “Quadro da Campanha”, que consistia em um desenho, com o lema do ano e um texto. Normalmente era com o lema proposto por ele e o sentido da coroação da Mãe Peregrina, para aquele ano, recordando e agradecendo o que ele vivia na “Campanha do Terço” e confiando à Mãe de Deus, o próximo ano de missão que se iniciava.
Esse texto e o lema eram lidos no final da Missa, na Romaria da Primavera, próximo a data 10 de setembro, quando se celebra o aniversário do início da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. João Pozzobon fez 35 quadros (um para cada ano) que, ainda hoje, estão na parede do seu quarto, em sua casa, e que representam cada ano da sua missão. Ele rascunhava o desenho e o Sr. Hairton Bortholaci ajudava no texto.
No ano de 1967, o quadro, com a síntese do que ele propunha para o ano seguinte, apresenta o título: “Minha esperança” e tem no centro o desenho de uma árvore, com o Espírito Santo irradiando suas luzes e, ao lado, um Santuário com uma cruz. Esse desenho é ladeado por um texto, em três pergaminhos.
Elevar mais o espírito
No texto, João saúda a Mãe e Rainha, por “sua longa jornada e peregrinação”, que completava 17 anos, “sendo ela luz do seu Santuário, apontando ao mundo onde se encontra as riquezas espirituais”, “distribuindo graças a cada encontro”. Ele destaca a visita as “famílias” e “as escolas”, sendo, por “vontade de Deus, as tantas graças milagrosamente distribuídas por meio de sua Mãe Santíssima, Mãe e Rainha Vencedora, Três Vezes Admirável de Schoenstatt, dos convertidos, dos consolados, das legitimações de elevar mais o espírito ao sobrenatural, entender a salvação através de um abrigo espiritual que nasceu em 1914 em 18 de outubro em Schoenstatt”[3].
João Também destaca que a Mãe e Rainha o fez compreender a sua vontade de “renovar a coroação, como símbolo de sacrifícios colocados em suas santas mãos, o capital de graças” com “a pedrinha de cor verde, símbolo da esperança de uma grande proteção e abrigo, como uma grande arvore”.
A inspiração para isso lhe ocorreu em Ivorá/RS, durante a Santa Missa Dominical (em novembro de 1966): “A Mãe Rainha Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt, do seu gosto, deu o pensamento para coroação… a pedrinha verde… seu significado de uma esperança ao mundo, demonstrando Schoenstatt como uma grande árvore figueira do mato, com seus enormes galhos que abrange e faz ver a onipotência do bom Deus”[4].
João Pozzobom explica o quadro
O servo de Deus, João Luiz Pozzobon, explica o simbolismo desse quadro da esperança (transcrevemos tal qual ele deixou escrito):
“Schoenstatt, como uma grande árvore, quer abranger o mundo inteiro como um abrigo espiritual… Nas suas raízes, demonstrar a fidelidade fecunda…
Suas folhas verdes: a esperança de uma transformação espiritual, as almas decididas para o mundo ajudar, num espírito gigantesco e de heroísmo para com a graça o mundo enfrentar… Alimentados com a seiva da árvore schoenstattiana… É a esperança da gigantesca árvore, assim ilustra o aprofundamento da vida schoesntattiana que é a vivência, tudo sobrenaturalisa…
Os enormes braços, da gigante árvore, exprime um grande agradecimento ao bom Deus que, por sua bondade e vontade, deliberou divinamente a obra schoenstattiana, que ao mundo quer dar esta oportunidade, a marcha do mundo envolvido ao extremo recreativo não ser capaz mais de decisões de renúncias por amor…
O quadro intitulado Minha Esperança, os enormes galhos que apontam a volta do mundo ao horizonte, uma saudade de despertar a toda humanidade ao abrigo…
A tradicional campanha que é o desejo da Mãe Rainha, a fé nos diz no silencio da alma pelo fato que diariamente move as consciências e faz que sintam uma saudade… Para ir mostrando como a Campanha faz parte e contribui nesse sentido começa a trazer alguns testemunhos:
‘Como falou uma senhora mãe, depois de um programa[5]… ‘que coisa bonita, parece um mundo novo!’… Os pais dizem: ‘este programa é bom, não uma vez por ano, mas sim uma vez por semana.’… As boas professoras: ‘na minha escola é o programa mais precioso.’… Os alunos: ‘é a nossa ânsia esta visita quando aproxima o dia começamos a comentar.’ As famílias organizadas (grupos de famílias que recebem a Mãe Peregrina): ‘é uma grande coisa nas nossas famílias estas visitas’”.
Aguarde a parte 2 deste artigo!
[1] Carta de 13-01-1967, ADJLP-333-073
[2] ADJLP
[3] Tal como está escrito no quadro
[4] Textos de Joao Luiz Pozzobon
[5] Programa neste texto significa um momento de oração junto da Mãe Peregrina de Schoenstatt
Amem que narracao da obra de shoenstatt por Joao Pozzobom.amem lendo sentindo a a Mae de Deus conduziu o para que a caminhada chefasse a todos em suas realudades indepedente do tempo .eis que estamos hoje em campanha da Mae Peregrina com a sua origem sem pwrdermos os talentos que ela nos traz num carisma sempre atual chegando a todos coracoes tanto juvenis como coracoes aplainados ou a se encontrar..