
Em 1959 João Pozzobon enviava as primeiras imagens das famílias
Ir M Rosequiel Fávero – Você sabe como surgiram as imagens peregrinas que visitam as famílias? Foi em 1º de fevereiro de 1959 que o Servo de Deus João Luiz Pozzobon realizou o envio das duas primeiras imagens peregrinas das famílias. Já fazia 9 anos que ele peregrinava com a Mãe Peregrina Original nas famílias e escolas. Mas as casas eram muitas assim que, já com muito esforço, ele podia visitá-las somente uma vez por ano. “Mas isso é muito pouco”, lamentavam-se as famílias, que desejavam a visita da Mãe e Rainha por mais tempo.
João Pozzobon, que havia recebido de seus familiares uma capelinha da Mãe e Rainha ladeada de pinheiros, teve a ideia de usá-la num grupo de 30 famílias. Assim a Mãe e Rainha poderia visitar cada família todos os meses. Mas ela precisaria de um ‘burrinho’ (João Luiz Pozzobon costumava intitular-se como o ‘Burrinho de Maria’) para zelar por ela e ajudar na evangelização das famílias. A Mãe e Rainha não poderia andar sozinha. Assim, de uma forma tão simples, surgiu um dos maiores ‘exércitos de evangelização’ em nossa pátria e no mundo inteiro: os missionários da Mãe Peregrina.
Depois de 7 décadas desde aquele início em 1959, somente no Brasil, existem cerca de 150 mil ‘burrinhos’ organizados em comunidades, paróquias e dioceses, prestando um serviço inestimável à Igreja e à sociedade. São pessoas de todas as classes sociais, letrados ou não, que emprestam mãos, pés, sorriso e coração para a Mãe e Rainha.
Enviados com entusiasmo e ardor, os missionários assumem o desafio de serem os “burrinhos de Maria” neste novo século, certos de que “Ela é a grande missionária; Ela fará milagres”.




