O jovem parado é o primeiro a se corromper
Suellen Figueiredo – “O jovem parado é o primeiro a se corromper.” Com esta frase, o Papa Francisco nos convida a viver com coragem e alegria, sempre pautados na ação e pro atividade. Na Juventude Masculina de Schoenstatt (JUMAS), em seus encontros e formações, o valor da humildade e a importância da escuta são os principais aprendizados que temos com o Papa Francisco. Que seu exemplo continue guiando nossas atitudes e fortalecendo nosso compromisso com uma juventude mais ativa e formadora de líderes,” partilha Eduardo Veríssimo Vargas Cortina.
Já para o Gabriel Santos da Silva Gomes, a marca deixada pelo Papa Francisco foi: “Consegui ver em seus gestos e forma de ser a imagem de Cristo nos dias de hoje. Muito mais que palavras, seu sorriso sincero com as crianças, idosos e os pobres, foram espelho para mim, além de transmitir em sua personalidade o Cristo amigo dos vínculos e amor fraterno. Sempre, as quartas-feiras, eu via, pelos posts do Instagram do Vatican News, as Audiências Gerais, em que se tinha bênçãos para recém-casados, conversas com as crianças. Numa audiência, ele se encontrou com artistas de circo, que fizeram um pequeno espetáculo para ele, e me admirei com a alegria do Santo Padre, ao assistir os palhaços, malabaristas e acrobatas. O seu sorriso era sincero. ‘Não podemos estacionar nosso coração nas ilusões deste mundo e nem fechá-lo na tristeza. Temos de correr, cheios de alegria.’ Francisco deixou essa mensagem para mim e me empenho para aplica-la em minha vida: confiante no amor de Deus, correr com alegria!”.
“O Papa Francisco, ao longo de todo o seu pontificado, sempre falou de maneira especial aos jovens. Em tantas oportunidades, ele nos chamou a sermos protagonistas da fé, a termos coragem de sair, de ir ao encontro dos outros, especialmente dos que mais sofrem. Como jovens schoenstattianos, esse chamado encontra ainda mais sentido: somos convidados a ser Igreja em saída, a levar esperança e misericórdia, a formar um mundo novo a partir da aliança de amor que nos impulsiona. A marca que ele deixa em nós é um compromisso: sermos irmãos, sermos apóstolos e instrumentos nas mãos de Deus, a serviço da vida e da missão”, partilha Paulo Ricardo Alves de Oliveira.
A família é o santuário da vida
Também as famílias, formadas neste tempo em que Francisco esteve a frente da Igreja, foram marcadas por seus ensinamentos, como partilham Barbara e Marco Valente – Liga de Famílias: “O Papa Francisco sempre incentivou a formação de famílias católicas, defendeu a vida dos nascituros. ‘Se a família é o santuário da vida, o lugar onde a vida é gerada e cuidada, constitui uma contradição lancinante fazer dela o lugar onde a vida é negada e destruída,’ escreve o Papa no Documento Amoris Laetitia, que fala sobre a alegria do amor na família e foi um dos primeiros documentos que estudamos em 2021, ao ingressar na Liga de Famílias. Buscamos praticar esses pilares em nosso matrimônio e sempre que vemos um casal ou noivos em dificuldades, logo, recordamos das palavras carinhosas e motivadoras do Papa Francisco”.
São relatos que revelam como Francisco, com sua coerência, humildade e amor pelo povo de Deus, ajudou a formar consciências, fortalecer vocações e renovar o ardor missionário em corações schoenstattianos e que agora com sua partida, seguem levando “um pouco de Francisco” ao mundo.





