Fique atento, pois, em breve haverá o lançamento em português do filme DACHAU, O Inferno. Um longa metragem, com cenas dramatizadas sobre as experiências do Pe. José Kentenich, fundador do Movimento Apostólico de Schoenstatt, bem como de outros padres detidos no campo de concentração de Dachau.
O docudrama apresenta várias histórias entrelaçadas, mostrando como foi difícil tomar decisões que poderiam mudar o rumo do Movimento em plena Segunda Guerra Mundial e sob o domínio nazista, à luz da fé prática na Divina Providência. Além disso, mostra como a Aliança de Amor selada em Schoenstatt em 1914 deu frutos extraordinários. Aproximadamente 120 sacerdotes, de diferentes origens, selaram sua Aliança neste campo de concentração.
Uma equipe de especialistas por trás
O filme é dirigido por Gabriel Gross, renomado cineasta e produtor audiovisual, fundador da CineMater Produções, que já trabalhou em projetos para o Movimento Apostólico de Schoenstatt, o Instituto Papa Leão XIII e a Fundação Franciscana para a Terra Santa. A música do docudrama é original e foi composta exclusivamente para esta produção.
Deseja-se que seu lançamento seja realizado com atividades de apoio financeiro à Campanha Todos Somos Schoenstatt e, assim, também pela Causa Kentenich.
Por que fazer um filme sobre Dachau?
Em Dachau, a sabedoria da cruz tornou-se tangível: aprender a viver com dignidade cristã e sacerdotal, mesmo nas circunstâncias mais adversas. Esse tempo nos ensinou a confiar plenamente na Divina Providência e a abraçar a cruz como caminho de redenção e esperança. Foi um testemunho vivo de como a fé pode transformar o sofrimento em fonte de graça e renovação.
Este tempo também permitiu refletir profundamente sobre o carisma de Schoenstatt e seu papel na Igreja. Em meio às dificuldades, o Padre Kentenich tomou consciência da necessidade de que este carisma se tornasse plenamente ativo e fecundo, especialmente diante dos desafios de um mundo marcado pelo coletivismo e outras correntes que ameaçavam tanto a sociedade quanto a própria Igreja.
O Padre Kentenich conta:
“Embora estivéssemos fisicamente prisioneiros, submetidos a condições desumanas, a liberdade interior tornou-se um tesouro que ninguém podia nos tirar. Era uma liberdade que nascia da fé e da confiança absoluta na Divina Providência…
A liberdade interior, tal como a entendíamos em Dachau, não era simplesmente a ausência de correntes físicas, mas a capacidade de ser livres para Deus e para tudo o que é divino. Era uma luta constante para nos libertarmos de tudo o que não era divino, de tudo o que pudesse nos afastar de nossa comunhão com Ele. Essa liberdade não se deixava intimidar nem subjugar, nem mesmo nas circunstâncias mais adversas. Era uma liberdade que brotava da certeza de que somos filhos de Deus, membros de Cristo e templos da Santíssima Trindade.”
Fonte: schoenstatt.com




